Poemas Reflexivos
"Não importa o quanto somos fortes, haverá pauladas que a vida irá dar que a gente vai desabar.
Não importa o quanto estejamos fracos , se houver vida, haverá chances para levantar."
Ser humano é exatamente colecionar prazeres e traumas em uma proporção vantajosa que possibilite a sobrevivência. No limite de nossa essência há marcas intangíveis que sangram como alerta para não sermos vítimas reincidentes de armadilhas alheias. Infelizmente, a couraça espinhosa que nos protege pode também ferir os outros. Nosso foco deve ser aprender a recolher os espinhos quando tentamos nos aproximar de um semelhante. Não é facil, mas sei que a maioria nem tenta, todos andam em modo automático e o pensamento saiu de moda. As pessoas ficam iludidas demais com a romantização extrema das relações e esquecem de que para haver um conjunto é preciso raciocínio lógico. O bendito amor não deve ser a procura e sim a consequência. É como querer o resultado sem ter resolvido o problema. A maioria, no fim das contas, só quer colar na prova da vida!
A imperfeição é uma questão de perspectiva; na verdade, cada detalhe da vida carrega sua perfeição única.
"Não importa o quanto você é forte, um dia a vida vai te bater tão forte que você vai despencar.
Não importa o quanto se sinta fraco, enquanto houver vida, haverá chances para se levantar."
Que com o amor de Jesus nos renovemos e busquemos sempre recomeçar, porque a vida são novos recomeços que acontecem todos os dias!
A relevância de uma vida humana não pode ser avaliada pela longevidade, mas sim , pelo espaço de tempo que o falecido levou para ser esquecido.
Nem tudo é como queremos, às vezes terá predas no nosso caminho, más sempre devemos continuar seguindo em frente.
No calar da noite, ao som dos tiros dos fuzis, escutando a morte, é aí que nós ficamos mais fortes.
Às vezes tenho vontade de caminhar pelo asfalto na chuva sem rumo, e ver até onde minhas pernas me levam.
VIDA é o movimento das vindas e idas. Assim como o mar, que com suas ondas eternamente dança entre a maré alta e a baixa, refletindo o eterno ciclo de desafios e calmaria.
Agradeço a Deus por mais um ano de vida, uma jornada repleta de aprendizados, bênçãos e oportunidades. Cada novo amanhecer é um presente divino, uma chance de crescer, amar e contribuir para o mundo. Que a gratidão permeie cada dia, e que eu possa honrar essa dádiva vivendo com propósito e bondade. Obrigado, Senhor, pela graça de mais um ano de vida.
Levar a vida a sério, não é ser um chato de galocha, mas ser chato e inconveniente, é não saber quando levar algo a sério!
Hoje, seguramente, é um dos dias mais difíceis de minha vida; em plena virada de ano, fogos coloridos e luminosos riscando os céus, o mundo comemorando novos tempos; a pessoa que mais amo, recolhida numa UTI de um hospital; na reclusão de um quarto, o sofrimento rasga o meu peito e agride frontalmente meu tenro coração.
Minha reputação não faz curvas; ela é uma reta onde todos possam enxergar com clareza o verdadeiro significado da vida
Morrerei com os ensinamentos de minha mãe. Filho, tenha conduta inabalável diante dos perigos e desafios da vida!
Uma vez construí um castelo de areia para nele abrigar meu desengano. Quando as ondas chegaram seus segredos foram levados para o horizonte, num todo querer de abandono. Fiquei ali parado entre o âmbar do céu e toda névoa de areia e sal. Toda imensidão de vidas entre eu e meus mundos refletia também um vazio cantante. Mas vazio de que? Como a vida que talvez repousasse também não seguia premente suas decisões em tantos tons de anil? Voltarei amanhã e quiçá não encontre uma concha marinha onde em seus labirintos escute o que não vim buscar...
Cada existir realmente acaba um dia? Se o espaço parece tão infinito, que me caberia dizer do tempo? Mas se toda existência não acabasse, qual propósito teria para o espírito em sua continuidade? Já me peguei acordado enquanto a cidade dormia toda sua forma humana, atravessando espírito alegre que no seguinte repousar seguia sendo sobre a vida; uma compreensão de amor tardio e vasto para aquelas horas. O que havia para amar naquele silêncio e tão grande escuridão? Era meu próprio existir efêmero fulminante que simplesmente transladava barreiras silenciosas no compasso de cada respiração do que viria a descobrir depois.
