Poemas sobre mulheres

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"A mulher que se mantém
sensata dá sinal de grande
sabedoria, mas a mulher
vulgar revela publicamente
sua falta de juízo."


— By-Marcélio


🙂⁠

"A mulher que ⁠não
sabe ser feliz em casa
junto da família
não será nunca feliz."


By - Marcélio

Adão foi o único Homem que comeu a Mulher dele sozinho, por isso ele era feliz de verdade em todas as áreas de sua vida.


______Sim__⁠
🖤💙

Se uma mulher não pode me oferecer
uma vida melhor do que a que eu já
tenho sozinho, é melhor eu continuar
solteiro.⁠


____Sim__
Boa noite
😴

A mulher infiel não tem muito do que se orgulhar na vida, pois a sua maior virtude já foi destruída: o caráter.


____Sim__
😲⁠

Uma Mulher
Linda é aquela
que sabe que
não precisa gastar
dinheiro com
procedimentos
estéticos para
ser Linda.


_____Um Entusiasmo
Irrefutável_


Sim
❤️⁠

Sei que você é uma mulher forte, e que o teu chão sumiu muitas vezes, sei também o quão é difícil.
Existe até o medo de amar e ficar dependente.
(Saul Beleza)

_Laroyê Exu Mulher, Laroyê Dona Maria Mulambo da Calunga._

Senhora forte, bela, guerreira e soberana, quando caminhei pelas noites escuras da vida, foi a tua luz que iluminou meus passos. Quando o pão era escasso e as dificuldades batiam à minha porta, a senhora jamais permitiu que me faltasse sustento.

Quando a covardia e a maldade dos homens vieram em minha direção, tua força os afastou para longe, e nenhum deles pôde prevalecer sobre mim.
Mais do que amiga, a senhora é mãe. Mãe que acolhe, protege e guarda seus filhos com amor, firmeza e poder.

És rainha que governa com sabedoria e misericórdia, trazendo dignidade aos que clamam teu nome com fé.
Que tua gargalhada firme ecoe pelos meus caminhos, afastando todo mal, quebrando toda inveja, toda tristeza e toda energia negativa. Que tua força me cubra de proteção e tua presença me abençoe hoje e sempre.

Dona Maria Mulambo da Calunga, peço que derrame sobre minha vida prosperidade financeira, saúde, caminhos abertos e felicidade no amor.

Que nunca ninguém tenha poder para me humilhar ou pisar sobre mim. Me eleve, fortaleça minha cabeça e meu espírito, para que as dores e as maldades da vida jamais apaguem meu sorriso.

Permita que eu viva brilhando, emanando luz, alegria, coragem e esperança por onde eu passar. Que minha alma permaneça firme diante das batalhas e que meus caminhos sejam guiados pela tua proteção.

Maria Mulambo da Calunga é minha guardiã, minha rainha, minha melhor amiga. Foi a senhora quem me tomou no colo nos momentos de tristeza e trouxe luz para minha vida quando tudo parecia perdido.

Me abençoe com longos anos de vida e prosperidade aqui no Aiê e quando chegar o dia da minha passagem pelo teu reino, a Calunga, peço que me afaste dos males que nela habitam e permita que meu espírito siga em paz e segurança até as portas do Orum.

Laroyê Exu Mulher. Laroyê Dona Maria Mulambo da Calunga. Salve tua força, tua proteção e tua luz.

⁠Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.


Elas conduzem na terra, no ar e na água.


Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.


Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.


Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.


Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.


No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.

⁠Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.


Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.


A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.


Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.


O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.


A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.


Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.


Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.


Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.


Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.


Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.


O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.


Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.


Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!

⁠Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.


É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.


Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.


Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.


A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.


Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.


Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.


Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.


Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.


Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.


E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.


Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.


Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.


Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.


Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.


E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.

⁠Só o Estado
que insiste em
Fingir Preocupação com a Segurança das Mulheres,
libera Agressores
para empurrá-las
para as estatísticas.


E nesse teatro de contradições, a proteção vira discurso, enquanto a realidade segue sendo risco.


Leis são anunciadas como escudos, campanhas surgem como vitrines, e pronunciamentos ecoam promessas que não resistem ao primeiro teste da prática.


Há uma distância bastante cruel entre o que se diz e o que se faz — e é nesse intervalo descarado que a violência encontra espaço para continuar.


Não se trata apenas de falhas isoladas, mas de uma lógica que naturaliza o descaso.


O ciclo se repete: denúncia, indignação, manchetes e caprichoso esquecimento.


Enquanto isso, mulheres seguem sobrevivendo com medo, não apenas da violência em si, mas da possibilidade concreta de que, ao buscar ajuda, encontrarão apenas portas entreabertas, respostas tardias ou decisões que as devolvem ao perigo.


O mais inquietante é perceber que o problema não está na ausência de instrumentos, mas na falta de compromisso real com sua aplicação.


Como se a existência de Políticas Públicas fosse suficiente para acalmar consciências, mesmo quando elas não alcançam quem mais precisa.


Como se proteger fosse mais uma ideia do que uma prática.


No fim, o que se constrói é uma ilusão de cuidado — uma narrativa que tranquiliza quem observa de fora, mas abandona quem vive a urgência.


