Poemas Corpo

Cerca de 15137 poemas Corpo

Estrutura Tricotômica da Liberdade


Corpo Físico
Agir com emoção + agir com inteligência → Liberdade Física


Corpo Mental
Pensar com emoção + pensar com inteligência → Liberdade Psicológica


Corpo Espiritual
Sentir com emoção + sentir com inteligência → Liberdade Espiritual


A liberdade plena surge quando emoção e inteligência se harmonizam nas três camadas fundamentais do ser humano: ação, pensamento e sentido existencial.

Meu neguinho
Queria que vc entrasse em minha mente, dentro de mim, no meu corpo, na minha alma pra vc ver o que tenho planejado no futuro pra nós
Você não estava nos meus planos, mas você é o melhor plano que eu poderia ter. 😍
Te amo vidinha e
É tão gostoso tudo isso que chega dar um friozinho na barriga
🥶🥰
Minha inspiração diária
Saudades

A Alma e a o corpo!




Estava andando a toa neste mundo de meu Deus!
E senti uma saudade dentro deste peito meu!
Tentei voltar la no tempo em tempos que não são meus
Pois eram tempos de outros que ainda nem nasceu...


Vidas vividas por outros que em tempos foram meus
Pois na vida que hoje vivo trago lembranças dos meus
Caminhei tantos caminhos! Tanta vida eu já vivi
Para chegar aqui hoje! E sentir o que senti...




Para muitos não existem outras vidas, afinal
Para mim são só lembranças que não me fizeram mal
Pois mesmo em vidas passadas! Muito amor eu já vivi
Mas trago hoje no peito um grande amor para ti
Pois se pensa que estou vivo? Pode ser que já morri...




Pois já morri tantas vezes e em outras eu renasci
Pode ser que este eu hoje, em seu coração já vivi
Mesmo que seja descrente neste nosso renascer
Sei que traz dentro do peito lembranças que ao nascer
Foram ficando patente, conforme vosso crescer
Para rimar as palavras terei que te esclarecer!
Que nesta vida se nasce, mesmo depois de morrer...




Vou ficando por aqui! Minha mensagem eu deixei
Tentei te dizer na alma das lembranças que hoje tens
Pois se amar de verdade! E este amor te acompanha
Mesmo que seja no hoje outra alma em campanha
Fica gravado na alma e este amor não te abandona
Para fechar estas rimas! Deixo-te no amor de Deus
Uma palavra de carinho! Carinhos do peito meu...


(zildo de oliveira barros. 10h12min 20/10/11)

Amazonas!

A contemplação e admiração
Desta natureza esplendorosa
Que revigora o corpo e a alma
De quem tem o privilégio de respirar o ar puro da manhã
Sentindo nos poros os primeiros raios do Sol
No rosto uma brisa agradável
No horizonte um céu azul
Que reflete no espelho das águas
No encontro dos rios
Com um pôr do sol magnífico
Que faz deste lugar um encanto natural.

Eis que o vento sopra em meu rosto, em meu corpo.
Vindo de frente, refresca minha fronte, massageia meus cabelos.
E eis que me fragmento num sem-número de sementes de dente-de-leão, sopradas pelo vento.
De minha essência nada resta, pois me espalho por onde ando, por onde as sementes voam.
Quisera ser flora para te encantar, e o fora, fora um dente-de-leão. Leão manso, de altivo passo, retumbante rugido e suave respiração.
Meus cabelos, ora juba, ora inflorescência, balançam ao vento e espalham sementes de dente-de-leão pelos campos ondeantes onde ando.
Outrora rugi, outrora rosnei, outrora agarrei, mas não aguentei. Outrora, eu era. Agora, deixo de ser.
Nada detém o vento, que num redemoinho me envolve, meus fragmentos revolve, num rodamoinho me dissolve. Sou capítulo soprado.
Me fragmento num sem-número de sementes, que voam pelo vento. E na terra, em minhas pegadas de leão, nascem dentes-de-leão.

(Epitáfio anemocórico, no livro O Bruxo de Curitiba)

Bom dia!




Uma das maiores verdades da vida, felicidade independe de um corpo dito perfeito, mas o que é o perfeito? Modelos da moda, caia na realidade, mulher linda é aquela que deu a luz, trabalha igual doida para ajudar ou manter uma família, isto sim é beleza, assim eu penso, assim as respeito, são lindas dentro de qualquer modelo....






(Zildo De Oliveira Barros)

Suor da Lua




O teu corpo aproxima-se do meu como um inevitável eclipse, e o universo inteiro vibra
à força do que pulsa entre nós.


Quando tu me tocas,
não é apenas pele — é tempestade,
é um magnetismo profundo
que grita por dentro
e reacende tudo
o que eu escondi.


