Poemas Saudades do Emprego Antigo
a garça voou
sumiu nos telhados do antigo cinema
voou na cidade
às cinco da tarde
me trouxe um poema
No antigo continente havia uma vila chamada Ledub, onde os animais viviam fazendo suas atividades no dia a dia. O touro da vila se sente inferiorizado, Injustiçado, porque algumas ovelhas citavam seus chifres para simbolizar uma ovelha corna e o mitológico lobo mau de chifres.
Esse touro em um certo momento encontrou o seu amigo galo e contou o que lhe afligia!
O galo ouvindo as lamúrias do touro, disse: você adquiriu chifres para se defender dos seus predadores, assim como alguns porcos adquiriram a pele mais escura para se defender do sol quente em áreas muito quentes. Já os porcos brancos adquiriram a cor mais clara para absorver mais o sol, pois estavam residindo em regiões frias e de pouco sol.
O sábio galo ainda completou: tenha orgulho dessa sua ferramenta de defesa, pois sem ela, talvez há muito tempo a sua espécie teria deixado de existir.
O touro depois de ouvir os dizeres do galo, lhe agradeceu, já satisfeito com a explicação!
Autor: Arcélio Alberto Preissler
meu coração ainda tem sequelas
de um antigo amor
trago lembranças amargas
que não serão apagadas
feridas que não serão curadas
por uma simples noite de amor
Olha só onde chegamos, quem diria que aquele sonho antigo
Quase que empoeirado por nossas mentes
Se realizaria em tão pouco tempo
Valeu a pena toda nossa espera
Minhas esperanças já estavam escassas
Mas tudo mudou... Acho que a coragem dos outros nos inspira
Para que façamos o mesmo
É verdade que tudo tem um fim, menos a nossa história.
Era uma segunda-feira
Como ontem também tinha sido
E aos pés da castanheira
Um antigo desconhecido
Murmurava frases indecifráveis
Que julgaram ser engano
Mas em suas notas memoráveis
O legado de um velho cigano
Num quarto de mofo e pó
Prenunciava o começo e fim
Das derrotas de um homem só
Aos desvarios de um milhar de festins
E mesmo as cartas centenárias
Não teriam previsto as brigas
Das tardes de costura ordinárias
Ao fim consumado em formigas
Se nem daquela que foi a mais bela
Puderam compreender os romances
Na piedade, na nobreza e na guerra
Ao vento que não relega outra chance
superar
a tristeza de não ter mais você
e seguir como se o rio esquecesse o leito antigo
procuro as palavras para te cobrir
mas me faltam letras
tropeço nas sílabas do teu nome
(mesmo que já não possa lembra-lo inteiro)
já vivo sem você
costuro cavalgo comungo
só não sei
como partir inteira
retomar pedaços
fatias
de um corpo que foi meu
(as marcas da história de cada um)
as marcas da nossa história
emolduram
um jeito velho de ser
um jeito esquecido e velho
de ser mulher
Filosofando.
Desigualdade humana...
Na emana filosofia...
Nem sei se vivo no mundo antigo...
Ou moderno...
Acho mesmo que isso tudo aqui na terra...
É apenas uma ilusão...
Vivemos e morremos...
Nascemos chorando...
Crescemos amando...
Sem pensar em um insano demasiado labirinto...
Aos poucos...
Vamos nos aperfeiçoando...
Entre risos e alegrias...
Filtramos os bons momentos....
Vou eu como escritor...
Vou com algumas filosofias...
Embora não sendo um filósofo...
Dou meus arremates....
Não penso em Vitória...
Não penso em empate...
Por enquanto...
Só peço que não me batam...
Vou tirando aos poucos...
As ferpas que me atiram...
Apenas quero eu...
Beber das gotas de orvalho...
E assim vou criando meus atalhos...
Sobrevivência...
É tudo...
E isso...
Me faz...
Viver o presente...
E nem esquentar com o futuro....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
POEMA AO RÁDIO
Um antigo veículo de comunicação
de muita gente a paixão
infelizmente está sendo calado
e pelo romântismo olvidado!
