Poemas de São Valentim
Leal e Verdadeiro
Meu amor por ti é atento e zeloso, prestativo e íntegro;
Sua nascente, brota de um coração maciço; se espalha através dos teus sorrisos e se derrama em desejos quando cai no encantamentos misteriosos do teu corpo sadio;
Meu amor por ti é inquieto, ansioso, tem simplicidade, tem liberdade, ele tem virtudes;
Meu amor por ti é permanente, tem efeito de unção na minha alma, ele é carregado de lealdade, enfim ele é de verdade.
Anormal
O meu amor está em evidência pois continua subindo pelo elevador das emoções sem parar,
nada será normal como um dia já foi, depois de conhecer o teu coração e de nos prometermos um ao outro eu vejo tudo diferente, com mais sentido,
estou respirando a saudade, me alimentando dos nossos momentos únicos, quero entrar nos sonhos de segurar tuas mãos e não pretendo sair mais deles.
Dou-te meu melhor e o meu pior, enérgico palhaço a te embalar em meus braços.
Te dou meu AMOR, te dou minha VIDA, me entrego nos teus braços minha Querida;
Meu coração é teu, minha Alma é tua...
O teu desejo é o meu, minha doce candura. Adorável criatura; doces sentimentos. Afagos e ternura são meu contentamento.
Minha linda formosura, meu encanto, minha lisura, INFINITO é o meu AMOR, minha ADORAÇÃO perdura!
A morte não finda meu amor por ti.
O amor é imortal e é emoção.
Nem mesmo a morte põe fim ao meu sentimento eterno por você,
Mas que ela seja infinito enquanto eu sinta genuinamente.
Lhe entreguei, por fim, todo o meu amor que houve nesta geração.
Não deixe o sol morrer.
Não deixe a luz escurecer.
Não deixe o farol apagar.
Não deixe a chama acabar.
Não deixe de viver.
Ainda é tempo e há um amor para recomeçar.
Depois de você, eu admito que eu pude me apaixonar por outro alguém e viver novamente.
Quando eu penso em ti, eu sinto amor.
Você é para toda minha vida.
Eu descobri o segredo da tua fonte escondida.
Incrível ou não, fostes meu grande amor.
Que coisa mais linda de ouvir, eu te amo, eu te adoro, meu amor.
É possível ressignificar o sentimento de amor mesmo eu não mais compartilhando da minha rotina contigo.
Só o amor que nos eterniza o significado de vida e de felicidade.
Esse sentimento de amor está tatuado no pragma do meu coração e cravejado na minha alma.
O meu amor se transforma e nos ilumina.
Sentimento transcende qualquer tempo e qualquer barreira.
Quando um fica e o outro parte, posso te visitar viajando no trem da lembrança para uma estação chamada saudade, vice-versa.
Não se esqueçam do amor, do amor verdadeiro.
Com cor, com sabor, com perfume, com exatidão, com esperança.
És tu, amado, minha eterna fascinação.
**Onde o Meu Amor Está?**
Dos versos e rimas deste poema,
faço altar para o nosso tema.
Na espera de tua voz ecoar,
em respostas que sei dançar.
Esse meu sofrimento, delicado véu,
será cobrado com o mel do céu.
Todo esse amor, quieto, reprimido,
no tempo, com juros, será redimido.
Onde o meu amor está, nesta noite estrelada?
Sob a lua, sua face iluminada?
Aqui, nesta solidão que se estende,
espero o calor que de ti emana e ascende.
Nosso quarto, frio, sem teu abraço,
é só um esboço, desenho sem traço.
Só o calor de teu amor para aquecer,
esse espaço vazio onde ainda posso te ver.
E quando estiveres só, por um breve instante,
me beija, com o fervor de antes.
Em cada bilhete que deixo, um desejo,
um beijo guardado, um segredo que almejo.
Sempre que quiseres, no silêncio da noite,
na distância que o nosso amor açoite,
lembra dos versos que escrevi para ti,
em cada linha, onde sempre estarei aqui.
