Poemas sobre quem Realmente eu sou
Sou poeta!
Quando nasci, abri os olhos!
Falei e toquei corações!
Senti, e marquei meu espaço!
A vida, reservou decisões!
Niguém pode escolher por mim!
Sou poeta! faço cantigos por onde ando!
escuto meus passos e tomo a direção.
Ser o que se quer,
Querer o que se é,
Nada é imultável,
Tampouco vale nada;
Sou assim e amanhã,
O que quiser.
SOU FELIZ”
Não tenho tudo
Mas possuo o que preciso
Não sou rico
Mas não falta o necessário
Principalmente a paz
Sou feliz.!
Porque sou o que sou
Não sou as vezes o que quero
Mas o que espero de ser
O que Deus sempre quis
Sou feliz..!
Não porque canto
Ando, vejo e posso sorrir,
Pois há muitos mutilados
Que até lhe faltem tais ações
Nem por isso deixam de ser realizados
Sou feliz..!
Não porque as coisas me faltam
Pois na me impediriam de ser
Insisto na probabilidade das coisas aparentemente não existentes virem à tona
Sou feliz não porque eu tenho
Mas porque sou
E sou porque, creio e me detenho de que tudo é possível ao crer
Sou feliz..!
Não porque vivo
Posso a qualquer momento morrer
Mas, a morte jamais pode tirar minhas expectativas me deter
Pois o corpo é com a semente que caem na terra vinda a nascer
Sou feliz..!
Com esforço
Através da fé, esperança, e renuncia
Tenho conseguido até vencer
Sou feliz..!
Porque não me limito meu prazer, minha satisfação
No que é aparentemente transitório
Aquilo que me realiza está além dos que aos meus olhos naturais podem ver
Sou feliz..!
Não porque sofro as oposições
Mas porque elas contribuem para que eu possa melhor me identificar
Na paz além do é, e posso ver
Sou feliz ..!
Não porque o sol brilha
E eu posso vê-lo
Inda que falte mesmo assim feliz eis de ser.
Sou fruto da vida,
folha ao vento,
semente mal plantada,
nascido na terra seca,
filho do mundo cão,
extraído a força sem futuro,
sem passado,
num presente que me assusta...
Deseganos
Sei que tu me enganas.
Finjo acreditar, porque te amo.
Sou teu capacho, teu brinquedo.
Você tem o poder sobre mim morena.
Eu sei, sofro e não reclamo.
è desse jeito que vou me enganando.
Por favor! Continue a mim enganar.
Deixe eu pensar que soou feliz.
Abrace este homem sonhador, finje o teu amor.
Na mimha razão eu choro por você não me amar.
Na minha loucura eu sou feliz com tudo que você me diz.
Sou MULHER, sou POESIA
Sou mulher, sou poesia
Nos teus sonhos,
FANTASIA
Sou mulher, sou guerreira
Nas lutas,
COMPANHEIRA
Sou mulher, sou aliança
Nas sombras,
ESPERANÇA
Sou mulher, sou alegria
Na leveza do meu ser,
HARMONIA
Sem medir palavras
E ela disse, sem nem mesmo acreditar no que dizia:
- Já não sou mais igual ao que antes era, porque perdi uma parte de mim: você. Não vou ficar aqui dizendo que doeu perdê-la, porque isso você sabe... Qualquer um sabe a dor de ter que fazer o que não se quer, ainda mais quando se trata se amor. Eu não pedi pro amor chegar, mas ele veio. Eu não pedi para que ele me deixasse com o brilho nos olhos dos apaixonados, nem me fizesse te amar... Mas ele fez. Talvez esse tal amor seja só um sentimento mal educado, e nem sequer valha a pena eu estar falando sobre o próprio, mas graças a ele eu vi o que se passou por dentro de mim, e não vou reclamar – embora eu tenha vontade algumas vezes -, porque ele me fez ver tudo de uma forma diferente. E mesmo que eu não te ame mais, eu ainda quero amar um outro alguém... Porque eu quero poder sentir tudo de novo. Sentir cada frio na barriga, cada brilho, cada pessoa, cada pedacinho do amor! Eu sei, você vai rir da minha cara... Mas pode apostar que um dia eu irei rir da sua, por você nunca ter sido capaz de amar alguém como eu te amei.
AMOR A MODA ANTIGA
Sou aquela, fadada às mazelas
das paixões sinceras e obstinadas.
Amo a moda antiga, sou fiel, leal e amiga
e não há quem me diga se estou certa ou errada.
Quando amo e não sou amada,
se sou banida e relegada, caio prostrada.
Não consigo falar e nem me alimentar
por ser preterida; maldita ferida da vida.
Não quero mais nada se meu amor já não está
fico na cama quietinha
chorando pelo amor que “tinha”
e sofrendo como um cão sarnento,
sem discernimento do que farei
com o amontoado de sonhos que sonhei.
Dos desejos e planos?
Ah! Eles ferem como enormes enganos
São punhais, danos ao corpo quente
da febre intermitente em meus mais profundos ais.
Sim! Sou teus versos reescritos, impuros e aflitos
Como a vertigem, doce e quente da paixão
arremetendo aos delírios da compreensão
Ah! Alucinação impenitente da minha saudade...
