Poemas Famosos Portugal
Os teus poetas e filhos....choram...
Que Portugal é este....que país é este....
Que deixa fugir os nossos jovens....
Não nos deixam dar pão aos filhos...
E aos velhos cada vez mais sós ....
Tirando-lhe as próprias migalhas....
Não pronuncio nomes detestáveis..
já chega quando os leio nos jornais....
Miseráveis..... que deixam morrem na prisão...
os rouxinóis...como tristes papoilas....
De tristes...e corruptos....
Ficam como salvadores e heróis da pátria....
Pátria - para os últimos heróis......
Que teimam em ficar...lutar...lutar...
Dos que morrem por ti......meu querido Portugal
Ninguém é mais poderoso no mundo.....que a união...
A todos aqueles que tenham sofrido e vejo sofrer.....lutar.....
Lutar para limpar esta pátria...de miseráveis oportunistas...
Nem num instante pleno desta vida....fugir sem lutar....
Mais para morrer que de viver.....sem paz...sem pão..
Os teus poetas e filhos....choram...choram de dor..
Meu querido Portugal......lutar sim.......desistir nunca..!!!
A triste estória de uma menina desaparecida/falecida/morta por negligência, em Portugal, há 13 anos!... e que por tal, talvez fique a fazer parte da nossa história...
A VERDADE da mentira...
Como em mim, sinto pasmo, por tão ver;
A imprensa em meu país, a ver tão mal;
Havido, a uma menina, em fazer tal;
Por quem TODOS sabemos, culpas ter!
Que pena me dá ver a incompetência;
A reinar neste pobre Portugal;
Aonde, sabemos, quem fez tal mal;
Tão visto, na dos CÃES; tão PURA essência!
Apreciai: o tal, do nosso inspector;
Tão dito: na “verdade da mentira”;
Que foi tão rejeitado, por sacanas!...
Que tão parecem em tais, não ter dor;
Dada a mentira, que tanto em tais, gira;
Dada a secura, havida; em suas canas.
Obs. Não comentem nada neste poema, porque as bestas culpadas nele havidas, são PERIGOSAS!!!!!!!
Com um profundo lamentar, por ver tal, [a nossa pobre imprensa] a tais fracos, alimentar/por credibilidade, lhes dar;
Porque hoje, no meu País que é Portugal, se festeja o dia do para mim; MAIOR POETA de todos os tempos, AO mesmo; dedico este soneto:
A Ti, Camões…
Mais um dia, por cá TE dedicamos;
por nos teres deixado a Tua essência;
em verso, para nos deliciarmos;
a ver a da poesia aparência!
Aparência, neles tão transparente;
que dá para em tais vermos A tua Alma;
quer quando Esteve Triste, ou mais Contente;
quer quando Esteve Nervosa, ou mais Calma!
Por isso bem hajas, GRANDE POETA;
estejas TU aí, aonde estiveres;
por tão bonito: em tal; nos teres dado!…
Pois pra mim, tens grandeza: de um profeta;
por teres despertado em meus dizeres;
sabores, do Teu tão; LINDO legado.
Com o carinho do AMOR, à tua Alma; me dedico!
Parafraseando...
Oh, Portugal é Lindo Demais!
Quem te conhece não esquece jamais
Recordando as lindas fontes
Lá da casa dos meus ancestrais
Voltei pro Belo Portugal
Querido Demais!
Nas lindas terras de Benfica
Tudo ali deduz
Onde o Amor se multiplica
Como no Coração de Jesus.
(Este poema será publicado na 12ª Antologia 2020 de Horizontes da Poesia - em Lisboa -Portugal )
AMOR PASSAGEIRO 777
Márcio Souza 31/03/20
Não vejo motivos em querer-te tanto
Alimentando minha falsa ilusão
A ficar sonhando com os teus encantos
Já não faço parte do teu coração.
Foi um começo de muita festa e risos
De carinhos e beijos apaixonantes
Mas que terminaste sob um mero aviso
Como piscar de olhos num rápido instante.
Trago na lembrança tudo que passou
Os momentos lindos de felicidade
Preferiste trocar-me por novo amor
Deixaste-me de repente e com saudade.
Tu surgiste intensa como um furacão
Senti o teu amor como rajadas do vento
Tudo não passou de sonhos de verão
Apenas tudo foi um mero passatempo.
