Poemas dia da árvore
Eu me perco nos seus olhos
Que brilham como uma noite de luar
O verde se acentua
E me faz flutuar
Lábios que se tocam
Mãos um pouco sem jeito
Corpos selados
No encaixe perfeito
Em baixo da árvore
Momento adequado
Depois de tanto tempo
Você ao meu lado
Palavras contidas
Para não exagerar
Porque não sabemos do amanhã
Só o tempo irá revelar
Não, não quero nada…
Nem o aroma da tua roupagem
Nem a frescura da tua folhagem
Amo-te sem querer nada.
Apenas quero o teu tronco
Para sem tempo o abraçar
E sentir que tenho raízes.
A trajetória de uma vida terrestre é apenas um momento. Nosso tempo se esgota em um instante, e esta linda oportunidade de viver no meio da multidão, chega-nos ao fim.
Sábio, é quem sabe aproveitar esta breve temporada para semear o bem, trilhando o seu caminho com fé no coração; porque Deus é o único capaz de dar crescimento à uma planta, e ainda transformá-la em árvore frutífera.
Atitudes benéficas atraem as pessoas que são semelhantes, e como prêmio maior; conquistamos a amizade dos filhos da luz.
Que cada um possa ter um Jardim da Vida
Regado por águas advindas de um paraíso,
Ao passar pelo Jardim dois irão se formar
E com a energia dos braços entrelaçados,
Pela Árvore da Vida, frutos serão gerados!
Olhar de Poeta
Ana Paula Silva
Autora do livro: Me apaixonei por um poeta
Editora Saraiva – Livro Digital
O Poeta tem um jeito todo especial de ver o mundo, ver o sol, a lua, o mar, as árvores e as folhas que caem dela. Não que ele veja tudo mais bonito, não que ele não tenha problemas, não que ele não fique triste ou se alegre. Mas, ele aprendeu a ver a vida e os acontecimentos de ângulos diversos.
Quando a folha cai de uma árvore, vemos uma folha cair de uma árvore. O poeta vê a folha caindo da árvore, vê seu movimento que é quase uma dança, num balançar ao ritmo do vento, vê toda beleza do seu brilho, que é produzido pelos raios do sol, vê a tristeza acompanhando aquela folha, que foi abandonada pela árvore, numa vagarosa solidão, vê ela se juntar a outras folhas ao tocar o chão, e vê que ela não está mais sozinha, como esteve desde o momento que se desgarrou da árvore. Ele volta seu olhar à árvore, que chora por precisar se desfazer de suas folhas. Ele olha para o céu, que está cinza, as nuvens parecem tristes e tentam ofuscar o brilho do sol, todos parecem compadecer a dor daquele instante. Então, o Poeta sorri, ele sabe que toda essa dor não passa de um outono.
Assim o Poeta vê a vida, ele olha a vida de ângulos diferentes, se uma coisa lhe parece triste, ele corre seu olhar em volta, lento, se for preciso ele muda de lugar, para ter um melhor ângulo, o mundo parece parar para que o Poeta observe cada momento que passa diante de seus olhos. Às vezes o Poeta se entristece, nem sempre ele consegue a melhor vista, mas ele logo busca outro ângulo.
CHÃO E MESA
Não gosto de amores assim
Comidos de garfo e faca
Pelas beiradas
Degustados em pequenas porções
Muito menos de amores frios
Que ficam no canto do prato
Já não descem na garganta
Nem pode ficar pra amanhã
Gostosos são aqueles comidos como fruta
Arrancados do pé ou pegos no chão
Mordidos com vontade
Que escorrem pelo canto da boca
Ingratidão tem perdão
Nem todas árvores tortas escolhem nascer assim…
Algumas se inclina para achar o sol ou já resistiu muitas tempestades e suas raízes estão cansadas.
Infelizmente alguns galhos não suportam o peso da vida e se quebram, muitas vezes vai fazendo estragos ao cair.
Quem olha julga, fala que é uma árvore fraca…
Nesse momento tudo que foi feito é apagado, esquecido!
O ar que foi produzido não é lembrado!
Sua sombra já não é abrigo, só reclamam de suas folhas ao chão, parece que isso não tem perdão, não existe compaixão, seus galhos já foram cortado para servir de moerão para cercar seu lar, mas não vai adiantar lindas histórias contar!
Seus frutos não alimentam…
Mas o que fazer?
corta-la ou recuperá-la?
Nada importa, nada irá mudar as opiniões.
Mas sempre tem uma pequena ave, que faz seu ninho, que come do seu fruto.
Está mesma ave pega sua semente e leva para bem longe, planta como agradecimento de bons momentos.
Um novo broto nasce, em novas terras…
Uma nova história recomeça.
Mas talvez suas raízes realmente não seja profunda, bem provável que suas raízes sejam longas, podem rasas…
E de uma forma absurda tudo continua.
Mas nada importa, sempre irá se entregar ao homem.
Seu melhor ar irá dar!
Seus frutos entregar.
Sua sombra refrescará o viajante que vai e vem de algum lugar e para aqui só para se refrescar e sonhar e depois voltar a caminhar.
Não importa se seus valores não são reconhecidos, se o julgamento lhe apertar lembre-se de tudo que poderá fazer para permanecer sendo você...
Enquanto o mundo se move,
e no relógio o tempo passa,
neste espaço sem você,
apenas a saudade me abraça.
Foi bem aqui, no alto deste morro, que juntos plantamos a semente do nosso amor.
Todos os dias subíamos para rega-la com baldes transbordando de carinho e paixão.
Rapidamente, aquela pequena sementinha criou raízes de admiração e respeito.
Quando seu tronco se tornou mais robusto, eternizamos nele nossas iniciais como uma tatuagem.
