Poemas de Casa
E essa Semana?
Eu coloquei a minha casa,minha vida ,meus projetos,meus amigos e todos os meus sonhos no altar de Deus, pedi a Deus que ele me de uma porção dobrada de Fé, Forças e muitas esperanças,pedi também que ele esteja, me guiando,me dando sabedoria e suprindo todas as minhas necessidades! que tudo que vier de Deus prevaleça e que nada me enfraqueça!
Semana abençoada pra nós!
Ler
Voar como pássaro, sem asa.
Viver abrigado, sem casa.
Manter o fogo, sem brasa.
Mergulhar fundo, mesmo rasa.
Viajar de foguete, sem a NASA.
Ter um discurso que embasa.
Uma mente que expande e extravasa.
Bom,
O amor tem casa, e sabemos que Ele mora em nossos corações: então sabemos aonde encontra-lo pois Ele sempre esta com nós.
Mal,
Bom o mal nós sabemos que de quando em quando ele se hospeda na nossa mente, mas temos liberdade de expulsa-lo, diferente do amor que está em nossos corações, porque esse é Eterno. Então sabendo que o mal é passageiro, logo expulso ele da minha mente e me alimento do amor que está em meu coração.
_Π____
/________/ ~\。˚ ˚
˛ ˚ ˛ •˛• ˚ | 田田 |門| •UMA CASA
'Uma casa,
Um abrigo,
abrigo do amor,
abrigo da família,
deve ser de paz,
deve ser de amor."
GUILHOTINA NO PESCOÇO
Mesmo ganhando, saí perdendo
Porque perdi você
Fiquei com a casa toda mobiliada
Mas vejo vazia sem você aqui
Você um dia foi amada por mim
O tempo desgastou
Não te dei o devido valor
Aí eu fiquei sem teu amor.
Sinto falta da sua companhia
Tão cheia de alegria
Hoje não tenho mais
De olhos fechados
Vejo a guilhotina no pescoço
Está virando rotina
Dormir e acordar no calabouço
Passa, passado, não quero lembrar
Que um dia fui amado
Vem, esquecimento, e leva
Os bons momentos
que passei do lado dela
Sozinho estou eu na favela
“A poesia será sempre o teu abrigo
Uma casa segura, um conforto
Preenchendo a tua vida vã, vazia
Na agonia velada do teu rosto.”
―Evan Do Carmo
Caminho de casa
O fogo nunca falam de seu calor
Cujo o olho de pedra está na terra
A tapeçaria de linho branco
O futuro é uma fumaça ao céu
A aranha apanha as estrelas
O leão ruge com o seu som amargo
A sua mão para abraçar o vento
Valerão a chuva na terra seca
A minha barba segue a orla do mar
Refugiado ao calor da vigília da noite
Lábios cantam o trigo banhado no fogo
O passado se alegra com o homem livre
Profundo é o abismo do meu coração
Estou fechado nesta água que é o mar
Arderá minha pele sobre o calor do sol
Está comprido este caminho para eternidade
Quem conhece o poder de uma caneta
Edilley Possente
ando desesperado pelos poucos cômodos da casa
enquanto eu quieto, vc briga, grita e traz à tona o inferno
diga já, mas sem grunir, o porquê insistes em ser tão pouco
ou
apenas é e nunca passou de tão parco humano
eu acendo mais e mais cigarros
não movo um músculo, nenhuma palavra, sou certo,curto e completamente silencioso.
não nos pode restar nada, apenas e de novo o silêncio
o absoluto...silêncio.
Saudades de quando ia lá pra casa.
Daquela vez que eu te chamei pra ver um filme,passamos umas horinhas tentando escolher um filme, deitamos na cama da minha irmã e fomos assistir ele, bom hahah pelo menos eu assisti um pouco dele, porque eu acho que você dormiu uma metade.Mas acordou, acordou querendo minha atenção, teus olhos estavam lacrimejando de tanto sono, teu cabelo tava bagunçado por conta do travesseiro.
