Poemas sobre quem Realmente eu sou

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Eu sou impulsivo. Quando uma ideia ou um sentimento surge, eu quase sempre ajo na hora. Às vezes isso é um bom palpite, e acerto. Outras vezes me engano, e vejo que não foi intuição, mas sim uma atitude infantil.
A dúvida que me persegue é: devo seguir meus impulsos ou tentar controlá-los? Devo aceitar meus acertos e erros, como parte de um jogo, ou tentar amadurecer?
Confesso que tenho medo dessa maturidade. Tenho medo de perder a alegria simples e pura de quem age por impulso, ...
Penso sobre isso. Mas sei que alguns minutos... mais um impulso. Talvez eu não seja maduro ainda. Ou talvez nunca seja.

⁠Não vou cantar. Não sou cantor.
Sou um poeta, ex sonhador...
Eu sonhei demais e me machuquei.
Amando alguém distante ,eu só vacilei.
Não vou cantar. Não sou cantor,mas,um triste poema, eu irei compor.
Poema de amor e desilusão.
Poema é remédio
para o coração.

"Eu sou um sujeito simples.
Sou sincero e educado.
Nunca fui fã da mentira,
mas tenho me deparado
com gente que mente e pensa
que me mantém enganado..."

Socorro!
Sou o meu inimigo...
O que eu desprezei por tanto tempo
eu me tornei.
Ou sempre fui e nunca notei...

Como poderia eu imaginar?
Sou igual a ele.
Faço o mesmo que ele.
Eu sou ele!

Uma dualidade de personalidade, que
na verdade é uma unidade... É o EU!

Nunca imaginei fazer o mal, ou o bem,
tudo era justificado pelos interesses,
a estratégia da vida, do jogo sociedade.

Como poderia imaginar que isso me consumiria?
Como imaginar que o mal é o bem? Ou o bem seria o mal?

Como poderia eu imaginar?
Sou igual a ele.
Faço o mesmo que ele.
Eu sou ele!

Uma dualidade de pensamentos, que
na verdade é uma unidade... A mente!

Socorro!
O inimigo sou eu.
O que sempre julguei,
eu me tornei.
Ou sempre fui e nunca notei...

Socorro!
Será que sou ouvido?
Ou estes pensamentos são o outro "eu"?

Triste decadência...Simples tristeza...

Vai passar mal comigo 🤢.


Eu sou a pior pessoa para ter como inimigo!


"Se quer guerra, terá. Se quer paz, eu quero em dobro."

⁠Sou eu ,uma mulher adicta que há cinco meses me aceitei sem poder e nem força pra sozinha não sofrer a abstinencia da nicotina.
Que a realidade do que não presta sempre se manifeste a mim,que eu possa sofrer quantas vezes for necessário negando as atitudes que antes me era natural e sem valor.
Meu corpo agradece pelos anos que fumei,enquanto isso a fumaça vai sendo estirpada de dentro de mim aos poucos até não mais existir ..restando apenas uma saudade doente daquilo que se foi mesmo não prestando um dia esteve comigo me apoiando na ansiedade ,nos momentos difíceis e até nos momentos de risos e de conquistas.
Tenho muito respeito pela pessoa que eu era e muito respeito pela substância que me movia.
Hj com Deus ,não dou valor a nicotina e as coisas imprestáveis de antes. APENAS RESPEITO UM PASSADO QUE MORREU.

Hoje, Eu sou mal, serei mal até o dia que Deus me resgatar de mim mesmo. Então Deus, livre-me de mim, estou cansado de falhar perante a missão que me deste e o lugar que me colocou, puts cara, porque é dificil assim, seguir a ti, eu queria perder a minha vida inteira e tudo que tenho por amor e ti e aos meus amigos, mas eu não consigo, corro numa esteira esperando chegar em algum lugar.

A verdade é que eu em mim mesmo não tenho provisão de esperança, nem mesmo que eu posso sair desta situação, o meu Eu me assombra dia e noite, me ameçando de aparecer cada vez mais forte. Não Deus, eu não quero ser como a mim, porque em mim não há nada de bom, deixa-me te amar mais uma vez, Deixa-me te honrar mais uma vez, Deixa-me chorar mais uma vez.

Deus, me livre de mim. Por favor...

