Poemas sobre o Silêncio
No silêncio, encontramos a paz para mergulhar em nossos pensamentos, e na solidão, a serenidade para acalmar a mente agitada.
Um diário com páginas em branco pode trazer muitas coisas escritas nele – no futuro do passado. Mas não são legíveis por todos os leitores. Alguns leitores leem livros que ainda não foram escritos. O branco das páginas e o silêncio de muitos discursos simplesmente é um testemunho documental de parte significativa de nossa existência. "A ausência de evidências", já o dissera Carl Sagan (em "O Mundo Assombrado Pelos Demônios: A Ciência Vista Como Uma Vela No Escuro"), a aparente falta de documentação escrita, de um discurso verbal, não implica, "não significa a evidência de ausência."
A poesia é o vírus da liberdade num mundo programado para calar.
Quando o mundo cala, a poesia fala, e ninguém consegue silenciar.
Na vida só tenho pressa na pista de alta velocidade.
Não tem como apreciar uma taça de vinho em um quarto a meia-luz, o toque dos lábios ao se encontrarem, muito menos aquele olhar que no meio do silêncio consegue expressar mil palavras.
É no silêncio dentro de mim que consigo me encontrar! Prefiro me afastar para ouvir o silêncio falar o que preciso melhorar!
As vezes você está perto de encontrar o ouro que tanto precisa e perde por não conseguir fechar a boca.
Feche os olhos e ouça esse som inaudível em teu silêncio e perceberás que são apenas tuas asas de águia querendo voar.
“A companhia de um gato nos inspira a meditação e ao recolhimento interno. Silêncio e paz é disso que a humanidade precisa.”
"Encontrei o "Divino" no amor dos gatos, pois eles me ensinaram a silenciar e visitar meu "templo interno".
“ O silêncio por muitas vezes é a maior defesa de um orador que normalmente têm muita eloquência, principalmente quando não é necessário impor para que um dia a verdade floresça. ”
Silêncio é estado de quem se cala ou se abstém de falar, privação, voluntária ou não, de falar, de publicar, de escrever, de pronunciar qualquer palavra ou som, de manifestar os próprios pensamentos. Quem bem me conhece sabe que sempre fui de interagir completamente e tagarela, mas quando algo não me contempla, não assimilo ou não concordo, seja lá qual o motivo, me calo. Tenho encontrado no ato de escrever uma forma de me comunicar, por isso escrevo, me faz bem, mas sem falar ou ministrar as palavras, prefiro não me ater ao convencimento, que por muitas vezes não será aceito. Para que? Fazer confusão sem merecer. Nessas horas, na maioria das vezes o silêncio diz mais, muito mais.
