Poemas sobre o Silêncio

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⁠Não é segredo
para você que
te bredo no silêncio
poético e hipnótico,
Cada poema meu
te namora de um jeito
mais forte do que
qualquer psicotrópico,
Não preciso ler
nenhum Horóscopo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sem saber o porquê
de tanto silêncio,
Sem saber ao certo
na vida quem é você
tem me colocado
prisioneira sem fim,
e temo perder
o melhor de mim,
Falando com as paredes
invisíveis e com
o meu tumulto interior,
Apenas concluo
que falo e só eu escuto
sangrando neste jogo
possível de sedução
e estranho oculto.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Reina
Inquieto em mim
Todo o teu amor
Mesmo em silêncio
Oceânico no peito

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Em silêncio você
tem tomado conta
de mim por inteira,
Algo ironicamente
comparável a uma
história de cinema
que diariamente tem
agido no meu coração
e falado como
o meu jeito louco
mexe e mexeu contigo.

Divina atração fatal,
vem colocar o seu coração
sob o meu perigo,
Este impulso há de ser
mais forte que o seu domínio.

Sonho que o seu
silêncio vire canção
no meu ouvido,
Distante com amor
sempre tenho escrito
para te deixar seduzido,
Porque quando chegar
a hora certa
não ficaremos tíbios.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O teu silêncio por anos,
a sombra envolvente,
Nunca duvidei mesmo
sem saber ao certo que tu és
e que do caos deste
mundo você me protege
como um Anjo da Guarda
me mostrando nas entrelinhas
que sou por ti muito amada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sereia no mar
do seu silêncio,
do mistério,
A noite ainda não
caiu e as luzes
sequer foram acesas,
Para escapar do que nem
ouvi mergulho em poemas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Existem vestígios
meus em ti,
Mesmo no abismo
que é o exílio
do teu silêncio.

Em ti sou poema
de amor vivo,
Ao seu redor és
o meu Condor
me protegendo.

Não sei qual
será o desígnio,
Só sei que algo
diz para nós baixinho
que está escrito
um no coração do outro:

O meu destino é você.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pelas corredeiras do rio
de fogo do seu silêncio,
Ofereço um Aaru
feito pelos cocozus,
E o meu amoroso
bom humor porque se é
para ser os próximos
movimentos serão seus
porque o coração já tens
e todos os poemas meus.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No teu silêncio
você me põe presa,
Na verdade
o único preso é você
na perda de tempo
que estamos
deixando de viver,
Vou pedir para a Mãe
e as abiãs um milagre
que talvez elas possam fazer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os breques que florescem
deste coração boêmio
que samba pelo teu em silêncio,
A espera de um novo tempo
que haveremos de encontrar,
Vou pedindo a bênção
de Heitor dos Prazeres
para ter bom humor,
a inspiração continuar,
e a cada dia aumentar
quando perto de mim o amor chegar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Embalo as auroras
do amor no peito,
soberana do meu
próprio silêncio.

Enheduanna está
em mim mais
viva do que nunca
sob a divina Lua.

Vestida de poesia,
por ela sou regida,
pela Via Láctea
e seus sons de lira.

O Sol que rege
o seu destino
na minha direção
de mim se aproxima.

As caravanas passam,
as horas seguem,
os rebanhos rumam
e o amor se ergue.

O Universo traça
o trajeto no oculto,
não há nada mais
que adie o quê é absoluto.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Toca o Sino da Igreja Matriz
São Francisco de Assis
rompendo com o silêncio
desta manhãzinha fria
daqui da cidade de Rodeio,
o amor para toda a vida
por aqui ainda não veio.

O galo canta a terça-feira
e como poetisa deste
Vale Europeu Catarinense
poesia tenho sempre feito.

Morar em Rodeio é motivo
de orgulho que neste
poemário tenho o feito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O encontro das Cheganças
vem rompendo o silêncio
desta cidade romântica,
As pessoas pouco a pouco
estão aparecendo acenando
das janelas das suas casas,
Estas Cheganças nascidas
da fé e do nosso inspirado
povo que compõem
saudações ao Padroeiro
trazem o condão e a poética;
Um olhando para o outro
cumprem do mesmo jeito
o gostoso efeito de festa,
porque nossos corações
fazem música de orquestra,
e deixamos nos envolver por
este amor que a gente venera.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Morar no Médio Vale do Itajaí


⁠O privilégio de morar
no Médio Vale do Itajaí
tem o silêncio como
como companheiro que
encoraja a não sair daqui;
porque moro em Rodeio,
pedacinho do céu deste
nosso Brasil Brasileiro.

Da janela do tempo
desenho um coração
onde coloco o nome
do nosso país que é
o meu amor primeiro,
e como me dá orgulho
de morar em Rodeio.

Para ser feliz enquanto
o mundo anda virado,
não deixo de lembrar
que moro em Rodeio
para ficar com o peito
de tudo na vida acalmado.

Busco por memória
afetiva quase todos
os dias o folclore das regiões
para nada a chama do amor
em mim apagar por este
país merecedor e por este rincão
dignos de toda a adoração.

