Poemas sobre Livros
É bem verdade que são as pessoas, e não os livros, que mudam o mundo. Mas também se sabe que é nos livros que elas descobrem como fazer isso!
O que as pessoas pensam e falam de você não será escrito em muros, livros, nem em sua vida. O que realmente importa é a sua vida com o Criador.
O teu amor não está escrito em cordel, repentes, livros, poemas nem em histórias. Está tatuado, gravado em minha vida vivida.
Eu não te ouvi em cânticos, nem li em livros, não te encontrei na estrada. Por onde andei não te avistei, parei, olhei no horizonte, e vi você estar em mim.
Quando não mais tiver livros, lerei as estrelas, os desenhos das flores, o areal banhado.
Na frequência das batidas do coração, guardarei cada palavra adocicada, cada refrão esvoaçante em rimas que se eternizam.
Eu via você por uma pequena parte da janela entre a porta meio aberta e alguns livros na estante do fundo. Como pôde eu me colocar diante de você, que enquanto sorria eu me prendia atento em teus gestos quaisquer sobre a mesa. Entre um livro e outro me encantei, imaginei que pudesse permanecer te olhando sem que você percebesse. Simplesmente hoje foi meu dia de olhar para você.
Eu não sou contra os livros de auto ajuda, eu sou contra esses pensamentos negativos que correm atrás de nos.
As pessoas são livros, umas são abertas, outras fechadas e outras entreabertas. Não seja totalmente aberto, para que nem sintam interesse em conhecer-lhe de verdade e já saibam demais, não seja totalmente fechada para que não te julguem pela capa, seja entreaberta, para que consigam ver pouca coisa, e se o pouco que verem lhes interessar, então página por página se revela com anseio.
Por meio de um pequeno texto podemos encontrar respostas que nem todos os livros do mundo juntos conseguiriam dar.
Sou uma pilha de livros velhos, de folhas amareladas, cercado de Bíblias faltando páginas.(Walter Sasso - Autor de "Dobra Púrpura" e "Sem Denise")
A última fronteira do amor é a tolerância.(Walter Sasso - autor dos livros "Dobra Púrpura" e "Sem Denise")
Somos livros velhos, de folhas amareladas, cercados e julgados por bíblias faltando páginas.(Walter Sasso - Autor de "Soca Pisada")
Walter Benjamin já havia sido eleito meu teórico de cabeceira. Um de seus livros ficava próximo ao meu travesseiro. Sobre o que ele escreveu, entre tantas frases de Benjamin, uma em especial me colocou a pensar nessa manhã: “o modo de sentir e perceber o mundo não depende apenas da natureza, mas também da história ”. Foi por conta dessa frase que me senti na obrigação de olhar no espelho e repensar o que de fato sinto sobre mim mesmo, como me sinto dentro de mim, e o que sinto que me tornei. Dado que nasci na década de 70, me tornei adolescente na década de 80, adulto da década de 90 e alguém em crise na segunda década do século XXI. Por tanto, é dessa forma que pretendo contar essa história, porque ela será uma história sobre os sentidos, não somente os meus sentidos, mas os sentidos que atuaram sobre mim e me fizeram assim. O que sou hoje.
Adquirir cada vez mais conhecimento com os livros é libertador pois liberta a gente de todo o mal e qualquer dor, mas nós devemos se alinhar com o amor de DEUS porém pra aqueles que não acreditam no CRIADOR se alinhem na POESIA e/ou com Zeus...
Os livros podem ser divididos em dois grupos:
aqueles que nos fazem "refletir", e aqueles que apenas lemos.
Os livros da sua biblioteca, não dizem muito se não os abrir, e muitos deles são sábios, porque você, não segue seus exemplos?
