Poemas Imaginação
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"Apreciar a paisagem
vai mais além,
da minha imaginação!
...Meu coração
e o meu pensamento, vai mapeando
todo o cenário que meu olhar alcança."
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Quanto mais imaginação há, mais imagens são criadas e combinadas, levando à compreensão dosacontecimentos.
Capítulo 30 – Quando a Imaginação Não Bastar Mais…
Dayana, te confesso uma coisa.
Minha imaginação tem sido fiel a você.
Te vejo em cada detalhe, sinto tua energia mesmo sem toque.
Mas está começando a não bastar.
Te desejo num nível onde o corpo já não entende que ainda não te teve.
Minha boca te sente.
Minhas mãos te procuram no escuro.
E cada parte tua que ainda é mistério, me faz te querer mais.
Quando esse sentimento começa a doer…
É porque já não cabe mais só na fantasia.
É quando a vontade se torna real.
E eu sei que, dentro de ti, isso também começa a nascer.
Você só precisa deixar.
Porque quando deixar…
Vai sentir que já era tua desde o começo.
Sonhei.
Há como sonhei...Tanto sonhei..
Alto voei nas asas da imaginação.Desejei sentir tudo aquilo que havia para dar o meu coração,viver e dar vida a imaginação.E no fim era tudo ilusão.
POESIA " ILUSÃO DA REAL"
Pega pelas mãos sua
Imaginação, teu universo
E faz teu mundo, cria tua verdade
Reverso ao Universal entre ti e o outro
Dualidade que entre ti e o louco,
Diz ser a verdade o que nega de ti
Esse outro, mas vale, são soltos
Os que tentam a liberdade por tão pouco.
Fique pois na imaginação de um mundo
Real, fora daqui; afinal, o que é ser
Normal se em tudo se vê a loucura
Agir e por conta disso,
Segura teu mundo e não deixa fugir...
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
NÃO FOI SÓ O QUE EU QUIS
Não foi só ilusão que eu quis. Só estar
Para na imaginação ter sensação divina
De um amor que faz a emoção palpitar
De um coração tão cheio de adrenalina
Não foi a sedução que eu quis. Só amar
Ter um olhar no sentimento, na rotina
Que valha e que assoalha, afável achar
Na felicidade que a sina, então, destina
Não foi só um capricho, pois, quis mais
Numa ânsia de uma poética emocional
Tão completa de desvario e de paixão
Apenas ter por ter nas faltas são iguais
Não foi só haver que eu quis, quis aval
Descalçando-me do eirado da solidão...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
27 setembro, 2022, 15’26” – Araguari, MG
A força do pensar
Muitas vezes o pensamento vagueia.
Viaja na imaginação.
Atente se pelo espaço de cada meditação.
O inimigo fica a espreita.
Maquinando armar uma teia.
Trazer o mau pensamento para o coração.
De certo temos nosso sentir.
O pensar mergulha em cenários ilusórios.
O inimigo faz um vasto relatório.
Deixa você se iludir.
Logo vem acusar, como um manifesto pecado.
Da forma astuta, o malvado.
Armadilha tenta construir.
O pensar tem força, a força do pensar.
Medite nessa condição, no levantar e no deitar.
Pense no Altíssimo.
Como compromisso.
Um equilíbrio certo que é luz.
O pensamento de vida, concentrado em Jesus.
O pensar é traiçoeiro.
O perverso age ligeiro.
Pise com firmeza, fixe teu pensar.
Ao nome de Jesus, esta luz, leve teu coração para o altar.
Não tem como errar, seja este teu ato certeiro.
O inimigo é matreiro.
Mas o altíssimo não lhe deixa pecar.
Giovane Silva Santos.
14/09/2022 21:06hs.
"Permita-se viajar por lugares nunca antes pisados,
deixe-se levar pela imaginação
a uma longínqua e desconhecida dimensão;
onde moram os sonhos,
onde possas viver intensamente,
sem medo!
As coisas do coração."
CEIA SERVIDA À TROVADOR
A imaginação aquecendo, já posta a mesa
As rimas temperadas, salada de inspiração
Ebulindo cada verso em agridoce surpresa
Uma diversidade de sensação no caldeirão
O fado serve uma emotiva prosa framboesa
De afeto, rebuscando com olhares e paixão
São pedaços de sonetos e cantos à francesa
Assim, servindo a todos, com poética porção
Segue o poetar noite a fora, em gracilidade
De sonhos, felicidades, daquele doce amor
Tudo posto com sentimento em quantidade
A ilusão ardendo ao lume, um sedutor primor
Criando instantes, e também, aquela saudade
Cantos e contos, nesta ceia servida à trovador...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
16/10/2022, 14”24” – Araguari, MG
GESTAÇÃO DO POETA
Quando a inspiração fecunda, formando
O verso duma imaginação em rota exata
Prenha é a alma do poeta, tão autocrata
De um fervilhar da mente, devaneando
No mando da emoção, a voz de comando
O sentimento, o olhar, a singela musicata
Concebe a composição em frenética cata
De um nem eu sei de onde ou de quando
Só sei que vem do coração, e vai rimando
Estando cada uma das linhas, caminhando
Em um ousar de um emaranhado fonema
Assim, chora ou sorri, silencia ou murmura
Aí, então, uma parição de poética estrutura
Que de uma sensação à mão, pari o poema!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20 outubro, 2022, 16’07” – Araguari, MG
*dia nacional do poeta
ESQUECER-SE NAS HORAS
Na imaginação vasta de um verso
Tem caso, tem compasso versejado
Escorrendo pelos dedos, extasiado
Num prazer maior, no ritmo imerso
A poética dum sentimento disperso
Seduz a inspiração, assim, acertado
Na rima, traz-me o verbo inesperado
Que faz cativar e tornar tão diverso
E vai-se a poética com sua fantasia
Encenado virtude e pecado. Tirado
Das noites fundas e leves auroras...
