Poemas sobre quem Realmente eu sou
Filho do Boto
Eu sou filho do Boto
Do Boto eu vim
O meu sangue é de guerreiro
Guerreiro parintintin.
Dos meus desafios
Nunca vou desistir
Pois, cada um deles
Me trouxeram aqui.
Andei de canoa no igarapé,
Na longa estrada
Também fui a pé.
Não temo o banzeiro,
Eu sou filho do Boto
Caboclo matreiro.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Rosa porque tu és assim
Você ama lírios mas eu sou Cravo
te prometo não te deixar de lado
mas na verdade terminamos
o que nunca aconteceu
Rosa você me perdeu!
Manifesto de Vida de um Guerreiro Espiritual
Eu sou aquele que caminha entre mundos.
Tenho os pés na terra e o coração no invisível.
Quando estou só, eu penso. Quando estou com Deus, eu escuto.
Não preciso de multidões para me sentir inteiro,
nem de templos para sentir o sagrado.
Minha fé não é decorada — é vivida, sentida, queimada em mim como brasa silenciosa.
Nasci com um propósito.
Não vim a passeio, vim a missão.
Sou um guerreiro — não desses que gritam, mas dos que resistem.
Carrego o peso da distância, o silêncio das dores e o dever de não preocupar quem amo.
Isso não me faz fraco. Me faz maduro.
Me guio pela razão, mas deixo espaço pra emoção.
Não sou máquina nem vítima.
Sou equilíbrio.
Sou aquele que sente tudo, mas escolhe o que fazer com o que sente.
Não fujo da rejeição, mas ela me marca.
Ainda assim, escolho entender antes de julgar.
Perdoo mais do que pareço. E observo mais do que falo.
A vida, pra mim, é festa — mas também é construção.
Quero deixar algo que não morra comigo.
Uma empresa, um nome, uma visão.
Quero que os filhos dos meus filhos digam com orgulho:
“Foi o nosso avô que começou isso tudo.”
Meu legado é trabalho, dignidade e liberdade.
Quero um mundo onde ninguém precise se curvar pra sobreviver.
Onde cada um possa brilhar do seu jeito.
E se esse fosse meu último dia, eu diria a todos:
“Seja feliz. Mas seja feliz de verdade — sem depender de coisas externas.”
Eu sou. E isso basta.
Sou filho do Criador, irmão da verdade e guerreiro do agora.
E eu estive aqui.
Entre o que faço e o que sou
Hoje eu machuquei a mim mesmo
pra sentir na pele,
pra ver se ainda existo.
Como um masoquista,
buscando um sinal de existência
além do que entrego.
Porque ajudar virou língua materna,
e eu já não sei falar comigo
sem traduzir tudo em cuidado.
Eu me pergunto:
quem sou eu
quando ninguém precisa de mim?
Quando o silêncio não pede escuta,
quando não há dor pra organizar,
quando não há ninguém
na beira do abismo?
Sou eu…
ou sou só a ponte?
Carrego nomes, histórias,
fragmentos de gente
que deixaram pedaços em mim
como quem passa e não volta.
E no fim,
quem junta os meus?
Disseram que o caminho
é seguir em frente,
mas ninguém explicou
como voltar pra dentro.
Qual estrada leva a mim
sem passar por outro primeiro?
E se eu chegar lá,
nesse tal de “eu”,
vai ter alguém esperando?
Ou só o eco
de tudo que fui pros outros?
Tenho medo de ser abrigo
e nunca casa.
Tenho medo de ser caminho
e nunca destino.
Mas hoje…
no meio desse ruído quebrado,
percebi algo pequeno
quase imperceptível:
eu ainda sinto.
E talvez isso
não seja só dor.
Talvez seja um resto de mim
que não foi embora,
uma sombra
carregando um fio de luz.
E se ainda há resto,
há começo.
Mesmo que lento.
Mesmo que torto.
Mesmo que só.
Ou talvez…
não seja solidão.
Talvez eu tenha me escolhido
pela primeira vez
e chamado isso de vazio,
quando, no fundo,
era só um silêncio seletivo
pra ver os outros crescerem
enquanto eu
ainda aprendia
a nascer de novo,
como quem encontra
um desconhecido no espelho.