Minha alma gêmea, meu amor eterno,
Tu és o amigo fiel, o companheiro de todo inverno.
Em nossas jornadas, muitos caminhos trilhamos,
Corações entrelaçados, por onde quer que andamos.
Tua mente é de um sábio, tua alma, um menino,
Brincando entre sonhos, destemido e divino.
Sempre ao meu lado, em cada desafio,
Teu abraço é meu refúgio, meu doce alívio.
Lembranças das lutas, das batalhas enfrentadas,
Nas noites escuras, nas auroras douradas.
Ergueste-te, valente, um verdadeiro guerreiro,
Teu coração, um castelo, aberto, inteiro.
Tua casa, coração, onde sempre entro sem bater,
Portas abertas a sorrir, me convidam a viver.
Nos momentos incertos, tu és o farol que clareia,
Em cada tempestade, a calma que permeia.
Nas horas difíceis, tua palavra me sustenta,
Força, fé e carinho, tua essência que acalenta.
Tua presença constante, um sussurro ao meu ouvido,
A certeza pulsante: nunca estive sozinho.
Não há necessidade de dizer, é verdade conhecida,
Mas ecoa em meu ser, a doçura de tua vida.
Grato eu sou, por cada dia, cada riso partilhado,
Meu amor, meu amigo, por todos os lados.
Este poema é para ti, meu eterno companheiro,
Amor e amizade entrelaçados, o meu mundo inteiro.
Celebro nossa união, forte como um antigo mito,
Por tudo que és para mim, por seres meu infinito.
No Jardim dos Pensadores
No vasto jardim do ser, onde brotam os pensamentos,
Planto meu amor não correspondido, rego-o com lágrimas silentes.
É uma flor estranha, que floresce em sofrimentos,
Entre os espinhos da dúvida e os solos das mentes.
Qual é a essência desse amor que apenas eu sinto?
Pergunta o filósofo em mim, buscando entender.
Será ele menos real, por ser um labirinto
Onde apenas minha alma pode se perder?
Nietzsche disse uma vez, com ardente fervor,
Que devemos amar a vida, aceitar até a dor.
Assim, amar sem retorno seria então uma forma de nobreza,
Amar o destino — amor fati — em sua pura beleza.
Schopenhauer, mais sombrio, poderia argumentar,
Que todo desejo é sofrimento, e o amor é um mar
Onde navegar é buscar a dor, em ondas de ilusão,
Afastando-nos da tranquila costa da razão.
Mas que diria Platão, com sua visão das formas ideais?
Será que o amor verdadeiro, em esferas celestiais,
Não precisa de resposta, pois é puro em si mesmo,
Uma união de almas, não um simples esquema?
E Kant, com seu imperativo categórico a guiar,
Diria que amar com respeito e dignidade, sem usurpar,
É agir eticamente, mesmo sem reciprocidade,
Pois o amor em si deve ser nossa moralidade.
Assim, me vejo filósofo entre estrelas e poeira,
Buscando sentido no amor que a alma inteira
Consome em chamas de um eterno questionar,
Onde ser amado não é certo, mas amar é um ato de se dar.
No fim, talvez Sartre e Beauvoir possam me ensinar,
Que somos livres para escolher como amar e navegar.
Que o amor não correspondido pode ser liberdade,
A escolha de amar, apesar da adversidade.
Filosoficamente, o amor é um eterno debate,
Uma dialética entre o coração e a mente.
Nesse jogo entre ser e parecer, tarde ou cedo,
Aprendemos que amar é, em si, um credo.
"Doce Redenção"
Ó meu amor, no canto há um violão,
Ecoa suave uma doce canção,
Que em teu nome faz vibrar o ar,
E ao som dos céus me faz sonhar.
No silêncio que a calma traz,
Sonhos florescem, o tempo refaz.
