Poemas de Luto

Cerca de 61421 poemas de Luto

Os sentimentos é como poesia
Que alimenta a imaginação nos tirando da solidão.

_____Eliani Borges.

Inserida por ebr1966

DE QUE VALE MINHA VIDA SEM VC DO MEU LADO
DE QUE VALE MINHAS POESIAS SE ELA NÃO FAZ PARTE DE VC
SEI QUE QUANDO E TE ESQUECER É ERRADO
POR ISSO FAÇO ESSES POEMAS E PENSO EM VC

Inserida por welsonalbuquerque

Leio poemas para te esquecer.
Mas esse e o maior erro que já pude cometer.
Quanto mais leio, mas amo você.

Inserida por JORCELIAPARIZ

POR ACASO

eu começo a digitar
logo vem versos a recitar
poema em minha mente aparece
sempre o passado lembrando
momentos bons e ruins
em minha mente passando
a nem consigo pensar
soh ela na mente esta
logo paro e respiro
eh dela que eu preciso

Inserida por fernandohenrique2013

Palavras sem nada a dizer...
Versos sem a plurissignificação
habitual...
Poesia não é o mesmo ritual
que se repete e repete
e inerte
não muda a sorte de ninguém...
Até piora!

Inserida por dohrds

Poeta é o sonho
Da alma risonha
De um choro tristonho
E a poesia está
Nas flores, na grama
No vôo dos pássaros
No som colorido
E o rir da criança
poesia balança
coração sofrido
Um jardim florido
Das folhas a dança
A poesia está
Em tudo que existe
E o poeta insiste
Em seu poetar
Por isso o poeta
É alguém a cantar
chorar colorido
Nos passos que dá

Inserida por PaolaRhoden

Tua Poesia

Espelho da alma,
Vida que escorre entre as mãos
Assim é a poesia...
Todo o poeta acalma
As dores do coração,
Em versos que pronuncia.

A pena alegre ou triste
Detalhes vai contornando,
Em singular aventura.
Desde o dia em que partiste
Vivo teu nome rimando,
Com a palavra amargura.

Meu coração agora
Já tem a forma de flor
E o perfume do jasmim...
Que esta rima sem demora
Chegue a ti, meu amor,
Num abraço sem fim...

Inserida por SoniaRipoll

POEMA TRISTE. (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ondas em rochedos.
Canção do mar.
Brisa no rosto a acariciar.

Por que de todo peso.
A leveza ao avistar.
O mar, o céu, um beijo.
E o horizonte o encontrar.

Expirar, botar pra fora.
Deixar o ar sustentar.
Repentino vento sopra.
E os problemas a dissipar.

Num vai e vem incessante.
Uma onda grande a formar.
Forte, bate no rochedo.
Formando gotas no ar.

Só pra me banhar.
Pra me lavar.
E a natureza me curando.
Sabendo o meu necessitar.

As pedras sem arestas que avisto.
Polidas pelo oceano num confrontar.
Eram pontiagudas, com cantos vivos.
Mas se sucumbiram e vivem a se moldar.

Pela persistência do mar, a força do mar
No meu observar.
Eu na pedra sozinho.
E os sinais da paisagem a me ensinar.

Inserida por clarique07

FILHO ADOTIVO (Autor: Henrique R. de Oliveira).
A poesia me adotou desde criança.
E como filho
na rebeldia ou comportadamente
descrevo.
Todo meu apego
nas palavras que me amamentam dia a dia.
E repousam no berço de papel os versos da poesia.

Onde engatinho até aprender caminhar.
Transfigurando no tempo a face até ficar senil.
Fiel acompanho os pais adotivos,
até a inercia das mãos, fim.
E que se eternizem os poemas vindos de mim.

Inserida por clarique07

Perdi os poemas ébrios
de ritmo
feitos ao sol da manhã

Esse tantã longínquo que me acordava
manhã cedinho
antes de subir na minha bicicleta
reduzida ao mínimo para pedalar até ao liceu,

acordava-me como uma loa,
cântico virginal
puro…
ou como um ritmo escondido
no regaço da mais linda mulata
da sanzala

Um poema ébrio de ritmo
órfico
em dionisíaca celebração
um cântico mestiço
místico
pagão
negro soneto espúrio
de um povo híbrido de muitos deuses
e de mais irmãos ainda…

Hoje o meu poema já não é ébrio
de ritmo
nem o som do tantã tem o sol puro
erguido pela manhã
cedinho

O meu poema é de sangue
e dor
lavrado pelo frenesim dos tiros

O tantã que me acordava
manhã cedinho
e trazia no som o ritmo
dos beijos,
hoje
já não me acorda deste sono
que não durmo
sobressaltado

O tantã traz agora na sua voz longínqua
o som próximo
da metralha


In “Há o Silêncio em Volta” (poética de guerra), edições Vieira da Silva do poeta Alvaro Giesta

Inserida por alvarogiesta

17 de janeiro.

