Poemas de amor para namorado
Já fui muitas coisas. Nem sempre fui duvida, insegurança, medo e solidão. Já fui amor. Já fui sorrisos (bem radiantes). Lembro que já fui governador de um reino só meu - você ficava linda de Primeira Dama. As utopias eram permitidas e vividas. Ao fim do dia, pontualmente, todos paravam para ver o show que o céu nos dava com o por do sol. Era muito belo o meu reino, cravos e rosas sempre plantados lado a lado - é preciso ofuscar a vaidade das rosas com a humildade dos cravos.
Hoje, sentado no que já foi chamado de trono, vejo o que resta do meu reino e apesar de estar em parte destruído, ainda noto sorrisos e pequenas utopias. O céu, sempre nublado, deixa escapar poucos raios do sol e algumas rosas e cravos teimam em florescer. Pode parecer loucura, mas agora ,depois de ter sido tantas coisas, sinto que sou mais eu, sinto que sou mais meu.
Será que precisamos sujeitar-nos ao amor verdadeiro como a única condição de sermos felizes? Se é que o amor traz felicidade!
Fim de semana fui a Praia do tupé fiz amor com uma sereia um beijo ela me deu, vi o banzeiro que rasteja nos pés então descobri que eu ja era seu.
Se tem Ódio se desfaça dele, se tem Mágoa se liberte dela, mas se tiveres Amor, distribua-o é disso que o mundo está carente.
Não chame de amor, o que não é incondicional. Contratos de cláusulas enumeradas, não descrevem sentimentos, apenas regras. O amor é incontido, não há travas ou amarras. Sua natureza sabe apenas expandir. Um amor com freios, é falso. O amor não sabe ser retido, controlado ou submisso à regras menores. Amar não é infringir exigências, é ato de disponibilidade. É preciso ter empatia pra acolher o outro, sem querer mudá-ló. Aceitar que se todos são um universo, é saber que cada é um infinito particular.
O amor é a estrada que me leva até você! É o nosso encontro, é a nossa fuga, é a minha cura, é o que me faz te querer com reticências G&H
Amor, eu sempre te amei e sempre vou te amar, espero o tempo que for, mas contigo eu quero ficar... possa demorar o tempo que for, e as pessoas zombarem de me, mas tenho o orgulho de te chamar de minha namorada, por que Eu te amo...
Quando um amor morrer de verdade é que esse amor já aguentou muitos sofrimentos por uma pessoa que não nem ai pra ti não adianta manda flores mensagem pra tenta recupera o que se perdeu.
Só ameaça o outro com seu amor que é amado. E o amor vira arma apontada, engatilhada na alma da coitada
" O amor é sempre mistério, enquanto vivo. Só que no início é expectativa, no final, suspense. Nunca saberemos quando um amor já foi tudo que poderia ser, como também, nunca se há de saber quando será sua derrocada.
Apenas percebemos que ainda não acabou enquanto nos pusermos a chorar pelo que dói. O amor machuca quando está ferido, quando está morrendo. No entanto, pelo que é amor, só se chora quando a morte é iminente. Depois que o amor falece, ninguém chora pelo defunto."
Quando fecho os olhos observo tua face reluzente um brilho com muito amor o teu sorriso imenso que poucas palavra pode descreve um sentimento verdadeiro e puro que você tem um lindo sorriso meigo e sincero um olha meigo que as palavra fogem por esse mundo. Mais deixo bem claro que você sempre será aquela moça meiga e sincera.
Tudo no tempo certo, sou grata por todos os aprendizados e continuo seguindo a força do amor que cura ao amor que liberta.
Só mude o endereço quando seu amor não estiver mais no antigo endereço. Não substitua a coisa pela mesma coisa.
Pobre moça achava que sua felicidade dependia do moço,mau sabia ela o que era reciprocidade do amor verdadeiro ,quando aprendemos a amar a Deus um grão do quanto ele nos ama ,há moça ,isso sim é ser feliz.
Estou em paz!
Me desapegando de pessoas arrogantes, sem amor no coração e que vivem num mundo de ilusão.
" O amor confunde até os próprios sentimentos e pensamentos, é um calor e ao mesmo tempo calafrios, sensações aleatórias porém notórias e quem vem sem explicação ou definição. É sincero é assíduo, doloso e perpetuo, chega sem avisar e se entranha nos mínimos espaços do coração e do sentido da vida . . . "