Aprendendo a existir
sem precisar caber
em alguém.
E hoje,
quando me machuquei
e percebi que ainda sentia,
não foi só dor.
Foi como lembrar
que existe luz
mesmo no lugar
onde eu me perdi.
E pela primeira vez,
eu não corri.
Fiquei.
E talvez…
seja isso começar:
não me abandonar
quando só resta
eu
Pobre coração
Será que eu ainda sou
importante pra você,
Ou eu nem cheguei a ser?
Não sei, mas tudo mudou
Estou muito confuso,
preciso mesmo saber...
Meu sonhos foram
todos jogados ao chão
Me diz onde estão
aquelas palavras de amor?
Devem estar apenas
no meu pobre coração...
Gui Gouvêa
"Eu ainda estou aqui, porém não sou mais aquela garota bobinha,
nem gosto mais de chorar! Agora sou simplesmente uma mulher,
mas eu ainda gosto de te amar!"
O sol continua quente.
A metáfora sou eu em você.
Tudo é riquíssimo, mas o tom é triste.
O lobo agora está na matilha.
Salve-me, até porque quero a luz.
A flor de lótus não trouxe a felicidade prometida.
E você, Lobo, olhando para o infinito…
Isso me fere, pois seus olhos estão frios,
o sorriso morre em sua boca,
e você não está em mim.
Essência Singular
Dar boa-noite à noite pode até ser clichê, mas eu sou assim mesmo.
A noite é sagrada, e continuo a respeitá-la, ela é minha amiga.
O telefone toca, mas estou anestesiada, porque o perfume que atravessa a janela e chega até mim é colossal… como você é para mim. Uma lembrança boa.
Às vezes, acho que o seu perfume é único, pois não o sinto em mais ninguém. Mas também penso: se um perfume, aquele que tem a fragrância do amor, tivesse o mesmo cheiro em todos, talvez não fosse tão especial. O melhor é aquele que, em muitos corpos, se propaga em múltiplas fragrâncias, mas ainda assim guarda sua essência singular.
Deliciosamente, você.
Ha...Se acha que vou desistir esta enganado,
eu sou sangue quente, não gosto de perder
uma luta, posso me machucar, cair, ralar o
joelho, mais eu não me dou por vencida, sei
o que quero e onde quero ir. E a melhor parte,
eu sei que você também não quer que eu desista.
Eu sou aquela mulher
que vê a vida com bons olhos.
Eu sou aquela mulher que
sempre te amou. Eu sou
aquela mulher que soube
dizer não. Mesmo que algumas
vezes queria dizer sim. Sou
Lua, sou fogo sou amor.
Não desisto da Guerra, mais
sei perder uma luta. Eu
nunca vou ser mais uma na
sua vida, pois te mostrei o
que é ser A Única.
"Filha nos seus sonhos, eu sou seu porto seguro. No meu abraço, você é meu mundo inteiro."
-------- Eliana Angel Wolf
— A Escolha do Presente —
Eu não sou mais
a dúvida do passado —
nem o medo escondido
entre noites silenciosas
e caminhos interrompidos.
Já carreguei perguntas demais
nos ombros da alma —
já tentei entender
por que certas portas fecharam
e por que algumas pessoas partiram
sem olhar para trás.
Mas o tempo ensina —
e a dor também amadurece.
Hoje eu entendo
que nem tudo que se perde
foi feito para permanecer.
Há fases que acabam
para que outras possam nascer —
há despedidas que libertam
e silêncios que curam.
Eu não sou mais
a insegurança que hesitava diante da vida —
não sou mais a voz cansada
que precisava da aprovação do mundo
para continuar caminhando.
Eu sou a consciência
de quem aprendeu a recomeçar.
Sou a coragem
que decidiu permanecer inteiro
mesmo depois das tempestades.
Eu não sou mais a dúvida do passado,
eu sou a escolha do presente.
A escolha de viver com verdade —
de seguir sem máscaras —
de não diminuir minha luz
para caber na escuridão de ninguém.
Porque existe um momento
em que a alma desperta —
e quando ela desperta
já não aceita viver pela metade.
Hoje eu caminho diferente —
não porque tudo ficou fácil,
mas porque finalmente compreendi
quem eu sou.