Que saudade do rádio antigo
verdadeiro companheiro e amigo
que nos trazia a noticia sem sofisticação
e tocava músicas direto para o coração
Hoje em dia não tem mais vóz
nos deixando sentir tão sós
é para os donos uma fábrica de dinheiro
e já deixou de ser o companheiro
das nossas noites vazias
e também de nossas alegrias
Pois já não ha quem diga o que queremos ouvir
e que nos faça no peito, um aconchego sentir
a música toda americanizada
não traz o calor da juventude passada!
Hoje, ao amigo rádio
meus parabéns, sem gaudio
mas por tudo que foste um dia
registro em verso, a minha nostalgia!
odair flores
Alma de Poeta.
Ainda criança...
Renunciei um verso antigo....
Cresci com minha herança....
Tenho brilhantes ideias....
Vôo como pássaro....
Bato asas e não sinto cansaço....
Em minha ilusão ótica....
Faço poemas com fetiches...
Nas preces clamadas....
Mudo tudo pra não ficar na mesmice...
Minha juventude ficou perdida...
Mas ela sobrevoou...
Nas montanhas e pradarias....
Verde campo rasteiro....
Sou um lisongeador da natureza....
Aprecio a escrita...
Descrevo o verso chorado...
Só pra ver o que acontece...
Azul cintilante....
Amarelo e verde do agreste....
E sigo avante no restante...
Ahooo madrugada fria...
Bom dia pra quem acordou...
Quem vai sair de casa...
Toma café com seu amor...
Amores a amoras...
Ahooo , nobres senhoras....
Faço poemas e não faço rascunhos...
Cabe a mim usar os dedos...
Movimentando meus punhos...
Se é pra versejar....
Sou uma ave no céu a cantar....
Os perfumes estão por aí....
As flores nos jardins...
Gansos no remanso...
Estados do sul...
América Central...
Ou Sul ou do Norte....
Fuso horário modificado...
Falo daqui de Manaus...
E se não me levem a mal...
Até para aqueles que não gostam de mim...
Mando um beijo e um mando um tchau...
Até outro dia...
Aceno pra vocês com minhas mãos....
Nessa despedida deixo também...
A minha saudação...
Adeus Canarinho pequenino...
A pegada aqui é segura....
O sistema aqui é bruto...
Sou versátil e eficaz...
Escrevo com a alma de menino...
Não bebo água no prato...
Sou chato por uma parte...
Mas nesse verso...
Exijo que me sirvam...
Em copo cristalino....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Laços de feitiços
Magia em cântico.
Bruxaria no espelho negro...
Antigo luar remanesce.
Espírito que se eleva na noite.
Alma que marcada por paixão.
Na luz da nudez clamor sereno...
Tão breve quando a morte.
A pergunta que cala alma.
No fundo dela está estrelas...
Marcas nós conforta muito além do tempo.
Em você eu não mais penso, apenas possuo lamentos.
Seu antigo amor me corrói, mas seu atual orgulho desmedido me reconstrói.
Não quis te esquecer, mas não posso mais te ver.
Só posso crescer, enquanto de longe te vejo em picado descender...
Você sabia ?
O desenho do peixe é o símbolo mais antigo do Cristianismo, o anagrama era uma proclamação de fé, por conta da da perseguição ferrenha os cristãos viviam meio que na "clandestinidade " para não serem mortos.
Como um cristão poderia saber que outra pessoa também era cristã?
Os cristãos usavam codigos secretos, um desses códigos era o “Ichthys” ou “Ichthus”, palavra que, em grego antigo (ἰχθύς), significava “peixe“.
A hipótese mais levantada é a de que o cristão, quando supunha estar diante de outro cristão clandestino, desenhava uma curva ou meia-lua no chão. Se a pessoa desenhasse outra meia-lua sobreposta à dele, completando assim a figura de um peixe, seria muito maior a probabilidade de que se tratasse mesmo de um seguidor de Jesus que conhecia o “código secreto” cristão.
E por que a imagem de um peixe?