É a magia, o encanto duma poesia
Fazendo do ledor tão enamorado
E, ao poeta, esquecer-se nas horas!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24 outubro, 2022, 21’07” – Araguari, MG
..... Seguindo a Via-Láctea
Que é a rota mais certa
No expresso da imaginação
Que passa a noite por minha janela .....
Parado sem estilo, mas movido pela imaginação.
Venho de muito longe, de uma terra sem nome, onde a vida foi uma aventura sem destino.
Aprendi que a transpiração é a melhor que a inspiração. Por isso, o esforço cria o sucesso, e a sorte justifica o esforço que o vagabundo nunca faz.
dona daqui
Tu tens meus pensamentos
É alvo de minha admiração e imaginação
Não digo que posso viver sem você
Mas admito que contigo o caminho seria bem mais lindo e interessante
Um dia, um dia nos trombaremos pelos caminhos dessa vida
Espero estar pronto assim como vou orar para que você também esteja.
Beijo na mão magrela.
DESBARATO
Esperei por poética em vão, suando imaginação
Lacrimejando sensações, versos vãos, saudades
Arranquei suspiros indefesos e também emoção
Entre dispersas e as diversas sentidas vontades
Tive palácios, corte e versos com imortal ilusão
Com os jardins rimados com sonhos e vaidades
Adornei a cada aposento com direta inspiração
Chorei, ri, andei só, acolhido e com confrades
Em cada trova os sentimentos em ramalhetes
Eram versos a quem tem olhos ternos pra ler
Fui fiel bardo que sonhou e despertou jamais
E, nestas incertezas as hesitações em filetes
Fiz-me ladrão de quimeras, para esquecer
Sei que tudo passou e que não posso mais!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
01 dezembro, 2021, 05’05” – Araguari, MG
Fragmentos de um coração quebrado
Fantasias escuras
Imaginação selvagem
Ponto auge da vulnerabilidade
Nuvens que dançam e que choram
Substimação que apavoram
Um pingo de sanidade
Lutando pela serenidade,
de sentimentos que afloram
Ela era reservada,quieta e de poucas palavras,tinha uma imaginação fértil,
Adorava ler,e estar sempre em contato com a natureza,ah...
A paz ecoava em seu ser,
Menina linda que nunca mais vou ver.
Espero que um dia...
Ave sem rumo
Contagiado pelo Sol, minha ilusão se ligou ao meu coração.
Ave sem rumo, imaginação cortada pela dor da saudade....
Por um lado, sinto-me privilegiado.
Pelo outro, minha alma foi inpactado pela falta de inspiração....
Este dia, é e não é tão especial.
Prossigo garimpando em busca do meu alto astral...
Meu rosto, minhas rugas e meu olhar tirou um tempinho para refletir....
Anos, anos após anos....
Foram muitas primaveras...
Tive muitas felicidades, tive amor, tive dores e agora me sinto solitário...
Tive muitos gladiadores, não os derrotei...
Apenas fiz silêncio, fiz o que tinha que ser feito/ totalmentente me calei....
Me evadi das paredes que me seguraram, Persisti, caminhei sobre as águas, não aguentei, mergulhei...
Mergulhei nas profundezas, e me lavei...
Limpo dos fragmentos, agradeci..
A paciência é uma das raízes da sabedoria, todas, as comprei...
Como construtor de poemas, minha personalidade validou tudo que tinha esquecido...
Tatuei nela, gestos de agradecimentos, gentilezas, educação e igualdade...
Isso, eu fiz com prazer, e tive desprazeres...
Gerenciei minha forma de pensar, alguém lá do outro lado da vida percebeu e chorou...
Sobrecarregado de sobriedade, perdoei....
Perdoei todos, e poucos me perdoaram.
Mas a tal da saudade, me deixou para trás, ferindo cruelmente toda minha,
sensibilidade....
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Oh! Saudades
Verso cachorro,
Teu latido dói no estampido.
Imaginação cachola, dedos que coçam nas cordas dessa Viola.
Oh! Saudade,
Saudades do arado rasgando terras.
Oh! Barbaridade,
Saudades, machuca, tortura a alma de verdade.
Oh! Garoa fina, rega o solo que lá vem a semente menina.
Não demora muito, o broto começa mostrar sua sina.
Oh! Carro de boi, tempo bom que se foi.
Germina, exala o teu choro na partida.
Lavoura, trigo arroz e natureza boa, poesia ainda não lida...
Engole o choro Poeta,
Cala tua boca.
Tu,
És um analista do passado, pisa firme no enredo sapateando que engata nesse improviso coitado...
Vai,
Bate suas mãos do corpo desse instrumento, indolente...
Rios afluente...
Cama, berçário, arranca o poema que ficou no teu armário.
Bate no peito, dedilha tua inspiração com muito jeito.
Oh! Afinação bruta...
Tuas rugas tem histórias.
Dias que não saí de sua memória,
Os dias que viveu, colhendo frutos, alface, cebolinha e chicória..
Canta lá no roçado, o canário e a coleirinha...
No pomar, o princípe sabiá,
Na tuia, a coruja coroa.
Na gruta, a saracura..
E aqui, canta o poeta compositor sem suas luvas...
Oh! Nostálgica melancolia.
Danada, tomas de mim esses versos sem fim...
Leva-os...
Ou mate de vez, essas lembranças que não tem fim...
Antes, era tudo manual, tudo mudou.
Que pena!
Agora,
É a vez do trator...
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
