Poemas da Terra
Estão destruindo o planeta terra com ódio, violência, egoísmo, poluição e infinitas guerras,
Agora! Montam missões espaciais para descobrir, explorar, habitar e destruir mundos afora.
É o velho homem! Que nunca aprende e vive dentro de nós. Perdão meu Deus!!!
Como as ondas do mar que buscam a praia, meu coração
busca o calor do teu ser.
Como a terra espera pelo Sol, eu espero por você
Como o-íris que ornamenta o céu , seu sorriso é um espetáculo divino.
Como as estrelas no céu, meu amor por você é incalculável.
Como o vento acaricia as árvores, quero sentir o toque do teu abraço.
Como o náufrago anseia pela terra firme, eu desejo sua presença.
Deus dá o Sol; e o homem lavra a Terra. Deus dá a chuva; e o homem planta para depois colher.
Deus dá o resultado; Para que o homem usufrua.
A questão seria dá seguinte maneira: "Como aconteceria todas as coisas que geram um resultado e assim o são; Seria obra do acaso? Para tudo se há um agente consciente, para que se concretize. Porque nada de racional se emergeria do puro nada, como a coisa mais complexa é o pensamento e ação humana.
Assim é a distância do Sol para com a Terra, e de Luzes Estrelares separadas de seus sols em todo o universo, como Alguém determinou assim.
Daqui a décadas
será que as caninas desvairadas do amanhã
vão escavar a terra para roer meus
ossos enquanto fumam meus versos, como se fossem viciadas em nicotina, buscando o que restou de mim?
No Organismo Humano o Homem é Alma Humana!
No Planeta Terra o Organismo Humano é Aéreo!
Portanto:
O Homem é Alma Humana e é Aéreo!
O Homem não é Ser Humano nem é Terrestre!
“Brasileirinha,
Ó, Terra minha,
Tira-me a dor!
Ó, povo sofredor!
Ó, povo meu,
Esse infortúnio você não mereceu.”
“Se o ponteiro não girasse...
Se eu pudesse ser bebê
Se a Terra parasse...
Teria alguém para me proteger.”
“Uns têm mais do que precisam
Uns moram em mansão
Outros na terra batida pisam
Outros vivem na inundação.”
“Na Lua que cobiça a Terra
O brilho prestes a se apagar
O amor que por fim se aterra.
O ser humano que não sabe amar”.
“Meu coração encheu-se de dor
O ódio delicadamente matou o amor.
O Inferno instaurou-se na Terra
Em meu interior havia uma silenciosa guerra.”
Silenciosamente
A noite da Terra
Flutua entre estrelas
E a brisa, que passa
Cintila em cantares,
Desertos e oásis
E longínquos mares.
Silenciosamente
Anda a humanidade
Caminha sozinha...
E a felicidade
É de quem entende
E ama a solidão.
A tudo e a isso
Espelho o sorriso,
Sou da imensidão !
Poema em tercetos
por Elischa Dewes
Nos montes altos, tocam as estrelas,
Com brilho sereno, iluminam a terra.
Os vales dançam ao som das águas,
Dos rios calmos às torrentes bravas.
Flores desabrocham nos bosques profundos,
Cores e aromas em harmonias rotundas.
Os pássaros cantam melodias suaves,
No céu azul, em voos intrépidos e graves.
A floresta vibra com vida e mistério,
Onde animais encontram seu império.
Cervos saltam, raposas se espreitam,
Cada ser em sua sinfonia perfeita.
Oceano bravio, com força e coragem,
Abraça a terra, revela sua imagem.
Ondas dançam em cadência feroz,
Enquanto o mar se expressa em sua voz.
Os rios tranquilos, em sussurros gentis,
Seguem seu curso, serenos e sutis.
Acariciam margens, abraçam a vida,
Refletem o céu, em paz infinita.
E assim, a natureza em sua grandiosa orquestra,
Nos inspira e encanta, numa beleza honesta.
Do céu às flores, dos vales ao mar,
Tudo é poesia, basta olhar e escutar.
Nos detalhes sublimes, nas cores e formas,
Vejo a mão divina, que tudo transforma.
Deus, o Autor de cada brisa e raio de sol,
Que pinta o mundo com amor sem igual.
Nos montes e vales, Sua presença resplandece,
Na vastidão do mar, Sua grandeza enaltece.
A cada flor que desabrocha, a cada pássaro a cantar,
Vejo Sua assinatura, Seu eterno cuidar.
Em cada detalhe, um milagre se revela,
Um toque divino, numa tela tão bela.
Pois é Deus quem orquestra esta sinfonia,
Criador de tudo, fonte de toda harmonia.
Na Bahia descobriu a beleza
entre matas e rios a pureza
De uma terra linda e encatadora
Na Bahia de Salvador de todos os santos e orixas
Da reza a macumba da roda de capoeira
Do Carnaval em todas as épocas
Da música popular brasileira
Ah, Bahia dos apaixonados do cacau
Da vida de quem sabe apreciar uma boa culinária de tantos sabores e cores tanto quanto a sua diversidade
Bahia da igualdade de muitos povos que se fizeram um Bahia brasileira
Bahia de praias exuberantes de um povo alegre e feliz
Do tamanho do Brasil
Do descobrimento a um povo varonil...
Bahia
Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;
Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam.
Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.
Venho de um povo valente
dos valores culturais
sou da terra do Oxente
dos sofrimentos reais
em cada passo temente
tenho medo da enchente
mas da seca eu tenho mais.
"O meu relógio aqui na terra está correndo as minhas horas, e porquê devia eu gastar mais tempo julgando alguém pelo que faz...tenho muito que fazer, não possuo qualquer aprecesso por essa acção, prossigam vocês [...]"
In, santuário das verdades amargas
Poesia
Poesia é a mansidão dos lagos,
a terra em que nascemos,
a desgraça de alguns;
a ventura de outros. Tudo é poesia. . .
Poesia é a chuva que se precipita
para fertilizar a terra ainda seca,
indo-se juntar aos córregos,
rios e cachoeiras, em busca do mar,
ou voltando-se logo a evaporar
em camadas de densas gotículas;
precipitam e se tornam à noite
em gotas de orvalho, acalmando;
trazendo a paz e consolando
filhos de horas mortas.
Na madrugada, a depositar-se nas pétalas,
quiçá, primeiras da flor singela,
que desabrocha a espargir suave a fragrância,
em cujo frescor se mistura ao perfume do campo
a atrair pirilampos e joaninhas;
abelhas e beija-flor, entre outras vidas,
a declamar poesia.
Poesia é a mesa do bar
onde cada um tem a história
de um sonho não realizado.
Poesia. . . É a sombra do passado
que prenunciou ventura
e nos dá no presente
nada mais que amargura.
É um mundo de incertezas. . .
De castelos construídos,
aos pés de outros desmoronados
Sou filho do Nordeste, tenho orgulho do meu torrão, terra de homem valente que tira o sustento das mãos.
Terra de mulher guerreira que traz lata d'água na cabeça criando o menino de pés no chão.
Sou filho de Pernambuco, terra dos engenhos, do melado do mel da cana, da ciranda de Lia, do cantador Santana, de Capiba, Chacrinha e Lampião... Sim, sou da terra cantada nos baiões de Gonzagão.