O teu cheiro envolve-me,
prende-me, arrasta-me
e eu deixo-me levar
porque há algo em ti
que fala diretamente
ao que em mim é puro fogo.


O teu hálito roça o meu silêncio, entre sombras, a tua pele acende o meu desejo em chama lenta.


No toque que quase acontece,
perco-me internamente
na promessa do teu corpo,
onde os poros bebem o suor da lua.
E quando a tua boca encontra a minha boca, com essa urgência densa, selvagem,
o tempo rende-se, e o meu nome submerso na tua saliva, arde insanamente na tua boca.

Às vezes, a vida nos coloca diante de pausas inesperadas — momentos em que o corpo pede silêncio e a rotina deixa de caber nos nossos planos. Adoecer pode assustar, mas também pode revelar algo profundo: o tempo, mesmo quando parece curto, ainda é um espaço fértil.


Em vez do medo, podemos escolher a criação. Em vez da pressa, o propósito.
Há algo de poderoso em transformar fragilidade em legado — em perceber que, enquanto houver um minuto, há também a chance de deixar marcas que ecoam.


Criar algo inesquecível não significa grandeza aos olhos do mundo, mas verdade aos olhos da alma.
Significa dar sentido ao que se vive, mesmo quando a vida parece nos apertar.


Porque, no fim, não é o tempo que define quem somos, mas o que fazemos com ele.

Me lembro de quando a conheci. Ela era bela, mas não só de corpo, mas de alma. Era gentil para todos, demonstrava carinho a crianças que não sabiam o que era a gentileza, dava atenção a idosos abandonados pela família. Tinha uma alegria contagiante, um sorriso elegante, com lábios grandes e carnudos, de um rosa suave e gentil. Sentia tanta vontade de tocar, beijar e até morder. Diferente de seus olhos, que eram castanhos, de uma profundeza gigantesca. Neles eu via vida, paixão e emoção. Ela tinha também um lindo cabelo ondulado, tão negro. Tudo isso, junto à sua pele de mulata, criava a mulher mais bela de todas.


Porém, me faltou coragem para falar com ela. Quando percebi, já tinha passado muito tempo. Ela já tinha namorado, noivado e casado. Eu apenas a observei. E fiquei parado no tempo: sozinho, abandonado e esquecido.


Porém, jamais a esquecerei

Tantas faces deixadas sobre a mesa,
flechas cravadas no corpo do guerreiro.
Caminhos que não conduzem a lugar nenhum,
vidas esquecidas que ninguém a tem.

Ontem você não veio, e eu fiquei te esperando, imaginando suas mãos acariciando meu corpo carente dos teus beijos.
Mulher, tua beleza extravagante acalenta meus desejos e me instiga a desbravar teus segredos e mistérios.
Escandalosa, te quero em minha vida — feita de desejos e da vontade intensa de você.

Fui cinzas antes de ti,
corpo exausto, alma em ruínas,
tu, tempestade de desejo,
queimaste-me com ternura feroz.Teus lábios, abismos de prazer,
afogaram minha antiga carência,
e em teus braços — cárcere e abrigo —
renasci em nova pele, novo ser.És feitiço e salvação,
bruxa de luz, amante sem freios,
selaste em mim tua marca viva:
felicidade, vertigem, emoção.No limiar do meu fim,
quando a esperança já era pó,
teu amor me ressuscitou
sou agora teu, eterno amor.

Devastaste meu corpo — despojado e frágil em tua presença.
Chicoteaste minha pele em brasas vivas,
e depois, com ternura, a acalentaste.
Teu fogo é bálsamo feroz e redentor,
resgatou-me da solidão,
abraçou-me em teus braços firmes e sinceros.
A carência que me consumia
rendeu-se aos teus beijos molhados de prazer.
Renascido em novo ser,
guardo em mim tua marca:
felicidade, alegria, emoção.
Ressuscitaste-me no instante exato
em que o desejo quase se apagava.
Antes de ti, eu vivia morto,
soterrado na desventura do fracasso.
És feiticeira bela, de toque angelical;
amante do amor, vivente do amar.
Bruxa selvagem, indomada,
rendo-me à tua nobreza
que só me faz bem.
Tu és o crisol da minha ternura,
a chama que dá sentido à minha vida,
o amor que quero viver
por toda a eternidade na vida vivida.

