Poemas sobre Luar

Cerca de 1533 poemas sobre Luar

No dia que eu for andar pelas solitárias ruas⁠

Eu aguardo o olhar doce do luar
para assim, memorias doces e decisões amargas...

apenas sumam junto de minha alma

Inserida por 5O5

MEU SONHAR

Aos sonhos eu despertei com a tua voz
Dentre à noite a um luar romântico;
Os sonhos, eu edifiquei ao seu algoz
Desfalecendo o teu entoado cântico...

Parecia a noite um mistério alheio
Desconhecendo a encantada escuridão
Dentre o meu peito. Que feliz e cheio
Desconhecia a tristeza o meu coração.

Uma ilusão do nada. Tanta euforia
Sentindo em minh'alma que já não sorria
Ao perceber o teu adeus tristonho...

Ao luar tão belo, que a vejo estar comigo
Ao dormir, sonhar; fazer amor contigo
Que n'alma, eu desperto, e deliro e sonho...

Inserida por acessorialpoeta

⁠Bom dia
Luar na alma
Escuridão...
Luz no Espírito
Fogo que me chama
incendeia,
Paixão!...
Paz no coração

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠AMOR AO LUAR

Irradia paixões avassaladoras
Trazendo delicadas emoções
Um romance iniciante
Unindo a Lua e dois corações.

Que cada verso possa transbordar
No manto prateado do luar
Os diversos estágios do amor
Que o enredo possa rimar.

A noite é uma criança
Viagem nessa melodia
Espere a luz do dia.

Nas diferentes formas de amar
Perde-se até a ética
Importa é a linguagem poética.

Autoria Irá Rodrigues.

Inserida por Irarodrigues

⁠TU

Como te sonhei...
Como te mostráste sorridente...
Como o luar nos mostrou...
Um caminho só prá gente

Inserida por sabiolindo58

⁠A IMAGEM

Quando eu não mais existir,você meu amor
Pode me ver no pôr do sol,apreciando o luar,
Vendo um barquinho a velas no mar numa noite de inverno.

Quando eu não mais existir,você meu amor,
Pode me ver ao ouvir o canto dos passarinhos,
Ouvindo o barulho das ondas do mar...

Quando eu não mais existir,você meu amor,
Pode me sentir na noite fria de inverno.
Somente assim,tu buscarás a mim pra te aquecer.

Estarei no teu coração!

Sempre que você meu amor me ver,
Serás tomado pela emoção,e tuas lágrimas darão um banho em teu corpo,
E isso será o meu toque,o meu abraço,que te aliviará da saudade.

Inserida por imagempresente

⁠Meus pensamentos voam pelo ar
sem norte e sem sul
se perdem ao luar ....

Inserida por jessicasiqueira1988

⁠Vem me completar

Eu sem você
Sou como céu sem luar
Sou jardim sem flor
Vem me completar

Já perdemos muito tempo
Buscando em nós perfeição
E esquecendo que somos
Simples de coração

Assim como as ondas
Partem os oceanos
Eu também cometo
Meus enganos,

Mudo meus planos
E só caminho agora
Pra ver um novo arrebol
Pra ver brilhar um novo sol

Pra em você achar abrigo
Assim como às nuvens
Que carregam a chuva

Eu carrego comigo, toda essa culpa.
Mas ela é só sua.
Se a gente muda, tudo muda.

Inserida por evessantana_everaldo

⁠(Natal do Gueto)
Luar de Natal,
Da noite é o Graal,
Jingle Bell, jingle Bell,
Lá vem o Papai Noel.
Esse ano ele virá com a inflação,
Até que do pobre não sobre um tostão,
Governos se perderam na ganância,
Enquanto seu povo pela comida tem ânsia.
A ceia vira dor,
O Natal vira ardor,
A esperança já se vai,
Em um país que ainda assim se sobressai.