Eu lembro bem, nós estávamos deitadas com a cabeça no lugar dos pés para conseguirmos enxergar o filme que passava no computador, eu tava deitado lado direito da cama assistindo o filme e você do lado esquerdo em cima do meu braço dormindo.
Você levantou pra vê as horas, sentou na cama, ficou falando comigo e eu prestando atenção no filme haha. Mentira, eu prestei atenção em cada som que saiu da tua boca desde a primeira vez que eu te vi e você achou que eu tava dando em cima do teu namorado.
ta o tempo todo vindo na minha cabeça as cenas que tivemos na cozinha da minha casa até o ultimo domingo no parque.
Eu mergulhei de cabeça nessa paixão hahaha.
Ainda bem que ainda posso te vê em fotos e falar contigo virtualmente.
Eu era único... era lugar, era ficar. Era casa. Era igreja.
Fazia acontecer, mas não acontecia... Ai se passaram os meses. E em que lugar eu fui aquilo?
Isso não é comigo, ser sensação e existência, ser pessoa ... ser a si próprio.
Numa casa simples a beira daquela estrada
empoeirada,
de mãos calejadas tão desgastadas
pelo cabo da foice e da enxada.
Não havia tristeza nos olhares,
não havia dinheiro no banco,
não havia falta de esperança pois sempre era que se expressava no canto
Ao lado do fogão de barro se fazia belos pratos
ao cheiro da lenha queimada,
no calor quase que insuportável mas isso não era nada se comparado ao que resultaria aquele caldo
Armários na parede não tinha,
a estante era uma mesa mal montada,
na companhia de radio se ouvia lindas canções na alvorada
A luz de lamparina se via olhares enrugados um tanto desgastados pelos tempo e verdade
mas cheios de dignidade
Famílias se reuniam sobre tamboretes que não eram tão confortáveis assim
contudo feliz daqueles que tinham,
a geladeira era uma lata de carnes mas nem por isso não tínhamos razões para ser feliz
Numa venda lá nos confins
se comprava com alegria como se tivesse muito dinheiro,
em bolsos ver por outras furados e verdade.
Passarinhos cantavam ao entardecer, e pela madrugada o galo despertava
pra um novo dia uma nova jornada
Carros que nada era na base da cavalgada, crianças e jovens a senhoras e anciãos,
no lombo do boi se andava pelo deserto daquele alazão.
A cidade era longe que la de casa não via nada,
os foguetes nas temporadas
de festa enfeitavam as madrugadas.
Hoje e tão diferente que agente não consegue esquecer aquele tempo
O que saudades da casa de barro e de sorrisos fáceis que me sinto triste por um momento.
A espera
Ela sentada a espera dele
No portão da sua casa a espera dele.
Tentando entender a cabeça dele
As horas passando e nada dele.
Ele bebia a pensar nela
Sentado num bar a pensar nela
Pensava em ir, se encontrar com ela
Mas não se levantava, e chorava por ela.
Conflitos de amor, na cabeça dele
O medo ocupava a cabeça dela
Síndrome de amor corria por ele
A lágrima de amor corria por ela
O silêncio retornou ao coração dela
A insanidade tomou o corpo dele
O gelo retornou ao coração dela
Amargo foi o fim dele
Pra ela o amor quente esfriou
E em seu edredom sozinha se esquentou.
Pra ele o amor que pensava ser gelo
Quanto o esquentou, como uma cerveja fria, desavisado apenas tomou.
''juro legal, é aquele que voce ganha, e abusivo é aquele que te rouba, e a casa e carro do seu avo, e voce é obrigado a andar de leva-lo onibus ao medico'' (meu)
''Homem primata, capitalismo selvagem...(musica\titans)'
""dessa terra não quero levar nem o pó.''(Carlota Joaquina)
''Rei posto, rei morto.''(pop)
""Deste mundo desta vida não se leva nada.""(pop)
Senhor, mais uma semana começando...
Manda Teus anjos na minha casa, no meu trabalho, na minha vida...
Onde eu colocar a planta de meus pés, que Teus anjos estejam acampados ao redor e que nada de mal chegue até a minha vida, chegue até a minha família.
