Poemas e versos pequenos
Luiz é pernambucano
Mas o nordeste lhe abraça,
Seus versos voam no vento
Viajam com muita raça.
Sua arte não profana
A verve gonzaguiana,
Da qual Luiz se alimenta;
É timoneiro valente
Um guerreiro consciente
Da arte que representa.
( ao meu amigo Luiz Wilson)
Um caderno de versos com cheiro de flor,
O amor de uma mãe… plantado com louvor.
Não conto só mais um ano, mas um tesouro guardado,
Sou mais experiente, sim, e por Deus acompanhado.
Carrego fé num coração simples e sincero,
Sou Paulinho, o Negrin da Mamãe — inteiro!
A solidão a rondar,
Pensamentos a pairar,
Madrugada a rolar.
Noites em perdição,
Os versos de humilhação,
Sentimentos em podridão.
O frio do vento,
A sensação de relento,
Cenário violento.
Final de paz,
Um agora sagaz,
Já não dói mais.
Nem lua, nem estrela
Nem mar nem jardim, nem versos que me enlevem. Nem carma ou frenesi
Só quero a emoção de uma Amor com início e fim!!!
Não trago ouro, nem prata,
Nem ofereço o que passa.
Venho com os versos da alma,
Com a arte que acalma.
Não vendo o que brilha em vitrine,
Mas te dou, sem custo algum, a cultura que ensine.
Em meu versos já não consigo mas esconder.
A tristeza em mim ja não dá mas para conter.
A inspiração esta acabando não sei que fazer.
Meu coração pede por socorro ninguém consegue entender.
Já não consigo mas rimar.
Já nem se quer pensar.
A não ser chorar.......
Ela relutava em me amar, foi então que a
simplicidade dos versos que eu lhe enviava
conquistou o seu coração.
Poesia é assim...
Ha uma nota triste na poesia ou há tristeza na vida do poeta?
Quem lê os belos versos no papel, nem de longe imagina a feiúra que vai na alma.
O lamento é o triunfo do mal, e as lágrimas seu acalento.
A MORTE NÃO MATA A VIDA
Ausculta com a alma
o som que vibra nestes versos:
o medo de viver é o que mata a vida,
não sendo a morte física, realmente, o seu inverso.
POEMINHA DA ALEGRIA
De quantos versos preciso
para compor meu poema
sobre a força revolucionária da alegria?
Apenas um: “a mim basta que você sorria.”
*Para meus filhos Isabele e Rodrigo.
Não sou de escrever versos
Mas quando se trata do amor sou versátil
Falo a verdade de muitas maneiras
Minha filha não conheceu meus pais
mas eu conheci meu neto
Por isso faço versos
para que ele saiba
o que meus retratos sentiam por dentro
POEMINHA DE AMOR
Não julgues a inspiração
Do singelo poeta,
Aceita os versos de amor
Que falam o que a boca
Lhe nega.
Nas noites em claro
Me declaro e faço versos.
Muitos controverso, isso auto-ajuda a me entender melhor
Eu não mais posso sopitar a lira
ante esta mágoa que o meu ser abrasa;
assim, nos versos, tudo o que me inspira
é, gota a gota, a dor que se extravasa.
