12 poemas de Ano Novo para refletir e brindar novos começos
Essa é a adorável e bela vida
Sempre com ousado vestido
Cuja beleza nunca é repetida
No inverno é denso o vestido
Costuras rígidas, é cansativo
Quente, com suor escondido
No verão já se veste despida
P*** é a vida - é o que dizem
Coração bate, uma estúpida
Primavera e vestido risonho
Flores mortas são vendidas
Buquês de vida, é um sonho
Outono, tempo de mudança
De cantar no sol, queimar-se
Dançar na chuva, molhar-se
Todas estações são diárias
Intensas, sei que você sente
É a moda da vida visionária
O amor mudou minha vida!
Talvez seja essa uma das graças mais admiráveis que o amor proporciona:
Quem experimenta o amor, se transforma.
Quem experimenta o amor, muda de vida.
Estamos abaixo do mesmo céu, olhamos e vivenciamos o mesmo luar.
Espectadores das mesmas trivialidades, indiferentes a quão longe estão do nosso toque.
Igualmente se dá a distância que se criou entre nós, mas com a mudança das estações viemos a se habituar.
A tristezas tanto feriu, mas saiu impune,
Cicatrizou mas a custa de muito, não há nada que o tempo não cure.
E nesse campo imenso que só cabe o Eu,
Me reinvento, confessando que você nunca me pertenceu.
Quem é passarinho sabe que no bater de asas, o voar leve necessita livrar- se de pesos.
Desprende-se do que passou e não ficou.
Resguarda-se no tempo.
Fortalecer e refazer o novo.
E ele vem.
Não é mais um texto sobre protesto, é sobre pessoas. E que tipo de pessoa você é?
Existe o tipo de pessoa que só fala e nada faz .Grita, bate, quebra " xinga", quer mudança...Mas é incapaz de apanhar o cocô do cachorro quando caminha no calçadão de ponta negra.
Fala bonito sobre corrupção, sabe o nome de todos os corruptos da história do Brasil, mas é só tomar umas caipirinhas no veraneio, que paga alguém pra dirigir seu carro do circo da folia " até depois da viatura da polícia " .
É o tipo de pessoa dourada do sol, que diz ter orgulho de ser potiguar, mas chega sábado, na praia com os amigos, " tomando uma de cana com uma banda de caju" e deixa o lixo ser levado pelo mar. Sem o mínimo de culpa, sem o mínimo de consciência pesada.Remorso.
Esse tipo de pessoa, que fala, fala e nada faz, é do tipo " marido reclamão" exige que a casa esteja limpa, mas na hora de passar a vassoura, xiiii, corre e varre todas as migalhas pra debaixo do tapete.
É do tipo pessoa "mudança" Mudança de pensamento, atitude e discurso!
É o tipo de pessoa que precisa sempre ouvir: Muda, que quando você muda ,tudo muda.
*Não é mais um texto sobre protesto. É sobre pessoas.
Aquele momento em que vc começa a pesar coisas e sua função na vida dos outros...
Por melhor que você seja, nunca será o suficiente.
Por melhor que você faça, sempre haverá alguém que faz melhor.
E por mais que você sinta dor, sempre existirá alguém que sofre mais do que você.
Mania de comiseração não vai ajudar em nada.
O momento em que você se perde sempre será o melhor para se encontrar.
Tantos clichês num texto só são pra exemplificar que somos todos iguais, mas ainda assim podemos fazer a diferença. Seja a mudança que quer para a sua vida.
