Poemas Góticos de Amor
Hoje eu quero deitar em seu colo.
Sentir seus dedos entre meus cabelos.
Quero no silencio de seu colo sentir o pulsar do coração.
Sentir o calor de seu corpo.
Ver o seu olhar tocando meu corpo.
Sorrir com o seu sorriso.
Viver o silencio do troca de nossos olhares e sentir dentro,
De meu coração como e bom sentir o desejo de ser amado mesmo,
Que seja um amor amigo.
07/08/2013.A.T.D.A.:M.:
No silêncio... que calas tantas vozes...
Me mantém refém...
Consigo sentir energias, vultos, pessoas...
Vejo e identifico palavras nas vozes que não ouço...
No silenciar... desta noite... como tantas...
Sinto teu coração...Sinto teu amor.
Penso, como deverá ser o som...
Sinto todos os sons, o pulsar, a energia.
Vejo que sou livre. Sinto que sei viver.
No silencio de todas as noites... te vejo chorar.
Como choras? Toco seu rosto para te consolar...
Porque choras?
Meu pai não chega? Teu pai te abandonou?
Por que choras tanto? Em soluços infindáveis, um rio de lágrimas se escoa...
Sinto agora, a mesma dor.
Não sei porque choras... mas agora, choro também.
A palavra é declaração; o silêncio é confirmação;
A palavra é manifestação; o silêncio é revelação ;.
A palavra é expressão; o silêncio é interiorização;
A palavra é palco; o silêncio é bastidor da alma;
A palavra é ponte; o silêncio é porto seguro;
A palavra é projeção; o silêncio é realização;
A palavra é condenação; o silêncio é libertação;
A palavra é persuasiva; o silêncio é apaziguador;
A palavra é momentânea; o silêncio é duradoiro;
A palavra é desejo, turbilhão; o silêncio é amor, mansuetude sem palavras.
Esqueça se ele não te ama
Na noite escura o silêncio me faz lembrar o que havia esquecido pela manhã... As borboletas me trouxeram a sua imagem como quem não quer nada, como se o mundo já tivesse feito essa história por fim se encerrar e não há mesmo se quer as lembranças no meu lar, foi lá que eu pude acender uma fogueira enorme e queimei todas as cartas, as que foram emitidas por você e também aquelas que pude emitir, mas não as enviei... Ao final da fogueira enquanto eu terminava de te esquecer, junto a elas venho a sua imagem por mais uma vez me fazendo lembrar dos bons momentos que tivemos juntos, mas decidi te esquecer e agora não tem mais volta, não há paixão que me fará contar sobre você, não há linhas que terão seu nome por de trás, não há amor, não haverá se quer um beijo de despedida, não há o que lembrar... Vê se nos teus dias me esquece, mas por favor continue a se lembrar pelas manhãs!
No silêncio da neve caindo, tem-se o refúgio do tempo que a natureza encontra para meditar, a frio. Mas, é no calor da meditação de olhares serenos que o coração encontra momentos para externar o maior dos sentimentos: o amor.
Milton Maia Filho
O silêncio aterroriza a alma.
O silêncio vazio é frio.
O silêncio é veneno
Que mata lentamente.
O silêncio é dor gritante.
O silêncio sussurra o que não se houve.
O silêncio é o suicídio do amor.
O silêncio não é a melhor resposta.
Não ele não é. Tenha certeza que não.
O silêncio é nada mais que o fim.
O VALOR DO SILÊNCIO
O silêncio muitas vezes em nossas vidas
Torna-se um valioso ditame. Ele age
Como um freio de mão, guarnecendo
Nossa língua da rudez das más palavras.
O silencio corta alma
O coração diminui
A respiração fica lenta
Os olhos se fecham
Continuo parado vivendo das lembranças
Meus olhos molham minhas mãos, pois eu tento esconder.
Silencio
Silencio
O silencio é sofrimento é o medo,
Aceitação, o calar de um segredo
É o respeito ao direito de não ouvir
É ficar, mas é o mesmo que partir.
É a pergunta que cala, ausência é omissão.
É o abandono, o sofrer sozinho é desengano.
É a Paz a tranqüilidade e é a natureza
A resposta muda, fria e ferina
Um grito gritado em surdina.
É sossego é o fim da vida já vivida
O termino da jornada é o cemitério
É paz é a resposta ao deletério,
É o abraço da pessoa mais querida.
É ouro do provérbio é sabedoria
É o momento da meditação
É vida amor,alegria e paixão
O calar da noite o fim da jornada
A vontade calada é a redenção.
É expressão muda de uma realidade
De quem não veio, mas deixou saudade
Do tempo vivido e já passado.
É a indiferença, é o ódio e o perdão
Uma dor guardada um rancor contido
Uma paixão calada do esquecido é a solidão.
É o luzeiro da cruz
A esperar com paciência
De acordo com nossa crença
Para nos dar sua luz.
É mais que a mudez do sensato
É o aconchego, a voz do ego, um ato
Uma declaração clara e explicita
Uma repulsa que grita
Um consumar do fato.
"O silêncio da noite me faz perceber que muitas vezes o
vazio que me parece preencher, é o mesmo que desaparece
num piscar de olhos quando ouço tua voz!"
Te amo minha filha...
Sonho de um Mundo Melhor
No silêncio da noite,
Na escuridão do quarto
Me deito, relaxo e adormeço
Viajo para outra dimensão
Meu espírito muda de endereço
Sinto uma grande força
Energia que me faz muito bem
Neste plano, o amor reina
A paz prevalece guerra não existe
Onde todos são irmãos
Um mundo sem ambição
Amanhece o dia
E ao despertar, um choque
Vejo que tudo foi fantasia
Fantasia que não é impossível
Se todos nós que sonhamos
Colocarmos em prática
Um sonho de um mundo melhor
Fabiana Cruz poetisa Salvador-BA
Nao é por nada que o primeiro som da vida é o choro
e que o último seja o silencio.
Nascemos desesperados num mundo débil.
Morremos perplexos ao ratificar a imprecisao da alma.
Nascemos sós
Morremos sós
Somos apenas um par de almas a travar linhas imaginarias
Um par a descrever todos os detalhes, a resolver todas as incógnitas, a seduzir as palavras.
Somos apenas um par de lembrancas, gravadas em um pedaço de jornal, ou mesmo em memoriais recém esquecidos.
Somos apenas um par de corpos, misturados a uma multidão de transeuntes apressados pelo badalar do tic tac, envolvidos pela perpetuação, pelo desejo.
Somos apenas um par.
Eu, e minha mente.
O Par mais solitario e mais completo que ja vi.
Nascemos sós e morremos sós.
Mas como o fizemos de forma tao fiel!
Não sei se pode me ouvir anjo
O silencio do vazio da alma é ensurdecedor
Clamo ,chamo por você todos os meus dias tentando te esquecer....
Casa majestosa e velha...
Melodia em silêncio provocada pelo vento
Folhas de todas as cores espalhadas pelo chão
Despertam qualquer lamento naquela casa velha
Escura e mal-acabada, outrora fora uma casa charmosa
Agora não tem cor, paredes gastas, descascadas
Apagadas pelo tempo, distante, sozinha, vazia
Já sem dono ou talvez tenha sombra de quem
Foi bela e amada, agora é escura, triste nesta noite
Chuvosa, sem meio, sem fim, destruída sem ilusões!
Em minha solidão descanso meu silêncio.
Ao chegar da alvorada direi sóbrio tudo o que penso,
mas de tanto descansar, cansado estarei e em minha solidão descanso meu silêncio.
