Poemas sobre chuva para transformar dias cinzentos em versos
Enquanto isso
De sol à chuva
De terra à lama
Perseguido pela água
Esmagado pelo barro.
Destroços, mortes, riquezas...
Triste a âncora da família.
Enquanto isso
Milhares escondidos
Diversos assassinados
Comboios humanos soterrados.
Lágrimas no lugar de sorrisos!
Enquanto isso
Chora a criança que buscava paz.
Morre a esperança da alma feroz.
buscas e mais buscas
Nada encontrado
Lamento, tormento, barro, desalento.
Enquanto isso
Sofre o pai com a criança perdida
Sofre a criança que por pouco se foi
Sofre a nação com esta fatalidade
Dor e sofrimento retratam a humanidade.
Enquanto isso
La do Norte, do Sul, do Leste e do Oeste
Se aceita uma prece, uma oração
Eis que ao pó volta o homem
Deus não rejeita sua criação.
Quando a chuva cai, molham meus olhos.
Quando a bendita chuva se vai, secam se meus prantos.
Que venha chuva mensageira, sempre que quizer.
Que venha tambem lembranças e saudades pra quem tiver...
Eu amo um lugar deserto, onde só se ouve os cantos dos sabiás;
Onde a chuva é sentida, e a sua chegada é um exemplar.
Recebida de aplaudida ela vem nos encantar;
Não por fogos de artifícios, ou trombeta para alarmar
Mas com risos contagiante e olhares de gratidão;
Com toda delicadeza e real beleza vem alegrar o coração.
Em mim tatuado
Na pele
No peito
De novo você
Na lua
No sol
No chão
Na chuva
No rio
No fogo
No frio
De novo você
Comigo
No quarto
Na areia
No mar
Meu homem sereia
Garoto levado
Menino pecado
De novo você !
09/12/2019
ESTÁ CHOVENDO
Há uma forte chuva lá fora,
E aqui dentro também.
Então, deixa pra depois…
Deixa pra amanhã…
Deixa pra ser,
Quando o sol amanhecer…
Quando o amor restabelecer…
Quando a alma não mais poder
Chover…
Pela folhagem
Em meio a folhagem te vejo, vens por
caminhos molhados pela chuva.
Tens teus sapatos enlameados, tuas
roupas coladas ao corpo e cheia de
pedaços pequenos de folhas coladas nela.
Caminhas devagar, e mostras a doçura
que és.
Quando perto chegas, com as mãos tiras
aquilo que em tua roupa tens.
Os sapatos jogas a um canto, e colocas
o teu chinelo. Aos poucos tiras a roupa molhada,
e as deixa caída sobre uma cadeira.
Para o banho caminhas, quando sais, eu não quero
que te enxugues.
Te abraço e deito o teu corpo, o meu irá secá-lo.
No iníco o sinto úmido, mas aos poucos teu corpo
aquece, os beijos o percorrem, e logo te sinto quente,
és minha, só minha por inteiro.
Passou o tempo e nem percebemos.
Da umidade um pouco há, só que não da chuva.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Artes Ciências e Artes
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U B E
CHORAM OS CÉUS.
Céu cinzento, chuva fina, tarde fria ...
Uma nostálgica névoa, turva minha visão.
Molham os olhos as mágoas,
Que inundam o meu coração.
Apenas restou a tristeza, herança da despedida...
Apenas se viu um aceno. Nas mãos, o sinal da partida.
Restou somente o vazio, na alma de quem ficou.
Assim como as marcas do tempo, que a saudade gravou.
Na velha estação suburbana, sumiram da vista os vagões,
Assim como no peito, findaram as ilusões.
Talvez chorassem os céus, testemunhando a dor,
De quem morria por dentro, vendo partir seu amor.
Os sonhos que foram desfeitos, jamais sairão da memória.
Os dias de felicidade, escreverão nossa história.
Na parede fica uma imagem, retrato de uma paixão...
Que um dia me disse adeus... Deixando-me na solidão.