— Paulo Tondella
Eu sou imensamente abençoada e iluminada por Deus.
Eu sou rica em luz, amor e felicidade.
Eu sou uma pessoa próspera e que nada me falte.
E tenho certeza que a cada passo meu, Deus está comigo.
Amém!
"Eu sou todas as emoções.
Eu sou a mistura de todos os sentimentos e de todas as emoções: eu sou o amor, eu sou o ódio, sou a mistura de tudo. Eu sou a chuva, eu sou o sol, eu sou a mistura de todas as estações. Eu sou o perdão, eu sou a condição, eu sou a mistura de todas as sensações. Eu sou a calmaria e eu sou a agitação, eu sou a soma de todas as motivações."
Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides
Pra Ser Dois
( Narcélio e Rodrigo)
O melhor de mim eu dei, ofereci o que pude
Não sou perfeito, às vezes chato e rude
Sei que nem sempre é fácil me entender
Mas meu mundo gira em torno de você
Todo casal tem que se adaptar pra ser dois
Deixar o ego e o orgulho pra depois
Me mude com o que tem de melhor, serei grato
O nosso amor é o mais belo ato
Eu vejo em você a força que me falta
Sua paciência é a bússola que me exalta
Quero aprender a ser um porto seguro
E construir contigo nosso futuro
(
Não é sobre perder quem a gente é
É sobre somar, caminhar com fé
Um pelo outro, na mesma direção
Essa é a nossa canção
Palhaço Eu Sou
No palco da vida, eu me apresentei
Com o coração aberto, eu sonhei
Pensei que o seu sorriso era o meu lugar
Mas cada aplauso era só pra me enganar
Palhaço eu sou, por acreditar no seu amor
Por te amar tanto assim, sem ver o fim
Palhaço eu sou, por me iludir com qualquer bobagem
E me perder nessa viagem
Pintei meu rosto com a maquiagem da esperança
Dancei a dança tola da confiança
Cada palavra sua, um truque de magia
Que me deixava cego nessa fantasia
Agora as luzes se apagam, o show terminou
E o palhaço triste aqui ficou
Recolhendo os pedaços do que acreditei
No silêncio do palco onde eu me entreguei
Agora livre sou, Cristo me libertou
Agora eu posso cantar, aquela dor que eu tinha já passou
É uma nova história, Ele me deu vitória
Eu vou seguindo com fé
Eu sei, no fim vamos se ver na Glória Pedro Victor Stecca / Estevao Lino / Ivair
Entre o vermelho e o amarelo, eu sou mais o verde e o branco, que trazem esperança e paz, as cores dos meus times Palmeiras e Icasa.
Benê Morais.
Torah ou Jesus Cristo
Se por acaso eu descobrisse que era de origem judia, porque sou português! Eu simplesmente não voltaria para o judaísmo. Eu continuaria cristão, porque creio em Jesus Cristo como o Messias. Vamos supor que sou judeu! Mas de modo algum voltaria a circuncisão, porque não lhe dou valor nenhum! Nem voltaria aos sábados, pois agora eu não guardo só o sábado, mas guardo todos os dias como cristão. Em relação a guardar outros dias e festas, eu também não os guardaria, porque também não os guardo. Em relação a Lei, como guardaria a lei? Não obra por obra, mas guardaria tudo pela fé em Jesus Cristo! Tudo isto com uma consciência tranquila! Não! A lei não passou! Não mesmo! Mas agora tudo é feito, pela fé e pela graça de Deus! 1492 são expulsos de Espanha e vêm para Portugal! Se se têm convertido ao Cristianismo de verdade, não seriam mortos pela inquisição. Em 1497 (expulsos de Portugal). Longe de mim que aprovo a ação da inquisição. Longe de mim!
Mas o que aprovo é não uma prática religiosa, mas a prática da verdade! E o que é a verdade! É precisamente Jesus Cristo. Como o Apóstolo Paulo, eu deixaria seja qualquer que fosse a minha religião, para estar na verdade...
Praticar as obras de Deus pela fé em Jesus Cristo! Porque esta é verdadeira religião e não outra. Antes de Jesus Cristo vir, tínhamos a lei ou a Torah. Agora a Torah é o próprio Jesus Cristo!
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