Na vida se aprende sempre uma lição
No mundo somos apenas aprendizes
Seguirei em frente e ouvindo a voz da razão
O tempo não espera para eu ser feliz.
Márcio Souza
(Direitos autorais reservados pelo autor)
Cantares do nosso Portugal…
São lindos os cantos do Norte, e Minho;
Mas mais bonitos são os tais, do Alentejo;
Daí sem lá ter ido, me revejo;
Em tais, sempre que escuto um passarinho!
Adoro ouvir dobrar das vozes tais;
Unido da mais alta, à mais baixa;
Dado o Lindo soar, que em tais encaixa;
Satisfazer meus sentidos, e mais!
Por a música universal, tão ser;
Linguagem, que todos nós entendemos;
É, pois, gostoso o Alentejo escutar!...
Nas vozes, desses que o sabem cantar;
Para dele gostarmos, sem tal vermos;
Bastando: o escutarmos, em tal conter.
Em homenagem a esses cantares e a um Grande Poeta e Amigo Alentejano ainda vivo e jovem [António Raposo];
Contratos de trabalho de curta duração [4 meses] para profissionais de saúde em Portugal…
É brincar com a saúde, de um POVO ;
Os seus PROFISSIONAIS, contratar;
Com esse vergonhoso maltratar;
De quatro em quatro meses, outro novo!
Assim deviam, pois, ser contratados;
Os bons políticos, desse fazer;
Num mandá-los: com um éFe, poder;
Para esse fazer em que tão são achados.
Não andeis, pois, políticos a brincar;
Com quem por nós jurou, até, VIDA dar;
Por um terço desse vosso ordenado!...
Inda irem limpar, todo o em vós borrado;
Quando não vos conseguirdes vedar;
Por em fraldas, terdes; que defecar.
Sem mais comentários;
O primeiro ministro de Portugal e os PROFISSIONAIS de saúde…
Que grande lata a tua, amigo Costa;
quando afirmas ter pena em ver cansados;
profissionais da saúde achados;
pra auferirem cá de vós, boa bosta!
A em dos tais cansaço reconheceres;
dizendo que temos que os ajudar;
bastando fugirmos de um infectar;
mas pra os tais ajudar, nada fazeres.
Pois contratares tais por quatro meses;
renovados durante a pandemia;
por outros quatro após tais esgotados!
É não dares valor a em tais achados;
é demonstrares quão pobre a valia;
que em ti tens, pra em ti verem; os ingleses.
Com pena por ti;
CINISMO
"Se o cinismo servisse tanto ao povo como serve aos políticos, em Portugal não haveria pobres!"
(Isto a respeito de Ferro ter dito que “combate à corrupção está no ADN do PS”.)
António da Cunha Duarte Justo
in Poesia e Aforismos
Ao centro de Portugal
Estás no teu canto plantado.
Como tu não há igual
Ribatejo amado.
Forcados, toureiros e campinos
Te prestam grande ovação.
Exaltem-se os hinos!
Cantemos com emoção!
Santarém, tua capital,
Leva ao colo rio inquieto,
Envia-me um postal,
Para conhecer esse teu neto.
Oh meu querido ribatejo,
Das lezirias a bulir,
Leva-me a ver o tejo
E à leve brisa sentir.
Reliquia velhinha és,
Estimação tens de ter,
Tudo se rende a teus pés
Porque como tu querem ser!
Neste teu recanto
Aqui eu estou.
Escrito todo este meu canto
Dedicar-te-o eu vou!
Ribatejo à beira Tejo - Guilherme Pereira (13.12.2019)
Portugal e os agradecimentos aos Profissionais de Saúde!
Ai Costa e Marcelinho, aonde andais;
Será na bola Terra, ou na da Lua?
Pois vejo em vós a cabeça tão nua;
Por ver em vós, nas tais; só futebóis!
Apreciai feitos, destes países;
Pois nem tais pagam: a dedicação;
Que estes Anjos da vida, a nós tão dão;
Quando a nós tratam, até às raízes.
Por não terem, vagar havido em vós!
Para a tirarem selfies, andarem;
Tal como pra o futebol, irem ver!...
É bom que não deixeis tais Anjos, sós;
Para o nosso País, tais não deixarem;
Por não haver futebóis: em seu FAZER.
Com uma profunda tristeza, por pena de vós;
Há profissionais de saúde não colocados/desempregados em Portugal?!
