Poemas sobre Guerras
ESSA VIDA SEM FREIO, ME LEVA E ME ARRASTA E ME PÕE EM GUERRAS, PRA DEPOIS EM CADA SEGUNDO, CADA MOMENTO ME ETERNIZAR, NUMA PALAVRA SÓ, PAZ!
Almany Sol - 29/07/2012
Haverá muitos obstáculos.
Haverá muitas batalhas.
Haverá muitas guerras.
Haverá muitas tristezas.
Haverá muitas dores.
Haverá poucos amigos.
Haverá muita fé.
Haverá muitas vitórias.
As Guerras
Por: amauri valim
Sempre houve dois tipos de guerras:
guerra por ideologia religiosa; guerra por poder político.
As guerras são os experimentos, são os próprios treinamentos
dos poderes bélicos governamentais e dos poderes espirituais
das divindades, que também condenam e matam para as salvações.
As promoções das guerras são camufladas muitas vezes pelos
estigmas da religiosidade, aonde se promovem as guerras e os
experimentos espirituais. Tudo é comércio da guerra, desde a guerra
entre a maçã e a cobra; entre a dor e o remédio; entre Deus e o diabo;
Deus e o Diabo são os mentores desse plano divino e diabólico.
A plebe, sem poderes divinos, nem poderes diabólicos ou bélicos,
entra com a cara a levar chumbo. Todos saem perdendo,
entre membros decepados e vestes estraçalhadas restam às
lágrimas desesperadas dos que ainda podem chorar,
e nos poderes palacianos as glórias e as impunidades.
Por “RELIGIÃO” houve grandes guerras
Por “PODER” se promoveram muitas guerras
Por “TERRAS” as maiores guerras.
As próximas guerras serão por “ÁGUA”.
A Culpa é Nossa!
No espelho da alma, a face da nação,
Reflete a sombra da nossa omissão.
Guerras, fome, a dor que não se finda,
A culpa é nossa, que a treva ainda brinda.
Na política, o eco do descaso ecoa,
Escolhas erradas, a esperança que voa.
A saúde, um grito de angústia e dor,
A educação, um sonho que se esvai, sem cor.
A economia, um jogo de cartas marcadas,
Onde a ganância, as almas dilaceradas.
A negligência, um veneno que se espalha,
A responsabilidade, que a covardia amordaça.
Somos nós, os artífices do presente,
Com as mãos manchadas, o futuro ausente.
A culpa é nossa, no silêncio que consente,
A injustiça, que a alma da nação sente.
Já pensou se o sorriso tomasse conta do mundo
Não guerras
Não brigas
Não intrigas
Não desacordo
Só harmonia
Só sinfonia
Não desunião
Só amor!!!!! Irmão
Que maravilha seria
Essa nossa vida....... vivida
Vamos sair em discórdia !!!
Sem acordo?????
Nada de não e sempre sim
Na duvida
Lançamos jasmim!!!!
As flores mpurificam a alma
E acordam a concórdia!!!!!!
Já penssaram em vez de arma
O amor !!!!
Aí vale a pena brigar!!!
Briga de 2.....
Briga diferente
Que todos consentem
Que maravilha !!
Essa , todos querem demais .....
Onde Tres já é....... jamais
De um desamor
Respondas com amor
De uma discórdia
Respondas com concórdia
Vamos plantar o amor entre nós !!!!!!!
Tu sabes disso !!!!!
Onde está o mundo mágico que me falaram, onde as pessoas se amavam e não mais se lembrava de guerras;
Destilar o ódio sem saber qual é a diferença para ir em frente quando não avesse lugar que pudesse acalentar suas ansiedades;
Mas prefiro recitar palavras de amor para reatar os sentimentos perdidos, porém com coragem de provar quem somos sempre;
Vivemos demasiadamente discurtindo
como um ao outro se deve viver...
Com isso, as guerras violentas
faz com que tudo se perca;
As suas guerras jamais matará
a minha fome... Mas com toda
certeza, irá alimentar a minha
reciprocidade!
