Poemas sobre Horizonte
Acreditar em limites é não ter alma...É não ser capaz de olhar o horizonte e entender a magia que por trás dele se esconde,os sonhos de que me perdi posso novamente encontrá-los,não vou subestimá-los nunca,eles só adormeceram na minha dor mas eles vão despertar...Eu sei que vão.
Sei que vou novamente olhar o mar com esperança, com altivez,com força...Sei que vou caminhar por entre as pedras sem me ferir...Sei que um dia dessa situação vou ri,ri entre amigos...Ri até não poder mais.... Tudo passa menina boba, tudo igual a nuvem de um dia chuvoso,elas juntas se fecham depois vem o arco-íris e as abrem...E as colorem...
Nada pode ser maior que a minha certeza de não ser um acaso...De não ser fruto de um desencanto da vida...De um tropeço infeliz...Que a força de que necessito vêm de mim...Nasce em mim...E se eu assim desejar morre em mim...
Estou em pé agora...Estou de pé...Com os olhos marejados,mas de pé...Não com total certeza de que não cairei novamente...Mas com o desejo de tentar mais uma vez...De escutar a canção que me fazia dançar uma vez mais...De sair só pra sorrir do nada...De me encontrar com o acaso sem medo...Não permitirei mais que minhas lágrimas embacem meu olhar adiante...Não me permitirei mais sofrer por desencantos...Estou viva...Quero viver...
Não me deixarei levar por palavras de destruição...Não me deixarei prender em formas que pra mim idealizam...Não me deixarei ser quem não sou...Não me deixarei mais...Nunca mais...Me acostumar com essa dor...
Observe o horizonte
Que se esconde um fim
Fim sem destino final
Nem ponto de partida
Início sem tiro de largada
Nem rosas nem margaridas
Águas salgadas, sempre
Sal que experimenta as areias
Sempre, talvez que o vento
Sopre ao povo um argumento
Que vire, e atire um sorriso
Nisso, que o riso é herói do momento
O horizonte hipnotiza meus olhos, mas não meu coração que sofre de um mal chamado amor.
Sonho em alcançá-lo e trazê-lo de volta. Quando o vejo maltrapilho agarrado a este sentimento choro. Mas também o vejo cheio de uma esperança; Que esperança é esta que, mas parece um engano sem fim. Meu coração está carregado de ilusões.
Como faço para este mal parar de me consumir como se fosse alimento.
Não sou bolsa de sangue, sou carne, osso e sofrer. Sofrer
Por alguém que nem sabe que eu existo.
Este amor me resume a nada, a ninguém. Apaga-me, ofusca. Mas esta esperança insiste em me fazer alguém importante, mas com tanto sangue que jorrar do meu coração será que sobreviverei à próxima estação?
Além do horizonte deve ter, algum lugar bonito pra viver em paz.
- Não, não tem.
Se você não encontra beleza e paz onde está,
novos horizontes não as trarão.
Linha do Horizonte de Nashville
Não vá
Procurando pelo amor
Na ilusão disso tudo
As respostas nos sonhos
Porque eu tenho estado no meio da lama e confuso
Eu sou livre
Tanto quanto eu posso ver
É a linha do horizonte de Nashville
Abaixo disso tudo
Você é livre
14 horas atrás
Eu estava vivendo um sonho
Eu estava vivendo por uma cena
Eu estava flutuando alto acima
Porque eu tenho estado no meio da lama e confuso
Eu sou livre
Tanto quanto eu posso ver
É a linha do horizonte de Nashville
Abaixo disso tudo
Você é livre
Flutuando alto acima
Da linha do horizonte de Nashville
E abaixo disso tudo
Você é livre
Você é livre
Eternamente é o amor que você precisa para acreditar
E você está lá
Flutuando alto acima
Da linha do horizonte de Nashville
Os meus joelhos estão ralados, surrados
E minha vida está modesta de festa,
Meu horizonte está tranqüilo, sumindo,
Minha amizade é sempre aberta a flechas.
