Poemas sobre o Labirinto que a a Vida
O labirinto do cartão de crédito
É fato consumado: o cartão de crédito se consolidou o meio hodierno de consumo. Substituiu o cheque, substitui temporariamente os apertos sazonais financeiros (ou quase sempre). Numa sociedade com fortes traços de hedonismo, consumismo e necessidades irreais, é um prato cheio para quem gosta de gastar, de consumir, de se deixar levar pela propaganda da TV, da Internet. Antes fossem necessidades necessárias, a produção gira em torno de necessidades efêmeras. É moda ser efêmero, dá status, promove uma pseudo-dignidade que engana uma multidão de incautos. Vivemos em uma crise de qualidade porque há excedentes de quantidades que precisam ser enfiados guela a baixo do povo. E o povo recorre ao cartão de crédito, de facilidade e praticidades inegáveis. Mas fique tranqüilo... o banco paga para você hoje o que você pagará mais caro para ele amanhã. E quando todo o limite for utilizado, o que fazer? É triste ser controlado pelo limite do cartão de crédito, quando as rédeas deveriam vir da própria razão humana. Nesse cenário, o inanimado ganha vida e cores reais e doma o indivíduo. Uma nova revolução copernicana acontece: o objeto se presentifica na realidade e domina o sujeito. O sujeito vira objeto e o objeto se transforma em sujeito, numa virada ontológica jamais vista. Mas nem sempre a razão tem razão, ela é irrazão quando não conduzida de uma forma sensata. Ela não é nem boa e nem má em si mesma. Depende sempre do seu sujeito... ou seria do seu objeto?
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
e nós preferimos o leito de um rio,
com início, meio e fim.
Eu me joguei num labirinto
Deixei de lado o que eu sinto
tão cego que ficava impossivel
ir além do raso
Eu me afoguei num mar de rosas
me enganei em verso e prosa
tão certo que já tava perto
me afastei, perdido
Labirinto do Paraíso
Estou caindo.
Preciso de Ajuda.
Estou perdido.
Perdido de mim mesmo.
Desejando sonhos a esmo.
Entre a dor e o desejo.
Da Felicidade que impus como utópica.
Em meu Semblante.
Coração Errante.
Vejo minha Identidade,
Ser banida à sua Realidade.
Deixe-me livre.
Liberte-me com um Sorriso.
Cortante a Scarlet.
Pela dose da Verdade.
No sinônimo incerto.
De um Paraíso já conhecido.
INFIEL
O minotauro se perdeu
no labirinto
no seu recinto
encontrei a cinderela
brindei com ela
uma taça de vinho tinto
e bem destinto
retornei pela janela.
LABIRINTO
Com o notebook nas mãos entro e não te encontro
Lendo palavras escritas por ti
As vezes penso em ter você aqui
União que nunca acontecerá
Disse que não iria chamar por você
Isto eu sei ,não temos o calor um do outro
O meu Deus onde nosso amor vai parar
Vamos esquecer essa loucura
Ou tentara me encontrar
Ultimo beijo, ultimo toque
Ter meu corpo só pra ti
Enlouquecer nós meus beijos
Nesses seus braços me envolver
Te amo, mas sei que e tolice
Amor proibido e tão distante
Raridade superar
Tentarei esquecer seu lindo rosto
Esquecer o tom da tua doce voz
Estou loucamente apaixonada
Sofro choro por ti amor
Querendo sentir seu cheiro
Uma tristeza imensa em dor
Enquanto estou aqui nesta madrugada fria
Com minha solidão sem fim
Estou aqui sozinha entre multidões
Restando somente lembranças e dor
LABIRINTO
ela veio
em minha direção
e entrou
na minha cabeça
pela retina
agora percorre
meus pensamentos
sem conseguir
encontrar a saída
Namoro virtual
Nossa, como pesa não ter noticias suas
Sinto-me perdido num labirinto imenso
Às vezes dentro de uma caverna escura
E o meu sofrimento fica mais intenso.