Vem ser o meu amor!
Eu escolho você!
Te achei amor!
Agora é meu
E
Sou tua

O LINEAR DAS ESCOLHAS



​Eu sou a linha que separa o gênio do louco; sou a linha, o instante que separa a vida e a morte. Sou um pequeno instante onde tudo pode acontecer; sou o segredo que define a realidade.


​Tolo é o homem que passa por mim e não reconhece meu poder de destruir ou criar. Sou o fruto que nasce da ordem e do caos.


​Não subestime o meu poder, pois me subestimar é subestimar a si mesmo; sou a encruzilhada que define seu destino. Não sou justo e também não sou cruel: sou o espelho de suas decisões.


​Tudo passa por mim, e o que eu mais vejo são seres que não entendem o poder de suas próprias escolhas.


​Sou aquele que guarda os caminhos que ainda não foram escritos, porém não sou aquele que escreve o destino. Mas eu sempre estou em cada escolha e em cada decisão.


​Sou o observador do desastre humano que, mesmo divino, optou escolher o maligno. Estou presente em suas escolhas, mas você nunca prestou atenção em mim.

Muitas pessoas se perdem no eu sou…
No eu só quero…
Falta a conexão real com o nós…
O orgulho é parceiro de todas as horas…
A vaidade sempre guiando…
Muito talento para pouca empatia…
Na vida a felicidade se faz com o pouco do bem que fazemos ao próximo…
Focar em si é deixar de ser farol na vida das pessoas…
Patrícia Feijó

Eu já passei por tantas coisas nessa vida, que alguns dizem que eu sou forte, ou algo assim, mas todo Homem tem pelo menos duas fraquezas.

Mulheres sérias, inteligentes, ponderadas e focadas em seus objetivos são uma de minhas fraquezas.

Eu sou o espaço, a imensidão que sustenta o que aconteceu, e ele é o impacto que mudou tudo de lugar. A colisão só acontece porque a dimensão permitiu, mas, depois do choque, a dimensão nunca mais volta a ser a mesma — ela fica marcada pelo rastro do que passou.




"Eu sou a dimensão imensa,
Ele, a colisão que me invade.
No rastro dessa entrega intensa,
O que era fogo... hoje é saudade."


Data 13/03/26

Querida intuição… você não erra. Sou eu que às vezes demoro a te ouvir.


— Jess.

⁠*
Eu desde que vim ao mundo, sou o meu avesso,
e por isso
uso o que existe no meu interior,
pra mostrar o meu melhor,
que é tão pouco,
pra este mundo louco
que cobra tanto da gente,
sem ao menos perguntar o que temos pra oferecer."
***

(*) ...aqui jas minha franqueza...(*)

Estranha Dança


Eu sou estranha, e o meu espelho sabe disso,
meus passos desenham labirintos
do meu modo de ser,
enquanto o mundo corre em fila indiana.
Minha música é feita de compassos
dos meus pedaços quebrados.


Carrego constelações desalinhadas,
tempestades que brilham, silêncios que ardem.
Meu caos é morada, não ferida
um fogo que aquece quando o chão some.


Eles dizem "seja reta", eu rio e giro,
minha dança é um mapa de cicatrizes vivas.
Ser diferente é como ter asas invisíveis
que voam mesmo quando o céu pesa.


Não me moldo, me reinvento,
sou feita de recomeços e perguntas.
Minha estranheza é minha armadura,
minha língua fala em raios, marés,
e idiomas que transformo em poemas.


Num mundo de cópias, ser original dói,
mas quebrei o molde antes de nascer.
Minha verdade é um animal selvagem,
não se domestica, só se entende.


Sou estranha, sim, e abraço esse abismo,
nesse meu lugar torto onde a luz é mais viva.
Aqui, onde os espelhos me reconhecem,
minha alma dança e nunca se despede...

​Sou apenas mais uma louca apaixonada,
Em meio a várias outras neste universo;
Eu te amo com o amor de infinitos amores que não cabem neste simples verso.


​Sou louca, sou apaixonada o suficiente para fazer com que você se torne resultado de muita oração,
Resultado de manhãs, noites e madrugadas de joelhos ao chão.


​Sou apenas mais uma louca apaixonada presa neste mundo sem razão;
Onde Jesus é nosso caminho,
E Deus a nossa direção.


