Poemas sobre o Mar
Se o fato de o mar estar calmo na superfície não significa que algo não esteja acontecendo nas profundezas (Jostein Gaarder), imagina quando o mar estiver turbulento na superfície que turbulência não haverá nas profundezas...
Nesse momento eu só queria estar na brisa do mar, viajando nos meus pensamentos, enquanto eu olhava para o céu.
Se fizer tempestade em copo d'água, aprenda dançar na chuva, a boiar no seu mar de infinitas incertezas e desfrutar do que te faz humano.
Aprenda, ninguém nasce sabendo, tenha paciência, tire o melhor de tudo, faça chuva ou faça sol em você, aproveite cada estação, aprenda, viva!
Diante a um mar de incertezas; minha única escolha perante minhas emoções é ser verdadeiro, para assim, Preservá-las e proteger a pessoa que me faz senti-las.
a vida e como as ondas do mar, as onda vem e vão, porém o mais importante e aproveitar a maré, e assim viver e lembras da coisas boas.
Assim como as estrelas estão para o céu, o sol para o mar...estão meus olhos para os teus, como as ondas ! Pra minha boca, teus ouvidos ! Dançar, rolar...cair nos meus abraços, desejos... te deitar em versos, segredos...
18/06/2017
A brisa serpenteava ao longo do mar e os passos dela não se ouviam. Transpunham-se sem o som das ondas da mente, como uma energia nova no esplendor da manhã.
Olhar em teus olhos é ouvir canções e cair na dança ! É se lambuzar com o canto do mar, voar em ondas...
21/06/2017
Tenho um barco que vai velejar em mar aberto até chegar a uma terra afastada onde poderei gritar mais por enquanto ainda sofro com a maresia
vida é um mar de muitas marés e nós, frágeis barcos à vela na esperança de aportarmos a bom porto...
Vou saciar os meus olhos bebendo nos teus, vou mergulhar: são aguas de rio, são águas de mar !
26/06/2017
É tão certo como o sol, como o mar ! É tão certo como os rios, tão certo como á lua ! É tão certo como os sonhos, como a vida. É tão certo ! O tempo dirá ! Cansei de repetições, cansei de palavras...um dia se entende que o que não dá não dá. É tão certo !
26/06/2017
Olhei para o Infinito. Não encontrei você. É porque o som de sua orquestra residia não para além mar; era entre o furor das ondas, entre a brisa do final da tarde, era na areia tocando meus pés e a maresia inebriando meu entardecer. Tudo me fazia lembrar de você. Aí que me lembrei que era tudo mais simples: bastava olhar para dentro de mim. Era neste vasto oceano que navegava o nosso amor. (Oceano - Victor Bhering Drummond)
Escuta, meu anjo… há inocência na brisa, no sorriso do vento e no brilho do mar… e as palavras nunca perderão a voz… quando sopram a vida contra a pele, por simplesmente se importarem…
No meu tempo os nadas nadavam, faltavam às aulas só para mergulhar no mar, os tudos estudavam, faltavam ao mar só para poderem se empenhar. No meu tempo não havia tempo para meios. E eu meio que era um “meio”, um meio termo sem meios, que não nadava, não estudava e não se importava. Com nada.
No meu tempo os nadas nadavam, faltavam às aulas só para mergulhar no mar, os tudos estudavam, faltavam ao mar só para poderem se empenhar. No meu tempo não havia tempo para meios. E eu meio que era um “meio”, um meio termo sem meios, que não nadava, não estudava e não se importava. Com nada.
Que o mar esteja sempre azul, que o céu seja farto de estrelas, que o vinho nunca seja proibido, que o amor seja respeitado em todas as suas formas, que nossos sentimentos não sejam em vão, que saibamos apreciar o belo, que percebamos o ridículo das ideias estanques e inflexíveis, que leiamos muitos livros, que escutemos muita música, que amemos de corpo e alma, que sejamos mais práticos do que teóricos, mais fáceis do que difíceis, mais saudáveis do que neurastênicos, e que não tenhamos tanto medo da palavra felicidade, que designa apenas o conforto de estar onde se está, de ser o que se é e de não ter medo, já que o medo infecciona a mente.