Nossa, como te amar machuca e me faz sofrer
Nunca te vi pessoalmente, jamais te toquei...
Sinto até o seu cheiro e isso me faz te apetecer
Você é um lago que aprecio, mas nunca nadei.
Preocupo-me quando não curte e nem comenta
Minha cabeça viaja a vários lugares é o ciúme que me atenta
Quero te ver, sentir, abraçar, beijar e te amar
Preocupo-me contigo: onde anda, e como está?
Fico endoidecido quando é o seu despeito que me ataca
Como se eu não a tratasse com exclusividade
Dizendo-se que também tem amigos especiais
Você nem imagina meus sentimentos de verdade.
Nosso afeto é intrigante e ao mesmo tempo gostoso
Somos íntimos e só nos falta à intimidade abrangente
Somos carentes, estamos sensíveis e fico ansioso
O seu silêncio muitas vezes faz barulho com meu ser
E me coloca a dançar com tantos ritmos de falas
Seus disfarces é que fazem meu ciúme crescer e arder.
Amor virtual é loucura misturada com ternura
Tem dias que você me faz subir aos céus de contentamento
Em outros me faz descer ao inferno com sua candura
Pisa, fala forte e nem liga para meu sofrimento.
Muitos quando apreciam o meu sorriso
Nem imaginam o interno do meu viso.
Necessito voltar ao meu mundo real urgente
Sinto-me robotizado, duro e imprudente
Carente imaginário to fora! Preciso me notar humano
Para te sentir completamente, porque te amo!
LABIRINTO
Num labirinto de víboras de todos os tamanhos
Escrevo que o labirinto me mata lentamente
E que quando me lerem adocem-me a esperança
Deste sobressalto dentro de mim como um arrepio
Ou desenganado, indiferente de rastos como uma pobre
Coitadinha louca de pensamentos dispersos ao vento
Nesta deriva entre os grilhões ou talvez atalhos de mim
Renasço desenhando os meus próprios passos na solidão
Já não sou o que fui, já fugi do meu caminho tantas vezes
Sou apenas uma mulher que resvala desfalecida na alma
Carnificina das palavras num momento que mente em silêncio
Olho o espelho sem me ver arrasto-me na lama do inferno
Encantamento da mentira adocicada prisioneira da minha mente
Circunscrita por uma luz de grades frias, de feridas profundas
Lambo a ferida invisível das palavras mordidas, sussurradas
Fervilha o sangue das letras esquecidas de sentimentos
No faminto delírio dos sinos da igreja entre o labirinto cruel
Deste mundo míope desinspirado desprovido de sentimentos
De aspirações traídas pelas falências da própria humanidade
A desordem a injustiça imanente é feita de moribundos
Gente sem escrúpulos, nada sentem encurralados no seu labirinto.
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Eu desejo entrar no labirinto do seu corpo. Me proteger em teus braços, saciar a minha cede com os teus beijos e me perder por inteiro em você.
Lenilson Xavier (lexgrafia)
Somos um ser só, mundos distintos
Com almas acorrentas nos lados opostos de um labirinto
O meu caminho, não é o seu
Se alguém se encontra, é porque outro se perdeu
Nada a mais nem menos só queremos equilíbrio
Paz, aqui jaez pros eternos inimigos
Branco e preto agora também tem o colorido
Quanto mais eu rezo pra unificar
Mais o mundo fica dividido
Tô sem alívio sem convívio, sem amigo
Quando caio só apontam e ficam rindo
Mundo onde confiança é uma loteria premiada
Uns tem pouco, outros muito uns tem tudo outros nada
Cada um na sua mas todo mundo na de ninguém
Não dão a mão pro irmão
Mas levanta pro céu quando fala amem
Só por que convém, num mundo fictício
Um vício em um só livro pra citar os seus versículos
É ridículo, este místico que antecede as gerações
Afirmam verdades não tarde caem em contradições
Vários padrões, idiomas eu me deslumbro
Sou um filho da pátria mas eu amo esse mundo
Einstein que lutou pra encontrar a lei geral
Eu luto pra uma lei que fale que o ser humano é igual
Seja aqui ou na china, sem divisão geopolítica
Verdade universal, dar ao homem a essência da vida
Sem estar acorrentado a uma cultura singular
Ter o livre arbítrio pra escolher o próprio lar
Por isso eu sigo meu caminho eterno cosmopolita
Que pinta o quadro branco do tempo com as cores da vida
Sozinho andei despercebido
Num labirinto sem perigo
À procura de um amigo
Fiquei um pouco perdido
Olhei em redor com esperança
De alguém vir até mim
Nada apareceu, enfim
Perdi a confiança
Encontrei um espelho antigo
Quem teria deixado?