⁠Luar sobre o mar
Ondas dançam na praia
Noite de verão
Sussurro do vento frio
Amor eterno

Inserida por nanda_ericca

⁠Em noites de luar, ele vagueia,
Um poeta lunático, mente que passeia.
Nas sombras da noite, sua voz ressoa,
Versos de amor, que a lua entoa.
Caminha sozinho, alma perdida,
Em cada palavra, encontra a vida.
Rimas soltas, como folhas ao vento,
Poeta lunático, em eterno tormento.
Olhos que brilham com a luz das estrelas,
Versos de sonhos, tentam revelá-las.
Na loucura do amor, sua alma flutua,
Um poeta lunático, sob a luz da lua

Inserida por eddyLorrySilva

⁠Rosa Cinzenta

No jardim das cores raras,
Surge a rosa cinzenta,
Entre tons de luar e brumas,
Sua beleza se apresenta.

Não é vermelha de paixão,
Nem branca de pureza,
É a cor da transição,
Da vida em sua sutileza.

Pétalas que contam histórias,
De dias que se transformam,
Entre cinzas e memórias,
A rosa cinzenta se adorna.

Ela é o abraço da calmaria,
O silêncio entre a tempestade,
A poesia que se fazia,
Na quietude da saudade.

Rosa cinzenta, flor singular,
No jardim do tempo, és especial,
Entre o claro e o escuro,
És a beleza do futuro.

Inserida por LucianoBentoPoesia

⁠O Medo
Sob o luar, busquei te entender,
como pode um amor ferir,
se nunca chegou a acontecer?
Nos teus olhos, um frio a brilhar,
medo de ir, medo de ficar.
E por isso, não ousas me olhar.
Temes sentir e não saber,
temes o fogo a te envolver.
O coração pulsa, quer acelerar,
mas o amor te faz hesitar.
Já te feriram, eu sei, eu vejo,
e agora temes um novo desejo.
Mas será o medo de me olhar
ou o medo de se encontrar?
Se não estás pronto, eu sei esperar,
pois entre o limbo que habita em meu peito,
sei que um dia irás me amar.

Inserida por gabriela_ortegaa

⁠Entre Sol e Lua.

Ó minha amiga de tempos de sol e luar,
Sonhei contigo sem saber amar.
Antes do amor ter nome ou sentido,
Já te via no futuro, num sonho vivido.

Não foste a primeira escolha do coração,
Mas és refúgio em minha recordação.
Entre jogos e risos, crescemos lado a lado,
Nossos momentos, em fotos, selados.

Sempre soube do teu afeto leal,
Das danças, das brincadeiras, do laço especial.
Aquele beijo, tão breve, inesperado,
Despertou um sentir antes calado.

Perdoa-me, se o tempo nos afastou,
Se o silêncio entre nós se instaurou.
Sinto falta da leveza que havia,
Dos dias de pura alegria.

Que o tempo não apague o que fomos um dia,
E que, em algum amanhã, o destino sorria.
Que possamos reviver, entre abraços e risos,
A amizade que fez de nós indivisos.

Inserida por Zeta

⁠O VIOLÃO EM SERESTA
Mansa noite, seresta ao luar, um cupido violão, românticos e apaixonados, desfilam em ruas e vielas, fazendo mais felizes as donzelas nas janelas.
Meia luz pela fresta dá o sinal, o sono se esvai, o coração palpita forte e a alma em candura se segura.
Aos poucos vai deixando entrar o afinado som da melodia, que acalma, que inebria e aflora o fogo da paixão.
O romantismo, que alucina e arrepia, faz tremular braços e pernas como no frio a zero graus.
As canções escolhidas a dedo, dão o recado como se balbuciasses palavras doces aos ouvidos...
A noção do tempo se perde na poeira da emoção, o sono que virou sonho acordado, corre ladeira abaixo.
Já é quase madrugada. Bate sonolento o relógio da matriz, cinco badaladas, vixe, já é quase hora de levantar.
O romântico violão se cala, passos lentos vão sumindo, a cama vazia à espera para o aconchego do amanhecer. Mas o sonho acordado faz girar a roda em pensamentos salpicados.
Já é hora de recomeçar o dia, uma nova jornada e um novo porvir.
Fica martelando um bate-bate da lembrança misturada com a saudade.
O Romântico violão aguarda ansioso seu retorno triunfante na janela que se abre à meia luz.
O romantismo ainda existe, mesmo que seja apenas em poesia.
Élcio José Martins