Com tanto doente em listas de espera;
Por não haver ninguém para os tais tratar;
Devido a um político, desleixar;
Assim se encontra a da doença, esfera!
Que pena haver em vós, desleixo tanto;
Pra com a saúde do POVO nosso;
Por para vós terdes, tratar como osso;
Espalhado por todo e qualquer canto.
Aproveitai este ajudar bom, da Europa;
Pra recheardes bem todos os quadros;
Que faltam nos sistemas de saúde!...
Para que eles, não emigrem pra tal tropa;
Nem para os outros nela, não encontrados;
Pra O POVO, ter tratar; mais amiúde.
Com pouca, mas alguma esperança em vós, “senhores” políticos;
COMO A VIDA E COMPLICADA INCRIVEL ESTOU AQUI EM PORTUGAL UMA TERRA (gira) ,ESTOU A CAMINHAR COM MUITA FE E DESEMPENHO e SABEDORIA!!!
SE DEUS POS ESSES OBSTACULOS EM MEUS CAMINHO SINAL QUE SOU CAPAZ DE ENFRENTA-LO, CONFIA EM MIM E NAO VO DECPCIONA-LO...fixe
jcp
Portugal...
Terra Amada e Maldita.
Uma Mae que pare os filhos e nao os ampara...
(pensamento de um filho que ha 20 anos anda fora de casa)
Invoco para que Portugal ouça as preces já antes divulgadas. Onde está o desaparecido? Onde esta o glorioso, aquele que possui a espada?
O tempo é fugaz. É urgente aclamar a protecção de um qualquer Deus que desperte em nós a cura para um novo Portugal. Um Portugal digno de ser relembrado. Digno dos feitos gloriosos.
Hoje apetece-me exaltar a raiva e a incerteza de um País que descobriu os mares, que ultrapassou medos e mitos.
Apetece-me perguntar:
-Que foi feito de Portugal?
Esta não é uma corrente pessimista, é sim realista.
Em tempos de outrora, um tempo de dor e sacrifício (ó mar salgado, quanto do teu sal, são lágrimas de Portugal!) Portugal. Portugal nunca mais voltou!
“O rosto com que fita é Portugal” Assim escrevia Fernando Pessoa, para dar ênfase à posição de Portugal na Europa e no Mundo.
Poderíamos ser O País, o tal País de riqueza, de oportunidades.
Podíamos alegrar-nos da imaginação e do “sonho que comanda da vida”.
Podemos nós dizer que “tudo vale a pena, se a alma não é pequena”?
Teremos nós a alma pequena, ou tudo o que é pequeno, é o cérebro do Português (não do Povo) que gastou o que não devia!!!
Deixou-nos à mercê de uma esperança. Esperança que D. Sebastião regresse, a esperança de um quinto império que traga tudo aquilo que devia ser de Portugal.
Terra de Descobrimentos, Sacrifícios, Patriotismo. Terra de mães vitoriosas, de Reis com força e vontade. Terra de Religião e distinção no Mundo.
Invoco um Portugal Novo…
Um Portugal em que o Português se possa orgulhar.
Evoquei Portugal, agora Invoco para que Portugal olhe em frente com a consciência que o seu passado poderia ser Tudo, tudo o que hoje precisávamos.
HISTÓRIA DE PORTUGAL
Que país,que nação.
Nobre história,
Nobre vida,
Grandes conquistas,
Pequenas derrotas,
Grandes descobrimentos,
Grandes explorações,
Grandes burlas,
Pequenos roubos,
Grande fama,
Árvores gigantes,
Adamastor,
Especiarias,
Tráfico humano,
Escravidão.
Que grande história
A história deste ilustre país,
Tão a ocidental da Europa.
Em crescimento e avanço.
Grandes doenças mas grandes remédios.
Felicidades únicas tristezas infelizes.
Evolução e união.
Será preciso mais alguma coisa
Para construir este país?
PORTUGAL
Do Norte, ao Centro
E ao Sul.
País nobre e sabedor,
Um país que sabe o que é dor,
Este deslumbra tanto portugueses
Como turistas por muitíssimas vezes.
Cantada, sentida, abençoada e adorada
Nação de forte gente
Do Ocidente presente no nosso coração.
Este país de tantos feitos,
Um país à maneira,
Um país para viver e sentir
O país, a nação em que o natural
Se junta ao artificial.
