Poemas com Rimas de minha Rua
Eu desejo entrar no labirinto do seu corpo. Me proteger em teus braços, saciar a minha cede com os teus beijos e me perder por inteiro em você.
Lenilson Xavier (lexgrafia)
Alguém um dia me perguntou: - Você é um anjo?
Respondi: Claro que não, ainda não acabei minha missão na terra. Ainda não achei a mulher certa, a mulher que irei proteger e guiar até que ela se deite na cama e sinta o vento suave que fará com que se arrepie. Protegerei a todas as noites...
Minha missão na terra não acabou, vou procurar está mulher na terra e fazer o impossível para que ela seja feliz, se sinta amada e desejada, até o dia que irei..
Mas até lá, minha missão e acha-la e tornar-la mulher!
Mil e uma coisas na minha cabeça
Mil e uma coisas onde está o amor
Mil e uma coisas onde estás tu. <3
Seus dias ficaram na minha pele,
Que absorve lentamente
cada fragmento deixado
em nossas loucuras
secretas de Amor.
Muitos querem
Saber da minha vida.
Mais só DEUS conhecer o meu viver...
E só a ELE dou satisfação.
Os outros imaginam...
Certezas nenhuma e assim continuará sendo.
Enquanto seu olhar
Fizer parte da minha
Memória
Meu amor vai
So aumentar
E se um dia eu
Pensar em esqueçer
Que seja a vontade
De não lutar por você.
Ah, as mulheres...!
Se minha vida pudesse ser dividida em capítulos, ela teria três e todos seriam dedicados às mulheres.
Nasci de uma, apaixonei-me por outra e, dessa paixão, eu gerei outra.
São três capítulos com o mesmo nome: AMOR.
ACASO (soneto)
Onde será que o cerrado começa
Ou cá termina as minhas miragens
Será a minha ilusão em mensagens
Ou o começo do fim que cá cessa?
Da saudade fiz pranto e roupagens
Dos sonhos viagens que atravessa
As quimeras na vida sem promessa
Porém, queria era outras paisagens
Como no fado o tempo é remessa
E na pressa se perde as bagagens
Cá fico, e cá minha alma confessa
Quem sabe, cá tenha boas aragens
Tecendo o sertão no quebra cabeça
E o acaso segui pra outras paragens
Luciano Spagnol
Dezembro, 2016
Cerrado goiano
Pensar em ti?
Não! Agora não!
És um capítulo encerrado numa página da minha história....
Já me encontro noutra linha a ser escrita...
Professor Cosme!
Queria ser uma pequena poça d’água...
Para Refletir:
Na minha pequena e frágil existência
A grandiosidade e a força de sua experiência.
Com seu conhecimento
Trouxe-nos também muita alegria
Tristes agora estamos, por estar-nos
Afastando dessa pessoa que é pura simpatia.
Com ética e respeito,
Ensinou-nos o tempo todo
A lutar por nossos direitos.
Com sua brilhante personalidade
Mostrou-nos que temos capacidade
E que respeitar o outro
Não nos priva da nossa liberdade.
Agradecidos estamos, pois nos fizeste sentir
Que devemos lutar muito mais
Quando alguém nos tenta impedir
De onde quer que esteja
Subindo ou descendo, nos impeça de subir.
Guardaremos nas lembranças
E também nos sentimentos.
A satisfação de ter compartilhado
Conosco marcantes momentos.
Resumindo nesse verso
Eu agora me despeço
Em um só coro dizendo
Numa palavra que agrada
De todo coração o nosso
Emocionante
Muito obrigada!
Como um anjo ele pousou...
Em minha vida tudo ele iluminou...
E fez do meu mundo um céu reluzente de AMOR.
Toda minha infância no interior me fez enxergar coisas invisíveis que talvez não as pudesse perceber se convivesse em outro ambiente. Se bem que a melhor educação que uma criança/indivíduo pode ter é o exemplo e isso foi/é a maior virtude que tive/tenho. E para dar o exemplo não importa o espaço. Basta seguir o compasso dos passos.
Acho que foi esse convívio interiorano que persiste até hoje, que fez brotar essa admiração pelo verde, pela terra, pelo ar, puro céu azul... Sob a luz natural do dia e a resplandecência surreal da noite. Posso sentir a mente nutrir-se de informações inspiradoras que jamais esquece.
... Ainda que não lembre!
De um modo geral, expresso-me muito mal.
Uso palavras não compreensíveis a todos.
Minha prolixidade me isola,
Separa,
Por isso levo sérias conversas comigo no espelho,
Torno de meu âmago,
Próprio remédio e por vezes,
Afogo-me em próprio veneno.
Tão cheia de mim que me canso,
Asfixia,
Mergulho no meu eu em demasia.
Viajo, crio coisas, não me encaixo,
Incertas estranhezas,
Olham-me do alto,
Enfadonho.
Sou um singular á procura de um plural,
Insólito.
Não me justifico.
Apenas vivo.
Não foi minha intenção
Não foi minha intenção te machucar, agora sofro calada por ter que levar a culpa de quem não soube amar, me desculpa, talvez seu coração quis se entregar, não sei o que houve se foi aquele abraço, talvez um sorriso desapercebido, mais aconteceu, agora jura que a culpada sou eu, não foi minha intenção agora por isso terei que me partir, não quero ver esses lindo olhos e o brilho do sorrir se despedir, cuida do teu coração, não tenho amor suficiente para te consolar, me perdoa agora é hora de ir ...
Arrancar tua estria
Como eu queria...
Colar em minha parede
Adora-la todos os dias
Como se adorasse santo.
TARUMÃ
Não me sangrem
por favor
as sangas
da minha infância.
Deixem que sigam
seu rumo
vadio e vário
de rio avulso.
Que ora esparrama
por sobre as pedras
espuma branca
e ora em derramas
de sede ardente
ao sol se entrega.
Vai sanga avulsa
vai rio menino
ao teu destino.
Minha rainha querida
és parte da minha vida
princesa do meu caminho
contigo não estou sozinho
Deusa da minha estrada
pra sempre serás amada
Donzela de corpo quente
que amas tão loucamente
pra ti vivo realmente
num sonho quase indecente
Odalisca deste castelo
contigo tudo é mais belo!
A minha obra
Empreenda nas suas grandes obras, a família, os filhos, o parceiro\a , trabalho e em si próprio\a.
Nada é produto acabado, o melhoramento continuo é necessário. Retocar ai, por um pouco de sal acolá, aumentar ou diminuir a intensidade do brilho disto e daquilo, é um exercício que se requer permanente para que quando terminarmos, a nossa obra esteja completa.
Não há fim , nem cansaço de melhoramento para com nossos filhos, família , parceiro\a e nos próprios.
Essa missão cessa com o termino da nossa obra, e nossa obra termina quando cessa a nossa existência.