Inserida por elciojosemartins

⁠Ilha da Sedução

Deitados sob a luz do luar,
Iluminados pela luz do céu
Almejo ir além da palavra amar,
Desejo incansavelmente te desejar,
Feito a abelha que se encanta com seu mel.

Deitados sobre a areia do mar,
Despidos sobre a água do oceano
Quero contigo na ilha da sedução flutuar,
Contigo, palavras de amor sussurrar,
Ao ouvir nosso coração acelerar, com batidas de eu te amo.

Deitados sob a luz solar,
Veremos o tão intenso amanhecer
Preparados para mais uma noite de amar,
Entrelaçados de desejo e prazer.

Deitados sob a luz do dia,
Serenos na imensidão
Viveremos essa louca fantasia,
De amar sem parar,
Cantar e se encantar,
Na ilha da sedução!

Inserida por Poetadayltonjose

⁠Você se lembra

Você se lembra,
Dos nossos beijos ao luar?
quentes como o fogo, ao ponto de me sufocar.

Você se lembra,
De quando a conheci?
Você segurou as minhas mãos e com isso,eu não pude resistir.

Resistir aos teus encantos de princesa,
Aos teus doces lábios de mel,
Revelando todas as minhas fraquezas,
E arrebatado,fui ao céu.

Você se lembra,
De tudo aquilo que eu lhe disse?
Que caminharia com você lado a lado,
Abandonando as minhas mesmices,
Sendo seu fiel namorado.
E se esquecendo das velhas tolices.

Portanto, quebrarei a taça da amargura,
Encherei a banheira do amor,
Mergulharei profundamente em sua doçura,
Afim de curar-me da antiga dor.

Lourival Alves

Inserida por Diariodeumcravo

⁠Calado simplesmente -

Ao despertar a vida parece-me hedionda,
um barco sem horizonte nem Luar...
Será talvez por ver nas vagas ondas
uma imensa vontade de naufragar.

Quando desperto dormem as fontes
e as gaivotas ao vento perdem penas
a saudade manifesta-se nos poentes
e eu visto todo o corpo de poemas.

Às vezes o silêncio sabe a chuva
e o peso do destino sobre os ombros
cheira a malvasia, sabe a uvas,
parece um cair de tarde sobre pombos.

Ninguém me há-de saber os medos
os que trago em abismos infinitos
a frieza retesada dos meus dedos
e a agonia penitente dos meus gritos.

Porque a vida na verdade é uma pluma
em que sou um vendaval, subitamente,
talvez nunca seja coisa alguma
sendo eu calado simplesmente.

Inserida por Eliot

⁠Lunar quanto lua no luar
Mingua quando homem !
E cheia tal nua , brilha.
Crescente transaciona…
Decrescente toda vez que amar!

Inserida por olhabruxa

⁠LUAR DE ABRIL

Na imensidão do céu, eis o luar
Cá no planalto, alvo de candura
Atraente, seduz o amor a trovar
Toando o negror da noite escura
Oh lua clara que surge em prece
Dando ao sertão diáfana tintura
Divinal tom, que o encanto tece
Ao sentido esplendida candura

Cor caiada, etérea luz, especial
Traçando no espaço sensação
Cintilando florescência no vazio
Luz densa de um leitoso cristal
Reina rútilo, insuflando emoção
No cerrado regalado luar de abril.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
21 abril, 2024, 19’57” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol