Poemas de Amor que Chega Arrepia
Arrepia
Incendeia
Magia
E olha quem nem é noite de lua cheia
Arde
Fogo
Invade
Vai além do morno
Reage em cadeia
Sim, arrebata
Como numa teia
Por fim arremata!
Não pede licença
Avança sem ponderar
Atormenta
Impossível cessar
VAZIO
Este vazio!
Que me dá frio
Que me arrepia!
Tenho tudo...
Nada tenho!
Sou uma folha
Que caiu!
Perdeu-se
No vento...
Levou meu lamento
Ficou a saudade
Triste e só...
Sou pó do caminho!
Chuva que lava a alma!
Sinto a nostalgia...
Fico sem alegria
Fico sem amor,
Apenas a poesia!
É meu consolo.
Quando ela fala
Meu corpo se balança
Até o ouvido dança
Arrepia por inteiro
Pois o tempero
Causador do piripaque
Desse seu belo sotaque
É o bão jeitin mineiro
Na sequência de
cada toque.
O coração acelera,
Apele arrepia,
O desejo aumenta,
Um olhar atrevido,
Lábios que se beijam,
Sussurros aos ouvidos,
Suspiros aleatórios,
Arrocho consciente,
Querer indecente,
Corpos colados,
Encontro marcado,
Uma louca paixão.
_ Sueli Matochi
VOCÊ
Seu olhar me hipnotiza
Seu toque me deixa perdida
Tudo que faz, me arrepia
E não sei se devia...
A chuva caiu lá fora,
E eu aqui contando as horas,
Pra que fique mais tempo comigo
E nunca vá embora
Você chegou de repente em minha vida
Mas ao te olhar vejo que não tem saída
Me prende como magnetismo
Ao seu lado, minha mente é só erotismo
Essa noite queria você aqui
E peço que não desista de mim
Pensei, pensei e conclui
Quero você ao meu lado, que seja sempre assim
Nós somos um pouco diferentes
Mas isso não me impediu de me apaixonar por você loucamente
Passo o dia todo ao seu lado
E sinto que nunca é o suficiente
Cada dia que passa, me pergunto se isso é certo
E cada noite que chega, você me prova que sim
Tudo que eu mais quero neste momento
É ter você só pra mim
Ah, e antes que eu me esqueça!
Talvez eu até enlouqueça,
Pois você é culpado por prender meu coração
Sei bem o nome disso..
É paixão!
Madrugada sombria
Na rua sombria
Meu coração esfria
Como uma simples pessoa
Sua alma arrepia
Na madrugada veja a escuridão
E a Luz sem exceção
Cinco e meia da madrugada
E eu aqui lutando por nada
O simples sentimento é o Amor
Mas basta aguentar a dor
A dor que me corrói
E a dor que me constrói
A dor virou sua amiga
Não te deixa sozinha
Eu tenho que aguentar
Por que, se não errado vai dar
Você é o que almeja e deseja
Então levante e preparado esteja
Barco à Vela -
Às longas madrugadas eu me dei
num pulsar que me arrepia a solidão
foi nelas que na vida me encontrei
na rota do meu forte coração.
De longe vem o grito da partida
que me traz e que me leva além de ti
minh’Alma numa ânsia proibida
procura o infinito que há em mim.
Ao leme do meu barco vai a dor,
na proa levo a Glória d’outros tempos,
nos mastros vão as velas do amor,
soprando pelo mar, são novos ventos.
Parti p’las madrugadas sem destino
parti rompendo o mar da solidão
num grito que me rasga eu domino
a tristeza que me assalta o coração.
Despertar
Arrepia os pêlos e faz delirar
Como brisa que passa
Lembrança que olhos não virão
E o corpo sentiu como verdade
Verdade? Sabe se que não é.
E esses detalhes sombrios
Como fora criados?
Esses loucos...
Estão e sempre estiveram aqui
Andam Com suas lâminas afiadas
Sempre deixam suas marcas
Que sangram e ardem
Esses passos aqui fora
Podem até mudar de direção
A vida somou, multiplicou, adicionou.
E o que não foi visto
O corpo ainda sente.
O meu desejo grita...
Minha vontade incendeia..
Meu corpo todo arrepia..
A vontade enorme de te ter comigo.. de provar o mel da tua boca... de sentir tua pele na minha, teu calor, teu sabor...
CALMANTE VICIANTE
[...] meu homem
que me domina
me arrepia
me faz mulher
me agarra pelos cabelos
me pega de jeito
me entontece de prazer
meu calmante
meu vício
adoro me entregar
a você
Quando meus olhos te tocam, todo o meu corpo vibra.
Minha pele arrepia, minha voz cala..a música
fala por mim !
Afogada em beijos ardentes
A pele toda arrepia
Uma alegria constante
Invade todo ser
Desprovido de medo
O corpo todo se aquece
As mãos se encontram como num encanto
O luar observa
A dança frenética
Fazendo sobreado
Sobre as curvas salientes
O amor não é inocente
A voz cala-se no clímax
A luz se acende
O dia anuncia chegada
Nos braços apertados um afago
No gole do café quente
Até mais tarde!
