Poemas com Rimas de minha Rua
Não sei quem ou o que você pensa quem é em minha vida, mas saiba de uma coisa quando se trata exclusivamente de mim, eu sou minha maior prioridade...
Posso ser conivente com algumas coisas, mas jamais serei omisso comigo mesmo!
A solidão é um dos meus maiores tesouros, através dela busco minha evolução e aprendizado...
Pois nas batalhas da vida, há um momento em que é preciso avaliar os riscos e seus ganhos.
Renasci... É, eu renasci... As vezes me perguntava como era renascer pro Orixá, minha mente mirabolava diversas coisas, sensações e emoções e por incrível que pareça nada que eu ousei pensar chegou perto do que realmente é renascer pro orixá. Ainda não sei bem o que é renascer, afinal, nasci agora. Mas o pouco que vi, vive e senti já me ensinou um pouquinho do que é... Aprendi que renascer pro Orixá é compromisso, é responsabilidade, é resiliência e bastante humildade, aprendi também que renascer pro Orixá é puro amor, é abrir mão de diversas coisas por um bem maior, é entender seu tempo e respeitar a hierarquia. Resumindo, renascer pro Orixá é ser um novo você, é aprender tudo novamente, a andar, a ler, a escrever, a ser... Renascer pro Orixá é aprender a ser forte, afinal, ser do Orixá não lhe livra dos problemas, pelo contrário, ser do Orixá é ter certeza de que momentos ruins viram mas a fé nos dá confiança de que tudo isso vai passar. Bom, ser do Orixá é tantas coisas mais que não se resumiria em palavras. Ainda tenho muito a aprender mas o pouquinho que eu aprendi já me transformou. Adupé Orixá!
Quero encontrar para minha vida alguém que me traga paz, mas quero uma pessoa com defeito porque pessoas perfeitas têm defeitos demais.
Recordar a minha mãe é, recordar a sua voz, será sempre a mais doce, mesmo que só para mim, recordar o seu olhar, oh! mais bonito!, tão penetrante e tão misterioso, recordar o seu carinho por mim, jamais esquecerei, porque, mãe, é ..........Amor infinito.
Vez ou outra eu respiro bem devagar, fecho os olhos, e sinto o toque leve da brisa acariciar minha pele, vez ou outra paro para escutar o som dos pássaros e sentir o calor do sol, vez ou outra volto a abrir meus olhos e comtemplo a imensidão dos mares, o brilho dourado de um nascer ou pôr do sol, a fauna, os vários tons que a natureza tão generosamente exibe, vez outra coloco meus pulmões a funcionar mergulhando em águas para apreciar as criaturas e criações de quem no alto está. Vez ou outra me pego a rezar para o homem preservar o que está a devastar.
"Nela me acolho, me recolho, me recarrego. É na água do mar que parte de minha alma fica, sempre aguardando que eu retorne pra me fazer completa de novo."
Somos Maquinas? pergunta difícil a se responder. então levo minha resposta ao obvio, não, porém a sociedade esta buscando crer que sim, trabalhamos exaustivamente estudamos sem parar, para termos uma vida melhor, mas esquecemo - nos de ter um tempo em família, de ter união, uma proximidade maior, porém a sociedade que vivemos não nos permite!
Jamais entendi os jovens, e jamais conseguirei compreender os mais velhos, minha idade é única por isso os que me acompanham e conseguem perceber que estamos presos em um lapso temporal criado apenas para nossa geração, é abastecido com coisas e momentos limitados a nossa instrução e relação com a sociedade atual, em termos mais práticos, o que consumo hoje é voltado apenas para minha geração, e o que os jovens consomem é apenas para a geração deles, e sempre foi e será sempre assim, e quando percebemos isso ficamos assustados, pois não conseguimos transmitir as ideias e conceitos para os demais, teremos que aguardar a chegada deles a esta mesma idade para que possam chamar isso de aprendizado de vida.
A minha felicidade, está na capacidade de reconhecer que eu tenho Tudo, Deus preenche cada espaço em meu coração.
Que do meu corpo brotem flores, do meu coração apenas amor, da minha mente lembranças boas e da minha alma não haja dor.
A tanta coisa que lhe devo dizer, mas quando olho em seus olhos, todas as palavras somem da minha mente...
Vou tentar circular por aí para ampliar minha visão sobre as pessoas, sem limitar aos percursos já conhecidos.
Revirando as páginas da minha história, descobri quanto tempo perdi tentando ser aceita por pessoas que nem sei se sabem quem são. Recordei de quantas vezes chorei por me sentir inferior, sem saber o meu real valor. Um sofrimento desnecessário me isolava, me maltratava e era gerado por uma insegurança inexplicável, uma ausência de eu em mim. Hoje aprendi que eu existo, com todos os meus defeitos e qualidades eu me basto, aprendi quem sou e a me amar a minha maneira, a viver sem depender da opinião alheia e a não mais sofrer por nada que verdadeiramente me importe.
Quando eu caminhava na direção da minha liberdade, eu percebi nitidamente que, se eu não abandonasse o ódio que sempre me acompanhava e me fazia parar, eu nunca seria feliz e mesmo sem grades e sem algemas, em qualquer lugar da vida eu continuaria sendo um prisioneiro.
Não desejo que se ferre na vida, porque temo que bata á minha porta me pedindo ajuda...
E temo em ter de dizer-lhe NÃO.