A alma segue sem corpo, distante do espírito,
para que a morte não alcance o corpo cansado,
em lenta decomposição.Um corpo sem vida perambula
nas fronteiras do vazio,
ouvindo apenas a voz muda do silêncio.Por misericórdia — ou compaixão —
a alma abraça o corpo inerte,
fugindo dos olhos da morte.O espírito observa, impassível,
a luta da alma pelo corpo sem vida.No fim, a alma não deseja a morte do corpo,
pois compreende:
sem a alma, o corpo não morre —
apenas permanece esquecido,
à margem da eternidade...

O apego é uma tortura que corrói espírito, alma e corpo.
O espírito luta para refletir a imagem do Criador e ser exemplo de luz.
A alma se agita, temendo a exposição diante dos olhares do mundo.
E o corpo, por sua vez, permanece preso às engrenagens do pecado, inclinado a tudo que é imoral..

Apesar da dor se espalhar pelo corpo fraco e cansado,
apesar do peso que insiste em esmagar a alma,
há sempre um fôlego guardado no fundo do peito,
uma chama pequena que não aceita morrer.


Amanhã pode nascer diferente.
Amanhã é terra fértil onde a cura pode brotar,
onde o sofrimento encontra limite
e a força renasce das próprias cinzas.


Dias melhores virão — não por acaso,
mas porque você continua, mesmo ferido,
porque sua coragem não pediu licença,
porque seu espírito é maior que qualquer queda.


A dor passa.
A esperança não.
E quem resiste hoje, renasce amanhã...

Eu sei a dor que insiste em se espalhar pelo corpo cansado, há uma chama que não se apaga: a esperança. Cada lágrima que cai carrega consigo a força de quem resiste, de quem não se entrega ao peso da derrota. O sofrimento pode tentar nos dobrar, mas não consegue arrancar a coragem que pulsa dentro de nós.


Amanhã pode trazer a cura, pode trazer o alívio, pode trazer o renascimento. E mesmo que o hoje seja árduo, é nele que se constrói a vitória do amanhã. Dias melhores virão, não como promessa vazia, mas como certeza de quem luta, de quem acredita, de quem se recusa a desistir.


O corpo pode fraquejar, mas o espírito é indestrutível. A dor é passageira, mas a superação é eterna.

Vem…
me cobre com teu corpo quente,
essa pele macia — manjar que acalma e incendia.
Teus beijos molhados, labaredas suaves,
acendem desejos vorazes, carícias que me consomem.
Vou rasgar tua roupa,
não por violência, mas por intensidade,
porque nada em nós quer ser impedido
nem aprisionado —
é a liberdade do êxtase que nos governa.
Posso te amar sem freios,
degustar esse prazer selvagem e proibido;
deixa que meu fogo transborde
em fúria doce, desejo que devora e se entrega.
Intencionalmente, tocarei tua alma e tua pele,
como um selvagem guiado apenas pela vontade,
porque depois que eu provar tua doçura, mulher,
até meu corpo se rende —
treme, dispara, se faz frágil em teu domínio.
Não precisamos provar nada.
Sabemos bem o que somos um para o outro:
a chama que nunca se apaga,
o desejo absoluto vestido de amor.

Sua presença serenou minha mente,
acariciou meu corpo sedento de amor voraz
e transformou minha alma em felicidade umtemplo de ternura de amor.
Então eu lhe disse, mulher respira um pouco: vá devagar,
não é só hoje que vou te amar te desejo noite e dia,
é em todos os dias que ainda virão.
Quero você na minha vida inteira,
na alegria que desperta a cada amanhecer,
no silêncio que se converte em poesia,
no abraço que eterniza o tempo por te amar.
Temos a eternidade para nos amar,
e cada instante contigo é um verso,
um sopro de felicidade,
um juramento gravado no infinito por nosso amor.

Um dia morri antes de morrer.
Não foi no corpo, foi no silêncio que me engoliu, foi quando o mundo pesou demais e eu deixei de caber dentro de mim.
Morri quando calaram minha voz, quando a vida me pediu mais força do que eu tinha, e eu me vi pequena, espremida entre o que senti e o que ninguém quis enxergar.
Morri quando esperaram que eu sorrisse enquanto meu peito gritava, quando o cansaço virou casa, e a espera virou esquina onde meus sonhos sentavam para descansar.
Um dia morri antes de morrer, e ninguém percebeu.
Porque a morte mais cruel é aquela que acontece em silêncio, por dentro, bem antes de qualquer adeus.
Mas também renasci. No instante em que recolhi meus pedaços, no momento em que decidi me mover mesmo ferida, mesmo frágil, mesmo sem aplausos.
Renasci quando entendi que sobreviver já é coragem, que respirar depois de uma dor profunda é milagre diário, e que viver, às vezes, é voltar do fundo trazendo luz.
Um dia morri antes de morrer, e foi justamente ali que descobri quem eu era: não a queda,mas a força que me levantou.