Poemas sobre Pássaros
Na penumbra que antecede a alvorada, os pássaros rompem o silêncio da noite com sua melodia, anunciando a primeira luz do dia
Meus pensamentos tomam a forma de pássaros voando sem cessar,descobrindo algo novo,diferente,talvez mil maneiras para se amar!!!
Antes do sol nascer, quando ainda está escuro, os pássaros começam a cantar e rompem o silêncio da noite; o céu começa a clarear
Nuvens sem águas, pássaro sem ninho, noite sem lua, dia sem sol, estrela sem céu; é assim que me sinto, sem Cristo.
Escolha é um pássaro aliado da árvore cortada.
Decisão é uma seta costurado da criatura sentada no piso.
Adoro acordar e ouvir o canto dos pássaros celebrando o amanhecer, mas me entristeço profundamente com o sabiá-poca chorando há anos encarcerado pelo egoísmo de estúpidos de uma vizinhança que o condenou à prisão perpétua por pura estupidez, o que me faz sentir o desprezo da nossa própria espécie!
eu me sinto como um pássaro que não só teve as asas cortadas… mas como se tivessem arrancado pela raiz, deixando feridas abertas que nunca cicatrizam, como se cada batida do coração fosse um lembrete de que algo essencial foi perdido, algo que nunca deveria ter sido tirado e isso dói de um jeito que não cabe em palavras, dói como se o ar pesasse, como se respirar fosse um esforço, como se existir tivesse se tornado um castigo lento, porque não é só sobre não poder mais voar é sobre olhar pro céu e sentir ele distante, frio, inalcançável, é sobre lembrar, e ao mesmo tempo começar a esquecer, como era ser livre, como era sentir o vento, como era subir cada vez mais alto sem medo, sem limites, sem essa dor cravada no peito e o pior… o pior é sentir que isso está escapando, que aos poucos a memória vai se apagando, que um dia talvez eu nem lembre mais como era voar
e então nem a dor vai fazer sentido, só vai sobrar esse vazio estranho, esse silêncio pesado, essa existência quebrada, é como se eu estivesse preso em um corpo que ainda vive, mas tudo que fazia ele ter sentido já não está mais aqui, e agora não resta escolha eu preciso aprender a viver assim com essa dor que não grita, mas corrói, que não sangra por fora, mas dilacera por dentro, que maltrata, desgasta, consome… devagar, todos os dias, como um pássaro que ainda olha pro céu…mesmo sabendo que nunca mais vai voltar pra lá.
O refúgio de Alba Atróz - um pássaro-escritor, de grande envergadura literária, com sua cicatriz homérica na vogal "o", marginalizado, adaptado coercitivamente ao poluído e violento meio urbano, metamorfoseado, longe de seu habitat natural, em luta resistente contra as amarras farpadas do vil sistema
A memória é pássaro que pousa em qualquer janela. Quando pousa, canta e revela céu. Algumas músicas me levam a lugares que nem sei nomear. Elas nascem de saudade e terminam em consolo. E eu as coleciono como quem junta estrelas.
Meus pensamentos são como pássaros de chumbo que tentam voar em direção ao sol, mas acabam sempre caindo no quintal da melancolia, com as asas feridas pela gravidade. Eu os recolho um a um, cuido de suas penas e espero o dia em que o peso se transformará em fôlego.
Viva como um pássaro que, a cada amanhecer, vai atrás do seu alimento sem se preocupar com o amanhã.
Para onde vão os que morrem? E o sapinho mochileiro Gabiróba se recordava daquela passarinha cujos filhotes tiveram os sonhos e as expectativas inesperadamente interrompida pela morte. O sapinho mochileiro aprendeu que existem várias versões diferentes para essa questão uns dizem que os mortos continuam sofrendo até pagar todas as suas dívidas, outros que eles reencarnam em outra vida muito mais feliz que a nosso, e tem aqueles que dizem que se o morto foi bom vai para o paraíso, mas se mau vai para o inferno contradizendo a Bíblia que nos ensina que viemos do pó e ao pó voltaremos. O sapinho mochileiro Gabiróba não duvida de nada disso, mas o que ele sabe com certeza mesmo é que os vivos vão morar em nossos pensamentos quando morrem, e por essa razão temos que preparar para eles um lindo jardim de lembranças em nossos pensamentos e recebê-los lá com bastante alegria todos os dias....
Aprende com o silêncio que tudo tem um ciclo, como as marés que insistem em ir e voltar, os pássaros que migram e voltam ao mesmo lugar, como a Terra que faz a volta completa sobre o seu próprio eixo, completa a tua tarefa. Aprende com o silêncio a respeitar a tua vida.
Se você ama os passarinhos, não os prenda. Plante árvores e cuide do jardim para que eles sempre tenham onde pousar.
" No amanhecer ouço pássaros cantar um friozinho da manhã andando pela rua com um silencio absoluto ouço apenas pássaros cantar sobrevoa no céu o sol já no alto clareando aos poucos o céu vai ficando cor de rosa e azul admiro o belo dia vejo as casas tudo com portas fechadas algumas casas com luzes acesas gente despertando já cedo e a vida continua Assim"
