Poemas sobre quem Realmente eu sou
[O tabuleiro de xadrez] é um mundo inteiro em 64 quadrados. Eu me sinto segura nele. Posso controlar, dominar. E é previsível. Se me machucar, a culpa é só minha.
Eu queria vencer. Explorar suas fraquezas. Mostrar que poderia derrotá-lo, sem jogar como ele acha que deveria.
Eu confio em uma coisa neste mundo: minhas ações. Não vou deixar nada ao acaso e prefiro jogar o jogo da vida com as melhores cartaspossíveis.
Eu posso ser ciumenta, louca, lerda, baixinha... mas pode ter certeza que você perdeu... para seus amigos !
Eu não entendo estes meninos que falam que tem mil contatinhos, vocês acham mesmo que nós vamos começar gostar de vocês por isso:?
Eu amo a minha esposa como amo a mim mesmo, eu jamais me trairia nem me deixaria triste, o sorriso dela, é para mim, como uma noite de lua cheia que tudo clareia sem nada me cobrar.
"Uma rosa vermelha representa todo o nosso amor, ao olhar essa mesma rosa eu me lembro que uma linha vermelha está amarrada em nossos dedos para nos mostrar que independente do que aconteça, nós iremos ficar juntos nessa vida ou em outra... hoje eu tenho certeza que será em uma outra, pois eu estou dando o meu último suspiro segurando as suas mãos."
Por você eu tiraria a máscara, a luva e o medo no olhar, abriria a guarda te dando um abraço, ou ficaria vulnerável apertando sua mão... Pois o vírus pode se alojar no organismo, no copo, no balde ou corrimão, pode ser que ele demore, pode haver um turbilhão, mas você segue em quarentena, segura e sem preocupação, na ala mais nobre do bairro, na sala do meu coração.
Em toda vida eu tive a oportunidade de proporcionar e render grandes momentos, e até felizes, para as pessoas mais importantes pra mim. São coisas as quais eu nunca me arrependo. Mas existe sempre uma falha na equação, e depois de juntar, unir, apoiar tanta gente, no fim de um dia é estranho saber que vai ser sempre eu por eu mesmo.
Meu sorriso é uma capa transparente de solidão.
Eu doaria minha alma se fosse possível para nunca mais existir, mas ela já está tão doente que seria uma tortura dà-lhe a outro alguém.
Por muito tempo eu senti culpa por todas às vezes que fracassei em relacionamentos, eu me culpava pelos seus erros, pelos meus, e pelo erro do destino que foi nos juntar, eu me sentia tanta coisa, mas não me sentia amado e foi aí que percebi que o amor traz tudo, a cura, o desejo, a felicidade, você nunca me amou, eu nunca te amei, o amor é tudo menos dor.
Eu queria dar breve a minha leve vida, tão breve quanto a aragem dissipa o céu, tão breve e demorado em algumas vidas, tão breve que nem lembranças teria de presente. Serei breve, mas machucarei a quem amei, serei breve e verei as doces flores perderem suas pétalas no tempo. Serei breve, mas testemunharei a partida de muitos. Mas não me arrependo doce vida, o meu escurecer já está chegando e com ele o meu dormir, o cansaço está me matando e essas ataduras velhas estão infeccionando. Eu não sinto por você vida que me fez amadurecer como uma fruta no chão, sendo mordido pelos vermes, que me pregou no chão sem nenhum prego na mão. Sinto apenas pena dos cacos do meu coração, das lembranças e das mentes vazias, dos sorrisos ainda que falsos, e do doce so
Eu sinceramente não consigo compartilhar a felicidade do meu próximo; não consigo sentir felicidade com ele; o ser humano não se sente confortável com a felicidade alheia.
Eu me vi chorando e ouvindo Ney Matogrosso cantar “retrato em branco e prato” sem entender o porquê. Eu não sabia se chorava porque havia perdido o Rick, se eu o amava, se o queria, porque eu já nem sabia mais nada! Eu me sentia um lixo e nem estava de TPM para isso. Parecia que ele tinha ido para sempre e isso era muito triste. Eu abracei um travesseiro chorando e pensei que as palavras dele foram ásperas, foram rudes! Ney cantava e eu sentia que a música era para mim pois eu me sentia uma tola procurando o desconsolo que eu cansei de conhecer. Eu escrevia, eu trazia o peito repelto de lembranças do passado e colecionava um soneto, uma carta, uma porção de sentimentos e palavras. Eu negava o amor que eu sentia pelo Rick, evitava, mas parecia que ele voltava a me enfeitiçar como se eu fosse uma tola e não tivesse me imunizado para o vírus que era o amor dele. Eu não sei na verdade o que eu sentia pois parecia que eu sentia de repente todo amor e toda dor do mundo e isso vinha tudo de uma vez e caía sobre mim como se eu fosse acertada por um raio e isso me deixava subitamente tonta!! Eu não queria ficar com o Rick, mas não queria perde-lo, diário, e eu sei que você vai dizer que isso é egoísta, porque é! Eu o queria amarrado, preso a mim do mesmo modo que eu fui presa a ele por anos, mesmo sem eu querê-lo agora.
Lembrei da viagem para Porto Alegre e da vontade súbita que eu tive de chamar Josh para falar da música que eu estava ouvindo, tendo a sensação de que ele me compreenderia. Eu naquele momento não entendia racionalmente porque eu sentia vontade de conversar com ele. Racionalmente, eu não entendia, mas talvez meu coração já entendesse. Talvez durante esse tempo todo o meu coração estivesse tentando me dizer o quanto eu gostava de Josh e eu não tenha dado ouvidos a meu coração, prestando atenção somente no cérebro, somente no que eu conhecia como fatos científicos. Quem sabe durante esse tempo todo meu coração tenha tentado me avisar pouco a pouco, cantando uma música bem baixinho, bem suave, uma música que eu não tinha parado para ouvir...uma música ao longe que eu não tinha dado conta de que existia. Esse tempo todo eu tenho evitado o Rick não apenas porque ele é esnobe e eu saiba que mereça alguém melhor, mas porque meu próprio coração já tem dono. Coloquei um CD do Tom para tocar e fui adormecendo lentamente embalada pelo som do piano e das batidas do meu próprio coração que batiam ao som do piano, ao som da poesia, ao som da paixão.
Uma das coisas mais valiosas que eu conquistei com tudo o que eu já passei, é o sentimento de me sentirlivre, livre das opiniões alheias.
As minhas lembranças da escola são tão prazerosas, que eu prefiro morar no “Inferno" do que voltar para a escola...
Acho que meu coração é masoquista, porque eu nunca vi um infeliz, para gostar de sofrer e sentir dor igual a ele.
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