Poemas Nao quero dizer Adeus
Sentir ou não sentir?
Os maiores filósofos da historia,
em alguns momentos de suas vidas
se atreveram a falar sobre o amor,
mas poucos chegaram a entender a essência.
Os romancistas por outro lado,
é óbvio que chegaram perto
ou ate entenderam o sentido do amor,
pois sentiram, e muitos sofreram com isso.
Então... Sentir ou não sentir?
Canto porque nasci para cantar.
Canto porque não sei falar.
Não tenho outro sentido a não ser voar.
Trocaria a minha liberdade pelo teu amor
que há muito perdi, por isso canto triste.
O mistério do amor resume-se
em amarsomente por amar...
Quando não posso cantar, escrevo,
tudo o que a minha alma precisa libertar,
para nas noites com as estrelas
alguma vida sem brilho, encantar.
Você pode ser trilhardário.
Transmitir posses, riquezas para os que te cercam,
mas se não transmitir a fé em Deus
eles serão sempre miseráveis.
Não a nada como a família
Reunida em uma mesa
Discutindo a vida com risadas de alegria
Orando para que nada mude
Com os anos que se inicia
Pense no passado
Viva o presente
Deseje o futuro
Porque coisas boas e ruins
Não ditaram o que virá a seguir
Poesia Viva
Alegria.
Por vezes vaidade.
Quem não sabe contemplar a simplicidade.
A vida.
Um jogo imoral.
Ou não.
Depende de cada qual.
A energia que se precisa.
Colocar a mente no equilíbrio.
Desafio.
Todo dia uma chuva.
Uma gota.
Um raio de tribulação.
E nós.
Perdidos.
Ou não.
Sabedor do que enfrentamos.
Arenas perigosas.
Por uma força monstruoso.
Que emerge do peito.
Não aceitamos qualquer leito.
A perseverança.
Confiança.
A paz
A luz.
A radiante esperança.
Em meio de tanta lambança.
O sorriso reluz.
As falcatruas do destino.
Chuto e ignoro.
Também as vezes imploro.
Que a piedade me alcance.
Quando não for capaz de vencer esse lance.
Choro.
Grito.
Enxugo o pranto.
É o que sinto.
Viver se persiste.
A esperança de quem não desiste.
Giovane Silva Santos
Não faça de teus medos
E teus receios um obstáculo
A procura da felicidade
Pois esses empecilhos impedem
De ver o que está em sua frente
Deixe de lado toda a amargura do passado
E de uma chance a nova vida
E descobrirá as maravilhas
Que o amor pode apresentar
Escolhi não esconder-me mais, optei por mim
Escolhi não iludir-me mais, optei pela verdade
Escolhi não fantasiar-me mais, optei pela realidade
Escolhi o amor, você...a comodidade.
Flávia Abib
Teus carinhos
.
Como poderia eu lembrar,
Fazer-me recordar
De quem nunca esqueci...
.
Não temos um passado
Nesse amor que é tão presente,
Vivo eu e só você em mim...
.
Passa o tempo
Marcando nossos corpos
Sem tocar a minh’alma apaixonada.
.
A menininha dos teus olhos
Abrandou o meu tímido grito
Sem me entregar teu coração...
.
Não me negaste teu sorriso
E os teus sonhos tão infindos,
Só não me deste a tua mão
E os teus carinhos.
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Frustração
Você fez sua ação com turbilhões de sensações que eu escolhi reprimir e assim não escancarar a altivez da minha indignação que senti ao perder a preciosidade do meu fruto. Você não me levou a desistência de criar no meu intímo uma novo ponto de pensamento.
Que este seja o começo para muitas reticências.
Silenciosa inspiração.
Não citarei...
Mas acreditei numa rubrica que inventei...
Vulcanizei um verso...
Porém...
Deixei o semi sintético...
Me sentindo natural...
Abri fendas em algumas palavras...
Encaixei outros circunflexos...
Gravei e grafei...
E com minha sileciosa inspiração...
Inexpliquei a mim mesmo...
Fui além...
Criei um vácuo único...
E com isso...
Armazenei a frase que eu mais precisava...
E hoje...
Por mais obscura que seja ela...
Compreendi o que eu fiz...
Na conservação desse poema...
Ele se abrange...
Em mim...
Adentro de minh'alma...
Naquilo que mais eu sonhei...
Autor Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Um observador...
É apenas um caçador de cenas reais e irreais...
Entender...!?
Não é somente filmar...
É esperar o melhor ângulo para fotografar...
Em cada cena...
Um processo...
Em cada lágrima...
Um verso escondido...
Em cada esconderijo...
Um olhar á fitar...
Na recepção...
Uma devassidão...
E nela...
Uma decepçâo...
Aí...
Vem a alegria ou a tristeza...
Ela blinda...
Ou fere...
Ela é uma dor aguda...
Ou uma fantasia ilustrada..
É a própria cura...?
Não conheço remédio doce que sara...
Sempre haverá um amargo em cada fase...
Desistir...
Não podemos....
E uma ou mais vezes....
Um desejo de vencer....
Os normais são paranornais...
E eles são poucos...
Os quase loucos como eu...
São muitos...
Então...!?
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
Você que vive de relatos de Céu e de Inferno...?!
Acorde eles não existem.
Te enganaram na vida tola que julgas malograr.
Não perca jamais
o que a vida te oferece;
Descole-se do passado,
o que importa é o presente.
O futuro?
"A Deus pertence!"
Muitas vezes as pessoas têm todo tempo do mundo para ajudar alguém, e muitas vezes fingem e não demonstram um pingo de preocupação, mas depois que acontece alguma coisa os mesmos ficam preocupados, afoitos, chorão, mas se esqueceram que tiveram a oportunidade de fazer a diferença na vida daquela pessoa e não fizeram.
Lailison Douglas.
Desanoitecendo
Sendo um bom colecionador,
Daquilo que me desfavorece,
Não promovo a preocupação,
Ela ocupa a posição que merece.
Simulando contentamento,
Confundindo o desgosto,
Desprezando o desânimo,
Animando o desprezo exposto.
Conduzo-me à confusão
De enxergar os pormenores
Sem visualizá-los.
Sabendo que a desatenção
É um lapso dos leitores,
Ocupo-me em despistá-los.
Se ocupe
E prossiga vivendo,
Despreocupe-se
Está desanoitecendo.
Crer ou não crer em tais dizeres…
Pós tantos, por nós tais contares ditos;
Por quem já se encontrou, de um outro lado;
Mas foi por médicos recuperado;
Mesmo sem ter participado em ritos.
Mas também dos ditos, da boa gente;
Que felizmente em nós cá, ainda tão há;
Como da que de nós, já cá não está;
Mas que em nosso sentir, a gente sente…
Tão sente, no sentir em nós deixado;
E bem guardado nas nossas memórias;
Por nos ter contado, lindas estórias;
Vividas, num de nós; viver passado.
Pois é meu cá tão primo e tanto IRMÃO;
Assim se passa cá, nosso viver;
Nesta nossa tão LINDA natureza!
Onde iremos, quer queiramos, quer não;
Dado a em ela nascermos, cá morrer;
Excepto: O não Nascido; em tal riqueza.
Com prudência;