País nobre e independete,
Mas não descendente,
Um país para contruir
E uma obra a redimir.
Enfim um país com amor,
Um país, concluindo, cheio de esplendor.
10-03-2008
PORTUGAL
A salvação de cada um de nós é cada um fazer o certo e não o errado, se cada um de nós fizer o que deve o país avançará, se isto não acontecer o país retardará o seu desenvolvimento, e a muito custo que nos pareça, desaparecerá o nosso sustento!
Um país a honrar e evoluir, sem nunca deprimir.
Pois não motivo para isso, basta pensar o seguinte:
Quero ver filhos, netos, tudo do melhor, para isso tudo o que tenho de fazer, devo fazer com ponderação, para não surgir uma desilusão e não perder o meu tostão.
Força portugueses o nosso futuro depende de todos nós, não desvalorizem ninguém pois essa pessoa pode ser essencial para que este país se mantenha de pé e avance.
Oh! que saudade de Portugal,
do som do mar,
das praias e do sol
das ondas e do cheiro a maresia!
de caminhar pela areia e comer uma bola de Berlim,
de sentar na esplanada da praia, comer ameijoas e beber um bom vinho!
do calor e da águas frias que trinca os ossos,
das noites quentes de verão!
das sangrias e das sardinhas,
do leite creme e dos pasteis!
do grão de pico e do bacalhau!
das batatas a murro, do arroz de polvo, de pato,
das cantigas e do fado!
das casas e dos lugares onde se é feliz!
das regiões do Continente, dos Açores, da ilha da Madeira,
as estradas e o mar leva a uma viagem única!
das riquezas mil que esta em cada esquina, em cada passo, há sempre algo novo a ser descoberto e explorado!
do cheiro do ar, o vento e luz que muda de tonalidade de um lugar para o outro
da família, dos amigos, e das pessoas que fazem parte da minha historia, e que eu amo muito!
da alegria de ter estado numa terra sem igual, que tanto bem me faz!
Que um dia irei voltar para matar a saudade que esta me matando!
De muitas vontades estou!
vontade do cheiro,
vontade do beijo,
vontade do abraço,
vontade de todas as vontades,
meu querido Portugal !
A nossa Nação
Ó Portugal doce sátira!
Perto do mar plantado!
Estás a caminho do fim!
Do que foi a tua pátria!
Só nos resta agora um estado!
Que nos rouba a ti e a mim!
Por onde andei neste mundo!
Toda a vida trabalhei!
Deixei muita ponta solta!
Sinto agora bem profundo!
Que não mais as unirei!
Sem uma grande revolta!
Com cravos se ludibriou!
Um povo inocente e pobre!
Em cantigas de embalar!
Quanto ouro se desviou!
Do inteligente ao nobre!
Estudaram pra nos roubar!
Minha voz de raiva treme!
Quando nessa gente penso!
Distribuindo o que é nosso!
Para se manter no leme!
Deste barco podre imenso!
Aguentar mais! já não posso!
O mar que vidas ceifou!
Em prol da nossa riqueza!
Afoga agora os afoitos!
Triste sonho que passou!
Se afogasse a safadeza!
E os retorcesse em oitos!
Plos sonhos que nos roubou!
O cobre, a conta gotas!
Que nos vem parar à mão!
Vem da Europa à tonelada!
Pra engordar certas tropas!
Distribui-se plo ladrão!
O honesto não leva nada!
E o povo tem de pagar!
Porque o querer não é poder!
Sem ter o pilim na mão!
Pra quem menos trabalhar!
Ganha quem menos fizer!
Pode quem for mais ladrão!
Da América com sua frota!
Nos chega a inspiração!
Cada Estado é colossal!
O mesmo faz a Europa!
Com cagadelas de mosca!
Como a Grécia e Portugal!
A Justiça! ó justicice!
Outrora nos deu orgulho!
Aos justos também servia!
Serve agora a malandrice!
Minada pelo gorgulho!
A safar quem não devia!
O pobre mama! cansado!
Numa teta bem magrinha!
Em favor dos comilões!
Engorda-se o engravatado!
Aos funcionários do Estado!
Distribuem-se os milhões!
Junta-te a mim Zé povinho!
Faz da minha a tua voz!
Não para ganhar a guerra!
Agarra-te a um ancinho!
Rebenta a casca de noz!
De quem rouba a nossa Terra!
