Poemas sobre quem Realmente eu sou

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Não há corrente mais pesada que a opinião alheia, e nenhuma delas me conduz, porque eu sou o leme das minhas próprias escolhas.






Marcilene Dumont

⁠Manifesto — Marcilene Dumont


Eu sou Marcilene Dumont.
Não fui moldada pela facilidade, mas refinada pela travessia.


Carrego nas entranhas a força que não se anuncia,
mas que sustenta, em silêncio, tudo aquilo que permanece de pé.


Não me curvo ao ruído do mundo desordenado.
Eu me alinho — e, por isso, me elevo acima.


Minha resiliência não é resistência bruta,
é inteligência emocional lapidada pela experiência.


Minha coragem não grita — ela decide.
E em cada decisão, eu honro a mulher que escolhi me tornar.


Eu não busco aprovação — eu sustento presença.
E é dessa presença que nasce o verdadeiro engajamento.


Porque aquilo que é autêntico não precisa convencer,
apenas se revela — e naturalmente conduz.


Minha vida é guiada por alinhamento, clareza e propósito.
E onde há propósito, não há dispersão — há direção.


Na mentoria, não entrego respostas prontas.
Eu ativo visões, elevo padrões e reposiciono destinos.


Eu não sigo caminhos comuns.
Eu crio espaços onde o extraordinário se torna inevitável.


Sou feita de profundidade, elegância e decisão.
E é por isso que permaneço acima — não por acaso, mas por essência.


Eu sou Marcilene Dumont.
E tudo em mim comunica força, direção

Não sou cópia. Não sou eco.
Sou Paulo Macaia:
Na dor eu não fugi, na tristeza eu não calei, na solidão eu me achei.

Dor é escola. Tristeza é tinta. Solidão é casa.
Alfonsina Buconzo Ngoio é mãe. Eu sou outro.
Não confunde. Meu nome não é sombra. É raiz, raiz de Paulo Macaia Poba, meu pai, meu chara e meu Deus na Terra.

Por muito tempo, sentimentos como solidão e vazio
dominavam aquilo que eu escrevia. Ainda sou um garoto solitário,
mas agora não dependo apenas da solidão para escrever.

A verdade é que chega um determinado momento em que precisamos crescer.
É necessário deixar para trás velhas feridas; precisamos parar
de cutucar aquilo que nos causou dor. É tempo de respirar.

Tempo de aproveitar as coisas boas que aparecem em nossas vidas,
principalmente os amigos que nos resgatam e nos dão asas.

Meu voo já não é tão solitário;
não me encontro mais no abismo.

Sou abrigo de um amor que não mora em mim;
ele olha para outra, enquanto eu olho para ele.
Somos desencontros caminhando juntos:
eu, querendo ser escolhida;
ele, querendo esquecer quem não o quis

— Por que você acha que eu sou tão ciumento?

— Porque você não quer me perder?

— Também. Mas principalmente porque eu não suportaria ver alguém machucando você enquanto eu faria de tudo pra te proteger.

Eu sou dois países,
um deles feito de areia e silêncio.
O vento me atravessa como lembrança,
e cada grão que toca minha pele
me conta uma história que eu já vivi
sem saber.

Não sonho com as Arábias —
eu sou o sonho delas.
Sou o deserto que caminha,
a miragem que sente,
a memória que dança entre dunas.

E quando fecho os olhos,
não viajo —
eu retorno.

🌟 Afirmação Diária
Eu sou luz, amor e abundância.
Eu caminho em santidade e prosperidade.
Eu atraio homens íntegros que honram o feminino.
Eu sou a Terra em ascensão, plena e fértil.

Criado por: Jacilene Arruda

Você é meu pecado
E eu sou o seu pecado
É normal sentir saudades?
Sentir o teu cheiro em meu corpo?
Você me fala dos cabelos meus em você
Eu falo que sua boca é doce
Sinto como se você me elevasse
Posso ver anjos
Sinto como se fosse uma rosa sagrada e você me penetrasse a alma
Estamos iluminados por uma luz maior que nos guia
É como se o seu DNA se entrelaçasse no meu e descobrisse que somos partes primordiais um do outro
É como se eu tivesse uma espécie de déjà vu todas as vezes que estou em tua presença
Dizendo apenas sim, não conseguimos dizer não e apenas continuamos aquilo que já é infinito.

Você me diz que sou sua
Como posso te deixar ir?
Se você me chama de volta?
Se tens medo que eu vá?
Queres habitar-te em mim eternamente?
Te falo sobre os sussurros do vento, você me ouve e sorri
Como se pensasse:
Por que?
Você chama o meu nome, repetidas vezes
Eu apenas ouço:
Lua, Sol, Lua, Lua, Lua…

Na política, o defeito é sempre do outro; eu sou santo, puro e besta.


Benê Morais

PEDAÇOS DE MIM. SOU ASSIM.

Através de inspirações sussurradas na alma, eu me desmorono, me reconstruo e vou renascendo das cinzas dos pedaços que ainda insistem em ficar em mim.
Escrever este livro foi um profundo mergulho em um período constante de desconstrução e renascimento.
Foi quando as frases afloraram e me fizeram ver que temos uma força superior que nos move a seguir em frente. O caminho tem muitos atalhos; basta seguir a bússola que Deus nos deu.