Entra em mim como doença, dor intensa
Aí não falo, engulo o grito
Não durmo, me agito
fico insana, me torno a mais profana de todas as mulheres
faço todas as tuas vontades, perco a identidade
abandonada, lânguida e sem defesas
desejo o meu desejo, servido em tua mesa
ser a entrada, o prato principal e a sobremesa
Não adianta chegar e vir me falar que sou perfeito.
A perfeição nunca me tocou, muito menos a vontade.
Vontade esta que faltou para você desejar ficar ao meu lado.
Choro desesperadamente procurando algo que não encontrei.
Grito fortemente por teu nome deixando uma lagrima escorrer por meus olhos.
Chamo com clamor a palavra que me faz perder a fé.
Procuro algo, já estou delirando de paixão.
É sinal que o fim está chegando já que o que temos é um catalogo de erros.
Não me diga para parar de chorar já que é voce que me causa tudo isso.
Não diga que me ama sem antes provar que ao menos me respeita.
Não diga que me quer, se minha presença te causa nojo.
Quero a morte! A morte deste sentimento, desta dor, da solidão e da traição....
Sentimentos malignos direto para boca do cão...
Sou vivo num mundo que sobrevivo...
Alívios de salivas vivas ou mortas, sentidas como brisas, carros entre tuas balizas, portas tortas teu destino se suaviza.
Sobrevivente de um mundo inconsciente, gente boa, gente doente, gente da gente, feliz derrepente, alguns que antes se lamente, tente, olhos que escorrem lágrimas para trás, outros que abraçam sorrisos a frente.
Meu segredo é um livro aberto em branco sem nada escrito, meu medo é que onde que eu vivo, me espanto, a cada instante que reflito.
Nada mais existe nessa gente triste, tudo agora é mais rítmico, sem destinos homens, mulheres, meninos, perdidos como dependentes químicos.
A vida é como qualquer jogo, minhas recaídas num trono rodeado de mulher onde furtam o nada que tenho, meus cílios reversão no fogo.
A prova de que se viver combate com teu azar e tua sorte, provar o sabor dos paços só é realmente desfrutado, quando a vida te presenteia para a morte.
Sou o sagrado e o profano,
um haleto e um alcano,
a mulher e a amante,
a ouvinte e a falante,
o céu e o inferno,
o ultrapassado e o moderno,
a pergunta e a resposta,
substância simples e composta...
Sou o paradoxo e a redundância,
o conhecimento e a ignorância,
a escassez e a abundância,
a bondade e a perversidade,
a confiança e a deslealdade,
o mito e a realidade,
o viciante e o saudável,
a solução e o incurável,
o descaso e a compaixão,
conceito e contradição...
Sou o certo e o errado,
o infinito e o limitado,
a virtude e o pecado,
o carbono e o hidrogênio,
um ser humano normal e um gênio...
Sou a entrada e o prato principal,
a páscoa e o natal,
a queda e a ascensão,
a emoção e a razão,
o desejo e a indiferença,
a saúde e a doença,
a fome e a gula,
o remédio e a bula,
o veneno e a cura,
a criadora e a criatura...
Sou, enfim, os dois lados da moeda,
o sim e o não, pois pra mim não há definição.
Surpreendentemente surpreendente.
Uma eterna caixinha de surpresas...
Sou como um passáro que quer voar e no horizonte encontrar...
A felicidade sem fim, o paraíso sem ti,
e se perder pra não voltar...
Ser mais forte que a dor, aproveitar o bom do amor...
Abrir os braços pra voar...
"...Ah...como sou cheia de fendas e apegos, claro que sinto saudades das crenças. Tudo, era tudo tão menos trágico para mim. Eram “suicídios” mais involuntários, tenho a mera impressão de que eu era até menos frágil. Hoje, me borro num pestanejar e sei que desacreditar pode ser até estúpido, entretanto, acho mais estúpido me manter em postura e nos “pliês”, sempre cair em pedaços no chão..."
(Texto a fê chora das impossibilidades)
Você me falou, que nunca enganou ninguém
Ele te contou, nunca enganei também
Sou mais fazer do que falar
Não nasci sabendo tudo
Sou aprendiz do mundo
O tempo passa e vejo que não sei nada
Não sou nada
Mas aprendi a sonhar
Aprendi a cantar
Aprendi a escutar
Aprendi a sorrir
E quanto mais dou sorrisos
Mais escuto,
Mais canto,
Mais sonho!
E é assim que aprendo a viver.
Com uma aquarela,
Pintando meu carrossel colorido
Vivendo um conto de fadas,
Uma fábula sem fim.
Converso com as flores
Pássaros me contam segredos
Vou girando o mundo
Desvendando culturas e mistérios
Saio por aí, sem rumo e sem critério
Minha vida é assim,
A música fala por mim.
Sou criança;
Quando se trata de relacionamento,
Sou uma criança,
Sendo assim, ignorando o que apararento,
Minha paixão difícil se alcança.
Mas, quando assim me conquista
Não há o que se arrepender
Pois não irei esconder
O quão amor, sinto por você
Sou poesia,sou pedido suplicado em silêncio e segredo
sou sonho não sonhado, algo inacabado, mas ainda continuo... Tenho esperança de ser o que alguém espera...
Sonhe comigo, ainda há chance, sim!?
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