Não tenho com quem chorar as minhas magoas, lutar sem guerras e querer a vitória sem lucidez;
Não sei armar minhas estupidez nem amar meu caminho de escombros insensíveis;
Minha alma está longe daqui sem saber o que pensou nem o que realmente quis;
mas com últimos suspiros de um tempo que não passou com um caminho perdido;
me cobre, me esconde, me cega
porque deste meu mundo só saem guerras.
eu amo ficar mas se há de ir,
que você me leve.
do seu abraço assim, não devo sair
porque por aqui posso me sentir
e correr para onde quiser ir.
somos yin e yang, mas não do mesmo sangue.
somos a mistura do útil e agradável,
da foz e do cais,
do "eu quero" ou do "tanto faz".
quando a gente não parava de dançar,
quando fizemos um show sem saber cantar,
quando rimos do nada sem ninguém conseguir nos calar.
20 de junho: não faltou testemunho,
o dia em que nosso futuro ganhou um novo rascunho.
lágrimas em nossos ombros encharcaram,
mas memórias, histórias, Vitórias passadas
não naufragam, nunca se apagam.
a gente se apossa, não há sintonia como a nossa.
empatema, por que somos tanto
em um mundo de tão pouco?
por que só podemos nos encontrar
quando o céu toca o mar?
por que o mundo nos esconde
quando temos tanto a mostrar?
somos tudo aquilo que o universo queria aproximar,
piquenique na praia até tardar,
banho de piscina enquanto todo mundo nos odiar,
esquecer de tudo lá fora
e amar o que nos tornamos e o que nos fez despertar.
Uma guerra está sendo travada.
Não uma só.
São guerras sobrepostas —
territórios, ideias, narrativas.
Guerras que atravessam continentes como ventos quentes,
queimando o que resta de paz nas esquinas do mundo.
De um lado, um povo.
Do outro, outro povo.
No meio, o pó dos edifícios,
o silêncio após a explosão,
os olhos vidrados de quem ainda respira.
As fronteiras não são mais apenas linhas no mapa.
Viraram cicatrizes abertas na carne da Terra.
As crianças correm, mas não sabem mais para onde.
Correm entre os escombros, entre pernas amputadas,
entre bonecas queimadas, entre memórias que se desintegram no ar.
O planeta inteiro sente.
Não há lugar onde o eco dessa violência não alcance.
As telas transmitem em tempo real a queda do outro
como se a dor pudesse ser consumida com um clique.
Não há heróis.
Não há vencedores.
A pólvora tem o mesmo gosto amargo dos discursos.
Os céus escurecem de fumaça,
o chão afunda sob os pés de quem perdeu tudo
e ainda tenta nomear o que restou.
O tempo desacelera diante da destruição.
Uma escola se desfaz em poeira.
Uma mulher grita.
Um velho cava com as mãos o corpo do filho.
O mundo gira, mas nada se move para impedir.
A geopolítica dança em salões gelados
enquanto os corpos ainda estão quentes no chão.
É por isso que não é apenas uma guerra.
É o colapso da empatia,
é a falência da escuta,
é a ausência de humanidade sendo televisionada como espetáculo.
E ainda assim,
seguimos.
Ouve tu Portugal! País de longes terras!
Que aos homens fizeste muitas guerras.
Lembra-te dos teus erros e das tuas faltas.
Sobre os povos, tens muitas culpas.
Tu que nos mares, foste senhora.
As gentes mataste, também.
Nem em tudo fizeste o bem!
Por força dos homens, foste detentora,
Escravos trazias de África muitos.
Aos judeus, mataste e roubaste,
E de ti foram todos expulsos.
Pelo fogo, muito povo queimaste.
Arrepende-te pois então nesta hora.
Sim faz isso sempre e agora!
Jesus Cristo
Religiões e Políticas causam guerras entre os homens! Porém Jesus Cristo é paz! Está é uma grande verdade!
Guerras
Como é que as igrejas querem transmitir a paz, do evangelho se umas com as outras elas não têm paz. Há conflitos umas com outras. Não há paz entre pastores. Eu acredito mesmo, que se os pastores tivessem pistolas, andariam aos tiros uns com os outros.
Sem paz interior não se promove a paz. Aqui eu sei que numa certa, congregação em minha
Cidade há conflitos. Eu estou sem ir a congregação, mas sei das coisas; que haja vergonha; que haja temor de Deus. É assim que querem anunciar o evangelho de Jesus Cristo, com armas carnais; E tudo isto por causa do dinheiro? Tenham vergonha e sejam homens de Deus! Façam como eu, que sofri na pele e estou aqui por amor! "O amor cobre uma multidão de pecados"! As igrejas não são instituições do " Faroeste! Mas devem ser do Senhor e não homem!