O som das ruas me consola, me isola,
Amigos somem com o vento eu relembro
E a verdade a todo instante, irrelevante,
Que tudo aos poucos está morrendo com o tempo.
O que vou fazer se a cada dia o meu tempo é menor,
Minha mente está cansada e minha ignorância pior,
Então só me resta respirar e esperar.
Sinos tocam na lembrança da infância
E a vida corre em disparada, conturbada,
Amores que ficam na memória viram historia,
Sozinho fico nessa estrada ultrapassada,
Vivendo como se fosse o ultimo dia com alegria
Tentando remover os antigos estragos com cuidado
E risos que não vem com freqüência por experiência
No choro caindo de olhos cansados um desabafo.
Foi tudo assim tão bom, brinquei, me diverti, foi demais,
Orgulho-me do que fiz sempre que olho para trás
E o que me resta é respirar, esperar e lembrar.
Procurando um rastro de chuva
Mas apenas o sol brilha vermelho no horizonte
Aquele céu azul, sem nuvens, nada de chuva!
Canta ao longe a Acauã...
A ema também deixa seu cantar
Cantos secos
O sertanejo a chorar
Terra amada sente tanto
Queira poder te chover , queria poder te molhar...
Sofrimento
Como é triste eu aqui só no horizonte,
Minhas lágrimas transbordam o oceano,
Sofro hoje, talvez amanha, mas também sofri ontem,
Esse sofrimento eu sei ,já virou cotidiano.
Como dói essa dor,
Sofrer parece uma dor da pirraça,
Por que quando a gente sofre por amor,
Parece que o dia não passa?
Queria eu me livrar desse sofrimento,
Juraria até nunca mais cair em tentação.
Mas quem manda no sentimento?
Quando a gente ver, o amor já está no coração.
Sofri, sofro e sei que ainda vou sofrer
Quanto mais eu tento me livrar dessa dor
O danado do coração insiste em doer
Dizendo ele que é, só por causa do amor.
Mas um dia ainda quero acabar com esse sofrimento
Mesmo sem precisar deixar de amar
Pois não se vive sem sentimento
Quem ama, só precisa acreditar.
Nesse longo tempo estive longe
Cada vez mais distânte buscando o horizonte
Com meu violão canto essa canção
Pra te dizer, te dou meu coração
Tão distante tu sorrias, subindo... subindo...
No incansável horizonte. De cá te avistava, sozinho e tranquilo debruçado na janela a te apreciar...
Olhos astigmáticos, tu sorrias infinitamente e assim mesmo eu via.
De cantinho de olho, no ângulo da janela eu te respondia com os lábios envergonhados.
Subindo... subindo...
No incansável horizonte. Lá estava você lua minguante, carregando meus sentimentos soltos em pensamentos na madrugada.
Bombardeiro
Estrondo no espaço
Tremores das guerras
Invadindo longe o horizonte
A percorrer no lançar da noite
São balas que se encontram
Estendem na terra
Os adormeceres dos corpos
Não se reconciliam os homens
Fronteiras não levantam bandeiras
Lançam pros ares fumaça e a raça .
- Você bebe ?
- Sim.
- Você bebe o que ?
- Eu ? Eu, bebo a mistura do horizonte com sorrisos, paz e.. paixão.
Ela é um universo
Um horizonte
A ser admirada
Percorrida
Sorvida.
Arriscada e desafiada
Ela é um largo sorriso.
É um lago.
Ela é azul!
tenho o estranho hábito
de comer maçã olhando o horizonte
esta insondável natureza
de degustar nuvens com os olhos
em insolência aristocrática
NOITE
Acaricia o horizonte da noite, busca o coração de azeviche que a aurora recobre de carne. Ele te porá nos olhos pensamentos inocentes, chamas, asas e verduras que o sol ainda não inventou.
Não é a noite que te falta, mas o seu poder.
De Capitale de la Douleur (Capital da Dor), 1926
DESNEXOS MEUS VERSOS
Eu foco no horizonte tentando te ver,
Eu paro de falar pra tentar ouvir você.
