Poemas Sobre Céu
Renato Russo a conversar com Deus/Soberano/Altíssimo.
- R. Russo: me diz, por que que o céu é azul? Explica a grande fúria do mundo...
- Deus/PENSAMENTO Elevador: Russo isto é 'cousas' da física, minha refração divina. Pinto e bordo com a ilusão de ótica, crio uma diversidade para colorir o mundo e divertir 'seus olhares' humanos para lembrar, que estou no que parece oculto.
Barquinho de papel
Navegando em águas rasas
Rumo em direção ao céu
De obstáculo os lábios
Arco íris espanta raios
Andar até perceber
Que na floresta falta papagaio
Em cada lado
Tem um rosto despreocupado
A vida quer viver
Ela só precisa de espaço.
Ao olhar para o céu á noite posso ali ver sua silhueta
Nas pequenas estrelas que brilhavam igual ao olhar dos seus pequenos olhos castanhos
Se o tempo passasse igual em uma ampulheta
Eu poderia voar até você como meros aviõezinhos
Voar como a solitária Folha em uma brisa de outono
Com o tempo passando cada vez mais rápido
Quando percebo já estou no inverno em cima de um velho trenó
Debaixo das cobertas com o nariz entupido
Posso ouvi-la me chamando distante com aquela voz suave e doce,
Como uma boneca de porcelana
Me pedindo aquele famoso chá de erva doce
Poderíamos ir até sua cidade favorita Havana,
Se a vida te desse mais tempo.
“Tento adormecer
Mas estou girando aos círculos
Vejo o céu sem estrelas
Penso sou o homem da tua vida
Sinto me tão distante, mas estou perto
Acende as luzes
Quero te beijar
Antes de sair de ansiedade do meu sonho
Quero segurar te nas mãos
E ver o fogo nos teus olhos
E procuro nos teus dedos a tua alma
Pois amo te “
Hoje o dia foi triste!
Céu nublado, chuva e frio,
e eu sozinho.
Lágrimas no rosto,
e a solidão de encosto.
Se olhássemos mais para o céu
Seríamos mais livres
Não teríamos medo do amanhã
Viveríamos intensamente
Amaríamos mais, nos entregaríamos mais
Se olhássemos mais para o céu
Confiaríamos mais em nosso Deus
o Deus que criou a imensidão do Céu
que pintou as estrelas,
que formou as nuvens em um por do Sol tão lindo que guardamos em fotografias
Se olhássemos mais para o céu,
Não desacreditaríamos que Deus está conosco em todos os momentos de nossas vidas
Se olhássemos mais para o céu
Tudo seria mais leve
Menos desgastante
A vida seria vivida sem pressa
Aproveitaríamos mais os momentos especiais
Como um café da manhã com quem amamos, mas que amanhã possa não estar no café!
Se olhássemos mais para o céu
Seria tudo tão especial
Se olhássemos mais para o céu
Entenderíamos mais o nosso criador.
pensamentos íntimos.
Passara sempre que o abranger do luar tocara seu ponto mais alto no céu
e com o semblante descontente com a realidade
ansiava a chegada a sua alcova para que possa afim tornar a seus pensamentos íntimos
já em seu leito de repouso acabara adormecendo e sonhara que se tornava
a garota prendada e garbosa que sempre desejaras
mas como uma singela garota sem dote sem prendas que só possuía o gorjeio dos pássaros para si
se tornaria aquela que habitava seus pensamentos
e quando o declínio da noite a tornara a realidade
voltaras a sair com o semblante descontente
como sempre fizeras quando o abranger do luar tocara seu ponto mais auto no céu.
"Contemplo as estrelas
E este imenso céu estrelado...
No coração arde o desejo...
Ter-te aqui a meu lado...
Ouvir o som do teu sorriso...
E esse brilho no teu olhar...
Que estrela alguma...
Alguma vez conseguirá...
... alcançar!"
Entre fios nuvens e lua
O circulo no céu identifica
A cor da pedra bruta
Entre curvas turvas
Se conheceu as duas que se vendeu
A troco da restrição sobre a culpa
Sou de ninguém
Venho do céu
Venho da terra
Venho do ventre
Venho de cá e acolá
Sou de Deus
Sou entre demônios
Sou o que sou entre os Homens
Sou de todos eles
Venho da África
Venho também da Ásia
Venho da Europa
Venho desta raça
Sou preto
Sou branco
Sou mestiço
Sou todas raças
Noite fria com céu nublado,
À espera da chuva cair.