Em pouco tempo, seus galhos e suas folhas nos deram sombras de felicidade, e estampado em cada uma de suas folhas, estavam as fotografias da nossa história.
Suas frutas que brotavam diariamente tinham a forma de coração e o sabor do nosso prazer.
Essa era a nossa árvore. A mais bela e frondosa de toda a região.
Com o passar do tempo, já não subíamos todos os dias para cuidar dela. O morro se parecia mais com uma montanha íngreme de difícil escalada.
Você se cansou de subir e nunca mais voltou. E eu por algum tempo, ainda continuei vindo, mas já não tinha forças para carregar os baldes de esperança necessários para mantê-la como antes.
E assim, sem os nossos cuidados e atenção, o tempo se encarregou de dar um destino para ela. Seus frutos já não tinham forma e nem sabor. E suas folhas de tão secas viraram pó.
Hoje não há mais vestígios dela e nem sinal de que um dia ela existiu.
Mas foi bem aqui, no alto deste morro, que eu presenciei o nascimento e a morte da mais bela árvore de amor.
Duas e meia.
Não vou atribuir à má sorte este ardor.
A beira da estrada o sol queima sem pesar.
São apenas duas e meia e calor,
Piso solo quente pra a areia me castigar.
Pra alma não há árvores sombrias
Nem portas pra ventilar.
Prevalecem às tristezas sobre as alegrias
E tempestades dignas de penar.
Elevo-te ao ponto mais alto vida,
Sorria-me ao menos em alguns segundos.
Vejo a esperança tingida
Afundando sonhos e mundos.
Azula-me céu límpido de raios acalorados
Este sol perpassa meus íntimos desejos.
Onde estão as nuvens densas enamoradas,
Que trarão chuvas abundantes de festejos?
"Vejo que o jugo dos seres ultrapassa a humanidade.
Segue sem freio, sem consciência e muito menos linha tênue
Pois, o dedo julga, o pensamento retrata e mata.
Mata-se vida por aqui, independente de qualidade.
Pode ser meia dúzia de gente ou uma árvore, por acreditar que quem está à margem não tem nada a dizer.
Agora, diante de tanta beleza dessa criatura, me torno pequena e imatura ao julgar que esse ser vivo não tem nada a dizer.
Seduzida pelos seus encantos, tu agora guarda meu pranto e meu imenso querer
Mudar o mundo com as letras
Tu serás mais uma ou serás a mesma arvorê?
Chegou o tempo de escolher quem de fato queremos conhecer, a Cristo ou o Anti-Cristo!
Se gastarmos todo o tempo da nossa vida em conhecer a Cristo, não teremos tempo para as coisas do mundo.
Mas, se de fato quisermos gastar nossos dias para conhecer e decifrar, o modus operandi do Anti-Cristo estaremos informados sobre muitas coisas que são mal ou boas, menos do nosso Senhor Jesus Cristo!
E aí continuaremos a comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, ou comeremos de fato da Árvore da Vida que é Cristo?
Pr. André de Castro
Tira de mim essa vontade
Me mostra a verdade
E me faz acreditar que tudo vai dá certo
Que apesar do tempo fechado
Do tempo nublado
Todo esse temporal passa
E vão ficar apenas as lembranças
Lembranças do tempo frio
E da chuva que escorria dentro de mim
Por favor me mostra
Que apesar de todo essa ventania
No final, irá abrir um arco-íris
E a chuva, enfim, vai ter acabado
Mas eu te peço
Mesmo que essa tempestade demore passar
Fique aqui comigo, não me deixe sozinha
Porque até a árvore mais forte precisa das suas raízes para se sustentar
… penso poder ser verdade que a fortuna seja árbitra de metade de nossas ações, mas que, ainda assim, ela nos deixe governar quase a outra metade . Comparo-a a um desses rios impetuosos que, quando se encolerizam, alagam as planícies, destroem as árvores, as construções, arrastam montes de terra de um lugar para outro: tudo foge diante dele, tudo cede ao seu ímpeto, sem poder obstar-lhe e, se bem que as coisas se passem assim, não é menos verdade que os homens, quando volta a calma, podem fazer reparos e barragens, de modo que, em outra cheia, aqueles rios correrão por um canal e o seu ímpeto não será tão livre nem tão danoso.
Do mesmo modo, acontece com a fortuna; o seu poder é manifesto onde não existe resistência organizada, dirigindo ela a sua violência só para onde não se fizeram diques e reparos para contê-la.
Niccolò Machiavelli in O Príncipe
A Mãe
A mãe que chora pelo filho , sua vida sem raciocínio , seu cérebro em declínio , la se foi mais um menino .
- Sociedade ?
Não sei se O pior e ver o mundo morrer
e quase nada você poder fazer ,
sociedade masoquista gosta de apanhar e não bater .
A voz que não tem pra argumentar é a mesma que chora sem você ver .
Brasil de Agora
Brasil um pais onde quem ler é ser taxado de otário pra você ver . Claro sociedade inteligente São políticos em corrente .
Brasil de Agora 2
A sociedade de agora é a mesma que no fim vai levantar . Oprimir não vai fazer a gente parar , vai só da mais animo pra levantar .
A imagem que vale mais que você , Bundas passando na TV ,do que honestidade pra você ver .
Natal!
Momento de
transformações…
Momento de mudar
as nossas vidas.
Os nossos sonhos.
Fazendo crescer
as nossas esperanças,
de um mundo melhor
e mais fraterno!
Renascer
para um
amadurecimento,
desse nosso viver.
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Doar.
Crescimento espiritual.
Fé!
Essas são as bolinhas
que acenderão
a nossa
árvore de natal!