Olho para ele admirado:
Ah! És tu o meu amigo.
Noites quentes...Solidão.
É um labirinto...Até te encontrar.
Depois...Olhar-te demoradamente
e a certeza da lágrima rolar...
__Sophia Vargas ♥
12/07/2013
Perdi-me dentro do labirinto do meu eu,
De forma tão avassaladora á não ver fim,
Achando-me no domínio,
Vi-me escrava de mim,
Incontrolada, rastejava-me,
De modo tão sútil camuflava-me,
Vestia-me de uma confiança fingida,
Mas, dentro, perdida e aflita,
Álter ego abalado,
Quase findado de tanto chorar,
Novamente vestia-me de sorriso,
Definição do meu eu outros dias...
Cercada de falsas alegrias,
Completa solidão dentro de mim,
Foi assim, sem chão e ferida,
Encontrei guarida,
Nos Teus braços e Tuas mãos.
Como a Terra, antes da criação,
Sem forma e vazia,
Recebi-te com alegria,
E por Tuas palavras, fui novamente moldada,
Grilhões rompidos,
Acabaram-se os olhos aflitos,
Sigo na fé,
Por Aquele que me põe de pé!
Como um botão de flor
Não pergunte-me quem sou eu
Me desvende, como um labirinto
A cada cerco, ache uma pista
A cada pista, um novo rumo
Talvez encontre as respostas
Ou ainda mais perguntas
Não me tente desvendar
Apenas me possua
E assim como um botão de flor
Pouco a pouco
Te revelarei minha forma…
Ana Jalloul
L.
Despedida despido
Flui o labirinto
Entre-dadivas
Brota
Saudades inimaginadas
Regaço íntimo
Versos sem prosa
Limbo
Divagações por entre
Fotografias
Como notas sem maestria
Névoas densas, oh, reminiscências
Doce essência
"SEU LABIRINTO"
"Eu me fiz rechear de sonhos que não eram meus
Compus letras de músicas que jamais cantei
Entreguei as minhas mãos ao fogo de um amor vulcânico
E me vi perdida nos corredores do labirinto seu".
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Olhando pra voce
eu me perdi completamente , entrei em um labirinto sem saida , tentei achar algum lugar pra sair , quando voce me toca , eu fico paralizado sem saber oque falar , tento falar alguma palavra mais eu so consigo gageja , perto totalmente a fala , fico suando , morrendo de vergonha , nao sei porque tanto tempo
mas ainda teu beijo me faz me perde , procuro um jeito de viver sem precisar sofrer , eu fico queto no meu canto pra nao pode dizer , mas nao consigo negar que quando voce some fico louco pra te ver , quando voce passar fico hipnotizado com cara de retardado
sem saber oque dizer , namoral vamos parar de brincadeirinha e vou falar oque vier no pensamento que voce é linda e dificil nao conseguir perde a linha .
Em um labirinto de desejos
Naquela rua escura,
Sem saida!
Onde estamos?
No nada,
Onde só existe expectativa
Em tudo, isso não importa
Pra quem quer se perder!
