Poemas de Corrupção
No Brasil, o único azar atrelado ao número 13 em que realmente acredito ser um atraso e infortúnio é o 13 do PT.
Certo! Alguém por aí já disse que a desgraça dos que não se interessam por política é serem governados pelos que se interessam. E infelizmente, nós próprios somos culpados dessa desenfreada corrupção e desgraça no cenário político brasileiro. (…). Às vezes sinto medo de tolerarmos o intolerável, como os ensinos de importantes, porém complicados teóricos da soberania política, e arregaçar as mangas em protestos nada pacíficos contra essa dita ordem desordenada de um país em regresso.
Já imaginou como seria se o mestre do amor viesse pessoalmente em pleno século XXI para cuidar, em pessoa, dos problemas sociais? Não é difícil concluir que ele buscaria primeiramente os marginalizados, os assassinos, os avarentos e àqueles consumidos por quereres descontrolados. Em vez de julgá-los como a escória da sociedade, ele lhes concederia uma nova oportunidade, acolhendo-os com compaixão e pronunciando palavras de redenção. Pois não há solução mais eficaz para a maldade social do que o amor dedicado aos necessitados, aos que erraram, aos que foram corrompidos pelo sistema e aos que clamam por uma segunda chance.”
Talvez o último desafio para humanidade será conseguir controle e domínio próprio, para fazer ser útil o que transporta inutilidade;
Na vida mais importante do que ser um homem de sucesso é ser um homem de valor, ainda mais nos tempos atuais e num país onde reina a corrupção e o crime.
É desconfortável perceber que parte dos nossos eleitores escolhem seus representantes com a intenção de que, quando por ventura precisarem, encubram e apoiem suas ações ilícitas. Que isto não seja o objetivo desta vez! Que tal nunca mais?
Votar consciente é desafiar os demônios da negligência e da ignorância, é carregar nas urnas o peso da história e a esperança do amanhã, sabendo que cada decisão tomada ecoará como um rugido implacável no futuro que estamos por construir.
Onde você mora? Moro num país Top 10: da impunidade; da injustiça; da desigualdade social; da corrupção; da decadência cultural; da discriminação; da usurpação de funções; do cabotinismo sistêmico; dos narcisistas e da falência social.
Numa última palavra, sendo homem sério, mergulhado na honestidade, amante à moda antiga dos princípios e valores inegociáveis, deve todo agente público envidar todos os esforços, para jamais roubar e nem deixar roubar o dinheiro do pagador de impostos. Tecnicamente, não deve praticar peculato, nem corrupção passiva, nem concussão, nem prevaricação, nem ato de improbidade, nem se locupletar ilicitamente, e nem tampouco permitir que alguém viole as normas do direito, quer seja praticando corrupção ativa, quer seja tráfico de influência ou exploração de prestígio, nem qualquer ato que possa surrupiar o sagrado dinheiro do pagador de impostos. Por tudo isso, não deve a gestão pública ser exercida por agentes públicos sem qualificação, aquele que tão-somente se acham atores de cinema, cabotinos de plantão e narcisistas otimizados.
Políticos há que uma vez eleitos e empossados se esquecem do povo, que os elegeram, e só ouvem as vozes do sistema corrupto e dominador.
Sem um controle social hígido as pessoas se corrompem, e estas, por sua vez, corrompem as instituições. A ausência de controle social é característica de uma democracia frágil e em estado terminal.
No Brasil os governos mudam, mas os altos índices de criminalidade e impunidade persistem, especialmente em razão da corrupção enrustida no serviço público, que pelo mesmo motivo não é alcançada pelo Sistema de Justiça.
Se alguém financia um governo corrupto ao aceitar, passivamente, impostos abusivos, torna-se cúmplice, direta ou indiretamente, das atrocidades cometidas, por vezes, contra os princípios e valores que sustentam a família e a fé, permitindo que esse governo os destrua lentamente.
O verdadeiro inimigo não é o vizinho que vota diferente, mas o sistema que rouba a todos igualmente.
..."Quando a injustiça e a impunidade imperam, outorgar-se-á ao povo fazer justiça com as próprias mãos." ... Ricardo Fischer.
Mentiras, alianças espúrias, corrupções, omissões na aplicação das leis em vigor, e sigilos inconstitucionais, eis algumas das principais práticas políticas e judiciais mais danosas para a humanidade.
Montar num cavalo que passa arreado é uma opção a depender do seu destino; se o animal for para o campo da honestidade, montarei de imediato; se for para a imundície da política partidária, que siga sozinho ou leve consigo o vírus da corrupção.
Necessitamos afastar-nos do assistencialismo imoral corruptível, e aproxima-nos da caridade, amor e da intensa busca pela dignidade e respeito à pessoa humana.
