Poemas sobre Pássaros
Ah! Quem me dera ser livre como um pássaro, quem dera eu ser feliz como um pássaro (…). Só de ouvir o seu cântico, sinto que valeu a pena ter nascido! Oh! Pássaro de Deus às vezes invejo-te! Invejo sua pureza, a paz que nos transmite. O seu doce canto me acalma me faz sorrir. Óh! Pássaro divino, sua doçura alegra o nosso dia, nossa noite! Nosso universo é teu, nosso céu é teu, nossas arvores são tuas. Ora Canteis! Canteis! Canteis sem sessar, pois esse é um presente de Deus para nós. Uma verdadeira dádiva divina, uma sinfonia natural, um bucolismo sem igual, és uma hipérbole, uma metáfora, um paradoxo, és tudo! És a cura para minha solidão, és o companheiro dos solitários, és a inocência de uma criança, és um ciclo belo, sem fim, te vejo partir, mas, sempre te vejo voltar… Ah! Eu amo… Amo acordar e te ouvir cantar, amo olhar para o céu e te ver voando, amo olhar para ás arvores e te ver sobre os galhos, amo te ver livre, AMO te ver feliz
"O verdadeiro lar é mostrado por meio do ensaio que se faz na Terra. Ouço o canto dos pássaros e imagino a beleza do concerto que todos os dias deve ser apresentado nas pacíficas moradas de meu Pai...".
''Eu quero voar como um pássaro. Ter a liberdade de voar para onde eu quiser. Sem ninguém, e nada para deter-me.''
Se você estivesse aqui, passaria o creme nos teus pés depois de lixar tuas unhas para te livrar da solidão.
Os pássaros e abelhas são os maiores engenheiros, no entanto eles não vão a faculdade para aprender o que sabem.
Sinto-me como um pássaro dentro de uma gaiola. Um pássaro infeliz, que se limita em usar suas asas para voar em menos de um metro quadrado. Um pássaro que sente vontade de fugir da gaiola e conhecer novos lugares, novos pássaros, novos horizontes. Mas algo ou alguém sempre me impede. Talvez, quando me soltarem da gaiola eu não me acostume com o novo ambiente e me tranque de novo. Ou melhor, eu me acostumaria. Fácil! E voaria para longe, bem longe, para que não tentassem me trancar de novo naquela velha gaiola. Mas enquanto isso ainda estou aqui sonhando em voar. Mesmo sem ter asas.
Sou como um pássaro. Se você me mantiver preso vou permanecer contigo, às vezes cantarei pra você, te verei entrar e sair de casa. Mas, se você me deixar livre pousarei na sua arvore, perto da sua janela, cantarei quando for de dia, todos poderão admirar meu canto, e nós dois seremos livres.
Meus sonhos voam qual passáros que cantam em um lugar quaquer, sempre a mesma canção que declara desejo, paixão, vontade de se dar, de se envolver, se entregar, mesmo sabendo que tudo é proibido, perigoso...mais cá pra nós, talves por isso, seja tão tentador rsrsrsrsrsrssr...
"O vento que bate nas folhas, a chuva fina que cai e o cantar dos pássaros formam uma orquestra regida pelo grande maestro em sua sinfonia."
O saber indígena consiste no silêncio dos ventos, no canto dos pássaros, no embalar das folhas, no olhar indígena, no balanço do maracá e na pisada firme.
Fale com as flores, sorria com os pássaros, escute a voz do vento, Dance com sol a lua, viaje nos sonhos, respire a chuva, se vista de fantasia. Viva a liberdade, aproveite o novo dia !
Tentando me expressar mais pareço um passarinho com uma das asinhas machucadas e mesmo assim lutando para conseguir voar.
Todos os pássaros voam pelo céu graciosamente, pois essa foi à habilidade a eles concebida. A nós foi entregue a habilidade de imaginar. E porque há pessoas que evitam utilizar essa habilidade que lhes foi dada assim como foi a de voar concebida aos pássaros?
