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Poemas Góticos

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MADRUGADA DE JULHO DE 2015

Nesta madrugada, o seu silêncio escreveu saudades e com ele sua morte trazia...
Acordaste do sonho da vida, e tuas lembranças, nos acolhia...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
13 de julho, 2015
Cerrado goiano
Falecimento do meu velho pai.
(José Lino Spagnol)

Medo

A morte em seus olhos
Em suas veias sangue frio
Silencio amedrontado
E seu quarto está vazio
Sozinha em pensamentos
Lhe provocam arrepios

Olhos arregalados
Criança assustada
De baixo das cobertas
A porta está trancada

Encontra uma lanterna
Mais está sem bateria
Respirava profundo
e nada ouvia

Ainda a procura
Ascende uma vela
Vê sombras no escuro
Atrás da janela


Medo real?
Engano ou ilusão?
Chorava na cama
Em meio a escuridão

Lagrimas inevitáveis
Pingavam no chão
O barulho ecoava
Piorando a sensação


Criança fraca
Não era nenhum exemplo
A janela rangia, batia
Com o vento


O escuro a prendia
Em noites condenadas
Lhe perseguia lhe encolhia
Fazia ameaças


Cobria a cabeça
Com lençóis encharcados
De lagrimas de medo
Pesadelos, assombrados


Mantia a cabeça coberta
Com medo do que podia ver
Não sabia se gritava
Não há nada que podia fazer

Criança medrosa
Não é o que queria ser
Mas continuava imóvel
Esperando amanhecer


A noite ia passando
E a criança cansada
Agora via a luz do dia
Pois amanhecia acordada


Falça felicidade
Era só o que podia ter
Acabava com o noite
Após escurecer

Só queria sair correndo
De lá poder fugir
Para onde não houvesse medo
Nenhum medo pudesse sentir


Mais em parte alguma
havia lugar seguro
Era um mundo de fantasmas
De terror
Um mundo escuro


Escuro imortal
Onde não existe vida bela
Não estava no quarto
Estava dentro dela


Medo cruel
Que a acompanharia
Pois se o medo não vencesse
Ele jamais a deixaria.

⁠Dor da saudades!!
...A morte lhe levou deixou-me sem sem chão a dor se apossou o silêncio se instalou...

Tristeza gritou tão forte nesse peito que as lágrimas rolou , sua falta e intensa oh ! Saudades imensas, as palavras não ditas nos momentos de paixão...

Não o verei mais nesse universo , deixou um vazio profundo, só restaram nossos momentos de amor e paixão... Que ainda dói nesse coração o luto eterno será sem ti nesse verão...

O rio de lágrima a gritar das águas a cair do céu a chorar por ti nesse mundo por colorir seu sorriso fará falta nas minhas noites a cantar com você a me aplaudir sem ritmo a canção...
Licia Madeira

Há sempre uma doce luz no silêncio.....
e na dor da morte....
A maior perda da vida não é a morte...
é o que morre dentro de nos,é quando não vivemos.
para vencer a morte deve ter um sorriso...
quando a sua alma partir.!
Ninguém pode fugir da morte...
ela é o começo do caminho para a eternidade.

MADRUGADA DE NATAL


Ouve -se ao longe gemidos
O silêncio no corredor impera
A vida, a morte em atritos
Mas é o bem que se espera.


Noto pessoas, famílias, fatos
Cada um com seu problema
Somos complexos mas fracos
A soberba: nosso maior dilema.


Do maior ao dito desprezível
Desejamos a mesma sorte
Aqui não existe status nem nível
Toda máscara cai diante da morte.


Levy Cosmo Silva

A alma se curva, mas guarda o que foi bonito e verdadeiro.
A morte é o silêncio do corpo, mas nunca da memória.
O amor que sentimos é maior que a distância entre nós e quem partiu.
Mesmo que tudo pareça escuro, a lembrança aquece a alma.

A morte não é o fim,
é apenas o silêncio
que finalmente compreende tudo.

A Morte do Caráter


O caráter adoeceu em silêncio,
foi perdendo a voz nas esquinas do interesse, trocou a espinha por atalhos e aprendeu a sorrir com dentes emprestados.


Enterraram princípios como quem varre poeira, cobriram a verdade com tapetes caros, e a honra virou um objeto antigo guardado num quarto que ninguém visita.


Hoje o caráter é lembrança em retrato amarelado, uma árvore cortada que ainda insiste em sombra, morreu de pequenas concessões diárias
— não por um golpe, mas por abandono

Anos atrás, encarei a morte.
Mas não foi ela quem decidiu.
Ouvi no silêncio do espiritual: “Ainda não é o tempo.
Antes, a justiça precisa passar, a verdade precisa aparecer,
e o que foi feito na sombra será cobrado na luz.”
Hoje eu sigo entendendo:
não permaneço por acaso,
permaneço por missão.
Enquanto Deus não fecha o ciclo,
ninguém me leva.