Rei eterno
Desde o princípio do mundo as nações sempre subjugaram outras nações. Guerras, impérios e dominações. Logo no princípio, vemos as cidades Estados na terra de Sinear dominando umas sobre as outras. O homem escraviza o outro homem. O homem oprime outro homem; há opressão e domínio; há escravidão. O homem perdeu a liberdade no Éden. Quando foi enganado por Lucifer. Quando estava com comunhão com Deus, tinha liberdade, era feliz era livre.
Foi então que Deus começou a procurar o homem, para que este fosse livre. Primeiramente, chamou Adão, depois chamou Noé. Ao mesmo tempo julgava os ímpios (pelo Dilúvio). Depois chamou Abraão e Ló, para preparação de um povo livre; Depois chamou o povo de Israel para por este povo dar liberdade ao mundo. Por este povo entrou em Juízo com as nações opressoras, exterminando no seu juízo muitas delas na terra de Canaã. Ao povo de Israel tentou e deu a liberdade a um remanescente fiel. Já outros perderam a liberdade na Assíria, e em Babilónia. Enfim por um lado vemos Deus a operar, por outro lado o diabo sempre a fazer uma rebelião. O mal e o bem lutam desde o princípio.
Mas felizes os que estão ao lado de Deus nesta guerra, que um dia vai terminar.
O primeiro grande império foi o império Egípcio, depois temos o Assírio, o Babilónico, o Médio Persa, o Grego, e o Romano. Num certo sentido o Romano continua até aos nossos dias, uma vez que as leis e o Direito Romano continuam a administrar o Mundo Moderno.
Mas brevemente virá o rei dos réis (Jesus Cristo), o único que venceu todos estes poderes opressores e que vive. Numa batalha final, Eis que vem, continuando a vencer todo o Domínio, toda a potestade. E assim virá dar a total liberdade ao homem e a todo o universo.
Guerras não são vencidas em dias ou semanas, e muitos já enfrentaram guerras para si; por que então não pode lutar contra tuas fraquezas, e se tornar tão forte que o teu passado jamais viu?
Um homem persistente sabe que grandes coisas levam tempo... quanto a levar uma vida normal, depende de que normal isto seria, se provavelmente vai estar sempre envolvido em alguma enrascada!
Se superar, o desafio o convida à pensar em contrabalançar, entre a investida na vida com a dilapidação dos momentos, sem se deixar seduzir pela rotina!
"Faço tudo o que tem, com o que tenho, não deixo "uma vida" me levar, de cantar sem música e dedilhando notas mortas de falsos acordes"!
Guerras irregulares
Nós morremos todas as vezes que não lutamos contra as tiranias.
Nós morremos todas as vezes que não lutamos contra a injustiça.
Nós morremos todas as vezes que deixamos mal vencer. O mal domina o discurso e as narrativas, pois ele vende o selo da verdade.
E nós morremos quando homens justos deixam de ser cães pastores e não enfrentam os lobos.
Então, há os cães pastores, que vivem para proteger o rebanho e confrontar os lobos.
Mas nós estamos morrendo, pois não se pode tocar no lobo.
O rebanho está morto porque só haverá tirania, injustiça, ausência da verdade.
Todos nós morremos sem os cães pastores.
100 Toneladas de Folhas de Arruda
pense positivo
e todas as guerras,
a exploração,
a opressão,
a fome,
a miséria,
as doenças
por falta de
assistência,
as mortes
por negligência,
a desumanidade
capitalista
que causa
isso tudo,
o desprezo
absoluto
pela fauna e flora,
a especulação
financeira
e o triturador
de almas dos
conglomerados,
os irreversíveis
impactos
ambientais,
o sofrimento
dos três bilhões
mais pobres,
a xenofobia,
o racismo,
o feminicídio,
a homofobia,
a transfobia
e é claro
o genocídio indígena,
desaparecerão.
a chave para o sucesso
está na positividade.
(Michel F.M. - Ensaio sobre a Distração - 29/10/23)
