Poemas sobre Dinheiro
tenha vontade de ser grande de um orgulhoso, pois este não tem medo de tomar o poder para si, e quando tapas nas mãos já não forem o bastante a faca
cairá sobre fosso pescoço, indubitavelmente limpando esse mundo
de uma escoria tal qual já é cheio.
REFLEXÕES SOBRE AS GUERRAS
Guerras: devem-se fazer? Valem a pena?
A guerra banaliza o valor da vida humana e supervaloriza os interesses escusos de poderosos e nações dominadoras.
Quanto vale a vida de um soldado? Morto, quanto vale? Morto, quem poderá devolvê-lo à sua família, à sua nação, e à humanidade?
Que dizer das centenas e até milhares de soldados que morrem diariamente nos combates das inúmeras guerras ao redor do mundo? Se a vida humana vale mais do que qualquer outra coisa, como se costuma dizer, existe alguma coisa ou causa que justifique sujeitar à morte tantas vidas preciosas?
Defender-se de invasores que não queiram retroceder de seu mau intento, creio eu, é o único motivo que justifica a uma nação expor seus cidadãos ao sacrifício, pois ou se morre lutando para defender a independência e liberdade de um país e seu povo, ou se rende à escravidão dos maus e dominadores.
Considerando-se as mortes, as destruições de casa e cidades inteiras, as elevadas perdas de equipamentos militares... com perdas na casa muitos bilhões e até trilhões, vale realmente a pena as guerras? O preço pago é alto demais para tão pouco que se venha conseguir!
O que se poderia fazer em favor da humanidade, se usássemos para o bem, as tão elevadas somas de recursos financeiros usadas nas guerras?
FUTEBOL MODERNO!
Hoje, o campo se tornou um palco de cifrões,
Onde a paixão perdeu para as negociações.
As chuteiras brilham mais que os corações,
E o amor ao jogo se esconde em contratações.
O drible virou cálculo, o gol, mercado,
A poesia da bola? Um sonho abandonado.
Na disputa de quem paga mais, tudo se consome,
E o futebol de alma quase não tem nome.
As pessoas não deixam VOCÊ aborrecido.
Pare de absorver o que os outros falam.
Olhe-se no espelho e responda.
Quem está prejudicando VOCÊ?
Um estranho ou VOCÊ mesmo?
Entender isso é primordial.
Não tenha dúvidas, VOCÊ será manipulado.
Tenha sabedoria para discernir na vida.
Aqueles que realmente querem ajudá-lo.
Devemos cuidar do que é maçante.
O prejudicado no final será sempre VOCÊ.
Continue apoiando os preguiçosos.
E ele nunca tentará.
Você quando alimenta o errado.
Abre uma porta negativa desnecessária.
Removendo suas chances de crescer.
Em um mundo onde a riqueza é frequentemente medida por cifrões e posses materiais, esconde-se uma verdade sutil e profundamente velada. Frases ecoam, sussurrando que a pobreza não reside apenas na escassez de recursos monetários, e que a verdadeira prosperidade não se confina à opulência financeira.
O paradoxo revela-se na compreensão de que ter dinheiro, por si só, não é sinônimo de riqueza e prosperidade. Essa é uma máscara que esconde uma realidade mais ampla, uma realidade que transcende os limites do ter e possuir.
Para sentir-se verdadeiramente rico, propõe-se uma contagem singular, uma enumeração de preciosidades que o dinheiro não pode comprar. Uma riqueza que reside nas relações humanas, na saúde, nas experiências enriquecedoras e nos momentos que transcendem o efêmero.
Assim, as palavras veladas apontam para uma verdade submersa: a verdadeira riqueza está na apreciação das coisas que escapam à moeda corrente, na celebração das experiências imortais e no entendimento de que a prosperidade é um tecido intricado, no qual o dinheiro é apenas um fio entre muitos outros.
Em muitos momentos, clamamos por auxílio, uma necessidade universal que tece nossa jornada. No entanto, ao pedir, deparamo-nos com o receio alheio, um eco de desculpas e conselhos prontos que não abraçam as nuances singulares de nossas vidas.
Pedir ajuda, frequentemente reduzido a um pedido monetário, transcende essa estreita visão. Uma alma desempregada pode ansiar por mais do que moedas; pode ansiar por direções, por caminhos não trilhados. Ofertar auxílio sem julgamentos, proporcionando opções, é dar asas à escolha, pois somente o coração de quem pede conhece sua jornada completa.
Cora Coralina nos sussurra: "o coração é terra que ninguém vê". A verdadeira assistência demanda ouvir além das palavras. Emprestar dinheiro sem escutar a sinfonia dos sentimentos é emprestar em vão. Ouvir é um silêncio atento, é penetrar a intimidade compartilhada.
O tempo, esse tesouro raro, eclipsado pelo instante do Pix, possui uma magia intrínseca. Despender tempo é um ritual esquecido, um encontro face a face, um café partilhado. Em um mundo de transações instantâneas, dedicar tempo é uma alquimia que se perdeu.
Valorizar alguém é entrelaçar-se em seu relógio, sair da rotina para uma visita, oferecer o divino presente do momento compartilhado. Num universo onde o efêmero impera, quem nos honra é aquele que nos presenteia com o tesouro mais raro: o tempo, entrelaçado, devolvido em afeto, abraços quentes e conversas que ecoam nas estrelas.
Maldito objeto vazio que conduz seres a uma vida de miséria.
Uma busca incessante por algo inexistente, irrisório.
Se tornando escravos de algo que nunca existiu, se esquecem de si mesmo...maldito dinheiro.
