Poemas de quem Deu um Fora
Explosões
O riacho soluçou sombrio
Havia sonhado ser um rio
O rio queria ser um mar aberto
O mar sonhava ser deserto.
O deserto pedia ser abismo
O abismo sem nenhum altruísmo
Queria ser o nada devorador de tudo
E o nada emitia um agudo
Bocejar de esperança de virar ao menos
Um riacho inda que pequeno.
Insípido, vagaroso e sereno.
É a vontade da essência que se dilata atrevida.
É a vida que explode dentro de outra vida.
Verdade tão bonita que faz jus ao próprio nome
Até Deus quis ser outro, e nasceu homem
A incoerência é um sinal de futuros
problemas de caráter, a experiência mostra
que devemos ter cautela.
Um bom líder percebe a importância de
sair do meio, fazendo com que as coisas
fluam com mais rapidez através de critérios
pré-estabelecidos.
A solidão e a escravidão do coração,
que as pessoas tem a temer a ilusão
de um amor volte a fazer você sofre.
Existe um ditado que diz a seguinte frase: A gente vale o que tem. Meditando nessas palavras, percebo a veracidade e autenticidade proferida nelas. Muitos valorizam as pessoas pelos status que possuem. Até virtualmente é assim, as pessoas não buscam qualidade, mas superficialidade e beneficiamento naquilo que imagina um dia lhe agradar. Esquecem de dar valor nas coisas simples, atenção para quem realmente retribue e depois sofrem por não suportarem a solidão que ele proprio criou.
Você será dono daquilo que DEUS lhe confiou, não tente se apropriar mais do que lhe é o suficiente, pois se fosse para ter...DEUS já teria lhe dado....Não pense porque se apropriou de algo não merecido que já é um vencedor. Não esqueça que o que vem do céu é alicerçado e solidificado, mas o que vem do impróprio, uma hora é desfeito e lhe é tirado.
H.A.A
Boa Tarde!!!!!
SONHOS DESFEITOS
Lembranças soltas no tempo
De um passado distante
São ideias áleas, saudosas
Voando para o presente.
Um pedaço de papel
Com um perfume no canto
Um lenço velho, amarelado
Que um dia secou nosso pranto.
Um raminho seco, amassado
No interior de um livro, esquecido
É recordação, outrora verde
De quem não devia ter partido.
Lembranças de um sorriso
Do beijo, ao entardecer
Afogados, todos vivem hoje
No negro lago do sofrer.
São sonhos desfeitos
A morte triste de um ideal
Feridas que sangram o adeus
De um mundo d’antes real.
Como posso sentir falta de um sentimento que eu nao conheço,
não vivi ainda
um alguem que não conheço, fome de um abraço que nem se quer foi inventado ??? ou estou ficando louco ECOS DE SOLIDÂO
Talvez no último momento em um último olhar.
Quando der para se calar ou gritar.
Quando tiver que ser forte ou fraco.
Quando chegar o momento de ter a gratidão ou mal agradecer.
Quando chegar o último momento de assumir os erros, ou simplesmente pedir desculpas.
Quando no último momento a minha visão se perder...
Desejo que ela se vá...
Deslumbrando-lhe toda a sua beleza pela última vez.
E mesmo que Deus não me permita o tempo de te dizer-te.
Sabereis quando olhar em meus olhos, que apesar de meus erros e anseios, eu sempre te amei.
Apenas olharei nos teus olhos, e apenas espero ouvir no último momento.
_Adeus meu amor.
Um domingo que se esvai, o sol levando mais um dia ao passado
Tudo que vivi hoje, jamais retornara a ser vivido de forma igual
Cada dia, cada dia desigual; já tenho saudades de hoje das horas que se foram
Começo a pensar e imaginar no amanhã que preciso desvendar
Em meio a tantos sonhos, os dias parecem voar
Preciso mesmo apertar os passos, quero viver cada dia como se fosse unico
Logo, logo um outro domingo virá, e outros estão por desabrochar
Nossa Vida é feita de passado, presente e futuro
Juro, Eu juro que o presente e que nos faz mais vives
Alegria,sorriso, vontade de viver e a motives esta no "Presente"
Porque o presente é o segredo de vivermos eternamente
Passado é aprendizado que sempre cai no esquecimento
Futuro é o presente vivido intensamente sem medo do amanhã....
Nene Policia
Da planície das coisas por escrever...
Da planície das coisas por escrever nasceu um lírio
sem trono
sem tecto
sem espelhado afeto.
Nasceu parido do ventre dos lamentos e gemidos,
dos ruídos derrotados e vencidos das cigarras.
Nasceu cuspido na cara desmaiada das palavras
cruas. Maltratadas.
Da serra elevada aqui ao lado
rebolam-se nervos cardados de memórias
num rosto moreno, a navegar-se em moradas de charcos.
Barcos áureos sem rumo, sem velas, velejam-se
ao som da voz cantada.
Da voz que, cansada de si, pranta,
em longínqua estrada.
Perco-me entre o plano e o composto.
Rebusco a chama distante do teu corpo,
a lava adormecida na noite do enigma.
Busco um momento
na seiva cálida do teu gosto
na saliva lenta da renuncia a escorrer-se aberta
na esteira pálida da palavra.
Num adeus distante de gestos gastos e repetidos,
no tédio déspota dos sentidos.
Na planície acerada dos trigais,
não te encontro nem sequer me encontro mais.
Mergulho no charco pardacento, o verbo,
a palavra, o sentimento.
Na boca bafiosa sinto gelo, moribunda rosa.
No estômago o soco, o invólucro transparente do nada.
