Poemas Góticos
"O silêncio que invade meu corpo fazendo tudo parar a minha volta, sinto o coração bater tão rápido que em certos momentos entra em completa sintonia com o motor que eleva a adrenalina a ponto de dar a vida pela vitória, buscando a cada segundo uma forma de vencer quaisquer obstáculo que venha aparecer frente a mim..nunca esquecendo da humildade e a determinação, ideais que formam a minha ideologia."
Descobri que para buscar a fé que tudo suplanta, deveria reduzir a silêncio a minha mente quando ela tentasse se rebelar e abandonar-me na fé.
Quando estou entrando em processo de estresse, faço uma “faxina” no “canto” onde vivo, ou melhor, cuido do meu jardim: rego o que preciso manter, “replanto” em outro lugar o que já está me cansando, desprezo o que já contém ervas daninhas, distribuo o que pode ser útil para outras pessoas, pois aprendi muito cedo que o que não é mais necessário pra mim pode ser importante para outras pessoas. Quando isto não resolve, porque o “fardo” está muito “pesado, faço um “deserto”, recolho-me no silêncio possível.
Os frutos da vida - plantamos no coração, cuidamos com alegria, regamos com lágrimas e colhemos em silêncio...
Quem não gosta de silêncio muitas vezes traz em si o medo, medo de ouvir o que Deus tem a dizer, pois, nem sempre Ele fala o que queremos ouvir, mas o que precisamos ouvir.
Amar no silêncio é doloroso, e parece que nunca vai chegar a hora para que tudo saía em forma de palavras. Mas quando o amor é revelado a única esperança é que ele seja correspondido.
A melhor parte de nós é o lado de dentro; aquela que só o silêncio e autoconhecimento conseguem tocar.
Reserva-te em teu canto em silêncio, deixe que seu inimigo fale, não dê ouvidos, pois o mesmo se engasgará com seu proprio veneno!
"Compreendi que destruíra o equilíbrio do dia, o silêncio excepcional de uma praia onde havia sido feliz"
Quando começares a fadigar de teu próprio silêncio, esta é a hora em que deves começar a se preocupar.
Certamente, não saberia responder por quantas vezes estive apaixonada na vida. Apenas, por alguns segundos. Era no silêncio do desconhecido que tudo acontecia em mim. Outono em Copacabana, Maeve Phaira
