Poemas Saudades do Emprego Antigo
Minha visão do BRASIL antigo.
Sempre exportamos o melhor e ficamos sempre com o a pior parte.
Em compensação os produtos importados sempre eram de melhor qualidade.
Os produtos de menor qualidade sempre de preços mais baixos e os de melhor qualidade sempre de preços mais altos.
Sempre servindo e sempre fomos retribuido.
Convento da Orada -
Em plena planície Alentejana
há um edifício antigo que se ergue.
A paz que da fachada ele emana
não deixa indiferente quem lá segue.
Há nele um aroma místico de paz
que atravessa a nossa caminhada,
nas várzeas da solitária Monsaraz
alevantasse o Convento da Orada.
Intimo, extenso, pesado mas profundo ...
No seu silencio escutam-se as vozes
de mil frades perdidos pelo mundo.
E passa o tempo, a vaidade, a solidão,
só não passam os olhos tristes e ferozes
de D. Nuno, junto à cruz, em oração.
EU-JORGAL
Ó trovador que abre seu lábio antigo,
Diga a musa que ouve doce as cantigas de amigo:
Assim como tu sabes que mente para si,
És tola e eu tolo, mesmo sem a tua harpa,
Minha harpa é tua harpa, pois é para ti.
Chego até querer ir a tua corte com lira de maldizer,
Porem tua íris céu, cabelo ouro e branca rosada,
Expulsa de mim a sátira grosseira a cavalgada
Feito Segrel e seu cavalo perdido em toada .
Desde as melodias da antiguidade
Os trovadores sopravam realidades.
E tu dama a mim desfere lira de escarnio
Enquanto minha harpa compõe amor em grande ensaio.
A saudade me acena
na imagem pequena
de um antigo retrato.
A saudade é cruel, e a solidão é perversa, me faz lembrar de cada detalhe seu, LEMBRO das nossas conversas. Lembro que eu te fazia sorrir, lembro que um dia você parou, pensou e disse, você o motivo pra ainda eu existir. MAs hoje o que resta é aquela imagem pequena,, e
a saudade me acena nessa
imagem pequena
de um antigo retrato
Por favor não me ame,
Não estou preparado
Um antigo amor me deixou machucado
Ah se eu pudesse voltar no tempo
E apagar tudo que aconteceu
Eu não seria essa pessoa
Tão sem sentimentos
Desculpa, você não tem culpa
Mas cuidado, não se apaixone
Essa minha indecisão è medo e
Tem nome
Meu coração está ferrado, e cheio de amargura
Mas não vai ser um novo amor
Que me trará uma cura
Ter saudade é recordar
Uma fase do passado
É rever o filme antigo
Esquecido e superado
É reler a velha história
Em um livro da memória
Amarelo e empoeirado
Porto do Mandoca, tão antigo e belo,
Lugar de conchas trituradas para o Brasil colonial,
Sambaqui, história e paisagem num só apelo,
E hoje, esgoto e descaso a prejudicar sua vital faceta ambiental.
Famílias tradicionais, outrora tão dependentes,
Clamam pelo retorno da preservação,
Para que haja um futuro mais verdejante e contente,
E se possa proteger tão majestoso tesouro de grande admiração.
O falso progresso, um engano ardiloso,
Sequestra a beleza e a história desse lugar sublime,
Aprendamos a mudar os nossos antigos hábitos danosos,
Para termos um futuro mais claro e menos sinistro em tempos de crime.
O calor, que em dias de hoje incomoda sem cessar,
Terá um futuro insuportável sem ações urgentes e efetivas,
Os governos precisam pensar em um futuro melhor a se delinear,
Para que o meio ambiente não sofra mais com atitudes tão primitivas.
Reformulemos nossos hábitos, cuidemos do nosso planeta sem hesitar,
Salvemos as maravilhas que ainda restam e que nos encantam tanto,
Para que nossos filhos possam desfrutar do que somente a natureza pode ofertar,
E que o mundo seja um lugar mais humano e amoroso em cada recanto.
Você despertou em mim um desejo antigo,
Uma chama que há muito se apagou,
Tocou meu coração como um abrigo,
E um sentimento esquecido se renovou.
