Poemas Famosos de Medo
Não fique com medo de nada pois Deus é contigo
e sempre estará do seu lado não importa o problema ,
Ele será sempre a solução.
Não tenha medo de compartilhar seu mundo,
ele é imenso e se torna mais agradável na
companhia dos que amamos...
Amar é aceitar o outro e transformar
de maneira carinhosa seus defeitos
em virtudes.
Amar e colocar-se no lugar do outro
e entender seus motivos e enaltecer
suas qualidades.
Amar é saber ouvir e tentar com carinho
desmotivar sentimentos ruins e mostrar
que a vida é mais que as dificuldades.
Amar é estar ao lado para o que der e vier.
É dar abrigo em tempos difíceis; é segurar
a mão quando ele(a) estiver com medo.
É ser cúmplice em tudo e companheiro(a)
em todas as horas.
É nunca esquecer do outro.
É o sorrir da alma quando tudo parece perdido.
É a calma nos instantes da ira.
É o respeitar o tempo de cada um.
Enfim, é personalizar-se e cobrir-se de ternura,
gentileza e transformar o lar e a família em
em algo especial.
Ame mais, sorria mais; compreenda e entenda.
E isto te tornará não na melhor pessoa do mundo
mas, naquilo que completa quem estiver ao teu lado.
Olho-me no espelho e vejo o medo.
O que eu fiz para merecer isso,
O que eu me tornei, vejo que eu virei
O que eu mais temia.
O medo é como um pesadelo instalado em nossas mentes.
É preciso desmitificalo...
É preciso acordar para libertar-se dele e dominá-lo...
Medo nada mais é do que meios para manipular gente.
Alguns têm medo das ondas. Outros anseiam por surfá-las. Enfrentar o próprio medo também é um exercício de força, o fortalecimento da mente. E uma mente fortalecida tem mais chances de superar qualquer problema.
#filosofiadosurf
As vezes é preciso jogar fora toda dor e medo
Se entregar por inteiro
Valorizar quem te dá valor
Reconhecer quem te ama de verdade
Amar quem fez por merecer
E carinhosamente conquistou todo seu coração
O colorido daquele castanho,
é capaz de abrir clareiras em uma alma presa
Agora não há mais medo do estranho
Ovelhas negras se apartam do rebanho
Vida e destino? surpresaaaa...
Meu anjo...
Suscitei-lhe perfeita,
Bem como fizera Deus.
Não há nenhum esbanjo
Na auréola que a enfeita
Nestes sonhos meus.
Minha princesa...
Ao mármore que foste feita,
Sob a lira de um adeus,
Cabeu-o-lhe tanta beleza...
O brilho da estrela eleita
Carregas aos olhos teus.
Quanto brilho conténs,
Ó meu anjo da verdade?
Ao partir assim, tão cedo,
Co'a esperança destruida.
-Mas quando vires...
Que teu brilho alvacento
Banhou à todo o mundo.
Que o ruflar de tuas asas
Salvou à milhares.
À ti não restará lamento,
Só o puro amor profundo,
Que tirou-os de suas casas,
E à rua encantou-lhes...
Deslize pelas nuvens
E plasme outra realidade.
Jamais devias sentir medo,
Pois estás protegida
De tudo que temeres.
Então por que, amor?
Por que há caos
Em teus olhos...
Novamente?
Não permita que o medo crie forças
Não permita que o medo te impeça de lutar pela felicidade que anseias
Quando estiverdes bem consigo mesmo não silencie sua felicidade e o que há de bom dentro de ti.
Não permita que a saudade se torne tristeza
Não deixe que a saudade seja um obstáculo entre os caminhos que te leva ao encontro
Que as vozes que soam em sua mente não sejam ouvidas como um canto
Que as vozes que parecem gritar em alguns instantes soem como ritmo de encorajamento de sua vida
Que todas as vezes que pensares em desistir que o medo seja vencido pelo o encorajamento, lutando arduamente e bravamente por tudo aquilo que resulta em sua felicidade
By Zabala
A FADA MEDROSA
Perto de um bosque havia uma casa de sape
Onde vivia uma fada princesa
Que no lugar do nariz tinha uma cereja.
Certa noite a pequena fada
Foi ao poço buscar água
E logo avistou um gato
Que mugia feito gado
Foi tamanha estranheza
Que a pequena fada princesa
Pegou seu pote sem água
E correu para dentro da casa
Logo ao entrar apavorada
A princesa coitada
Tremendo feito uma vara
Gritou sua amiga arara
Que pela fresta da janela
O gato foram espiar
Logo gritaram pela mãe dela
Que em seguida apareceu na janela
A arara deu um pulo
Com o susto que levou
Disse: Olhem lá no muro!