Frio na barriga,
Pensamento longe,
Coração acelera,
A pele arrepia,
Algo acontece,
Os sentidos, já não fazem sentido,
O que eu quero, é você,
A vontade é abraçar,
O desejo é de ti beijar,
Línguas, suspiros, respiros,
Gemidos e suor,
Tudo dentro,
Eu quero mais de você,
Sempre.
O que me assusta a noite?
O que me fere sem tocar?
O que arrepia meu espirito?
O que faz de meus medos,mais intensos?
Eu tenho medo de tudo e de todos.
Medo da escuridão nos olhos
Medo de mim e dos corvos
Medo dos vivos a solta
Medo do medo que soa
Medo de meus pensamentos
Medo da brisa e dos ventos
Medo implantado na alma
O medo de morrer e de sobreviver,de resistir e de existir.
O medo como esculdo e como um infortunio
Como espada,e como um karma.
Meu coração transborda
de alegria ao te ver,
minha pele arrepia
toda ao te sentir.
Minha boca anseia por
percorrer todo o seu
corpo, e tocar na tua.
Para os iluminados, toque é sagrado,
Mexe com avesso, coração pulsa forte no peito,
Pele arrepia, envolvido por sagrada energia,
É a batida, ancestral emoção que contagia.
🌹
Estar perto é fácil.
Dificil é estar dentro.
❤
O corpo arrepia por fora.
A alma aquece por dentro.
❤
O amor é quando um mora
dentro do outro e ... Ponto.
❤
Vermes na pele
O frio do quarto me arrepia.
O som do vento me faz
Se mexer na cama. E cada vez mais
Eu sinto essa claustrofobia
Me levar pra lama...
Não me engana
Essa minha dor, minha agonia.
A pele esquenta, chega a queimar,
E eu sinto o formigamento
Desses tecidos tão nojentos
Entre as carnes se rastejar.
Que cheiro horrível, fedido.
Me faz esquecer que estou vivo
E que vou partir sem nem acreditar.
O meu mundo está virando
De ponta cabeça. E agora
Tenho de agir sem demora
Por que o tempo está parando.
Eu não vou conseguir
Viver assim ou prosseguir
Vejo que estou desmoronando.
Pequenas úlceras cutâneas
Latejam com pus em putrefação.
E nem a minha melhor oração
Irá curar essas dores instantâneas.
Sinto que aumentam os odores,
E esses horríveis fedores
Me sufocam de forma espontânea.
Engulo o pavor que cresce em mim.
Agora os vermes rastejam mais.
Eu continuo gritando alto pela paz,
Desejando que esse não seja o meu fim.
O meu corpo já está se agitando,
E, mesmo assim, com ele lutando
Tudo terminará assim:
Vermes na pele carcomida
Gerando dores que vão mais além.
Enquanto que nada aqui me faz bem.
Vejo meu corpo virando comida.
Com o meu olhar morto
Sinto que já perdi esse corpo
Para essas podres feridas.
No fim o esqueleto jaz no chão largado.
Por fim esqueço que tanto faz ser mais outro sepultado.
Tsharllez Foucallt.
Foi se o tempo que a musica batia e do coração que arrepia
Hoje o sentimento é bem vago
Hoje é diferente
Não é que não tenho amado
È porque a gente aprende
Confesso, o som ainda balança
Mas sem me abalar
Não somos mais crianças
Que brincar de amar
A saudade existe, eu sei
Mas a consciência é predominante
Errar? Eu já errei
Mas aprendi a não ser constante
A vejo a todo momento desta vida
Criei cenário perfeitos
Só não contei com idas e vindas
Deste nosso belo defeito
Aconteceu, pecamos!
Foi um amor intenso
Cá estamos
Satisfeitos sem sentimentos.
te amo mesmo quando não digo,
penso em ti mesmo tendo-te tão distante.
teu toque arrepia minha pele,
sua voz daquele dia em setembro
ainda ecoa na minha alma.
preciso dizer que nunca te esqueci,
tu foste minha saudade
mais dolorosa e verdadeira.
ainda eras viva, e isso é o pior,
não porque quero a sua morte,
mas porque aquela versão contigo,
nas tardes e noites sombrias,
mas sempre tão vivas e calorosas,
não existem mais.
suas palavras, suas ações,
nossos planos daqueles dias,
nossas piadas internas,
as tatuagens “h” e “a”,
itália, veneza, atthis d’layla, benjamim —
já não existem mais.
poemas da elaine baeta,
nossas conversas mais profundas,
seu primeiro te amo,
nosso primeiro oi com aquele livro —
não lembro o nome, mas lembro da capa
e do dia como se fosse ontem.
tudo ainda está ali guardado,
esperançosos e cheios de sonhos;
não com essa bagunça que criamos
por palavras não ditas, achismos, certezas—
que nos perderam em algum momento.
uma conexão que vai além do tempo;
meu amor, meu eu mais profundo ainda mora
naqueles momentos que nunca mais voltam
e em um eu mais velho e endurecido pelo tempo.
tenho tantas palavras, tantas ações
que quis te dizer;
podem sufocar a mente mais sã
e robusta da raça humana.
tantas lágrimas, tantos olhares
que não pude te dar;
guardo todos eles em uma caixa
de uma história tão libertadora—
linda, amada, angustiante e agonizante—
que já vivi.
ainda estou em algum momento;
em um quem sabe.
