Poemas Existencial
Arrependimento Existencial
Arrependimento, é atribuição de um valor tardio a uma vida não vivida como superior a uma vida escolhida para viver. Fazer moral não é nada fácil, a dor acompanha todo trabalho da moralidade e a angustia é inseparável de toda escolha, sobretudo, porque deixar de viver é necessariamente perder de uma certa forma.
A irracionalidade existencial do ser humano ( considerado o único animal racional)
evidencia-se diante da racionalidade de sobrevivência dos demais animais...
A irracionalidade existencial do ser humano,
aquele que insiste em se autoproclamar
o único animal racional,
salta aos olhos quando comparada
à racionalidade instintiva de sobrevivência
que guia todos os outros animais.
Eles vivem com sabedoria.
Nós, frequentemente, apenas nos contradizemos...
✍©️@MiriamDaCosta
A vida é como uma pedra bruta que precisa ser lapidada no decorrer de sua jornada existencial, mas pelo fato de tudo também vir a se modificar, em concordância com um ciclo que se encerra para dar início a um outro, bem mais atualizado e com grandes inovações. Mas nem sempre isso acontece com a vida, em si, como um todo, por meio do próprio livre-arbítrio, no que querer permanecer aonde esteja ou de querer ir adiante para respirar novos ares, como também, de se renovar em todos os sentidos, por meio de uma reforma íntima para que seja realizada um autorrenovação,
em prol de um progresso evolutivo, durante toda uma estada no mundo terreno.
Regis Assunção
A felicidade é a condição existencial do ignorante e a manutenção de sua vida no cotidiano.
Bertoudo Matos
OBRA DA VIDA: Sentido e Propósito Existencial
"Se já nascêssemos sabendo tudo sobre a existência, qual seria o mistério da vida?"
Expressara-se Propheros, nestes termos: - a Vida existencial é muito curta, para que os mortais se preocupem com pequeninas coisas do dia a dia. Porém, como seria a Vida, sem as preocupações sobre essas pequeninas coisas? Tenho por certo que, um verdadeiro enfado seria, se não houvesse com o que se preocupar! Acredito que o próprio Destino deu aos Homens a tarefa de se ocupar das pequenas coisas, aparentemente sem importância, a fim de que eles encontrem motivos para sempre irem adiante, resolvendo seus problemas. Porque enquanto estão ocupados em tentar resolve-los, não pensam na insignificância da maioria deles.
Às 10:50 um 01.05.2026
Ao longo da nossa caminhada existencial nos deparamos com inúmeros desafios, mas nenhum deles é maior do que "o desafio de desafiar-se e vencer-se a si mesmo todos os dias"! Em um mundo onde a comparação e a competitividade tentam ditar regras o tempo todo, torna-se essencial a busca incessante pelo domínio das emoções para não ser dominado por elas!
Todos os dias a vida nos instiga: "decidir ou desistir". Isso implica "aceitar ou rejeitar" os desafios que a caminhada nos impõe!
Depende de cada um escolher ser "livre ou refém de si mesmo", ou seja, protagonista ou vítima das suas próprias emoções e, consequentemente, da sua própria história. Conforme já disse o poeta: "viver é muito perigoso!". E o que a vida exige de nós? Coragem!
Entretanto, é preciso lembrar que a coragem exige fé e resiliência, mas também renúncia, e ainda a capacidade de abandonar a resistência às velhas crenças e aos velhos padrões que impedem a evolução e o crescimento.
A vida é desafio que impõe desafios, mas também é desafiar-se a si mesmo, para tornar insignificantes os demais desafios e ser Vitória!
Solange Ferreira
Solidão existencial: não ter com quem compartilhar quem você é:
Quem examina com maior profundidade a si mesmo, as relações e o próprio viver, dificilmente encontra com quem possa compartilhar o que pensa, sente e faz.
Mesmo considerado inteligente e sensível, pode sentir-se pouco percebido e sem pertencimento.
É difícil, mas você não está só!
A evolução existencial atravessa as barreiras da alienação religiosa e social.
Mesmo sob o peso dos "deuses" criados pelo sistema, surgem pessoas conscientes. Em contrapartida, vemos sementes humanas sendo polarizadas pela política e uma imensidão de bots analógicos alimentando a alienação.
Esses seres, perfeitamente animados por fora, revelam que o "humano-bot" não é uma novidade tecnológica: ele sempre foi fruto da inércia introspectiva da consciência, operando sob prerrogativas impregnadas pelo domínio mental de sua própria época
conceito da evolução existencial é determinado pelas leis do tempo, estando nós em um estado primitivo e ativo — no ciclo contínuo do dia e da noite, do envelhecer e da prerrogativa de perecer diante do inevitável. Diante do diálogo da existência cognitiva, olhamos para a vida sob a premissa de um "tempo não-tempo": a urgência de que nos resta apenas o pouco.
O tempo é relativo, proporcional ao propósito e à probabilidade do momento exato — um instante sem volta, fundado na prerrogativa do paradoxo existente e na relatividade constante do passado, lá no distante fluxo temporal da existência.
É claro que esse fluxo é como um rio grande que corre. Ainda não compreendemos a volta desse rio nem os desvios que compõem o seu ciclo — tal como o ciclo da água, em um movimento que transcende e perpetua a perspectiva. Na numerologia da existência, o ato de olhar para o passado funciona como um bug psicológico criado para alienar as fronteiras da humanidade. Celebrarmos mais um dia significa que talvez cheguemos a uma compreensão inata, mas nos questiona: o que somos nós diante dos grandes momentos e da imensidão do universo?
Somos nosso próprio esqueleto.
O cranio de nossas emoções fruto da evolução existencial atravessa nossos pensamentos...