E talvez a pergunta que reste — sem tropeçar na covardia do Estado para se calar — não seja apenas por que isso acontece, mas até quando aceitaremos que a Aparência de Proteção valha mais do que a proteção em si.

Não há mulher abaixo ou acima do peso, fora do padrão, que macho idiota algum foi autorizado a impor ou validar.


A verdade é que o “padrão” nunca foi sobre beleza — sempre foi sobre controle.


Um molde invisível, moldado por olhares apressados e opiniões rasas, que tenta enquadrar o que é, por natureza, múltiplo, diverso e indomável.


O corpo feminino, ao longo do tempo, foi tratado como território público, sujeito a julgamentos, comparações e sentenças proferidas por quem jamais foi convidado a opinar.


Mas quem define o que é excesso ou escassez?


Quem mede o valor de um corpo como se fosse mercadoria em prateleira?


Há uma arrogância silenciosa em acreditar que se pode nomear o outro — como se a experiência de existir coubesse em números, curvas ou expectativas alheias.


Cada corpo carrega histórias que não se veem.


Cicatrizes que não se explicam.


Forças que não se medem.


Reduzir uma mulher a um “padrão” é ignorar a complexidade de tudo que ela é — e, mais ainda, de tudo que ela enfrentou para ser.


Talvez o verdadeiro desvio não esteja nos corpos que fogem às regras fabricadas, mas na necessidade insistente de sustentá-las para aquilo que nunca precisou delas.


Porque quando se tenta encaixar a diversidade em moldes estreitos, o que se revela não é um erro na forma — mas na visão de quem observa.


E, no fim, a pergunta que fica não é sobre quem está fora do padrão inventado… mas sobre por que ainda insistimos em padrões que não servem a ninguém, a não ser ao ego frágil de quem precisa sustentá-los para se sentir maior.⁠

Há um poder silencioso em reconstruir-se longe dos olhares curiosos. Hoje, celebro a mulher que sou e a paz que conquistei, deixando que o meu sucesso faça o barulho que eu não preciso fazer.
Feliz Dia das Mulheres
para quem sabe o valor do próprio segredo

Dona do meu destino e guardiã do meu silêncio. Ser mulher é ter a sabedoria de florescer no tempo certo, sem precisar de plateia para ser rainha. Feliz nosso dia!

8 de março, Dia Internacional das Mulheres

"Uma mulher infiel pode engravidar de outro homem e o marido não saber, assumindo a criança como sua, cenário comum em relatos de infidelidade."

Do Álbum: Uma Cadela Egoísta


😲

Minha Diva

Por que sente tantas dores, mulher?
Você está lutando pelo o que quer?
Por que és tão perfeita, Eva?
A beleza à perdição leva?
Bruxa, por que choras calma?
Dentro dos seus olhos há uma alma?
A mãe realmente usa a humildade?
A filha sempre diz a verdade?
A delicadeza é sinônimo de beleza?
Por que o feminino falta de clareza?
São perguntas tão impertinentes
Tomam meu tempo e ocupam minha mente.
Por quer quero entende-la menina?
Se no final você não será minha.

Inserida por vitorap

Destinada sem nome.

Um olhar sério que me assusta
Você é tão bela, mulher
Que me fez amar aquilo que não é
E agora amo sem poder dizer quem você é...

Você é meu ponto fraco,
Você é a minha fuga,
O seu sorriso me agrada
Ao mesmo tempo em que machuca.

Você se aproximou de um pobre diabo
Que não tinha medo de morrer,
E você o fez chorar
Apenas com o medo de te perder...

Você é meu ponto fraco,
Você é a minha fuga,
O seu sorriso me agrada
Ao mesmo tempo em que machuca.

Sou humilde e digo que não sou bom pra você
Digo que você não será minha, mas não posso te ver sofrer.
Digo que não sou sua melhor opção
E mesmo você com outros eu te destino o meu coração.

Você é meu ponto fraco,
Você é a minha fuga,
O seu sorriso me agrada
Ao mesmo tempo em que machuca.

Espero sinceramente que entenda
Nem todos têm a chance,
De viver com a amada um grande romance.

Inserida por vitorap

Só de pensar em você meu coração já começa a bater mais rápido
Eu sei que eu não sou a mulher que você sonhou
Mas estou dando o melhor de mim por você
Talvez seja em vão, talvez você nunca me olhe como eu desejo
Talvez eu não saia da tua lista de amigos, sendo apenas sua amiga e nada mais que isso
Mas mesmo assim eu continuarei te amando e sonhando com você, orarei todos os dias da minha vida Por você e por um espaço em seu coração.Te Amo

Inserida por FlaaOliveiraa

Toda mulher é assim mesmo; é estranha, é ciumenta, sente raiva das outras mulheres e essas coisas.
Tem horas que a gente fica carente, triste e só os homens não entendem que é essa a hora de oferecer carinho.
Não é no meio de uma balada movimentada, é quando a gente ta sozinha que demonstramos que estamos solitárias.
Toda garota gosta de um cara fofo que vai estar sempre disponível pra ela.

Inserida por LuizaNeves