Sinto a brisa do meu lado.
Sinto por aqui o clima bom ir.
Estou ao seu lado aguardando o temporal,
As nuvens sobrecarregadas de água.
O portão coberto pela ferrugem,
Com calma aprecio o café matinal.
As folhas das árvores voam com o tempo.
Sou apreciado pelos seus sentimentos.
E, a chuva está caindo do lado de fora.
O cheiro da grama se espalha pelo local.
Pode ser que não há mais temporal.
O tempo ruim foi embora e o sol está lá fora.
“SPLEEN”
O céu do cerrado, hoje, amanheceu plúmbeo
Sobre o espírito meditabundo, só e chuvoso
E, ungido toda a reta do horizonte, nebuloso
O dia virou noite, e o meu fausto olhar, ateu
Neste temporal escuro tal calabouço lodoso
Onde a vontade quer encontrar o êxito seu
Espavorido, o acaso coloca asas de fariseu
Em um voo infeliz, tão enfado e impetuoso
A chuva a escorrer as traças da melancolia
Imita as aranhas tecendo sua espessa teia
No beiral do vazio, numa angústia sombria
O trovão dobra, de repente, e furibundo
E a alma encarcerada em lúgubre cadeia
Chora o verso, suspirando e gemebundo
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro, de 2018
Cerrado goiano
Repleto de ti......
Cheio de suavidade,pairo sobre este céu,olhando o quando de bonito se movimenta ao sabor do vento
Sensualidade me invade
O quanto quero estar contigo
O quanto te amo
O quanto te quero
Quero saborear a minha alma,inundada de maravilhosas borboletas saindo do estômago,e deixá-las ir.....
Fecho os olhos e a tua face me invade de uma maneira que me embebeda de paixão
Não imaginas o quanto te desejo ..
Preciso de ti para viver
Para respirar
Para me equilibrar
Para seguir ...... contigo... simples
(Adonis silva)10-2018)®
A NOITE
Oh! jornada negra! O silêncio debruçado
Lá fora... um raio rasgando o céu, espia
A minha alma, teimosa, cheia de porfia
Fria, chuva que cai, molhando o cerrado
No horizonte desfalece a luz do fim do dia
No céu tenebrosa, a lua, e o quarto calado
E só, trevoso e largo, o trovão estardalhado
Troando a solidão da chuvosa noite vazia
Devassa... oh! jornada escura de loucura
Que estardalhaça no peito suspiro fundo
E excarcera o medo sem qualquer ternura
Pobre umbroso de arrelia, e moribundo
O sono, pávido e prostrado de amargura
A noite, chuvosa, faz-se lento o segundo.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, 25 de outubro
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
O mar é grande dá vontade de nadar;
O céu é grande da vontade de voar;
A cama é grande da vontade de amar;
Sua boca é doce dá vontade de beijar.
Lá fora o céu tá escuro e pesado, mas não importa
O que acontece aqui dentro de
mim, ao contrário, é leveza de quem vive um encantamento...
O que acontece de dentro pra fora é o que conta pra mim
Todo resto são detalhes e não mudam em nada o espetáculo da vida.
Eu me perdi em meu desânimo
As nuvens encobriram meu céu
Tudo escuro
Não há barreiras
Não há surpresas
Não há mistérios
Apenas um vazio
A desesperança virando essa lambança
A tristeza como um guia
Não há volúpia
Não há motivos
Não há verdades
Apenas mentiras
Essas vivem e se multiplicam
Como uma bactéria danosa
Invadindo nossa alma
Essa podridão
Um silêncio
De uma voz calada
Sufocada, estuprada
Maculada, extirpada
Por teu olhar, o mundo te daria;
pelo seu sorriso, o céu seria teu;
pelo teu beijo...não sei o
que te daria eu.
Esse céu da cúpula azulada como uma taça a nós
voltada. Dai-me então esse céu para que eu possa sorrir,
tal como as flores na primavera a surgir.
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