Viajo, até o mais profundo e obscuro para tentar te entender.
Mas você não percebe, que ninguém te merece,
Pensa que é fácil, te perder em um abraço.
Mas juro, se pudesse, nada estaria assim,
Pra começar, fecharia meus olhos
Pra não mais te ver,
E no mais profundo do meu sereno momento,
Achar uma saída, um escape,
Um lugar que não o seu, uns olhos,
Que não são estes verdes olhos,
Um sorriso, que com certeza não saiu dos teus lábios.
Um momento que não pode ser marcado com datas no calendário,
Com horas e dias, que não existem em lugar nenhum.
Um tempo que já passou, que vai passar,
E que também, é passado nesse instante,
Minuto a minuto, olhar a olhar...
E é nesse momento, que eu espero encontrar,
Um sorriso fechado,
Uns olhos amargos,
E um choro consolado,
Para meus desnexos versos,
Sem sentido nem objetivo,
Poder embalar.
O horizonte do menino, é muito amplo e bonito
O percurso do ancião, foi muito nobre e bendito
A amplitude enobrece...
A nobreza engrandece!...
Fuga em azul menor
O meu rosto de terra
ficará aqui mesmo
no mar ou no horizonte.
Ficará defronte
à casa onde morei.
Mas o meu rosto azul,
O meu rosto de viagem,
esse, irá pra onde irei.
Todo o mundo físico
que gorjeia lá fora
não me procure agora.
Embarquei numa nuvem
por um vão de janela
dos meus cinco sentidos.
E que adianta a alegria
dizer que estou presente
com o meu rosto de terra
se não estou em casa?
Inútil insistência.
Cortei em mim a cauda
das formas e das cores.
(A abstração é uma forma
de se inventar a ausência)
e estou longe de mim
nesta viagem abstrata
sem horizonte e fim.
Um dia voltarei
qual pássaro marítimo,
numa tarde bem mansa
à hora do sol posto.
Então, loura criança,
Ouvirás o meu ritmo
e me perguntarás:
quem és tu, pobre ser?
Mas, eu vim de tão longe
e tão azul de rosto
que não me podes ver.
A graça de quem mora
no país da ausência
certo consiste nisto:
ficar azul de rosto
pra não poder ser visto.
Só por hoje
Só por hoje vou tentar te esquecer,vou busca outro horizonte e ver além do que meus olhos podem ver.
Só por hoje vou curar meu coração,deixa-lo pulsar calmo,livrar-me da afrição,fingir para mim mesmo que você nunca existiu.
Só por hoje vou busca dentro de mim a exuberância de um passaro,ser livre,voar e conheçer outros sentimentos,onde não caibam arrependimentos,quero ar para respirar as cores azul do ceú ,com asas contorna o sol,eluminando mer ser,puro,leve,trasnparente,sem medo nem ressentimentos.
Só hoje quero ver o mundo do alto,ultrapassar os obstaculos e não olhar para trás.
Rabiscos
Entre rabiscos vejo meu mundo fluir
o céu se abrir,
o horizonte surgir.
A escrita me faz sentir viva,
pois assim, posso mostrar ao mundo
meus pensamentos, sentimentos...
Posso fazer do certo, o errado
do meio termo, algo preciso.
Do finito, o infinito
da tristeza, alegria
da decepção, satisfação.
Escrever é sonhar, é amar, viajar...
Ultrapassar barreiras,
viver de emoções
fazer dos personagens vilões.
Mas, é com tristeza que digo, que sinto
que não posso mais esse caminho trilhar.
Quem sabe eu dê um tempo e volte com tudo novamente,
ou talvez eu deixe de lado,
esse meu sonho e enterre de vez essa vontade.
Vontade de ver as pessoas sorrirem,
quando algumas linhas as fazerem usufruírem
de momentos nunca vividos,
Apenas criados por mim nesses escritos desmedidos.
Mas, quem sabe eu continue a divagar
e pequenos versos, irei criar.
Um poema através de um desafio
para um amigo ou talvez para o vazio.