Corro
Acordo
Morro
Acode
Vivo
Forte
Detesto
Fracote
Socorro
Morte
Figura
Silêncio
Meu palco
Aqui dentro
Poeta
Confuso
Carinho
Maluco
Espelho
Cupim
Não entendo
Reflexo de mim

Inserida por Jean_Quintino

O silencio toma conta da musica brasileira...
e sua morte ganha eternidade,
sua passagem pela vida marcou nossos corações,
a vida se silenciou, bolsa nova a musica que conquistou,
nas entrelinhas aplausos em sussurros mimos
que transpõem o soneto de nossas vidas.

Inserida por celsonadilo

no silêncio da noite, reflito
porque ainda vivo ?
a morte não me levou
qual é o motivo?
em meio a pensamentos me perco ,
e o vazio me invade
como uma flecha certeira
dor que invade
destrói por dentro
tento seguir em frente
sorriso no rosto disfarça
a dor que corrói a alma ....

Inserida por bia2911

_A natureza tem culpa de existir,
o silencio denuncia a morte descriminada...
vitimas da ganancia...

Inserida por celsonadilo

Não existem palavras que definam a morte, neste momento de dor para família e amigos, o silêncio define a melhor atitude. Neste silêncio se observa a lágrima que rola pesada e dura e o leve balbuciar confuso; daqueles que procuram respostas para perguntas sem sentido na esperança de abrandar a dor.
A morte cala até o melhor orador, e nem o maior escritor consegue em palavras expressar tamanha angústia. Só uma breve oração faz com que o desespero e aflição sejam abrandado com a certeza de que DEUS ELE sabe a hora da chegada e da partida e o consolo vem do seu acalento.
Deus console à todos vcs de forma grandiosa

Inserida por soniabrittolima

Meu silêncio e feito de morte
Meu silêncio e feito de agonia
Meu silêncio e feito de sonhos sem sonho.
Tudo está guardado.

Aqui dentro,dentro do meu coração.
Voçe pode dizer que nele não entra luz
ou que minha imagem não reflete no espelho,enfim,pense oque quiser.
Eu não preciso chorar para mostrar que estou triste. Nem gritar para dizer que sinto dor.Não preciso aparentar para ser, demonstrar para estar. Meu mundo acontece aqui dentro. E ele não é menor ou maior que o seu: é simplesmente o meu.

Meu com toda as letras.
Meu em cada palavra.
com todos os silêncios, com todos os incêndios.
Eu ouvi meu choro, eu escutei meu grito, eu senti minha dor e eu gargalhei em paz sem precisar invadir o seu mundo com coisas tão minhas, com coisas tão lindas, com coisas tão findas que se repetem infinitamente: aqui dentro.

Inserida por Pensavento

veja, aqui é silêncio
mas se olharmos com mais calma
ali no canto há uma luta de morte
entre um besouro e as formigas.
num jardim, assim como no mundo,
sempre tem coisas acontecendo

Inserida por pensador

A noite cai nos braços da morte,
caço um anjo na escuridão,
o silencio te beija,
o esquecimento caie sobre tuas asas,
o mundo desaparece entre as brumas,
sinto a vida que se esvarri ...

Inserida por celsonadilo

vampiro que sou...
tua alma me condena
a eternidade na solitude
teu silencio é morte ... em vida,
tento me lembra como era tua voz,
mas só encontro solidão,no entretanto,
na devastação do sentir... embora morto,
esteja na minha alma o sentimento que não acabou,
a dor que esta tão profunda não se apaga com copo de bebida,
está vida é um contraste do sentimento no alento eterno.
por celso roberto nadilo

Inserida por celsonadilo

A morte tem silêncio,
a vida tem os rugidos,
a cova possui a paz,
a vida tem seus motivos.

Inserida por HumanoDouglas

Covid-19
"O Anjo da Morte"

Caiu a noite sobre o Mundo!
Dias vestidos de silêncio e solidão ...
O Anjo da Morte passeia pelas ruas;
invisivel, discreto, cauteloso;
predador astuto sem piedade.

E aonde vai?! O que deseja dos Homens?!
De onde os tira? Para onde os leva?! ...

Espalhou-se um vazio desolador ...
Caiu a noite sobre as ruas!
Há cadáveres no alto da madrugada ...
... abandonados ... sem familia.
Revemo-nos temerosos, perdidos, frágeis,
sem destino! Criaturas débeis!

Praças ... ruas ... cidades ... tudo suspenso ...
... em contratempo, num inesperado sopro de silêncio que veste a Humanidade de palavras
nunca ditas ou pensadas .
Porque a Morte espreita, sussura, gesticula
a cada esquina da vida teimando em separar-nos.

Então, põe os teus olhos na Cruz!
Sinaliza o umbral da tua casa para que o Anjo a não procure.
Abre os braços e abandona-te à verdade que um dia nos salvou.
Do Céu, descerá então uma Luz que fará brilhar o Dia sobre o Mundo , a vida renascerá e o Amor triunfará!


Em Évora no exílio de Casa

P.S./ Podemos perder tudo menos a Fé, a Esperança e a Caridade...

Inserida por Eliot