Vivo procurando a poesia nas coisas, e nunca a encontrei em pessoas, quando acho que encontro me decepciono, ninguém é tão arte ou cor, talvez o quebrar a esperança seja uma forma expressa de poema, tudo o que se sente o cria. Mas eu vi no mundo, no silêncio e no tumulto algo que há anos eu escrevia ou lia, então senti! E sei que nem todos compreendem sobre o que falo, ou sobre minha opinião, pareço sempre estar do lado avesso, já mudei tanto pra tentar sentir algo. E mudo sou então quando não posso sentir, sem sentir não expresso, não sou poesia. Mas ainda estou buscando alguém que me faça em qualquer momento que seja saber sentir, expressar, e entender!

Inserida por marjoriepacheco

escrevo poesia
pra preencher
minh’alma vazia.
pura utopia
de que um dia
virá a ser meu.

Inserida por nounouse

Há pressa nas calçadas
e silêncio nos olhares tristes.
do meu poema - Nostalgia

Inserida por erotildesvittoria

Lembrança
Saudade
Beijo
Corpo
São inspirações
Para que o poeta possa
Desenhar poesias
Lembrança: desenhado na memória
Saudade: desenhado no coração
Beijo: desenhado nos lábios
Corpo: desenhado em minhas mãos.

Inserida por evandro37

Poesia tem a cor dos teus olhos, a macies do teu canto, a beleza do teu olhar.
Poesia tem teu sorriso criança, teu silêncio profundo, teu jeito de andar
Poesia é o espelho de tua alma, a janela dos teus desejos, a pureza do falar,
Poesia é verde, esperança !
Poesia canta, dança, abraça...paquera ondas, abraça rios, desaguá no mar
Poesia beija flores, sente rosas, ama chuva, sol, maresia, pássaros cantam
Poesia me fez poetisa, cantora das madrugadas, pra teus sonhos ninar.

Inserida por LeoniaTeixeira

Tomando um café
E escrevendo poesia
Em cada xícara mais fé
De alcançar oque se ânsia

Cada xícara um verso
Liquido estimulante
Que a poesia faz companhia
E a mim estimula a mente

Inserida por julianarossicordeiro

VERSOS DE OBITUÁRIO

Nos versos de um poema
Que não nasceu
Um obituário se faz
Pra morrer outras vezes

Se viver a morte
Num verso controverso
Num pensar disperso
Nos versos feito a corte

Já morri muitas vezes
Parece até controverso
Que não sei dizer
Foi a morte o derradeiro verso
Foi a morte o primeiro verso...

Inserida por bmdfbas

Na penumbra da dor...
Senti....senti muita saudade....
Escrevendo poemas...
Onde colhi as flores mais belas...
Do meu jardim por abrir....
Senti a quimera....
Do desejo...
Acordei na Primavera...
Verde....verde de esperança....
Os nossos sonhos correram...
Onde as ilusões...
Fazem castelos no ar.....
A voar de nostalgias...
Como nunca ousei fazer......
Numa cadeira vazia...
Naveguei .....
Naveguei e esqueci-me da dor....
Nas vinhas plantadas...
Nas asas da madrugada.....
Dei asas ao pensamento....
Lavei o meu tormento...
Deitei a saudade......
Nas ondas do nosso mar....
O nosso sonho......
Tornou-se em desilusão....
Fizemos um porão...
Do nosso navio...no cais...
Nas ondas do mar vadio....
Onde deixamos os desejos....
Com o calor...e a saudade...
Demos beijos...ao sabor...da ilusão.!!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Se eu fosse poetisa...
Morreria de saudade....
De saudade de todos os poemas escritos
Voava por terras de Portugal
Serras
Montes
Rios
Nas asas do vento
Percorria o mar sem mágoas
Pisaria a areia branca fina
Cobriria de cetim o firmamento
Deixava que a nostalgia
Me desse os aromas
Perfumados das giestas
Rosmarinho
Jasmim
Alecrim
Rosas
Orquídeas
Se eu fosse poetisa o meu coração
Continuaria a ser teu
Como sempre foi
Tu serias o vento
O calor
A brisa
Se eu fosse poetisa
Continuava a ser uma simples camponesa!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Agora já não tenho mais nada.
Nem dor nem alegria.
Levo uma vida vazia.
Cadê a poesia?
Foi levada pela ventania.

Não há nada.
Nem flores no caminho
Nem espinhos na estrada.
Já não importa ser sozinho.

É tanto vazio
Que agora sofria.
Lágrimas formam um rio.
E aqui está a minha poesia.

Inserida por ErikaRebeca