Poemas Famosos sobre o Meio Ambiente
[Pequeno monólogo sobre a atuação de Deus, em meio ao "difícil"]
Perdoem-me minha simplicidade, no que ora tentarei discursar. Mas olhando as mentes adversas daqueles que se dedicam em permanecer num "modus vivendi", como dito - adversos - em relação a fé, e principalmente à classe ateísta, pergunto-me o que fez Deus, como criador de mentes brilhantes, dá-lhes a cada qual, uma, se no entanto sua própria mente, ( a de desses brilhantes) , se conflagra numa espécie de "dificuldade" pra Deus entrar no coração de quem vive apenas à luz da razão?
Seriam os inteligentes ateus, porque na sua maioria são muito inteligentes, uma espécie de "máquina de aprimoramento cristão?
Digo "máquina de aprimoramento cristão", porque seriam eles, esses ateus inteligentes - nas mais variadas formas de inteligência, quer seja: escriturística, artística, musical, "oratorial" e etc - uma fonte de Deus em nós, para evoluirmos e assim atingirmos outro nível que sem eles, essas espécies de intelectuais, não atingiríamos?
Ou apenas uma passatempo de Deus, para dar a entender que real e "finalmente", houve, vamos por assim dizer, um equilíbrio, para que Deus não se deprima tanto?!
Afinal, saber muito, deprime; ainda mais quando uma mente NÃO encontra, já em tal nível elevadíssimo, a quem possa lhe superar.
Bem, perdoem-me minha declaração simplista mas, se a reles mortais com tais níveis de conhecimento, já se é deprimente não se ter nenhuma ou quase nenhuma dificuldade que se lhes supere.
Eis aí o porquê Deus criou o ateu, essa espécie super inteligente!
Porque afinal - para Deus NÃO existe impossível, e quando quiser, entrará no coração de qualquer ateu e, lhe provará que de fato, nada é sua inteligencia, comparada a daquele que a emprestou!
5 de abril de 2012 às 18:56 h
Cenário. 16.6.13 (11.55 h)
Manhã meio gélida.
Eu encima do terraço.
Pés encima do telhado da casa,
Fazendo deste telhado uma espécie de escabelo.
O sol aquece-me o corpo.
E este sol, junto com a estação meio gélida,
Cria um clima mui agradável.
Um vento entre algo perto do cálido e meio gélido,
Visita-me num instante!
E perdura por um momento.
Ouço logo o som da guirlanda,
Agitada pelo mesmo vento.
Leio uma poesia!
E isto tudo acontece-me estando a ler tal néctar dos deuses!
(A poesia).
O vento dissipa a pouca nuvem.
Vê-se a intensidade da aurora e o sol começa a aquecer mais,
Dissipando o frio.
Ao meu lado, um vasto e verde monte.
O aspecto da natureza, torna-se diamantino como seu exuberante brilho!
Meus olhos pasmos e reflexivos, a contemplar a exuberância da natureza.
Observo os pombos a voar.
Eu os observo a se alimentar.
Eu mesmo – contrariando a “praga” considerada urbana -, os alimento.
O que vivo, é uma espécie de senhor sonho na “imaginação imaginando”.
Como se o sonho estivesse imaginado este cenário, na própria imaginação.
É algo idílico!
Áh!
E poderia haver algo mais poético?
Da hierarquia de sentimentos, demonstrada por meio da anatomia humana:
[Porque] Na estrutura do corpo, a CABEÇA está acima; e o CORAÇÃO, abaixo.
Do paradoxo da espiritualidade.
O Iniciado que se encontra no caminho do "meio", tem sensações que ao "comum" dos homens, é de dificílima compreensão. Pois nele, em tal caminho, é possível se entristecer com Deus e se alegrar com o Diabo. É possível sentir certa dose da tristeza dos Anjos e certa dose da alegria dos Demônios. É possível perder a esperança do Céu, e se encher de regozijo com a existência do Inferno.