NOVA GERAÇÃO
Numa geração onde quase tudo é tratado como descartável, quem tem um amigo que possa compartilhar seus momentos, pode sentir - se uma pessoa feliz.
Nunca notaram-o, nem quando estava presente, nem quando estava ausente.
Agora, essa mesma gente olham-o com louvor.
O que mudou? Será o dinheiro que herdou?
O que uma nota de 5 reais e uma nota de 100 tem em comum?
Ambas fazem parte do mesmo sistema monetário, porém um é mais valiosa que a outra.
Assim a vida é, todos são humanos, mas alguns valem mais que outros.
Eu sei que ta indigerível conviver com a sociedade
Amante do capitalismo, compradora de hombridade.
Cadê o aperto de mão da reciproca verdadeira
Que por dinheiro se entrega e muda até de bandeira
AMOR NÃO SE EXPLICA
Alguns por outro humano, outros por animais, outros por objetos,
outros por dinheiro...
O Mundo é de tal forma
Que para ter sucesso na vida
Não basta querer
Não basta ser capaz
Não basta, se esforçar, lutar, persistir.
É preciso ter sorte.
Os ricos precisam
Menos dessas coisas que
Os pobres.
Que mundo é esse, em que vivemos?!
Quando saímos de casa, nesta grande metrópole, tentamos andar sem medo, mas o fato é que no dia a dia, onde quer que moremos, o surpreendente pode acontecer; ao caminharmos por uma rua ou avenida temos que ligar nossos sentidos de alerta: o perigo nos espreita a todo instante, em cada esquina. Desde o amanhecer, a qualquer hora do dia ou da noite podemos cruzar com um bandido! Eles, querem nosso celular, nosso carro, nosso dinheiro. E para isso, são inescrupulosos. Não basta tomarem o bem material, muitas vezes querem também às nossas vidas.
Se estamos andando a pé, de bicicleta, ou de carro, não importa! Eles atacam quando menos se espera, eles estão misturados com os cidadãos de bem, e não há como diferenciá-los. A princípio somos todos iguais, não é mesmo! Então, não dá para separá-los pela aparência, e saber quem é do bem e quem é do mal!
Num repente! Numa próxima esquina, um motoqueiro pode aparecer, disfarçado de entregador e nos dá voz de assalto: Perdeu! Ele diz: “passa o celular e a carteira”, aí entregamos tudo a ele, e rezamos para não levar um tiro.
Se estamos de carro, eles também nos espreita, e ao pararmos, seja no farol, ou na porta de nossas casas, a história se repete:
Perdeu! Dê-nos as chaves! E neste caso, podem nos levar no chamado “sequestro relâmpago” e só nos soltam depois de esvaziar nossas contas - com nossos cartões e senha, arrancados sobre torturas – e só aí, bem assustados, conseguimos respirar a liberdade, então, agradecemos a Deus por ficarmos com nossas vidas.
Que cidade é essa, que onde nenhum lugar é seguro: nos quatro cantos dela: de manhã, a tarde ou a noite, o perigo nos espreita em cada esquina.
Somos prisioneiros do medo em nossas casas, porque do lado de fora há sempre um bandido a nos espreitar, e se o encontro for inevitável pode ser fatal.
Que mundo é esse em que vivemos?!
Não deixe que os problemas financeiro ou as dificuldades do dia a dia venham afastá-l(a)o de seus familiares, às vezes temos bastante dinheiro para nos divertir com viagens e com amigos, mas nunca temos um pouco para reunir com familiares.
Sabemos que um dia a maioria irão se afastar automaticamente por causa dos afazeres de cada e por perdas.
Aproveite o hoje porque o amanhã é incerto, e aquele abraço que você pode dar no seu irmão e nos seus pais, amanhã poderá ser tarde
As pessoas só serão felizes 100% quando caírem em si, que em primeiro lugar esta Deus e não o dinheiro.
Nem um hospital no mundo vende saúde.
Seja escravo do que vem da alma, e não do bem estar momentâneo.
SER RICA, pode ser comparado a um lago de água parada. É questão de tempo, e ele poderá desaparecer. Quem é que o abastece?
Vamos entender...
SER PRÓSPERA, é como uma cachoeira que abastece esse lago, onde promove vida, agitação, calmaria e gera abundância ao redor.
Entenda a diferença...
Ser RICA e ser PRÓSPERA é que a primeira é detentora e a outra é geradora.
SER RICA são as coisas e o dinheiro que você herdou ou conquistou.
E essas coisas por si só não te faz próspera.
SER PRÓSPERA é valorizar toda essa riqueza conquistada ou herdada, e gerar mais riqueza.
E como fazer isso?
Por meio da contribuição ou doação, da geração de empregos, da prática da generosidade, do empreendedorismo, entre outras formas.
RIQUEZA e DINHEIRO são apenas meios para FINS MAIS NOBRES.
o SER HUMANO encontra sua felicidade quando o seu propósito vai além de si mesmo e assim se torna próspero.
Transformar-se em uma MULHER PRÓSPERA é um resgate, um processo, um caminho, uma jornada.
Nunca tenha medo de errar.
O medo é um dos maiores bloqueadores de sua prosperidade.
Ele é anti-crescimento.
No entanto, é um ingrediente necessário para te colocar no caminho do sucesso.
OURO DE PÁSCOA
A Páscoa mudou demais,
todos querem chocolate.
Mas o preço de um ovo
é de ouro em quilate.
O dinheiro não vai dar,
se o pobre quer comprar,
vai ter que fazer biscate.