Que o Espirito Santo de Deus, toque na minha vida, que não saía da minha boca nenhuma palavra torpe, que eu tenha sabedoria para enfrentar as dificuldades, que eu saiba ver além das aparências e não permita que eu julgue as pessoas que convivem comigo.
Oh Deus de bondade, te entrego essa semana nas Tuas mãos, vem dar um novo sentido para minha vida, restitui os meus sonhos, renova as minhas esperanças e me ensine viver segundo a Tua vontade. Que eu compreenda os sonhos de Deus na minha vida e que eu seja luz onde eu estiver, que meus projetos sejam abençoados, onde quer que eu esteja, que seja para abençoar, Em Nome de Jesus!
Estão aposentados, convivendo juntos no lar,
marido e mulher.
Tem serviço nesta casa, não tem?
Por que só à mulher cabe fazer todos os afazeres
domésticos, se são os dois a utilizar os mesmos campos de moradia?
Deveria ser um prazer fazer tudo a dois, concordam?
Mel – ((*_*))
ASSOBIA
A casa está vazia sem ti
Lembras-te meu amor
Quando nos encontrámos
Na primavera passada
Numa pequena praia deserta
Agora o vento só me tráz
Lembranças tuas amor
Assobiando o teu nome.
. • ✿´¨).• ✿¨)
(¸.•´*(¸.•´*(.¸. •*✿ ••
Liberdade
Abra o portão saia da sua casa agora
Grite liberdade do lado de fora
Mobilize a multidão
Organize um mutirão
Espalhe cartazes pela cidade
Saia com spray na mão
Escreva nos muros sem autorização
És livre! Isso é liberdade de expressão
Sem algema, grade ou prisão
Sem opressor, sem opressão
É você quem assina sua própria carta de alforria
Mal contém tanta euforia
É o povo no controle com a chave na mão
Autonomia!
Diria que só preciso do que quero precisar
E por um segundo posso imaginar um lugar
Uma conquista maior, por um mundo melhor
É como dar linha na pipa, deixar ela voar
Descobrir que pra ser livre é preciso libertar
Livre como um poema
Leve como uma pena
Leve consigo apenas o necessário pra missão
Assim começa a revolução
Penso e dispenso o indispensável
Pois sempre penso no impensável
E acredito no inconcebível
Escrevo poesia com tinta indelével
Utilizo as ferramentas disponíveis
Voo livre, passeio por diferentes níveis
Absorvendo conhecimento as grades tornam-se solúveis
E as descobertas incontáveis
O mundo fica pequeno
E os passos largos em qualquer terreno
Conhecer sua história e prosseguir fazendo história
Dou asas a imaginação
Libertário por culpa da situação
Nada me segura com essa gama de cores na mão
Livre como um poema
Leve como uma pena
Leve consigo apenas o necessário pra missão
Assim começa a revolução
Sou otimista;
Acordo todos os dias;
Pensando que vai ser diferente;
Mas quando saio de casa;
Sinto o mesmo vazio;
O mesmo desespero;
A mesma angústia;
De todos os dias...
Sei que tenho uma vida perfeita, mas você não sente o mesmo que eu.
Minha vizinha ao lado tem um corredor, cujo muro faz parede meia com a minha casa. Ao longo de todo corredor, (que é a entrada de serviço) estão plantados inúmeros pés de RAPHIS, que já estão enormes e em cujos troncos ela cultiva belas orquídeas. Eu não avisto nada, mas a questão é que, quando venta, as plantas que já se juntaram no alto, fazem um farfalhar com as folhas como se estivesse acontecendo uma ventania mesmo... e eu fico aqui do lado de cá me deliciando com mais este som noturno...
mel - ((*_*))
Pingo d' água
na torneira lá de casa.
Pouca água nos mananciais.
Não quero ver guerra na vida da gente!
Paradoxo na beira do cais.
Planeta Terra
Perdendo identidade,
seca documentada de cidade a cidade
Água no olhar
gotejando sem parar
Consciência!!!
Lave nosso pensar.
