Poemas Sobre Céu

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⁠As cinzas transformaram
de maneira pressentida
o céu no lago parado da morte,
não sei mais a diferença
quando faz Sol ou chove.

Os meus sentidos andam
endurecidos e me pego
a cada dia gostando
menos de tudo o quê
estou testemunhando.

Perdi as contas de quantas
vezes mastiguei e engoli
a minha própria língua
por tomar noção que
muita coisa virou cinza.

Ler as notícias e insistir
em olhar para o céu
continua sendo um engano,
o Apocalipse está
dominando os pulmões.

Só sei que choro por dentro
e os pássaros cantam
de desespero antes
mesmo do Sol raiar
e não sei mais e como falar.

Como quem beija o céu
a Escumilha oriental
revela as suas flores
como quem beija o amado,
Igual à ela os dias
com poesia o tenho beijado.


A sua existência distante
no coração tenho embalado,
O desejo pelo romance
e o inevitável têm capturado
o quê era outrora impensado.


Ainda que de tudo talvez
esteja em algum lugar distraído,
e não tenha me reconhecido:
O tempo tem o próprio laço.

Como o Condor-dos-andes,
cruzar o céu austral
do meu para o seu coração,
Fazer que o meu
nome nos teus lábios
se valore como a oração
ancestral reconhecida,
E se transforme na canção,
que desperte a paz,
sem tardar nas auroras.


Ao mesmo tempo ser
arma e a flor em disparo,
para que a guerra
não encontre abrigo
na nossa amada terra,
Tornar o peito abandeirado
do amor convicto,
para que não haja rendição
nas mãos de nenhum inimigo.

Quem dera ser no seu céu
a sua Lua Cheia de Ano Novo,
À iluminar sua a noite escura,
e que sei que lhe foi imposta;
Enquanto não chega a aurora,
beijo-te com poesia amorosa,
onde até não me for possível.


(Em ti sei que há tempos existo).

No céu da América do Sul
sem temer a garra da águia,
o voo total é o do Condor
sob a Via Láctea e ao redor
da íntima Lua Cheia do céu
da minha Pátria Grande,
E da minha fortuna poética
que é o nosso romance.

Ostento no coração igual
a florada Manduirana
reverente sob o céu austral
que o olhos encanta.


Nascendo sob a guarda
da Mata Atlântica, do Cerrado,
e até mesmo da Caatinga,
porque tudo aqui é poesia.


Habitante do pensamento
é o suficiente para tornar-me
o teu favorito sentimento.


O tempo que para uns dilui
usualmente o charme,
traz aliança e estabelecimento.

Diante dos teus olhos que
são onde convergem o céu
e monumentos do tempo,
Mesmo que ventos contrários
soprem nas nossas faces,
Convicta ando insistindo
para que o nosso mundo
íntimo não tenha destino
igual ao da Linha Durand.


Pisoteei caleidoscópios,
rasguei todos calendários
e quebrei muitos relógios,
Por recusar viver a vida
toda a mercê do acordo
entre o cavaleiro e o emir,
Está para nascer quem irá
ditar os meus valores a seguir.


Por saber que a história
não começou a partir daí,
As minhas próprias regras
fui eu quem escrevi,
E uma delas é que impérios
sempre as próprias covas
por si mesmos cavarão.


Confio na predição forjada
por lágrimas, sangue e fogo,
e na sublime ambição
que converge na sua direção
levando o teu amor no coração
com a certeza da tua retribuição.

No Hemisfério Celestial Sul,
o céu da minha Pátria amada
a Aurora Austral alcançou --
e em Santa Catarina tocou,
deixando Alfredo Wagner
toda hipnotizada...,
e a mim como mulher
plena, confiante e preparada.


Sim, o meu coração por
um instante apaziguou,
com presença empolgou,
e sigo encantada...,
não pensando mais nada
que me tire dessa cena
que deixou-me extasiada.


Não faço previsão quando
a Aurora Austral voltará
por aqui a iluminar,
Só sei que antes disso
quero estar com você
do lado para gente se mimar,
e do jeito merecido nos amar
de tal forma que não queira
mais para o mundo lá fora voltar,
e outros amores vir a conquistar.

⁠Duas aves passeavam no céu quando uma das Duas perguntou pra outra


VAMOS comer umas nuvens?


E a outra respondeu


Aquela de algodão doce é a minha...

Era tudo tão belo
no horizonte
do nosso amor
que o céu
se abriu azul ⁠

Quando voa o condor
Com o céu por detrás
Traz na asa um sonho
Com o céu por detrás
Voa condor
Que a gente voa atrás
Voa atrás do sonho
Com o céu por detrás ...

Condor -

⁠Se a Partida dos que amamos não fosse tão Dolorosa, talvez quiséssemos fazer baderna no céu.


Talvez quiséssemos habitá-lo antes do Tempo de Deus — e sem ao menos nos dar ao trabalho de construí-lo.


Mas a dor existe — e não por crueldade.


Ela é o limite que nos ensina reverência.


É o peso que desacelera a alma para que ela atravesse o mistério com humildade, não com euforia inconsequente.


A Saudade, o Choro e o Silêncio que ficam nos que permanecem, são parte desse rito.


A morte não é um convite à festa, é um chamado ao recolhimento.


Se fosse fácil demais, talvez banalizássemos o Sagrado, transformando o eterno em continuação do ruído que fazemos por aqui.


A dor nos lembra que a passagem é muito séria, que algo imenso está acontecendo.


Ela organiza o caos interior, cala a pressa e quebra o orgulho.


Ensina que não se entra no céu como quem invade um lugar, mas como quem é recebido — desarmado, despido de excessos, sem baderna, sem aplausos.


Talvez seja por isso que dói tanto: para a Eternidade começar em profundo e reflexivo silêncio.

O céu não precisa de sol pra nascer o dia,
nem da lua pra trazer calmaria.
Porque a luz que lá existe não é criação
é o próprio Deus em manifestação.
miriamleal

"Não caminho pelos sinais da terra, mas pelas promessas do céu. O que sinto é passageiro, mas o que creio é eterno."


"A visão natural me limita, mas a fé me conduz além do que os olhos podem alcançar. Vivo pela Palavra, não pela aparência."

Não temas os dias de prova,
Nem os ventos que tentam calar,
Pois o céu já escreveu tua história,
E ninguém ousará apagar.

Cuida da alma ferida,
Não deixes a dor governar,
O Senhor é bálsamo e vida,
Ele sabe o tempo de entregar.

O louvor libera estratégias do Céu,
Em 2Cr 20, Josafá recebe de Deus uma tática inusitada: colocar adoradores à frente do exército.


O louvor muda a atmosfera espiritual e abre caminho para que Deus combata por nós.


Atos 16:25-26 – Paulo e Silas não foram libertos por uma chave, mas por um cântico.

Hoje, o Céu ainda clama:
“Escolhe a vida, abandona a sombra,
lava tuas vestes no sangue puro,
e caminha no temor do Senhor”.


Porque o pecado é sentença de morte,
mas Cristo é a Ressurreição e a Vida.

Na igreja de Cristo não mede-se grandeza,
por títulos, púlpitos ou posição na mesa.
O céu não aplaude vaidade vazia,
mas o coração que ama em plena harmonia.

Não lances pedras,
não é esse o chamado do céu.
Estende as mãos, ama sem reservas,
e prosperará quem vive o que Cristo viveu.


Pois a mão que se abre,
nunca fica vazia;
e o coração que perdoa,
torna-se terra fértil de alegria.

O mundo viu maldição,
O Céu enxergou redenção.
Onde homens cuspiam desprezo,
O Pai derramava salvação.