Da janela, a vista encanta o coração,
Corcovado e Redentor em sua amplidão.
Quisera a vida sempre assim,
Com tua presença junto a mim,
Até que a chama do tempo adormeça,
E a eternidade, em nós, permaneça.
E eu, que da tristeza era herdeiro,
Descrente do mundo, eterno estrangeiro,
Ao encontrar-te, vi o céu se abrir,
E soube, enfim, o que é sorrir.
Felicidade, doce descoberta,
Teu amor, minha alma desperta.
Onde Está Meu Amor?
Diz-me, onde está meu amor,
Aquele que ao me olhar já sabe
Que meu coração bate por nós dois,
E que amar-me não é uma metade,
Mas um todo que preenche e refaz?
Será que está perdido na pressa,
Nos dias que correm e não esperam,
Ou em sonhos que nunca se cruzaram
Com os passos que trilhei até aqui?
É mais fácil amar quem já me ama,
Um caminho onde o toque é certo,
Onde não há sombra de dúvidas
Nem esforço para ensinar o afeto.
Mas onde está quem há de ser meu abrigo,
Que faz do amor não um peso, mas um voo?
Será que vagueia, distraído,
Ou sente, em silêncio, o mesmo vazio?
Se o amor é troca, por que ainda espero
Por um eco que me chame de volta?
Por que, ao invés de ser quem aprende,
Eu sou quem ensina, sou quem implora?
Diz-me, onde está meu amor?
Nas entrelinhas de uma vida que sonho,
Ou no peito de alguém que, em silêncio,
Também me busca sem saber meu nome?
Ele era o dono do meu coração..
Dos meus pensamentos ..ele era o meu amor..
Hoje ele é apenas a minha saudade..
Ele é o meu amor ..eu sou o amor dele ...
Ele é a letra , eu a poesia ..
Ele é a escrita , eu o escritor ...
Ele é a música, eu a melodia ..
Eu sou o amor dele , ele é o meu amor...
E toda noite quando vou dormir..
eu peco sempre que vc esteje bem..
que onde vc estiver, meu amor te alcanse...
e que mesmo estando longe..
que vc ainda se lembre de mim..
e que saiba.. que em pensamento...
estou cuidando de vc...
e que vc tambem venha cuidar de mim...
Dai- me!!
Dai- me o seu tempo, que vou lhe mostrar o meu amor
Dai- me o seu tempo, que vou lhe acolher ,aconchegar junto a mim,
Dai- me o seu tempo, que todas as transformações vão acontecer para o seu aprimoramento, para a sua elevação
Dai- me... Dai- me
Basta querer
Dai- me porque novas experiências vc vai viver,
O caminho é um só
Eu sou o caminho, a verdade e a luz
A luz traz com ela a sabedoria, a paz, o equilibrío, e o amor.
Paz e luz
Simone Vercosa
Á Deus!!
Minha gratidão é eterna.
Meu amor é infinito.
Tda honra e tda Glória
Meu reconhecimento jamais faltará
Meu pedido é constante:
Que eu possa ser um ser humano melhor, sábio, humilde, fraternal, mais tolerante, e que eu possa ter a capacidade de sempre transformar tudo que não for bom, em bem.
Que Deus me conceda a elegância de alma.
Eu tenho a mais absoluta certeza, que diante das adversidades, minha fé jamais faltará, porque o Senhor revigora minha fé, me sustenta a cada amanhecer. 🙇♀🙏🙌
Simone Vercosa
SE O MEU AMOR FOSSE CANÇÃO
Se o meu amor fosse canção
Seria música de Tom Jobim
De natureza, bela, de luz e de sol
Seria pra mim a nona perfeita
Divina, sem início nem fim.
Se o meu amor fosse canção
Seria ópera de Wagner
Romance de Isolda e Tristão
Eclipses de Caetano
“Qualquer Coisa” vã
Travessia de Milton
Sina de Djavan.
