Poemas Sobre Céu

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Pouca iluminação, uma luz muito acolhedora num tom azulado como se o céu azul escuro tivesse se misturado de uma maneira harmoniosa com o esplendor do luar, aqui neste quarto, durante à noite, iluminado o suficiente para eu admirar o relevo do teu corpo atraente, bastante notável, transmitindo emoção à flor da tua pele

As curvas sublimes da tua natureza formosa, as belas ondas de um mar agitado, as pétalas de uma rosa cheia de charme, a expressão de vitalidade dos teus cabelos cacheados, os teus lábios revelando o teu sorriso atrevido, a letra “S” da palavra sedução, um prazer ondulado, inevitavelmente aquecido pela excitação

Os meus olhos agora estão atentos para que nenhum detalhe seja ignorado, até a tua silhueta chama muita atenção, uma doce provocação em silêncio, movimentos que expressam a tua intenção que é compatível com o meu desejo, que está só aumentando para unirmos temporariamente os nossos universos, então, não devo te deixar esperando.

Sensação prazerosa de entusiasmo, clima quente maravilhoso, debaixo de um céu ensolarado de um lugar praiano, o mar vasto em movimento, a brisa suave e as águas amenizando o calor, tornando esse contexto bastante agradável nesse lindo cenário típico do Verão, de momentos calorosos em vários sentidos, cada um com o seu próprio nível de emoção

Alguns períodos de veraneio são tão intensos e marcantes que consigo vivenciá-los até em pensamentos, admirando por exemplo uma bela arte de curvas exuberantes, pele molhada se refrescando com sua graciosidade abundante renovando o seu corpo e certamente a sua alma, lindos cabelos solto e um espírito de liberdade que naturalmente se destaca

O Sol é o grande astro dessa época do ano, obviamente, porém, as noites de verão também deixam a sua marca por trazerem uma mistura calorosa de romantismo e aventura, paixões passageiras, vividas intensamente, despedidas que acontecem com um último beijo ou apenas em silêncio com uma troca de olhares, além daquelas ocasiões inesquecíveis entre amigos e familiares.

Céu mágico, cativante, cujo azul é do tom do mar, um lugar incomparável, radiante, lá o forte encanto pela simplicidade não se perdeu, o impacto exultante da magia da arte espalhada por todos os cantos

O imaginário certamente fica à vontade ao ponto de fazer imaginar que a bela música “La vie en rose” chegou até as alturas e foi colorindo as suas nuvens incontáveis com bastante capricho em cada parte

E assim, passaram a ter um rosa suave, apaixonante, nas suas formas e camadas, uma viagem emocionante graças a uma riqueza de detalhes, resultante de uma inspiração encantadora, de muita ludicidade.

Muito brevemente, apenas por alguns segundos, vejo bem diante dos meus olhos uma amostra do céu e outra da Terra, expostas lado a lado,

Composição admirável de uma linda nuvem grandiosa com uma frondosa palmeira, formando juntas uma imagem singela maravilhosa, terna pintura

Arte e fenômeno da natureza numa mistura de simplicidade e encanto, usando a imensidão celeste como tela, num tom de azul, assim, cada detalhe se completa.

​O céu é manto azulado
Dá espetáculo ao olhar
Assim como o ipê do vizinho
Que mesmo em tempo de seca
Tem beleza pra entregar
Não compare, meu amigo,
Com o ipê do seu vizinho;
Cada árvore tem seu tempo,
Cada flor tem seu caminho.
E no meio de tanta folha,
Três flores vieram brotar.

O Céu é o Meu Limite


Houve um divisor de águas na minha existência, um instante sagrado em que as correntes da dúvida se quebraram. Foi o dia em que eu finalmente olhei para o espelho, reconheci cada cicatriz da minha história e descobri, com toda a certeza da minha alma, que eu era uma vencedora. Ali, eu entendi que as limitações que me impuseram eram ilusões e que ninguém mais teria o poder de traçar as fronteiras dos meus sonhos. Quando a gente se apropria da própria força, o mundo se expande. Percebi que as asas que eu carregava nas costas sempre estiveram prontas para o voo, só faltava eu saltar. Hoje, não ando mais de cabeça baixa e nem peço permissão para brilhar. Minha vitória é plena, minha fé é inabalável e o céu, agora, é o meu único limite.

"Quando não conseguir tocar o céu.
Quando da sua mente cair o véu
Quando não houver luz no fim do túnel.
Quando a ignorância tomar conta do mundo."

