Poemas que Falam sobre Estrelas
perdido na imensidao deste pequeno quarto
eu consegui sentir um pouco
daquilo que nao sentia um tempo
voei solitario confusa nos meus pensamentos
fugi pros planetas mais pequenos
gritei pro silencio e me veio uma resposta silenciosa
extremamente insurdecente
em meus proprios medos encontrei uma razao
do pq preciso tanto desta escassa escuridao
só assim consigo ver as estrelas da minha imensa galaxia perdidaa solidao nunca fora tao linda
porem a lua me disse que nunca estive sozinha
sempre tive a mim mesma e a esse universo infinito
Lar
Da janela de casa via estrelas
E pela manhã o Sol anunciava: já era dia
E dos sonhos que tivera outrora, ao menos agora, este lhe pertencia.
Brilhantemente lua serena
Reluzir estrelas da noite
Surge a saudade amena
Distrai-se e sofre o açoite
Sua Amada voou sem pena
O sereno lembrou-o o coite
Borboleta, sempre, é plena
Vagalume é um único afoite
Céu azul, doce brilho escuro.
Seus olhos são infinitos de possibilidade, alegria e lealdade.
Teu entusiasmo reflete em meu ser, a alegria constante que significa te ver.
Sua delicadeza transparece em toda sua essência e pureza, me trazendo o gosto doce deste devaneio.
Seus beijos são a coisa mais preciosa em que me espelho, um grande aperto.
Fecho os olhos e não te vejo, sendo, impossível respirar o som deste sórdido silêncio.
Não se vire contra, me beije até o brilho das estrelas se apagarem, até perdemos a sua conta.
Não há oque temer, não há para onde se esconder, oque é especial foi feito para se viver.
Passando em claro, com cada um de seus beijos molhados, me beije até amanhecer.
No dia do nosso encontro,
pedi a lua pra brilhar mais os seus olhos.
Acertei com o sol pra radiar em seus cabelos
e com as estrelas para dançar.
O vento suave me concedeu a ternura,
e os pássaros entoarão o canto.
E o tempo, pedi pra parar...
Viverei cada instantes, eternizando o tão sonhado momento do Amor.
Loucura Do Amar
Quando as estrelas do céu se acabarem,
E de uivar para a lua os lobos deixarem.
Neste dia há uma chance,
Que meu amor por ti se esvaeça.
Porém duvido muito,
Que uma loucura dessa aconteça.
Já me perdi encontrando estrelas
Fotografei momentos com o olhar
Sempre tive muita intensidade
Sim, essa é uma grande verdade
Que nunca fiz questão de guardar
Se achar que sabe tudo sobre mim
Está prestes a se enganar
Sou mais do que os seus olhos podem ver
Muito mais do que você possa imaginar
Forte, intensa e verdadeira
Jamais fui embora querendo voltar
Sou assim, extremamente feliz
Por nada e ninguém irei mudar.
Ao entardecer…
Meus pés tocam o céu
E as estrelas que surgem
Iluminam o meu caminhar
Descubro um sol dentro de mim
Prossigo e não consigo parar.
ONÇA
Forjo no sol o meu sangue...
Tal qual onça bravia...
Que ao acordar em mais um dia...
Fazendo-se de morta...
Aguarda o coveiro...
Em uma cova...
Em meu castelo...
Desse chão...
Ando pelas pedras encantadas...
Meu caminho...
Um sonho perigoso...
Que trilho sozinho...
Minha jornada...
Em noites perigosas...
Quando a lua se faz vermelha...
Nessa magia ardente...
Consumo o que vejo pela frente...
Presinto o que há por vir...
Será que mais alguém vê e escuta?
Será que somente eu...
Na vida, essa peça...
É o meu papel?
Ventania me agita...
E em meus olhos...
Um duvidoso brilho reluz...
Dias e noites me envolvem...
Continuando minha ronda...
Vendo um mundo oco...
Pensamentos de quase um louco...
Sem lei, sem rei, sem repouso...
Me acho...
Andam vultos pelas estradas...
E pelas calçadas com vultos...
Eu ando...
A teia do destino...
Não há quem corte ou desate...
Viver ou morrer...
No meio...
Um impasse...
Se um anjo tocar a corneta...
Me chamando ao encontro divino...
Levarei comigo..
Todas as glórias que hoje sinto...
Enquanto em mim o fogo clamar...
Sempre terei abertas minhas asas...
Jamais deixarei...
De como menino sonhar...
Jamais deixarei...
De como livre poder voar...
Meu chão, minha cor do amanhã...
Meus desejos, dores e coragem...
Pelejando diariamente...
Para minha vida ...
Não ser só uma miragem...
Dizem que tudo passa...
E o tempo cruel esfarela...
Enquanto Deus assim querer...
Minha luz ...
Não será quimera...
Hei de pulsar o amor...
Até mesmo na escuridão...
Amar para mim não é um devaneio...
Não é ilusão...
Não me veja como um falso profeta...
A sondar o inimaginável...
Sou como qualquer pessoa...