É possível odiar o Bem e, ainda que por um momento, sentir EXTREMA alegria, pela existência do Mal.
☯️
Um sábio proferindo sentenças no meio de muitos imbecis, se sairá por tolo no meio deles. É como se os tolos, por serem maioria, fossem sábios. E o sábio, no meio desses tolos, por ser minoria ou o ÚNICO entre muitos, se passe por um imbecil. Mas o TEMPO, aliado a VERDADE, é o maior e mais preciso JUIZ e JUSTIFICADOR da sabedoria.
🪶🦉🪶
Às 08h30 in 06.02.2024
Nascemos … morremos
Sorrimos … sofremos
É assim que crescemos …
Resultamos do meio … educação
Mundo constantemente em evolução
Que nos modela conforme ação
Que nos magoa sem razão
Aperfeiçoa nossa adaptação
Esta sociedade que nos obriga …
Com ou sem moral corrompida
Somos marionetas nesta vida …
Há padrões a seguir … por quem?
Toda gente manda em alguém …
Esta sociedade com razão ou sem …
Somos comandados …
Nesta vida somos moldados …
Começar de novo.
Uma dia novo,
No meio do povo,
Comendo ovo,
Pra se entreter,
Ver o tempo passar,
Tudo isso pra que?
Um novo dia esperar,
Para começar de novo.
Imagine na solidão.
Se vc é alma ditosa?
Ou alguém sem coração?
Por que a vida passa.
No meio dessa trapaça.
Sei ao certo passará.
Enquanto a linda nevasca,
Retorna ao belo mar.
O barulho do silêncio
Em meio a escuridão profunda
E o que guia a alma
Para a saída do que
Nunca se foi preso.
Os passos leve em meio a chuva
A libitina traz aquele aroma do petricor
Como um romance não escrito
Em meio a tanta dúvida e aflição,
Sinto-me perdido em minha própria prisão,
Cercado por vidas que me geram solidão,
E uma angústia que me corrói o coração.
Procuro me encontrar em meio ao caos,
Mas cada passo é mais difícil que os outros atrás,
Minha alma grita por paz, por uma solução,
Enquanto meu coração sangra a dor da solidão.
Tudo o que eu queria era um pouco de alento,
Um conforto para esse vazio que me assola por dentro,
Mas a solidão é um manto que me sufoca,
E a tristeza é um peso que me arrasta como uma rocha.
Ainda assim, eu persisto em minha jornada,
Em busca de um caminho que me traga a felicidade almejada,
Que acalme meu coração, que cure minha alma,
E que me leve de volta à alegria, à calma.
Que um dia eu possa encontrar essa paz,
E deixar para trás toda a angústia e a dor que me traz,
Que eu possa viver em plenitude, livre da solidão,
E que a felicidade possa florescer em meu coração.
"Des" encontros.
Nos conhecemos em meio as palavras, ditas e ocultadas.
Escrevemos sentimentos vividos e desejados,encontros marcados não acontecidos e palavras.
Palavras que carregavam verdades e desejos jamais vivenciados, jamais vividos, palavras em versos, em prosas.
Palavras ditas e sentidas a distância, mesmo que parecendo perto a um toque de distância .
Palavras, inundadas de sentimentos e de sentir,mas sem o derradeiro encontro,mesmo que por várias vezes marcados....
Ficaram apenas nas palavras,mesmo que sempre ditas...
Esperei por ti como se espera a aurora,
cinco anos de promessas no olhar.
E em meio a sete meses de sonho e demora,
num instante, vi tudo ruir, desmoronar.
O que faço com o que ainda pulsa?
Com o amor que resiste, mesmo ferido?
Se a conexão grita dentro do peito,
mas a confiança jaz esquecida no abismo?
Tentei costurar os pedaços partidos,
mas o fio da verdade já não segurava.
O tempo, que antes nos trouxe tão perto,
agora só arrasta o que restava.