"Hoje a noite voei pelo céu para te ver...
-Foi um sonho?
Não, foi saudade!"
Haredita Angel
10.08.25

"Que o pai do céu nos proteja,
afastando tudo aquilo que possa
entristecer os nossos corações."
Haredita Angel
25.09.16

Eita que hoje o céu amanheceu com seu emocional abalado...
Tá falando grosso demais!
Riscando a terra com seus lampejos de fúria...
E, a chuva, que é mulher e experiente,
nem liga pra esses arroubos de macho...
E cai... calma, suave regando o ventre da terra...
enquanto as flores dançam feito bailarinas de sainhas coloridas,
e as folhas balançam felizes em forma celebratória.
E as crianças...
Ah, as crianças, embrulhadinhas feito presentes de natal, despreocupadas e alheias aos fenômenos da Mãe natureza!
- É a festa da vida!
Haredita Angel esbanjando poesia em dia de chuva...
17.10.25

"Quando duas almas se dão as mãos no céu,
não há nada na terra que as separe!"
Haredita Angel
27.10.13

-Ah, o amor!
- Amar alguém é carregar o céu dentro de si.
( E o inferno também)
Haredita Angel
27.10.16

- Porque Dezembro tem cheiro de sonhos,
e cor de céu as vestes de Jesus menino.
Haredita Angel
28.12.25

-Faça de mim um pensamento bonito, pois serei para sempre uma estrelinha no céu da sua vida.
Haredita Angel
29.04.24

"Ela era o céu que eu podia ver e admirar, mas jamais tocar! Assim aprendi que ela, com toda a sua beleza, iluminava a minha vida apenas por existir.
Pena que ela nunca soube de nada disso!"
Haredita Angel
13.07.26

enfim, eclipse . . .
a lua se entrega ao sol, no meio do céu, ao meio dia,
assim. elipse . . .
se faz escuridão. que cega as testemunhas da ousadia
ao fim, o ápice

Eu respirei o hálito das nuvens
que passeavam nas trilhas do céu...


aguardavo a inspiração no sussurro
dos raios prateados da lua...


e já sentia sobre a epiderme d'alma
as gotas de suor das estrelas...
✍©️@MiriamDaCosta

Pinto este céu cinério
com todas as cores da poesia...


e da chuva coleto milhares de gotas
esculpidas em versos...


sinto a magia surgindo na vida,
ardente por viver...


e me aqueço no sol
que brilha forte em minh’alma.
✍©️@MiriamDaCosta

Aquele que lança
sementes ao vento
fará o céu florescer...
Como um pintor
e suas pinceladas
na tela...
Como um poeta
e suas canetadas
no papel...


Aquele que lança
sementes ao vento
instiga o próprio céu
a romper em flor,
como se o infinito
também tivesse veias
onde germina o impossível....
Como um pintor
que fere a tela
com profundas pinceladas
de mundo…
Como um poeta
que sangra sílabas
sobre o papel,
até que a palavra
ganhe carne....


Aquele que entrega
suas sementes ao vento
sussurra ao firmamento
um desejo de flor;
e o céu, sensível,
abre claridades
para acolher o gesto...
Como um pintor
que encosta ternamente
a cor na pele da tela…
Como um poeta
que repousa sua alma
na ponta da caneta,
e deixa que o papel
o abrace...


✍©️@MiriamDaCosta

1
Ontem,
o céu desabou em fúria ⛈🌧🌩
raios, trovões, trovoadas
e o silêncio forçado
de dez horas sem luz.


Acendi velas
para enfrentar a noite,
sentei na varanda
e deixei o frescor
e o cheiro da chuva de verão
me atravessarem.


Foi então que a infância voltou.


Ó, infância!
Tão rica em gestos pequenos
e mundos imensos.
Quando a luz faltava,
inventávamos imagens nas paredes:
dedos, mãos, sombras vivas
dançando à chama da vela.


Éramos felizes
com tão pouco.
E nem sabíamos.


2
A tempestade levou a energia
e trouxe lembranças.


À luz frágil das velas,
a noite deixou de ser escura
e virou memória.
Na varanda, a chuva de verão
cheirava a ontem.


Lembrei da infância,
quando a falta de luz
era brincadeira,
e as mãos criavam mundos
nas paredes nuas.


Éramos felizes
sem nomear a felicidade.
Ela apenas existia.


Faltou a luz.
Sobrou a infância.


Uma vela,
uma parede,
duas mãos
e o riso fácil
de quem ainda não sabia
o peso do tempo.


3
A chuva caiu como quem bate à porta do passado.
E, sem pedir licença, entrou.


Na penumbra da casa sem luz,
as velas acesas abriram frestas no tempo.
Sentei-me em silêncio,
ouvindo o sussurro do vento
e respirando o cheiro morno da chuva de verão.


Foi ali que a infância me encontrou.
Inteira.
Descalça.
Com as mãos pequenas desenhando mundos
nas paredes insones da noite.


Não havia pressa.
Nem medo.
A escuridão era brincadeira
e a simplicidade, um milagre cotidiano.


Éramos felizes,
não porque sabíamos,
mas porque vivíamos.


Hoje, a memória acende
o que o tempo apagou.
E, por instantes,
à luz frágil da lembrança,
volto a ser casa.
✍©️@MiriamDaCosta