Vivendo meu fado...
Busco a estrela que me chama...
A luz que acende o sol...
O vôo do beija-flor...
Na vida...
Um pouco de amor...
Por tudo isso...
Meu espírito nunca há de envelhecer...
Sou contra a morte...
Nunca hei de morrer...
Sandro Paschoal Nogueira
Uma luz em seus céus
Escuro céu
Abriga um brilho
Brilho passado
Anos de distância
Apenas uma luz
Em seus céus
Universo ábdito
Traz uma poeira
Poeira estelar
Substância da vida
Apenas uma luz
Em seus céus
Estrela compacta
Funde matéria
Matéria nuclear
Dimensões deformadas
Apenas uma luz
Em seus céus
Há muitas centenas de bilhões de estrelas no universo.
Assim são as suas possibilidades.
Faça boas escolhas.
Insônia
Café amargo, sono escasso.
Mente sã, coração descompassado.
Resgato no silêncio da noite
O que resta das lembranças
Que com amor eu preservei.
As estrelas, que sem protesto
Observam a mente aquietar
São testemunhas da confissão
Que o sono não deixou eu proclamar.
Mas ainda tenho a mente bem clara. Estou tao claro como as estrelas. Mas, mesmo assim preciso dormir.
As estrelas, a lua e o sol dormem e mesmo o oceano também dorme às vezes, nos dias em que não há corrente e em que fica muito calmo.
O velho e o mar,
HEMINGWAY
ME CHAME
Me chame pra ver a lua
ou pra ver as estrelas.
Me chame para um banho de chuva
ou para o nascer do sol.
Me chame pra um café
ou para um lanche em família.
Me chame só pra te ver
ou pra fazer carinho em você.
Me chame pra ouvir músicas
ou pra curtir um cinema.
Me chame pra sua casa
ou venha pra minha.
Me chame pra ver seus amigos
ou pra conhecer os meus também.
Me chame pra sentir o sereno
ou pra mexer no teu cabelo moreno.
Me chame pra te ouvir
ou pra falar meus dramas.
Me chame pra acampar
ou só mesmo pra me beijar.
Me chame pro seu lado
e eu vou contigo ao além.
Me chame pra qualquer coisa,
só de me chamar já faz bem.
RESGATE
Olhei para o céu e não vi estrelas,
A lua disse que haviam cansado de tão pouca luz,
Que não fazia sentido serem tantas, porém tão afastadas,
Que só eram vistas à noite,
Subi além das densas nuvens do meu cansaço,
Só para lhes dizer que:
A pouca luz, é para que possamos vê-las com os olhos bem abertos,
Não estavam afastadas, e sim, dispostas de forma que tomassem todo o imenso céu,
E que só valentes resistem ao poder sombrio da noite.
Tomaram suas posições, dispostas a descansar apenas quando o sol chegar.
Vc foi o remedio pra minhas feridas e da dor
So restou a cicatrizes
Fui ao Ceu ao Paraiso
Numca te vi mas fecho os olhos e vejo vc sorrindo
Agr ate olha as estrelas tem mais sentido
Por olhei pra ela e ela refletia teu brilho
ENTULHO
(Bartolomeu Assis Souza)
Por mais que eu ainda disfarce
Nada faço, somente me desfaço
De mim mesmo serei o entulho
Que nestas trajetórias decrescentes
Será um adeus para sempre, ó estrelas
Volto a brincar de esconder-me
Só que enfim...(...) definitivamente...
definitiamente...
Ter o dom,ou a estranheza de pensar
E se aprofundar em cada detalhe dos arredores
Ouvir e sentir os Sons da poluição
E me arder os ouvidos
com a rotina incerta de meus pensamentos
Cada detalhe me prende de alguma forma
As luzes da cidade não são muito observadas
Mas eu as conto e observo
Como se fossem estrelas no céu
Todos os ares que por lá passam
São lembrados por mim
E de alguma forma eu os recordo
Como se fossem experiências de vida
Para alguns pareceria nojento
Lembrar do gosto de ferrugem
Que ficou em meus dedos
Quando toquei os corrimões do parque
Mas para mim,isso é poesia
Os gostos dos ares
E o rangido dos pés na calçada
Como as pessoas são distraídas
Não, eu que sou observadora
Ou somente louca poetiza
Deixei a madrugada na cama e vim tentar entender as estrelas.
Elas continuam de janelas abertas fazendo barulho pra lua,
que bailando, finge não vê-las.
Acordados, os meus sonhos também foram pra rua,
agora dispostos a competir com elas.
Bom seria tocar meus pés em solo fértil
Sentir minhas raízes
me lançar em outro mundo
Me entregar a todas as estrelas
Levar comigo o tropeço de transcender em violeta
Ser viajante da alma
Me perder no vazio
Sentir-me coração pulsante
Provar dos mais diversos frutos
Das mais diversas gentes
Ouvir os cândidos tocar da mata negra
Botar-me em frente ao ar
Cortando um sorriso em meu rosto
E o sentir em meu peito.