Mostrando o gato que avistou
A mãe logo o reconheceu
Ah! Aquele é o gato Bartolomeu
Filho do saudoso Zaquel
E de Dona Chiquinha
A nossa vizinha
Olhe o que medo faz
Mais calma reconheceram o pobre rapaz!
E há passados tão aprisionadores que deixam os "pássaros" ressabiados.
Alguns sentem um medo tão grande de sofrerem novamente que sequer tentam, outros vão se aproximando pouco a pouco quando sentem alguma confiança.
E é preciso ser muito paciente, para não espantá-lo, pois as vezes eles podem apenas ir para uma árvore próxima, noutras podem até voar para longe de nossa vista...
A essência do homem é pura. Seus erros de interpretação do mundo é que maculam sua existência. Viva, diariamente, no caminho do Bem e da Harmonia.
Medite, ore... Conecte-se profundamente e de coração aberto com o Criador todas as coisas. Sinta em sua Alma, o quanto você faz parte de algo muito maior.
Reconheça-se como irmão, de cada criatura do Universo.
Se assim o fizer, tudo que há será teu amigo e, portanto, nada te causará mal. Nunca mais haverá desespero, sofrimento e nem solidão.
Aquele que vive em harmonia com tudo e todos, vive de acordo com o desejo de nosso Criador, torna-se merecedor de todas as dádivas sem sequer ter que pedir, e jamais terá pelo que temer.
Medo do bicho homem
Um leão rugindo, quando percebe o outro, tentando ser livre em seu habitat;
Uma cobra traiçoeira, desejando dá o bote, espalhando medo por todo o lugar;
Um rato sedento que não vive do pouco, diz: _ Tudo é migalhas, resto de coisas que a vida há de dar;
Um porco suvino, enfiado na lama, das suas verdades, espalhando a desordem, por todo lugar.
Desfruta da teu conhecimento.
Intensifica os cinco elementos, manifestando assim o ensejo de Ser o verdadeiro Ser. Aniquilando o não Ser.
Libera o medo onde deveras encontrarás a sabedoria, que é a tua doce energia.
domingo
O pequeno homem caido no chão
No tapete ele dorme
Cansou sua mão
Tocou, tocou... dormiu
O violão trocou de mão
O teclado funciona!
Violão, tapete, carron, pastas
e o pequeno homem no chão
O teclado funciona!
Voz e som.... medo...
Teatro, música, poesia...
Nada dito
nada combinado
Nunca aos domingos...
Já é segunda!
Quando um corpo feminino é violentado brutalmente
É certeza que falta humanidade numa sociedade
Viciada, hipócrita e que se safa impunemente
Homens que representam a podridão
O descaso, o desrespeito, o esvaziamento
Porque se sentem no direito de machucar
Denegrir, ofender e humilhar
Seres desprezíveis que caminham livremente
Assediam, "brincam", diminuem, batem
E consideram normal, porque são homens
São miseráveis escrotos, débeis criaturas
Habitando um corpo racionalizado
Agindo como bicho irracional
Não é o que vestimos, dizemos, fazemos
Não é o meu comportamento que dá permissão
O NÃO é imperativo sempre
O que uma mulher é
Homem nenhum tira
Mesmo machucada, humilhada
Consegue ser muito mais forte
Do que qualquer homem
Talvez por isso estejam despertando
Tanto medo e insegurança
Em uma grande parcela masculina
Que ao não reconhecer seu empoderamento
Buscam através da crueldade seu desmerecimento
É preciso viver bem na diversidade
Não existe melhor ou pior, existe o diferente
Homens e mulheres, juntos, com direitos iguais
Livres para serem o que desejarem
Para ir e vir como quiserem
Não há perdão para a desrazão
Uma sociedade humana e decente
Só se fará através da educação
ELA...
Amava a noite, pois era o símbolo da solidão;
Amava o pôr do sol, pois apesar de parecer triste, no outro dia se mostrava poderoso;
Amava fotografia, pois se encantava com a forma que ela eternizava cada momento;
Amava a clima, pois mesmo quando fria era linda;
Amava a água que caía das cachoeiras, pois mesmo com quedas tão altas nunca deixou de percorrer seu caminho. Ela amava muitas coisas.
Tinha medo das pessoas, pois como ela estas sorriam sem vontade;
Tinha medo do vento, pois este vinha e sumia num instante;
Tinha medo de palhaços, pois esses se diminuíam para ver o riso de sua plateia;
Tinha medo dos pássaros pois esses sempre partiam para longe todos os verões.
Tinha medo do mar, pois seu mistério lembrava a ela mesma. Ela tinha muitos medos, ela...morreu.
Mas ela não tinha medo da morte? Tinha.
