Poemas de quem Deu um Fora

Cerca de 431181 frases e pensamentos: Poemas de quem Deu um Fora

⁠⁠Assim como Páris em sua busca fora do normal
Quero buscar-te, bela, culta e intelectual
Mesmo que eu tenha que lutar ou roubá-la
Mas a sensação de tê-la junto a mim, será especial

Assim como a mais bela das mulheres
Nos relatos filosóficos tenho com quem te comparar
Helena, a mais doce tentação que existiu
Que Tróia por sua culpa, teve um alto preço a pagar

Não esperarei por dez anos
E como Menelau eu terei que traçar uma missão
Para conquistá-la, buscá-la e tê-la
E para sempre ter seu puro e doce coração

Não quero perder a oportunidade de apreciá-la
Ó garbosa, cintilante e galante sedutora
Deusa filha de Afrodite no meu pensar
E do meu ingênuo e sincero coração receptora

Inserida por Elder_de_Jesus

⁠( 013 )

Jenário de Fátima



ANJO MORTO

Cuidem você que aí estejam fora
O vento impedir de bater a porta
Cá precisamos silencio agora
Na casa tem uma criança morta

Um fio d'agua em cada olhar aflora
Todo ambiente pesa e desconforta
Quanta tristeza à volta se incorpora
Nesta que a vida já tão cedo aborda

E diz a mãe, em todo desespero
"Por que meu Deus eu não fui primeiro
Do mundo agora, nada mais importa."

E cabisbaixo, circunspecto, mudo
Também um pouco, morro em meio a tudo
Sempre que vejo uma criança morta.

Jenário de Fàtima

Violei-me ⁠

As palavras são cuspidas da minha boca
Vagarosamente, empurradas para fora
Jorradas como rio em forte correnteza
Destilando da garganta pela língua.

Em um engasgar seco eu repeti
Estou dissipada, navegou no meu sangue
Me encabulou zombando de mim
Jogo na mesa quem da as cartas?

Suspense , mistério não tão mistério assim
Envergonhado pior de todos os golpes baixos ,
Essa piada o amor .

Inserida por Ariane28

Paixão pesada


⁠Seis horas da tarde, garoa fina lá fora,

da janela, os galhos molhados, as folhas ao chão,

sem sol, sem sombras, sem paixão correspondida, sem respostas ao coração,

no fim, a esperança do último suspiro é o que aquece a casa.

Inserida por ricardo_souza_5

⁠Fora de mim existem anjos e demônios, fantasmas e malassombros, lobisomens e vampiros, elfos, fadas, bruxas e unicórnios.

Dentro de mim habitam crenças e fantasias, ilusões e desvarios, ficções e devaneios, imaginações, medos, desejos e faz de conta.

Inserida por joaquimcesario

⁠MESA DE BAR

A noite é fria... Lá fora a chuva incessante
Lembra tua ausência que chega a todo instante...
O seresteiro indiferente à minha dor,
Solfeja notas de saudades em langor!
A canção me diz de cabelos anelados,
Longos cachos de fios negro – prateados,
A lembrar teu rosto amado, teu corpo esguio...
Versos de queixumes, lamentos entoados,
Que dentro d! alma ressoam em tons magoados,
E então me perco num olhar distante e frio...
As mãos do artista deslizam ágeis, ardentes
E ao som do piano ando em voos transcendentes...
Na febre dos desejos e da insanidade,
Vejo-me longe, fora da realidade...
Onde estás? Que fazes doce criança?
Meu alento! Derradeira esperança!
Ah! Sorte madrasta... Incauta solidão!
Pobre vate: Inunda de dor a face ingrata,
Tal qual a chuva lá fora, caindo em prata,
Inunda de lágrimas a negra imensidão!

Inserida por NelsonMedeiros

⁠Todo trabalho árduo vai ser necessário,
No caso, o que precisar vai ser bem tardio, caso fora de si mas sim ágio,
Aqueles que trabalham duro conseguem o futuro, mas outros não, eles merecem a nossa atenção e mais salário, mundo capitalista não é preciso, isso só traz um início de um grande prejuízo.

Inserida por GabrielDeor

⁠A VIDA É DE DENTRO PARA FORA.
Quando mudamos por dentro, ela nos molda por fora.
É Preciso diminuir o barulho, caminhar mais devagar, prestar atenção em quem chega, abaixar a cabeça e colocar a humildade pra funcionar...Só assim nos tornamos grandes, quando somos pequenos. #foco 🇧🇷

Inserida por antoniodesouzaBR

⁠Hoje quando acordei, olhei pela janela e caía uma chuva silenciosa lá fora, iluminada pelo sol.
É o primeiro dia de outubro de 2021, o início de um trimestre que se despede do ano e quem sabe, estaremos encerrando a pandemia: esperança!
Atraversiamo!

Inserida por jozedegoes

A RUA LÁ DE CASA (Autor: Henrique R. de Oliveira)
Os olhos espiam o tempo a fora
As luzes da rua mostram os pingos que caem.
A chuva tímida que cai agora
Emudece a cidade com silencio da paz.

Eu ouço gotas desprendendo-se das folhas
Caindo nas poças e uma nota faz.
Vem um vento repentino e balanças os galhos
E a árvore uma chuva breve faz.