A força de se refazer em cada pedaço 📖

Lu Lena / 2026

Sou um renascentista


Talvez eu tenha nascido fora do tempo,
mas minha alma caminha pelas ruas de Paris.
Não as ruas apressadas do turismo,
mas aquelas onde a madrugada ainda cheira a vinho, tinta e papel.
Onde os músicos tocam como se o destino dependesse de um acorde
e os poetas bebem a lua em silêncio.
É ali que existo — entre o som e a palavra,
entre o piano e o abismo.
Sou um renascentista: músico, poeta, pianista.
Vivo entre o sagrado e o profano, entre o vinho e o verbo.
Cada nota que toco é um pedaço de mim tentando renascer,
cada verso, uma confissão que o tempo não conseguiu apagar.
Não bebo para esquecer, bebo para lembrar —
que a vida, como a arte, é feita de breves eternidades.
Quando sento ao piano, sinto Paris me ouvir.
Os fantasmas de Debussy e Ravel espiam por sobre meu ombro,
e o Sena, lá fora, parece repetir minhas notas nas águas.
O poeta em mim escreve o que o músico sente;
o músico traduz o que o poeta pressente.
É uma comunhão silenciosa entre o som e o pensamento —
a forma mais bela de loucura.
Ser renascentista é não aceitar a indiferença dos tempos modernos.
É crer que a beleza ainda pode salvar,
que o corpo é templo e o amor é arte.
É brindar com o vinho e com o caos,
com a esperança e o desespero,
porque tudo o que é humano é divino quando há música no coração.
Sou um renascentista.
Poeta, músico, homem que vive nas ruas de Paris —
onde o tempo se curva diante de um piano,
e o vinho se torna prece nas mãos de quem ainda acredita
que a vida é, acima de tudo, uma sinfonia inacabada.

Eu sou aquela pessoa que sente o mundo com mais intensidade do que parece.
Que se comove com o pôr do sol, mas também com uma palavra dita com ternura.
Que se perde em pensamentos bonitos e se encontra em silêncios que ninguém nota.


Carrego na alma uma mistura de força e delicadeza; e talvez seja isso que me sustenta.
Não sou de grandes barulhos, mas tenho uma fé imensa nas coisas simples:
num gesto de carinho, numa lembrança boa, num recomeço que chega sem aviso.


Eu sou aquela pessoa que continua acreditando,
mesmo depois das tempestades,
mesmo quando o coração cansa,
mesmo sem garantias de que vai dar certo.


Porque, no fundo, sei que há uma beleza discreta em seguir sendo quem se é,
mesmo quando o mundo pede máscaras.


— Edna de Andrade

Eu sou apenas um rapaz latino-americano,
Sem dinheiro no banco,
Sem parentes importantes.


Mas nesse instante,
Eu faço emergir todo o amor que há na terra,
Falo para aqueles, por aqueles e para ela...


Todo amor que há na terra,
Mas nem todo amor que possivelmente encontro
Em jantares à luz de velas.


Pois seu amor por mim vela,
Mas vela numa imensidão que me carrega e me leva,
Mesmo sem a sua percepção,
Que parece ser uma cor fraca na sua aquarela.


Nesse vazio demográfico, país tropical,
Todo mal cai por terra ao avistar o teu astral.
Me sinto preenchido, me sinto sensacional!
Sujeito de sorte: Ano passado eu morri,
mas esse ano fiz um cavalo de pau.


Não satisfeito, lembro de São João Paulo
E sinto a solidão original.
Se tua aquarela se estendeu ao ponto
De eu não tê-la totalmente decorada,
Então me abraça, me leve
E me faça da sua fantasia.


Fantasia que vem do Grego,
Mas se agregou ao Latim.
Se eu te amo, eu te vejo
E se eu te vejo, eu choro por ti


Porque se um dia precisar
Hei de regar, hei de cuidar do teu jardim
E enquanto não chega a morte, ou coisa parecida, ou coisa parecida
Aparecida, rogai por mim!

Eu — eu mesmo:
sou aquele que, de si,
tudo e nada sei.
O que não deveria saber,
ainda assim, sabendo,
de mim quero o bem.

As pernas perguntaram para a mentira:
— Por que dizem que eu sou curta?

A mentira respondeu, vaidosa:
— Porque eu não deixo você ir longe.

Mas a tecnologia entrou na conversa:
— Errado. A mentira não tem pernas curtas.

A mentira sorriu, aliviada:
— Finalmente alguém me defende!

A tecnologia se aproximou e sussurrou:
— Mentira, você não tem pernas.
Eu cortei todas elas.
E comigo…
você não vai a lugar nenhum.

"Não sou melhor que ninguém mais procuro ser melhor que eu mesmo a cada dia "


Isaiah's Maweia

Eu sou.....


[...]um homem que preza pela simplicidade e não vive de aparências, não tento agradar a todos, pois só digo que gosto de alguém quando é de verdade.


Não uso as pessoas e valorizo quem tem essa mesma integridade comigo.
Aprendi, com o tempo, que as palavras podem enganar, mas as ações sempre revelam quem as pessoas realmente são!