Eu desejo uma chuva de bençãos
uma chuva de bênçãos do céu,
Uma chuva de águas cristalinas direto do seu trono meu DEUS !
Tu és a fonte de águas cristalinas,
Fonte de águas divina
Da qual eu eu quero beber...
Minha sede eu
quero saciar nessa água quero me purificar
E para sempre a ti adorar...
Tu és água que cura e restaura e refrigera a alma daquele que em ti crê...
Tú és a água da vida, o pão que alimenta a alma do coração aflito,
O toma pela mão, lhe dando salvação
Até chegar no infinito...
Senhor quero tua chuva de bençãos sem par,
Diminuindo meu eu
Pra que tu cresças MEU DEUS
e em tua presença eu me derramar.!!!!
O sol e a chuva vem pra todos!
Faça seu plantio, se queres ver seus frutos.
Com certeza colhemos o que plantamos.
Chuva
Ah essa chuva
Implacável e necessária
Garoa ou tormenta
Imprevisivel fenomenal natural
Tem em si a dialética
Decisão própria
Escolhe seus ungidos
Disciplina seus excluídos
Falam em precipitação
O que ela realiza com emocao
Rega o solo com orgulho
Sem causar nem um barulho
A chuva de nós todos
Observância divina
Aos que a chamam de calamidade
Não vislumbram sua necessidade
SÓ OBSERVO!
FAZ SOL: ôh calor do Saara, tô derretendo...
FAZ CHUVA: odeio pés molhados, chove o trânsito para...
FAZ FRIO: frio dá preguiça, vem verão...
A busca da felicidade começa quando a gente para de reclamar das coisas que não são responsabilidade nossa! Viva os dias de sol certo de que na hora certa a chuva chegará e permanece apenas enquanto for seu tempo. Assim é a natureza, assim são as oportunidades da vida.
No calor tome banho de mangueira, na chuva brinque na lama, no frio se aconchegue com uma boa companhia... Crie novos hábitos, atitudes ao invés de inventar desculpas!
Eu perdi o medo da chuva
Pois venho de tantas tempestades,
Já provei das águas turvas
Lhe confesso tudo isso é verdade.
Mas a superação sobrepujou
E hoje eu rabisco o sol,
Que um dia essa chuva apagou.
Liberte suas inibições
Sinta a chuva na pele
Ninguém mais pode senti-la por você
Aceita a morte
Seca as lágrimas
Que a vida tem dias
De chuva e de sol
Entre toda a saudade
Que floresce no peito.
Fui pro corre, né, tô na luta, sim
Nada cai do céu, só chuva, neguin
Tanto que lutei, Deus olhou pra mim
Um filme pra distrair,
e pipoca pra acompanhar
Uma chuva pra dormir
Um poema pra pensar
FELICIDADE RESUMIDA
Chuva cai lá fora...
E ainda são quatro horas,
de mais um dia cinzento
Chuva cai lá fora...
E a saudade aqui dentro,
que não quer ir embora
Chuva cai lá fora...
Enquanto eu te imagino do meu lado,
aqui, agora
Chuva cai lá fora...
O vento bate na janela, mas eu não quero escutar
E por trás dela...
A saudade passa devagar
[...]
E o barulho da chuva no teto me lembra tanta coisa... Da sua voz rouca tentando falar baixinho... Da sua birra de não querer tirar o capuz do casaco do rosto... Do meu frio na barriga quando você chegava perto... De seu riso lindo, quando falava algo bobo... Das suas mãos incrivelmentes quentes e invasoras... E arde uma saudade aqui sabe? Era só o que eu queria que você soubesse: arde uma saudade aqui. Muito forte.
[...]
o maníaco do agasalho marrom, que dançava com você nas noites de chuva
Sim esse maníaco não vai poder ser seu amante esse ano e quem sabe os próximos.
pois ele viu a chama que corria em seu rosto,
e percebeu que não passou de um bom ombro amigo para te acalentar no aniversário passado.
Fernando Basuko
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