O som dos passos: calçada e chinelo
de alguém que com pressa vai
são abafados por um moto barulhenta
de um silencio que não é mais...rs

Mas a distancia vai sumindo e diminuindo o barulho
Devolvendo o silencio com som da chuva que cai.
Eu ouço gotas caindo nas poças
Silencia-se a cidade com traços de paz.

Boa noite...

Inserida por clarique07

A chuva bate vagarosamente na janela do meu quarto, lá fora o tempo está cinzento, enquanto aqui dentro tudo parece igual
O vidro embaçado parece refletir a confusão que esta aqui dentro de mim.
Caminho sentindo o vento que sopra contra mim, deixo que a chuva molhe o meu rosto escondendo as lágrimas que vem da lembrança de um dia.
E no final desse dia vem seu rosto me fazendo lembrar que te deixei escapar.
Olho para trás, mas já não existe como voltar e na minha frente a duvida de não saber como continuar
Vejo um pássaro se escondendo da chuva e de repente vejo meu medo refletido, o medo de não conseguir voar novamente.

Inserida por marianadesouza

Tanta gente dando amor sem receber
Tanta gente recebendo amor sem valorizar
Tanta coisa fora do lugar.

Inserida por Claudiokoda

TANTA PAZ DEITADA FORA

⁠E eu tanto queria tê-la
Absorvê-la
Como moribundo
Das dores do coração
Senti-la como divina graça
Como luz rápida que passa
No instantâneo
Naquela desintoxicação
De a sentir ao bebê-la
Nesta taça de emoção
Ainda que momentâneo.
Escorre a paz em sangue esvaída
Nas sarjetas
Da vida
Com os dejetos que expelem fedegosos
Os poderosos
Pelas bocas e rabos proxenetas.
Tanta paz deitada fora
Pura e tão cristalina
E eu tanto queria tê-la
Agora
Neste coração de má-sina.

(Carlos de Castro, In S. Pedro de Aldriz, 30-06-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠TARDES NO MONTE DE VÉNUS

Naquela tarde dengosa,
Dolente,
Por fora quente,
Por dentro ansiosa,
Eram dois corpos revolvidos
Nos mais loucos sentidos
Da matéria vaporosa.

Passava uma brisa de vento
Quando ele lhe acariciou
Com a mão teimosa
A vegetação sedosa
Que ela tinha espessa e negra,
No monte de vénus, gostosa
E ele, em êxtase, beijou
Como se beijasse uma rosa.

Ela tremeu, ansiosa,
E ele osculou,
Beijou,
A entrada da mina dela
Naquela configuração
Da profundidade uterina,
E com os genes atribuídos
Ao seu aparelho de vida,
Processou
E procriou
Pela primeira vez
Um ser,
Sem até saber
Como se procedia...

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Triste Por Escrever, em 20-08-2024)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠QUIÇÁ TALVEZ PORVENTURA EU FORA DAS REDUNDÂNCIAS PLEONÁSTICAS OU O MESMO DO IGUAL SEMPRE

Será que vim das profundezas
Das rochas eruptivas magmáticas
Nos subsolos de seres estranhos
Encobertos em caras de putos
Com máscaras carnavalescas
Em poesias de rachas quentes, porém
Sem rima, mas sempre frescas.
Rimou uma, acaso meu, sem certeza
Se nasci em Marte ou nas Áticas
Das civilizações helénicas dos espertos.
Nasceria eu na Ásia dos Sete Mares
Das mil e uma noites dos pensares
Quando Sinbad, o marujo, por ali ferreava!?...
Tudo mentira, porque eu nasci aqui,
Na Chamusca de Argoncilhe,
no Bairro Pobre da Ilha das Canárias,
Da Feira de Santa Maria.
Minha parteira da miséria, particular,
Tinha por graça ser
Elisa Santa Ouvida -
-Deus a resguarde e não lhe apague a Luz.
Disse-me sempre ela, em bondade:
Que veio uma cegonha que poisou na Serzelha
Na fonte velhinha, para beber água pura, cristalina;
Subiu às Canárias e me deixou já embrulhado
E tudo, ao lado de minha mãe no leito pobre.
Acreditei no milagre até alguma idade da inocência.
Hoje, não acredito em nada.
A parteira morreu.
A cegonha dizem que nunca mais se viu.
A Fonte da Serzelha já não dá água pura.
E eu, finalmente, consegui casar com um poema
Que não rima,
Lá dizia a minha prima (quando lhe arrimava...)

(Carlos De Castro, in Há um Livro Triste por Escrever, em 14-01-2025)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

"" E quando o sol brilhar lá fora...
Podes crer já é a hora
De acordar e ser feliz...""

Inserida por OscarKlemz

“” Independente do tempo que for ficar,
Deixe a janela aberta para ver a vida lá fora
E só fique se o que encontras aqui é bom o suficiente para nós dois....””

Inserida por OscarKlemz

"" Joga fora as lembranças juvenis
Maturidade lembrando
Já é hora de ser feliz...""

Inserida por OscarKlemz

"" O que se passa em seu coração
Se for mágoa
Perdoe, coloque pra fora
Mas se for amor, fique em paz
Ele já está no lugar certo...""
Oscar de Jesus Klemz.

Inserida por OscarKlemz

"" Eu nunca fui
Porque sair do teu lado
Sempre esteve fora dos meus planos...""

Inserida por OscarKlemz