Porque as letras que formam a palavra “peixe” em grego, quando escritas em maiúsculas (ΙΧΘΥΣ), formam um acrônimo com as iniciais da expressão “Iēsous Christos Theou Yios Sōtēr“, que significa “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador” (em grego antigo: Ἰησοῦς Χριστός, Θεοῦ ͑Υιός, Σωτήρ).
O peixe veio a se tornar, desta forma, um dos primeiros símbolos cristãos, juntamente com a imagem do Bom Pastor e, posteriormente, com o Crucifixo.
ἰχθύς - Peixe
ἰ- ησοῦς - Jesus
χ - ριστός - Cristo
θ- εοῦ - Deus
ύ- ιός- filho
ς- ωτήρ- salvador
JESUS CRISTO FILHO DE DEUS SALVADOR
Eu era a chance de um recomeço,
Mas você não quis seguir em frente...
Foi só seu antigo amor voltar
Pra você me esquecer completamente
Só fui útil quando foi conveniente
Você só me quis enquanto estava carente
O Preto e o Branco do cinema antigo...
De cor só vc e teu brilho que significam o jovem artista.
Corpo e Alma de artista, que mesmo velhos e enrrugados aos olhos do mundo se renovam e se enchem de vida a cada personagem.
Como uma fonte da juventude, viciosa e insaciavel com a necessidade pela pocessão da vida de novos personagens tornando um ciclo sem fim onde o único objetivo é mais e mais...
Quando tudo muda?
Qual o momento em que aquele antigo amigo deixou de ser o mesmo?
Que aquela calça preferida deixou de ser requisitada nos melhores momentos.
Que aquela música do momento sempre é trocada?
Quando é que tudo muda?
Qual foi a hora em que as brigas com o seu irmão cessaram e você apoiou no braço dele pra ver TV?
Que você arrumou a cama e tirou a toalha molhada de cima dela sem a sua mãe mandar?
Pra se haver uma futura mudança nos momentos.
Precisa-se haver uma presente mudança nos pensamentos.
A todo momento, lugar e tempo alguem aprende algo.
E sempre que algo é assimilado personalidade é construida
e está sempre em construção.
Por isso nada é o mesmo.
Fomos um ontem.
Somos alguem hoje.
Seremos outro amanhã.
Quando tudo muda? Tudo sempre muda.
A única permanência é que sempre haverá mudanças.
Tenho saudade do amor antigo
tenho vontade de amar a flor
amar o doce
amar amor
tenho vontade da saudade
saudade boa, saudade amor
vontade chata, igual a dor
saudade e flor
vontade do amor
amor antigo
amor amor
com teu sorriso
sorriso bonito
igual a flor
flor da vontade
saudade do amor
amor amor
Recado antigo
Deixei-te ir,só, para lugar distante
E a solidão me trouxe o amargo desejo
De ver em cada doloroso instante
Como era curto o instante do teu beijo...
Pelo castelo mudo e deslumbrante
Que fiz outrora para o teu cortejo
Em tudo,até no som do teu beijo
Anda a saudade como sombra errante...
Das falenas já vejo a linda escolta
É a primavera,meu amor,que volta
A cobrir de esplendor nosso jardim...
E eu sempre á espera da alegria,
Que me roubou a tua fantasia
E o teu lindo sorriso de marfim
Soneto ao Amor Antigo
Ela é, do passado, minha única sina
Que mesmo depois de anos sem vê-la
Acredito que sempre poderei amá-la
Pois, um sonho com ela, me alucina.
Hoje quero apenas um simples lugar
Para com a dela, minha boca sorrir
Chamá-la de minha pequena e fugir
E mesmo assim, talvez, um dia voltar.
Depois junto a minha amada menina,
Sem medo de um longo silêncio,
Escolherei o futuro que nos destina.
Neste dia na ponta de cada caneta
E em cada papel estará dela o nome,
Com os verbos conjugados no futuro.
Meu coração tem um sonho antigo,
ter sempre alguém comigo pertinho de mim
compartilhar meus desejos meus medos
meus sonhos segredos tim tim por tim tim
nos momentos de solidão ter alguém pra abraçar e me aquecer
fazer eterno o fogo da paixão
ter coisas de amor pra cantar e pra dizer!
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