E mesmo sabendo que o "nós" se perdeu,
me pego chamando teu nome na brisa,
como se o vento pudesse trazer de volta
o que nunca mais cicatriza.
VoAndo
No meio das minhas dores, desde tenra infância, eu fingia ter asas, pensava que era capaz de voar dali, e abandonar os seres terrenos que me machucavam.
No passar do tempo, no muito alçar vôos, enfrentar tempestades, perder penas e afiar as garras, meu ser voador preferiu as alturas. No alto era mais fácil bater as asar e ver despencando dissabores, traições, e deixar cair da plumagem as lágrimas contidas, as cascas das feridas, e lá esperar cicatrizar as carnes rasgadas pelas pedradas.
Aprimorei os sentidos, no alto.
Aprendi ver melhor, conviver com os infortúnios, e seguir o fluxo da ventania para relaxar.
Tracei rotas para as fugas, conheci desfiladeiros, grutas e cavernas, sempre mirando do alto, almejando o pouso certeiro, longe das presas, trazendo no bico cura para os doentes, liberdades para os cativos, carinho aos solitários, alegria para os tristes...e para os abandonados, que caminhavam a esmo, ensinava voar comigo, já que pleno vôo, o câncer não podia nos alcançar. Nem incredulidades, falta de fé, falta do amor.
Em liberdade de vôo, minha melhor companhia chama se milagres!!
G.M.
Desconexos
O abraço silencioso no meio da noite, procurando calor, procurando conforto.
O sorriso tímido, o toque suave.
Tudo falava de paz e amor...
Tudo era mansidão.
Mal se ouvia os gritos da dor.
Ah! se não houvesse aquele vazio na alma!
Ah! Se não houvesse tanto barulho naquele silêncio!
G.M
Em meio ao ciclo das estações,
Entre julho e dezembro, minhas razões,
Eu espero, pacientemente, o frio chegar,
Pois sei que em meu descanso, irei brotar.
A aparência seca, quase morta, eu terei,
Mas nos brotos da primavera, renascerei.
E no verão, os frutos irão se formar,
Toda a sequidão será então superar.
Os dias infinitos, as noites a brilhar,
As fases da lua, a me encantar.
Mesmo na solidão, eu irei cantar,
E com risos altos, minha alma alegrar.
Nenhum boa noite, mensagem a chegar,
Mas mesmo assim, eu irei descansar.
E ao despertar, feliz eu estarei,
Pois o sol brilha, e a vida pulsa em meu ser.
Há amor, há vida, em cada batida,
Janeiro é o início, mas logo virá outro julho,
E novamente, estarei seca, pronta para renascer,
Em dezembro, frutificando, meu ciclo completo.
Até que eu seja um galho seco, pronto para o fogo,
Serei portadora de sementes, um legado, um jogo.
Espalharei amor, vida e eternidade,
Pois é assim que se constrói a verdade.
Que a natureza me inspire, a cada novo dia,
A encontrar a beleza em cada melodia.
E mesmo quando o galho estiver seco e partido,
Minhas sementes irão florescer, em um novo sentido.
Assim, eu serei eternidade, em cada pedacinho,
De amor, de vida, de alegria, de carinho.
E no ciclo sem fim, eu encontrarei meu lugar,
Espalhando sementes, até a eternidade alcançar.
Fui levar meu lixo na lixeira,
e no meio do caminho uma velhinha caminhava
com sacolinhas na mão, sacolinhas de lixo.
Então eu disse no capricho:
– Deixe que eu jogo fora para a senhora,
faço de bom coração.
Mas ela foi discreta:
– Não, não. Meu lixo está muito sujo, acho melhor não.
Insisti, educado, e disse:
– Senhora, seu lixo é mais limpo que o meu.
E ela, com tino, retrucou:
– Sim, sim. Mas na competição de lixos o limpo perdeu.
Nossa vida é uma curta viagem
Faça dela uma linda história,
Uma inesquecível poesia,
No meio de uma bela paisagem!
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