No caos a salvação
No caos, depois do período da cegueira passar o mar vermelho começou a se abrir,
noites densas, reações intensas, perdas imensas, o tempo indefinido,
no quase fim, ao olhar pro nada profundo por muito tempo fui resgatado e guiado por uma luz que dizia sim é possível,
poucas mãos valentes foram suficientes para alimentar a chama ardente que ainda tomava conta de mim,
vozes me diziam que tudo era passageiro, sonhos me mostravam o fim do pesadelo,
noites em vão, dias perdidos, na corda bamba um show de desafios,
com o apoio de corações bondosos o meu ser que até ali era indomável se olhou por dentro e enxergou a mudança,
no churrasco depois de uns anos, entre os sorrisos e as lembranças daquela tempestade, o olhar de orgulho e a salvação enlaçada pela amizade e coragem de poucos me trouxe até aqui firme e motivado na intenção demonstrar o quanto é importante acreditarmos que tudo vai da certo é só focarmos em acreditar que existem saídas e elas vão aparecer para nos resgatar de quaisquer situações que sejam.
Fascínio de uma música poderosa que sem dúvida consegue unir gerações facilmente, emoções em harmonia com as notas, corações alegres,
um som profundo em um momento especial na França, o real afinado com o lúdico, a simplicidade prevalece num tom amável de esperança,
que inegavelmente melhora o mundo, uma
notória e necessária mudança, muito edificante como o Amor de Deus em abundância, tocando a alma por alguns instantes.
Primeiro foi um besouro.
Achei que fosse azar. Matei. Fechei a janela.
No dia seguinte, não a abri; crente que o problema estava resolvido.
Doce ilusão. Dois dias depois, outro invadiu.
Dessa vez, mandei pelo ralo. Fiquei irritada. E por birra, deixei a janela escancarada.
Três horas. Mais um. O último.
Foi então que percebi: talvez não fosse acaso.
Nem sinal, nem maldição. Só consequência.
Eu deixava a janela aberta sempre na hora do banho.
E besouros, os danados, aproveitavam o descuido.
Fechei a janela. Nunca mais entraram.
Simples. Tão simples que parece lição de vida.
A gente insiste em chamar de destino o que é apenas resultado.
Janelas se abrem.
Mas não se mantêm assim para sempre.
Às vezes a oportunidade entra voando, discreta como um inseto.
Outras, você nem nota que ela passou.
E quando percebe, a janela já está trancada.
Você bate. Grita. Esperneia.
Só que ela não abre.
Só dói.
Por isso, um conselho:
não espere o vidro.
Viva o agora como quem sabe que as janelas fecham;
sem aviso, sem hora, sem retorno.
Não subestimes o silêncio da minha calmaria, pois é nele que a minha mente se alinha à sabedoria.
Na zona de conforto, eu reflicto, chego a uma conclusão e mudo.
E, quando tudo parece misteriosamente quieto, é aí que vejo as entrelinhas e conecto, com precisão, o sentido de tudo.
A minha vontade de mudar
Precisa ser maior que meu medo de ousar
Pois será bem pior se a vida eu passar
De mim com dó.
As pessoas não mudam se não tiverem três coisas fundamentais:
Conhecimento, discernimento e vontade.
Podemos apresentar a situação, podemos pontuar o que pode ser mudado. Mas a consciência e a vontade vem do outro então pare de perder seu tempo tentando mudar quem não quer ser mudado.
Permanecemos em relações que nos congelam por medo de que as próximas nos queimem, sem perceber que é melhor arriscar uma nova queimadura do que morrer lentamente no gelo da indiferença.
É assim que muitos ficam onde não devem e perdem a chance de ser feliz onde Deus destinou!
São tantas palavras.
Tantos desejos.
Histórias que sonhamos em viver.
Perguntas em busca de respostas.
Falamos tanto sobre compreender o outro,
mas o primeiro passo é buscar entender os próprios pensamentos.
É fácil resolver aquilo que não se conhece direito.
Difícil mesmo é olhar para si.
A mudança começa por dentro.
Muitos não sabem mas todos os miseráveis que existem no mundo são usados para abastecer um sistema que não tem a menor intenção de tira-los da miséria, mas usa-los por meio da miséria.