Se o meu amor fosse canção
Seria assim, cheia de defeitos
Melodia incompleta
Rascunho de poeta
Poema sem som.
Evan do Carmo
DELÍRIO NOTURNO
Dorme, dorme o meu amor,
no silencioso abrigo do meu coração.
Nesta noite de afago eterno,
queria tanto estar nos sonhos dela.
Mas quem pode imaginar
O que ela sonha?
Se com um príncipe ou com um plebeu.
Enquanto ela dorme eu penso no que seria de mim
Longe dessa imensidão do mar que nos separa.
Se pudesse toca-la e afagar seu cabelo
Se mesmo em sonho
Eu pudesse revelar todo meu amor,
e o meu desvelo.
Mas há a noite e o meu delirar noturno.
Um mar e uma eternidade entre nós.
Inspirado na obra Noturnos de Chopin
SONETO PARA MEU AMOR
O amor entrou assim em minha vida
Naturalmente de maneira enternecida
Foi como balsamo seu afeto, seu carinho
De ramo e flor construímos nosso ninho.
Alimentamos um ao outro todo dia
Com vinho doce e com o pão da empatia
Tudo lá fora pode até desmoronar
Mas aqui dentro temos a calma pra lutar.
Contra a desordem deste mundo em desamor
Somos pequenos neste vasto universo
Onde escrevemos um poema vencedor.
De verso em verso somos hoje uma odisseia
Fonte de luz e de esperança
Pra quem esperar VIVER um grande amor
Se o meu amor fosse canção
Se o meu amor fosse canção
Seria música de Tom Jobim
Seria música de Tom Jobim
De natureza, bela, de luz e de sol
Seria pra mim sinfonia perfeita
Do começo ao fim.
Se o meu amor fosse canção
Seria ópera de Wagner
Romance de Isolda e Tristão
Queixa do Caetano
“Qualquer Coisa” vã
Travessia do Milton
Sina do Djavan.
Se o meu amor fosse canção
Seria assim, cheia de defeitos
Melodia incompleta
Rascunho de poeta
Poema sem som.
Soneto ao meu amor
A lua brilha, espelho do luar,
Reflete a luz que vem do seu senhor.
Assim sou eu, que busco o teu olhar,
E encontro em ti a fonte do amor.
No céu sereno, a lua em esplendor,
Inspira sonhos, faz o mar cantar.
Mas, sem o sol, é triste e sem valor
Perdida e fria, não pode brilhar.
Assim era eu, sem tua luz em mim,
Um ser sem rumo, triste a vagar.
Contigo, amor, conheci vida enfim,
E em teu carinho, volto a resplandecer.
És meu sol, que me faz renascer
E sem ti, não saberia sequer viver.
Oração do Silêncio
Ouvi o som do vazio, meu amor,
o eco de mundos suspensos no espaço,
como se o universo guardasse um segredo
no instante em que tua prece tomou forma.
Era um murmúrio antigo,
feito da respiração das estrelas,
um canto sem voz
celebrando a existência
num espelho onde o infinito se reflete.
Nos teus lábios, senti o renascer da matéria,
não como milagre, mas como fluxo,
como se o beijo fosse a maré se entregando ao vento.
Era a força que tudo move,
o gesto eterno que o cosmo repete
quando o dia se dissolve em sombras
e a noite se abre em promessas veladas.
Na reverência do teu gesto,
teu amor, meu amor,
era mais que oferenda:
era força que unia nossos mundos,
era órbita e atração em harmonia,
era o corpo compreendendo os ciclos do tempo
no instante em que se curvava.
Tu me tocaste com a alma entregue,
não em servidão,
mas na dança de corpos celestes
que encontram equilíbrio na troca.
Fomos constelações em convergência,
não por acaso,
mas porque o universo escolheu
aquele momento para ser eterno.
E ali, onde o vazio tornou-se canção,
onde a matéria renasceu em ternura,
aprendi que amar é dançar com o cosmo,
sem nunca precisar de respostas.
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