Poemas sobre Cidades
É necessário que os países do Primeiro Mundo entendam que é preciso preservar também cidades como Salvador, não apenas Roma ou Paris.
Nós estamos em cidades em correntes esperando a paz e não a guerra que nos faça almoçar inimigos;
Contudo o mundo ainda não está tão perdido creio que há corações que valham à pena viver;
Quando as luzes da cidades acendem, meu coração acende junto com elas. Me dá vontade de sair. Sou da noite, as coisas ficam mais bonitas e sem valor nessa parte do dia.
Os que são usuários de ônibus pegam seus destinos para suas cidades; os usuários da Bíblia se informam de seu destino para a vida eterna.
As pulgas desapareceram das cidades grandes, mas existem milhares de oportunistas que ainda tentam chupar o sangue dos outros.
Os incircuncisos ainda existem: basta ouvi-los em todas as esquinas das ruas das cidades, fazendo aliança com o diabo.
Grandes inundações ocorrerão sobre as cidades onde o povo tem esquecido da graça, da misericórdia e da salvação de Deus, a fim de que todos, depois de perderem suas casas, seus pertences e suas obras por causa de seus pecados, idolatria e sua vã religião, se arrependam e busquem a Sua proteção e a Sua presença.
Amamos a nossa nação brasileira: rica em belezas notáveis como as florestas, cataratas, cidades históricas, biodiversidade, étnica, gastronômica, além das riquezas culturais e regionais como uma experiência única, diversificada e inesquecível, onde estrangeiros convivem com o nosso povo alegre, hospitaleiro, conversador e apto para compreender e se relacionar com todas as diferenças nacionais com variações de cunho regional religioso, cultural, esportivo, acadêmico, político e social.
Muitas cidades ainda serão objetos de desprezo, espanto e opróbrio, assoladas pela natureza, porque não aprenderam a obedecer a mão do Senhor diante dos Seus conselhos e avisos.
Cidades medievais e modernas, com monumentos e paisagens de sonho, podemos encontrar na Europa, porém muito superior ao que se vê lá é a visão que temos em Jesus dos novos Céus e nova.
Quando quero procurar sociedades incorruptíveis, coloco as cidades na algibeira e sigo em direcção à Natureza.
Ainda na cidade do Rio de Janeiro como em todas grandes cidades injustas culturais consumidoras e socialmente sufocadas pelo mundo, existe uma conexão cultural magica entre o que aparece na televisão, principalmente nas novelas e os novos hábitos de consumo espalhados nas favelas e periferias. A moda quando explode, pega, agrada e minimamente se transforma em semelhante de baixo custo mas conservando o impacto visual e a identidade, mesmo que por um período efêmero.
Naturalmente o gênero humano urbano, devido a poluição sonora excessiva das grandes cidades é bem mais sensível as cores do que as nuances das sutis vibrações.
Mesmo na floresta de pedra urbana das grandes cidades, os passarinhos me despertam todas as manhãs me convidando para a vida, para o amor e a felicidade.
A humanidade urbana hoje gritam aos brados pelas cidades, salvem as indefesas baleias, protejam as sacrificadas "elefantas" mas não podem ver ao lado, uma pessoa obesa, que generalizam de gulosas, indisciplinadas, mórbidas, preguiçosas e doentes. A empatia selvagem, distante da verdadeira realidade é bem mais prospera aos que vivem em rebanho.
As pichações pelas cidades é uma arte gráfica muralista pois revelam os inconformismos emudecidos politico liberal e social tribal dos esquecidos, marginalizados, diferentes e invisíveis.
Se cada responsável por uma criança em todas as grandes cidades, hoje conseguir trocar o aparelho celular por um cãozinho, em muito pouco tempo teríamos jovens mais doceis e consequentemente menos anjinhos no céu. O numero de suicido de crianças cresce assustadoramente, em todo mundo e as hiper-conexões aceleradas mentais digitais tem direcionado, para isto. Infelizmente a tecnologia foi feita para o exclusivo uso de adultos.
O lixo nas grandes cidades brasileiras se torna um bem precioso na mesma proporção que o analfabetismo funcional cresce silencioso.
O ser humano nas maiores cidades e periferias do mundo, acorda no seculo XXI em uma gigantesca crise cotidiana existencial. A hiper exposição digital mesmo que ficcional lhe trás diminutivos que não conhecia , avança então em uma desigual possibilidade tecnológica que o atrofia e distancia da realidade, de funil desce aquosamente para uma invisibilidade social própria dos que sofrem calados e não demonstram dor. Os resultados disto são catastróficos em termos de uma vida que sonha, que quer ser, dentro dos limites possíveis vazios e meios inadequados do que não é e fecunda ser isolado, até o desesperado momento que se implode, por alguns minutos tudo pode mudar, de vitima contumaz a ser eloquente protagonista da virada em loucura, sem volta e começa o inicio da revolta, não mais escarnecer e caminhar a deriva para o seu triste fim.