Mas a falta de transparência, o véu que ergueu,
Ofuscou a luz que começava a brilhar,
O que era doce e intenso, se perdeu,
Num mar de incertezas a me sufocar.
Queria te dar o meu amor sem medida,
Mas a dúvida envenenou o que era puro,
O desejo que antes era vida,
Agora é só sombra em um caminho obscuro.
Sinto que poderia ter sido real,
Um sentimento profundo e verdadeiro,
Mas sua falta de clareza, afinal,
Transformou o amor em um devaneio passageiro.
E assim, o que nasceu em ardente paixão,
Morreu nas entrelinhas do que não foi dito,
Perdi o encanto, a força da emoção,
Por um amor que nunca se revelou infinito.
BAIRROS: UMA VISÃO ABRANGENTE DE MARABÁ
Cidade Nova, bairro antigo
Que guarda a memória e a tradição
De um povo que cresceu com o perigo
De uma terra que se fez com a união
Morada Nova, bairro distante
Que acolhe a gente simples e sofrida
De um povo que luta a cada instante
De uma terra que se busca uma saída
Nova Marabá, bairro planejado
Que oferece infraestrutura e qualidade
De um povo que vive com conforto e dignidade
De uma terra que se orgulha do seu legado
São Félix, bairro ribeirinho
Que convive com a beleza e a enchente
De um povo que pesca com carinho
De uma terra que se renova com a corrente
Velha Marabá, bairro histórico
Que preserva a cultura e a identidade
De um povo que tem orgulho e brio
De uma terra que se ama de verdade
Cidade Jardim, bairro novo
Que surge com a esperança e a vontade
De um povo que sonha com o seu povo
De uma terra que se prepara para a liberdade
BILBOQUÊ
Marco Aurélio Chagas
É um brinquedo muito antigo,
Que se joga com a mão.
É uma bola de madeira
E que é presa a um cordão
Que é ligado a um suporte.
Ela tem furo central.
Que deve ser encaixado
No tal suporte, afinal.
***
Nós humanos:
Nós, humanos, temos tantas coisas. Temos medo do novo, do antigo, do presente. Tememos a sociedade, o mundo e tantas outras futilidades. Contudo, acredito que o maior temor do homem seja o fracasso! Errar nos assombra e nos aprisiona em uma teia enganosa, meticulosamente entrelaçada para se infiltrar em nossa mente e nos convencer de que jamais seremos capazes de realizar algo. O fracasso, de fato, é assustador, mas sabe o que é ainda mais aterrador? Uma inércia. O "nada" é sempre uma coisa só: vazia, imutável e inalterável. Mas o fracasso? O fracasso pode se transformar em triunfo. Como diz o velho dito: "Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura". A insistência e a determinação são os aniquiladores do fracasso, e quando combinados, não há falha que resista. Por isso, avance! Vença com persistência e determinação. O céu não é o limite.
Canção da Resistência
Nas folhas que dançam ao vento da manhã,
há um canto de força, antigo e protetor.
Cada raiz é uma memória e um poder,
que mantém viva a terra, mesmo ao anoitecer.
Resistir é o destino de quem ama a existência,
proteger, a missão que nunca tem fim.
A floresta, mãe e fortaleza verde,
abriga um povo que resiste ao massacre constante.
Sob o céu estrelado, os troncos fortes
contam histórias de lutas e de dor.
Na batalha por cada folha, cada pedaço de chão,
vive a resistência, o eterno coração.Enquanto houver terra, haverá proteção,
enquanto houver luta, haverá renovação.
E no ciclo infinito de vida e querer,
o povo resiste, mesmo após o massacre sofrer.
O Morgado da Golegã -
Lá vai o Senhor Morgado um antigo anfitrião
com calça de riscado, com modos de galã
e segue pelas ruas cumprindo a tradição
a trote p'la calçada da velha Golegã.
O Povo emocionado num grito em ovação
aplaude o Senhor Morgado um homem de virtude
e aquela alva figura marcada p'la paixão
recorda a tradição do seu tempo de juventude.
