Poemas sobre chuva para transformar dias cinzentos em versos
Como chuva que penetra na terra e fecunda os grãos, assim seja o amor de Deus em sua vida, que penetre em seu coração e fecunde lá dentro a vida abundante que só se encontra nos braços de Deus.
Gostaria de ser um pingo de chuva pendete na tua janela.molhar-te com carinho e bem devagar descer pelo teu rosto e dar-te um beijo de boa noite.
Não adianta fazer a dança da chuva. Ela cai quando tem que cair. Assim é o amor. Não adianta fazer serenatas para conquistar. Quando tem que acontecer, acontece.
No inverno é mesmo assim: chuva no telhado, frio, sem poder sair. Sem você é mesmo assim: é um inverno eterno dentro de mim.
Ando experimentando os dias de chuva e as noites de frio, e aliás, faz-se deliciosos. A chuva que apodera-se do dia és tão bela quanto o sol que também o faz, cada qual é como é, cada qual você vê como quer. É melhor um dia de chuva "entediante" que um de sol "decepcionante". Quem faz o dia não é o que se forma lá fora, mas o que carrega aqui dentro. Que os dias de chuva não nos lembre do que nos machucou, mas nos inspire a vontade de viver tudo novo. Momentos ruins e bons fazem parte do nosso existir a diferença é que enquanto um marca o outro ensina. E ensina a se molhar com a chuva e não com as lágrimas, ensina a procurar refugio do frio e não do amor, ensina que a beleza está em todo lugar basta querer ver. Se a chuva deixa o seu dia triste feche a janela e os motivos da sua tristeza ficarão lá fora.
Chuva, frio...meu corpo pediu você. Devaneios...lágrimas escorreram devagarinho, soluços abafei...o travesseiro se fez companheiro, o abracei !
Abraços e beijos no meio da chuva e um cobertor quentinho pra aquecer após esquecer a loucura do que é viver
Se eu tiver motivos para chorar, faço das minhas lágrimas chuva, e do meu lamento música, para celebrar com dança, a chuva que fecunda a terra seca.
A vida é uma combinação de destino e livre-arbítrio.
A chuva é o destino, a possibilidade de se molhar é escolha sua."
"...Então veio a neve, o sol se pôs sem pressa e sem nada dizer; a chuva chegava de mansinho e o vento uivava no telhado; o amor recolheu-se para não ser outro vez em vão!"(josé valdir pereira)
Ontem, fazia um calor escaldante e o povo implorava pela chuva ausente. Hoje, surgiu uma chuva intermitente e o povo roga pelo Sol incandescente. A insatisfação é inerente à raça humana!
"Hoje é aqueles dias que já não importa se é inverno ou verão, se faz chuva ou sol. Pois só o que sinto são calafrios, só o que vejo é um breu. Todos concordam que foi penas um sonho. Mas se eu sonhei porque não consigo acordar? Vejo meu olhos abertos mas eles se recusam a ver o fim e a contemplar a a ruína de um amor. Meu corpo reage retoricamente a este fato. Me vejo encurralada entre a espada e o precipício, meu maior desejo é criar asas e vencer. Voar até você e salvar a nos dois de uma vida sem sentido. Mas talvez nem você saiba que precise ser salvo. Perco-me neste devaneio. Hoje sou a menina perdida neste palco da vida. Você era a peça chave, mas as cortinas se fecharam antes do publico ver o grande ato. Nosso tempo acabou e eu realmente sinto muito, mas não quero acordar."
Neste mundo de falsidades,
apenas confio no vento e na chuva do Inverno, que me ajudam a adormecer á noite...
Como uma chuva que não molha, como um vento que não sopra, como um sol que não esquenta, como uma lua que não brilha... são os meus dias longe de você...
Gosto da chuva, mas hoje não chove mais como antes. Você pode chamar este fenômeno como for, mas para mim nunca mais será uma chuva como aquelas das noites de depressão. Aquele zunido do vento prestes á arrancar as telhas. O último volume, um fone, a fulga para Marte. Eu via o mundo mover-se. E me sentia longínquo a essa realidade. Me afastava e observava. Raça ingrata. Ouvia brigas dos vizinhos do quarto ao lado. Chamava-os de pais. Bebida, festa, álcool, confusão. Não entendia bem, mas sabia como era ser de outro lugar. Pertencer deliberadamente a outra realidade. A outro modo de pensar. Viajava nas notas musicais, nos vocais que me libertaram. Enquanto o vocal emitia o som da libertação, vasava a minha pelos olhos. E continua vasando..