Sou muito feliz morando
em Rodeio quer você acredite ou não,
ser a poetisa desta cidade
sempre me traz grande satisfação,
tenho em mim um coração
entusiasmado e cheio de paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

**Nos Teus Olhos**

Nos teus olhos, um brilho sereno
Um sorriso que invade o silêncio
E cada gesto tão pequeno
Transforma o mundo em meu alento
Quando me abraças devagar
E deixas teu calor ficar
Tudo em mim se acende
Tu dizes palavras tão tuas
Simples, mas tão nuas
Que o meu peito compreende
Tu chegaste como a luz
Desvendando o que seduz
E dissipando o escuro
És tudo em mim
Eu em ti sem fim
Promessas ditas no olhar mais puro
E quando o teu rosto se aproxima
Uma chama em mim se firma
Meu coração se derrama
Há nos teus passos uma dança
Um caminho onde a esperança
Se deita e sonha contigo
E cada dia ao teu lado
Faz do meu destino encantado
Um poema vivo
Tu és meu céu, minha terra
Meu começo e fim de espera
E sempre que o amor chama
És tu quem eu proclamo

Inserida por EvandoCarmo

⁠Ecos de Silêncio

Caso te bata a saudade
ou talvez a insuportável
abstinência de cafeína ou de mim,
passe aqui em casa.

Resolveremos, quem sabe,
uma dessas urgências.
E se ao chegar ainda houver
silêncio ou hesitação,
preparei café e uma conversa
para espantar a solidão.

O medo sufocou nosso desejo,
e ainda hoje perco o sono,
lembrando da covardia
que me impediu de aceitar
aquele beijo.

Tuas mãos trêmulas,
teu peito ofegante,
e eu, mudo, fiquei inerte,
morri calado, sem dizer
que te queria,
mesmo que fosse
o mais grave dos pecados.

Inserida por EvandoCarmo

⁠O Limiar

No limiar, onde o tempo hesita,
o vento não sopra e o silêncio grita,
há um abismo entre o que fui
e o que, talvez, nunca serei.
Ali, os dias se dobram em espelhos,
refletem rostos que nunca usei,
são máscaras deixadas pela alma
no altar daquilo que não ousei.
No limiar, a luz é frágil,
um fio tênue entre o claro e o escuro,
e os passos ecoam no vazio
como perguntas sem futuro.
O que há além? Um nome? Um rosto?
Um eco que devolve a vida ao posto?
Ou apenas o silêncio denso,
onde tudo cessa, até o intento?
No limiar, encontro-me nu,
despojado de sonhos, de medos, de véus.
Sou pó, sou tudo, sou nada,
um grão perdido entre céus.
E quando cruzo, se cruzo,
não levo certezas, mas sinto o pulsar:
um suspiro que rasga o infinito
e deixa o agora se perpetuar.

Inserida por EvandoCarmo


Oração do Silêncio

Ouvi o som do vazio, meu amor,
o eco de mundos suspensos no espaço,
como se o universo guardasse um segredo
no instante em que tua prece tomou forma.
Era um murmúrio antigo,
feito da respiração das estrelas,
um canto sem voz
celebrando a existência
num espelho onde o infinito se reflete.
Nos teus lábios, senti o renascer da matéria,
não como milagre, mas como fluxo,
como se o beijo fosse a maré se entregando ao vento.
Era a força que tudo move,
o gesto eterno que o cosmo repete
quando o dia se dissolve em sombras
e a noite se abre em promessas veladas.
Na reverência do teu gesto,
teu amor, meu amor,
era mais que oferenda:
era força que unia nossos mundos,
era órbita e atração em harmonia,
era o corpo compreendendo os ciclos do tempo
no instante em que se curvava.
Tu me tocaste com a alma entregue,
não em servidão,
mas na dança de corpos celestes
que encontram equilíbrio na troca.
Fomos constelações em convergência,
não por acaso,
mas porque o universo escolheu
aquele momento para ser eterno.
E ali, onde o vazio tornou-se canção,
onde a matéria renasceu em ternura,
aprendi que amar é dançar com o cosmo,
sem nunca precisar de respostas.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Pedras de Silêncio

Quantas pedras no caminho,
silêncio de granito a bloquear os passos,
abismos do não dito,
vácuo entre as palavras,
o incômodo que reverbera na ausência,
pausa que pesa mais que o grito.
São pedras que travam a jornada,
despertam o torpor,
adormecem a razão e o afeto,
e nesse deserto sem verbo,
brotam vermes na casa, na alma,
no corpo, na mente, na relação,
consumindo o que não foi pronunciado.
Quando a comunicação se cala,
o verbo, exilado,
deixa órfãos os sentidos,
e o silêncio se torna cárcere,
sepultura do diálogo.
Mas quem haverá de quebrar as pedras?
Que mão será martelo
e trará do eco do silêncio
uma palavra nova, inteira,
capaz de reconstruir o espaço vazio,
onde a pausa se transforma
em ponte,
e o verbo renasce,
vivo e perfeito?

Inserida por EvandoCarmo

A poesia é a música do silêncio
e a beleza é o espírito da razão
a mulher é uma flor no paraíso
por quem Deus, em profundo regozijo,
se encanta e se confunde com Adão

Inserida por EvandoCarmo