Somos dívidas por cinco parte na fogueira de vaidades na essência somos apenas poeira falante...
Clamo no meu vazio existencial...
Sou coveiro de tantas ideias...
A filosofia é simplicidade compreensão inata do cepucro da alma livre.
Corvos encantam as sombras de alegorias que invente a farsa dos poderoso.
Palhaços clamam por atenção diante da alienação... um brinde por mais notórias aplausos aplausos todo tem vários tamanhos diferentes para sermos capazes de corrupção chantagens outras coisas mais.
A tua plenitude existencial
provoca, infrene, a cobiça;
Ver toda a tua beleza física
plena, a minha fantasia atiça.
A reverência e a exaltação
tão queridas serão prestadas
quando nas nossas mãos forem entregues
as rédeas da inequívoca cumplicidade
com intensidade e verdade.
Não é porque é Lua de Morango
que ilumina o Alecrim-do-campo,
Que estou de peito aberto revelando:
é porque sinto que estou me apaixonando.
A DOCE ILUSÃO
Para os intelectuais haverá sempre um paradoxo existencial: a caracterização da ilusão. Dotados dos meios suficientes e necessários na identificação desta possível armadilha, os afortunados doutos podem, por vezes, almejar a condição de vítimas consentidas dela, a doce ilusão.
A filosofia e o cienticifismo são implacáveis em refutar qualquer investida da ilusão. Por vezes, este rigor embota os sonhadores, prejudicando o desenvolvimento destas disciplinas. A ciência quer modelos formais que expliquem aquilo que pode ser observado. O artista, o poeta quer tornar belo o inexplicável, o imponderável. A desconfiança do óbvio é o pressuposto básico da filosofia. A fenomelogia dá o arcadouço necessário a ciência que a utiliza na descrição dos seus métodos de estudo.
A grande virtude dos afortunados doutos reside no poder da escolha entre ser feliz ou ter razão, quando esta condição conflitante se impuser. Sendo erudito ele pode optar. A maior das arrogâncias é querer ser feliz sempre ou ter razão sempre. “Afinal a vida é isso, e um pouco de fantasia não faz mal a ninguém”. Assim escreveu uma linda cientista, quem ousaria discordar dela?
Agostinho Lima-072200Set11
Visão- O vazio moral, a angusita existencial que muitos parecem sentir hoje em dia e que é constantemente representada na arte moderna- pintura, teatro, literatura, cinema, televisão, etc- de onde vêm?
Rohden- Vêm da falta de auto conhecimento e da falta da verdadeira educação. Esses fatores sociais- rádio, teatro, televisão, etc- não podem educar porque, como já foi dito, a educação é um processo eminentemente individual. O que os citados fatores sociais poderiam e deveriam fazer é remover ou diminuir os obstáculos à verdadeira educação. Infelizmente, porém, quase todos os programas de cinema, rádio e televisão, são flagrantemente antieducativos. E isso acaba num vácuo ou numa frustração existencial, como repetimos sem cessar em nossos cursos da Alvorada e em nossos livros.
A crise existencial da morte
Eu sou a morte!
Sou silenciosa,
Pra quem tem sorte,
Indecente,
Pra quem é maçante,
Mas sou sempre necessária,
Necessária para seleção natural,
Igualar as espécies,
Equilibrar o bem e o mal,
E para fazer com que as pessoas vivam...
Como se um dia fossem morrer!
As vezes faço rir,
Faço chorar,
Faço sofrer,
Mas sempre faço entender...
Que eu sou o final!
Pareço adolescente,
Acho que ninguém me entende,
Que estou sempre sozinha,
E que minha existência Independe de
qualquer regra ou lei,
Mas comigo é real!
Sou infinita e imortal,
Mas isso não são qualidades...
O que adianta ser eterna,
Ter tempo pra consertar todos os erros,
E decisões erradas
E ser sozinha...
Por isso não errar,
E não ter decisões.
Sou egocêntrica,
pois sou perfeita, e incrível
E quem provar ao contrário...
Já sabe!
Poucos gostam de mim,
Mesmo solucionando questões,
Quebrando tabus,
E provocando emoções.
Quando entro em ação
Faço muitos darem valor,
Se arrepender por,
Não ter passado tempo o suficiente…
Não ter tratado de uma maneira descente!
Não ter dado a atenção necessária,
E não ter vivido como deveria,
E enfim,
Quando trago todos a mim,
Faço entender então,
O quão insignificante,
É o ignorante,
Que acha que é alguma coisa!
E fica amedrontado,
Querendo voltar e seguir,
Pois saiu da ignorância,
E descobriu o sentido!
Sentir...
Crise Existencial - Parte I
Vejo no canto, sempre escutando
Aquele olhar, absorver observando
Em devaneios vai tragando
Dilacerando o seu ser
Crises existenciais, cada faísca procura transcender
Relação banal, aquela feita apenas para saciar uma vontade carnal
Percebo a extravagância e a beleza dos flashes
Tudo normal, competir e guerrear
E esquece de se completar e transformar
Detalhes que observo
Meus olhos dispersos
Sufoco ao respirar
Quando encontro um vazio no olhar
Onde não há o amar
Se matar
Dilacerar
Me desolar
Se isolar!
Crise Existencial:
Somos apenas um amontoado de poeira cósmica
Que se juntaram por acaso
Nesse mundo de descaso
Olhe tudo que está a sua volta
Na verdade nada disso importa
Logo, logo a morte bate à porta
Estamos a dar voltas
Um pequeno planeta seguindo sua rota
Num pequeno sistema solar
Numa pequena galáxia a vaguear
Num universo infinito
Onde meu grito não pode ser ouvido...
Incerteza
Invariável
Norte
Complexidade
Existencial
Realça
Traços
Equivocados
Zona desconfortante
Adverso momento.