Com isso eles escondem suas maldades em pequenos atos de bondades que, nunca de fato irão tirar as pessoas pobres da miséria, apenas um circo um círculo vicioso onde invés de ensinar o povo a mudar de vida realmente se faz o contrário, alimenta neles a idéia de continuarem onde estão, sem forças e incapazes de verem que são dignos e capazes de vencer essa vida.
São tratados como a escória desse mundo, enganados, ludibriados por supostos atos de fé ou bondade mas, por detrás o veneno da serpente misturado com a ignorância, que leva do mais forte a força e do mais jovem a esperança!
Às vezes, não sei se o que penso é real.
Minhas ideias parecem simples devaneios — ao mesmo tempo me perturbam e me libertam dos meus medos.
Para quem observa meus textos, talvez pareça loucura. E tudo bem.
Me identifico com Raul Seixas:
“Prefiro ser essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.
Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes…”
O que eu era há um segundo já não me representa mais.
Esse “eu” que você viu passou.
Você conheceu o Tarin que morreu há instantes.
Se quiser me entender, tente conhecer o Tarin que está aqui agora.
Só assim suas conclusões farão algum sentido.
Inverno
Se eu voltasse pra você,
e você fosse o mesmo,
seria como esperar calor
num inverno sem fim.
"É muito louco esse mundo..."
É muito louco esse mundo…
Quando somos crianças, tudo o que queremos é crescer.
Ficamos ansiosos pelos 18, como se essa idade fosse um portal mágico pra liberdade, pra vida de verdade.
Mas quando ela chega… mal dá tempo de sentir.
Ela passa. Rápido. Rápido demais.
Mais veloz que um foguete, mais impiedosa que o tempo.
E aí, o que era sonho, vira rotina.
A liberdade vira responsabilidade.
A pressa vira cobrança.
E o medo começa a crescer dentro do peito.
Medo de não dar tempo.
Medo de falhar.
Medo de ir embora desse mundo sem entender direito o que viemos fazer aqui.
Porque, no fundo, ninguém sabe o que vem depois.
E talvez seja isso que mais assuste:
essa incerteza do destino final, esse silêncio depois da última batida do coração.
Mas enquanto estamos aqui…
Talvez o segredo não seja entender o final,
mas dar sentido ao agora.
Viver de verdade.
Amar sem medida.
Ser presença.
Ser memória boa.
Ser o que o tempo não apaga.
"Por que a partida é tão inexplicável?"
Talvez porque ninguém está realmente preparado para o fim.
Passamos a vida tentando entender o começo, lutando para nos encontrar, e quando percebemos... o tempo já está nos escapando pelos dedos.
Corremos tanto. Atrás do que? De dinheiro? De aceitação? De promessas que nem sempre se cumprem?
E nessa corrida desenfreada, esquecemos de viver.
Esquecemos que cada dia pode ser o último.
Esquecemos de olhar nos olhos, de escutar com o coração, de abraçar sem pressa.
A vida é pequena, sim.
Mas não no tempo.
É pequena na forma como a vivemos — cheios de medo, de dúvidas, de silêncios engolidos.
Temos medo do amanhã.
Medo de partir.
Medo do que vem depois…
Mas às vezes, o que mais assusta é a ideia de partir sem ter vivido de verdade.
Sem ter deixado uma marca de amor, de verdade, de presença.
Então, talvez a pergunta não seja "por que temos que ir embora",
mas sim: o que estamos fazendo com o tempo que ainda temos?
O homem morreu de fome. E quando já era tarde demais, serviram comida no velório. Não é metáfora. É o retrato do quanto as pessoas se importam... só quando já não dá mais tempo.
Todo mundo diz que vai ajudar, todo mundo jura que se preocupa, mas a verdade é que quase ninguém está disposto a fazer algo enquanto você ainda está respirando.
Preferem te aplaudir no caixão do que estender a mão quando você ainda podia ser salvo.
Gostam de parecer bons — não de fazer o bem.
Então entenda: se você espera ser alimentado pela compaixão dos outros, vai morrer com fome. E ainda vão dizer que você partiu em paz.
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