​Sou louca apaixonada pela peça que faltava nos encaixes de meu coração.
Que Deus fez com tanto carinho para mim,
Nunca pensei que amaria tanto alguém assim.
​Até que Deus te colocou em meu caminho, e te deixou assim...
Bem pertinho, bem juntinho de mim.


​— Poetisa.M

Eu sou a Babilônia.
Não a ruína esquecida na poeira dos séculos,
mas a cidade erguida dentro do peito humano.
Sou muralha e sou abismo,
sou torre que toca o céu
e fundamento cravado no barro.
Sou o equilíbrio constante
da sabedoria em agressiva evolução.
Cresço entre o caos e a ordem,
entre a chama que destrói
e a que ilumina.
Carrego em mim a contradição dos homens:
sou templo e mercado,
oração e grito,
promessa e queda.
Em minhas ruas ecoam os passos
de quem busca a verdade
e tropeça na própria sombra.
A hipocrisia nos limita
a sermos curtos e rasos em crenças,
mas eu — Babilônia —
sou profunda como o conflito que desperta.
Não há luz que se reconheça
sem ter beijado a escuridão.
Não há dor que ensine
sem atravessar o abandono.
Não há perdão que floresça
sem antes ter provado o desamor.
Eu sou o espelho do humano.
Em mim, reis se erguem e caem,
profetas clamam,
orgulhos se quebram como vasos de argila.
Sou a soberba que desafia os céus
e a humildade que aprende ao cair.
Sou feita de escolhas —
cada pedra uma decisão,
cada torre um desejo,
cada ruína uma lição.
Não me julgue apenas pela queda,
pois também sou reconstrução.
Não me veja apenas como pecado,
pois também sou consciência.
Sou a tensão que molda o caráter,
o fogo que purifica o ouro da alma.
Eu sou a Babilônia
quando você enfrenta sua própria sombra.
Sou a cidade interior
onde a guerra é travada em silêncio
e a paz nasce como aurora
depois da mais longa noite.
Eu sou a Babilônia —
não como condenação,
mas como revelação:
a prova de que a evolução é confronto,
de que a sabedoria é forjada no choque,
e de que, dentro de cada ruína,
existe a semente de um império mais justo.
Eu sou a Babilônia.
E em mim,
a luz aprende a existir.

Eu sou um grande acúmulo de
promessas não comprimidas...
-ainda me sinto como uma criança
aguardando ansiosamente
Pela volta no mercado

"Aquela ali sou EU, tá vendo? De cabelos soltos, perfume se misturando ao ar, andando leve, sem amarras, sem limites. Mais EU do que nunca... Daquele jeito que vc conhece, deseja, suspira, inspira, solta, relaxa... E agora PERDEU!"

-Aline Lopes

Quando o medo sou eu


Às vezes, o coração dispara sem aviso. Não há perigo aparente, mas o corpo reage como se estivesse cercado.
É como se o mundo inteiro apertasse os ombros, como se o ar ficasse mais denso, como se cada pensamento virasse um grito dentro da cabeça.


São os picos de ansiedade ,FG1essas ondas que vêm sem pedir licença, que tomam conta do corpo e da mente. Nessas horas, tudo parece demais: as cobranças, as expectativas, os olhares, até o silêncio. A pressão se acumula como se eu tivesse que ser forte o tempo todo, como se falhar fosse o fim do mundo.


E o mais assustador é quando o medo não está lá fora. Está dentro. Quando começo a temer a mim mesmo meus impulsos, meus pensamentos, minha incapacidade de controlar o que sinto. Quando me olho no espelho e não reconheço quem está ali. Quando me pergunto: “E se eu não aguentar? E se eu fizer algo que não consigo desfazer?”


Mas mesmo nesses momentos escuros, há uma parte de mim que resiste. Que sussurra, mesmo que fraco “Você já passou por isso antes. Você não é o que sente agora. Isso vai passar.” E passa. Sempre passa. Não sem dor, não sem luta, mas passa.


Falar sobre isso não é fraqueza. É coragem. É admitir que ser humano é, às vezes, ser vulnerável. E que tudo bem ter medo até de si mesmo desde que a gente não se perca nesse medo. Porque há força em reconhecer a própria dor. E há esperança em continuar, mesmo tremendo.


Evans Araújo