O dia é de festa, cavalos; cavaleiros
por toda a Golegã é feira de S. Martinho
e à luz do Sol ardente há flores nos canteiros
crianças pela rua brincando no caminho.
Nobrezas de carácter, brasões no dedo em riste,
famílias d'outros tempos pejadas de saudade
desfilam na clareira da praça branca e triste
alegres cavaleiros de antiga mocidade.
Há fumo pelo ar, castanhas pelo espaço
há fado em cada esquina é a voz do passado
e a trote ou a galope acenando com o braço
num puro Lusitano vai passando o Senhor Morgado.
Saudade do Rio antigo.
Lá onde o sol beijava o mar,
Minha infância voou, sem pressa,
Em Niterói, berço de sonhar.
Na Escola Santos Dias, aprendi,
Letras e números, sonhos e gritos,
Professores que inspiravam,
Amizades que eternizam.
Praias de Icaraí, São Francisco,
Onde o verde encontra o azul,
Crianças rindo, ondas dançando,
Inocência sem igual.
Cinemas de rua, filmes clássicos,
Sorvetes na mão, risos livres,
Calçadões de madeira, histórias,
Vozes do passado, memórias.
O Rio de Janeiro de outrora,
Era um cenário de magia,
Carnaval, samba e alegria,
Viva a saudade que não passa.
Hoje, da distância, eu vejo,
A cidade que meu coração guarda,
E, na saudade, eu sinto,
O Rio antigo, minha alma guarda.
Ecos da Eternidade
Nas brumas do tempo, ouço um canto,
um sussurro antigo, um verso santo.
Há segredos na aurora e nas marés,
há promessas tatuadas nos pés.
Caminho entre sombras e luzes veladas,
minha alma é chama, em fogo bordada.
Busco no vento respostas silentes,
na dança das folhas, verdades latentes.
O que é o destino, senão um esboço?
Traços de sonhos num céu de alvoroço.
Sou rastro de estrela, sou poeira em dança,
sou lágrima e riso, sou fé e esperança.
Se o tempo me leva, deixo raízes,
palavras gravadas em almas felizes.
Pois sei que na brisa, nos cantos do dia,
meus versos renascem — pura poesia.
Título: Primeiro Trabalho.
Nada de incrível vou contar,
Mas meu antigo serviço vou citar:
Ainda criança, PCs desmontava,
Apenas aprofundei o que já me encantava.
Estudei montagem e manutenção,
Transformei curiosidade em profissão,
E na loja de eletrônica fui trabalhar,
Sem saber bem como me comportar.
Uma visita certa vez fui fazer,
E a bicicleta, veja só, esqueci de trazer!
Meses depois, a surpresa veio então:
Estava no cliente, guardada no galpão!
Como explicar, no fim, tal situação?
Ao meu antigo patrão!
Reanimei sem querer (e agora, faz o quê?)
Lendo um poema antigo,
olha só no que deu...
Reacendi uma chama,
que nem sabia que era meu!
Vi sua foto outro dia,
deu até um arrepio...
Tá mais linda que antes,
e eu aqui... meio vazio.
Ôôôô, e agora, faz o quê?
Se meu coração danado só pensa em você?
Ôôôô, o tempo foi, mas não levou...
Aquele moleque bobo que te amou!
Me diz, ainda dá risada
do jeito que eu falava?
Ainda vira o rosto
quando alguém te elogiava?
Se eu te puxasse pra dança,
será que ia lembrar?
Ou será que dois passos
já iam te tropeçar?
Ôôôô, e agora, faz o quê?
Se meu coração danado só pensa em você?
Ôôôô, o tempo foi, mas não levou...
Aquele moleque bobo que te amou!
Se quiser me chamar,
tô por aqui, sem pressa...
Mas se for me chamar,
chama logo... antes que eu peça!
- Relacionados
- Frases de saudades para status que te ajudam a desabafar
- Frases Bonitas sobre Saudades
- Frases de saudades de quem morreu para manter viva a sua memória
- Saudades
- Poemas de saudade que traduzem memórias em versos
- Mensagens para pai falecido que expressam saudade e amor eterno
- Despedida de Emprego