Sopra da serra um mundo agreste,
que me veste do fim e me despe do começo de mim.
Da planície das coisas por escrever,
das coisas por viver, nasceu um lírio nado-morto
a pontear de roxo um espaço devoluto de oco.
Ao longe, na boca do mar, nasce agora o Sol-posto.
Sou a distância de mim...
Sou a distância de mim a um tempo inteiro.
A distância distanciada da mulher edificada
à menina singela que habitava a minha infância.
Sugo o vento em compasso, neste travo que sorvo,
sugando líquido, o ar corrosivo do espaço.
Sou o verde rejuvenescido no segredo
e o negro opinado do teu indómito medo.
Serei a erva pegajosa onde a ofídia acasala,
onde a cigarra se expande no canto anfíbio de rala.
O zumbido intrigante do mosquito e do besouro.
Sou talvez a obscuridade da própria sombra,
vestida de galhos, de desgostos, no viço intrínseco
projectado na íris dos teus olhos.
Planta carnívora abocanhada em púrpura exótica.
Sou miragem.
Ilusão de óptica.
Serei por ti seara dizimada na fome ávida da praga.
E por ti e para ti, tesouro a refulgir
nos círios do meu olhar, verde-esmeralda,
em sangues escaldantes de rubis,
nos néctares densos dos outeiros e cabeços.
Sou esta e sou a outra, a que absorta,
se pesquisa no trilho de uma vida revolta,
na senda do caminho da nossa raiz comum.
Sim, sou a distância de mim a um tempo inteiro,
habitante deste tempo e de tempo nenhum...
O bem contra o mal
Não deixe que um pequeno problema te cause um grande mal. Há um antigo ditado que diz: se a cabeça não pensa, o corpo padece.
Lembre-se que o mal nunca pode vencer o bem, então, se tem algum mal te afligindo, tente realizar algumas coisas boas e o bem prevalecerá em tua vida.
Afeição
É começo de amor
É novo dia chegando,
É mais um no corredor
Se apaixonando,
Eu vejo ventar
E venho jantar,
A noite padece
E carece de amar
Eu abro a janela
E assisto a novela,
Pois a vida lá fora
Ela é sempre mais bela.
Nasceu-te um filho. Não conhecerás,
jamais, a extrema solidão da vida.
Se a não chegaste a conhecer, se a vida
ta não mostrou - já não conhecerás
a dor terrível de a saber escondida
até no puro amor. E esquecerás,
se alguma vez adivinhaste a paz
traiçoeira de estar só, a pressentida,
leve e distante imagem que ilumina
uma paisagem mais distante ainda.
Já nenhum astro te será fatal.
E quando a Sorte julgue que domina,
ou mesmo a Morte, se a alegria finda
- ri-te de ambas, que um filho é imortal.
BARCO DE PAPEL
Faça um pequeno barco de papel e mentalize colocando nele a maldade, o mal humor, o sofrimento, a mágoa, o rancor, os pensamentos ruins seus e de outros contra você, o negativismo, de tal forma que permaneçam consigo somente as virtudes, como amor, felicidade, bondade, caridade, perdão, paz.
Em uma ponte que tem o costume de passar, coloque o barco na água corrente, de tal forma que não passará mais por baixo de você. Inspira e diz: _ Deus leve este barco para bem longe de mim, até que se dissipe, juntamente com tudo que está em seu interior. Em seguida, expira e diz: _ Graças a Deus.
Se não souber fazer um barco de papel, use uma folha de árvore.
Falareis de nós como de um sonho.
Crepúsculo dourado. Frases calmas.
Gestos vagarosos. Música suave.
Pensamento arguto. Subtis sorrisos.
Paisagens deslizando na distância.
Éramos livres. Falávamos, sabíamos,
e amávamos serena e docemente.
Uma angústia delida, melancólica,
sobre ela sonhareis.
E as tempestades, as desordens, gritos,
violência, escárnio, confusão odienta,
primaveras morrendo ignoradas
nas encostas vizinhas, as prisões,
as mortes, o amor vendido,
as lágrimas e as lutas,
o desespero da vida que nos roubam
- apenas uma angústia melancólica,
sobre a qual sonhareis a idade de oiro.
E, em segredo, saudosos, enlevados,
falareis de nós - de nós! - como de um sonho.
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Procura-se alguém disposto a amar!
Pode vir com o coração cansado
Ou um pouco ferido,
Só não pode estar preso ao passado.
Pode ser até descrente,
Do amor e da felicidade
Mas que seja disposto e aberto
As novidades.
Uma vez um anjo me disse que minha felicidade seria plena, plena no amor,
imagine que o amor seja uma rosa.
As rosa nascem de brotinhos e vão crescendo ao passar do tempo,Até que um dia essa rosa se abre e fica perfeita , maravilhosa! Mas ao decorrer do tempo,ela vai murchando....Até que.... POOOF? Acabou, a rosa se foi....
Agora pense, e se alguém tivesse cuidado dessa rosa? Seria diferente?
Foi isso que o anjo me disse... O amor é como aquela rosa, vai crescendo...crescendo....até que floresce Fica perfeito! Mas um dia a chuva vem, o outono chega, e as folhas da rosa se vão....
Então cuide do amor como se fosse uma rosa,Quem sabe quando ele estiver fraco, com muito cuidado você possa revivelo!
IMAGINE, QUE ATRAVÉS DE UMA ROSA, O ANJO CONSEGUIU ME MOSTRAR ONDE EU ENCONTRARIA A FELICIDADE PLENA NO AMOR!
AGORA PENSE O QUE VOCÊ PODE CONSEGUIR COM JESUS!
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